STF libera seus funcionários para assistirem jogos da Copa

02/06/2010

Os jogos da Copa do Mundo – que têm início no próximo dia 11 – vão alterar a rotina não apenas dos mais fanáticos por futebol, como também de toda a estrutura do Supremo Tribunal Federal (STF).

Portaria decretada hoje (2), pela Suprema Corte, libera os funcionários e ministros para assistirem os jogos da Seleção Brasileira quando forem realizados durante a semana.

A primeira partida do Brasil será às 15h30 contra a Coréia do Norte no dia 15 de junho, uma terça-feira. Neste dia, o atendimento ao público externo ocorrerá apenas das 8h às 14h.

O segundo adversário será a Costa do Marfim. O jogo cai no dia 20, um domingo.

A última partida, contra Portugal, será às 11h do dia 25, uma sexta-feira. Na ocasião, a Suprema Corte vai ter expediente apenas das 14h30 às 20h.

Segundo o STF, a diferença entre a jornada diária normal  (7h) e a fixada no documento deverá ser compensada até o dia 31 de julho, “sob a supervisão da chefia imediata”.

Quanto ao funcionamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segunda a assessoria, até o momento não há previsão de mudança no horário de expediente no dia dos jogos da Copa.

COMENTÁRIO DO WD:

Só os professores da Secretaria de Educação serão punidos com a obrigação de fazer reposição aos sábados ou no recesso. E a verdade é que os que hoje estão obrigando os professores fazerem reposição são os mesmo que assistirão aos jogos em suas casas, com suas famílias e amigos e não terão que trabalhar aos sábados para repor nada. É injusto sim! Aula não acontece só entre 4 paredes de uma escola.

Espero que o Secretário de Educação, Marcelo Aguiar, repense a portaria 100 e garanta aos professores o sagrado direito de assistir aos jogos com sua família e amigos sem ter que fazer reposição aos sábados. É claro, o conteúdo que estava previsto no planejamento pedagógico da escola deve ser reposto com toda a qualidade necessária.


Eleição do Sinpro e pedido de voto!

02/06/2010

Companheiros (as),


Nos dias 9 e 10 de junho acontecerá a eleição do Sinpro para escolha da nova gestão 2010/2013. Sou candidato pela CHAPA 1. Peço o apoio de todos os visitantes deste blog para podermos continuar a luta em defesa de uma educação pública de qualidade e dos direitos dos professores, orientadores, dos professores com contrato temporário, em fim… a defesa intransigente de todos os envolvidos na construção da nossa Rede Pública de Ensino.

Então, vote CHAPA 1

Washington Dourado


CORREIO: Secretaria vai aumentar o quadro de professores

02/06/2010

fonte: Correio Braziliense

Valério Ayres/Esp. CB/D.A Pres – 14/5/10
Marcelo Aguiar: “A falta dos professores temporários não é um problema generalizado, mas é preocupante”

A Secretaria de Educação quer ampliar o banco de professores temporários do Distrito Federal, bem como diminuir o intervalo de tempo que os profissionais devem se manter longe das vagas da secretaria após terem assumido uma licença. Hoje, quando um profissional ocupa uma vaga provisória, ele é obrigado a ficar um ano sem ser chamado novamente, o que faz com que se interesse cada vez menos em cobrir pequenas cargas horárias. Os problemas enfrentados pelos alunos que sofrem com as ausências constantes de docentes foram mostrados ontem, em reportagem do Correio. O desafio das escolas é preencher as ausências de profissionais por apenas dois, três ou quatro dias. Faltas esporádicas que acumulam e fazem grande diferença, até mesmo para o encerramento do ano letivo. O problema foi constatado em escolas como o Centro de Ensino Fundamental 10 de Taguatinga e o Centro de Ensino 01 do Cruzeiro.

De acordo com o secretário de Educação, Marcelo Aguiar, um projeto de lei está sendo elaborado pela pasta para permitir que o interstício entre a cobertura de licenças seja diminuído. “Nós não temos controle da vontade desses professores que estão no banco, por isso temos que ampliar as nossas opções”, explicou o secretário. Já para suprir carências e ampliar a rede de profissionais, a secretaria pretende lançar, ainda este mês, o edital de um concurso para a contratação de 400 professores. Desses, 123 vão lecionar para crianças da 1ª a 4 ª série do ensino fundamental. Outros 77 ensinarão música. As únicas áreas que não receberam reforço de novos profissionais, já que estão com os quadros completos, são as disciplinas de história, geografia e educação física.

Situação atual
A intenção é que as provas da seleção sejam realizadas ainda este mês. “Queremos que tudo isso se desenrole o mais rápido possível. Com relação ao temporários também não podemos perder tempo, a falta deles não é um problema generalizado no DF, mas mesmo assim é preocupante”, considerou Aguiar. O banco de professores temporários conta hoje com 9 mil profissionais. Desde o fim de 2007, os docentes nessa situação deixaram de ter vínculo empregatício(1) com a secretaria e passaram a receber apenas as aulas dadas — valor menor do que o remunerado aos professores do quadro efetivo.

Atualmente, a Secretaria de Educação conta com 24.210 professores, sendo que desses 1,3 mil ocupam a função de diretores escolares. Os docentes são responsáveis por atender 510 mil alunos, o que mostra uma proporção de cerca de 20 estudantes por docente. “Desde 2007, já convocamos mais de 3 mil professores e não vamos parar por aí. Pretendemos chamar ainda mais gente do que está previsto no concurso nos dois anos de validade da seleção”, lembrou Aguiar. O secretário lembra que, no caso dos professores temporários, a negação de três chamados para cobrir licença faz com que eles deixem de fazer parte do banco. O cadastro é renovado a cada dois meses — o atual é o de 2009.

1 – Regras alteradas
Até 2007, as regras estabeleciam que o professor, quando convocado, assinava um contrato de um ano e recebia salário integral de um docente da rede pública, incluindo as gratificações. Dessa forma, era mais fácil ocupar as vagas temporárias, mesmo àquelas referentes a baixas cargas horárias.

O número
<!–
–> 400
Quantidade de professores que devem ser contratados no próximo concurso da Secretaria de Educação

COMENTÁRIO DO WD:

O Governo finalmente está começando a perceber as consequências deste modelo nefasto de contratação temporária. Está faltando professor substituto porque as condições de contratação temporária é o maior exemplo de exploração dos direitos de trabalhadores do DF e, talvez, do Brasil!

É vergonhoso ver que na capital da República, justamente na Secretaria de Educação, existe um modelo de contratação temporária de professores que paga metade do que o professor efetivo receber, que não garante ao contratado o sagrado direito ao atestado médico, ao descanso remunerado, à licença maternidade de seis meses entre outros benefícios.

Espero que o atual Secretário sinta a vergonha que o outro não sentiu. Espero que o atual Secretário, pessoa que conheço e tem uma história de militância social, se sensibilize e não mude apenas o interstício, mas também o modelo de contratação temporária, garantindo assim, pelo menos, o modelo que existia antes desta pouca vergonha criada por Arruda, Eunice e Valente.

A mobilização dos professores com contrato temporário vai começar e só descansaremos quando garantirmos o mínimo de justiça a esta tão importante parte da categoria.


Washington Dourado


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