Qual sua sugestão para a portaria de distribuição de turmas?

O Sinpro está participando da discussão com o Governo sobre a nova portaria de distribuição de turmas. Você tem alguma sugestão?

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93 respostas para Qual sua sugestão para a portaria de distribuição de turmas?

  1. elaine disse:

    Suriro que todos contem pontos:
    Professores,professores licenciados (LTS),coordenadores , supervisor pedagógico ,vice-diretor e diretor.
    na pontuação:pontos por tempo de escola,cursos EAPE,cursos reconhecidos,pós e mestrado,tempo em alfabetização,tempo em ensino especial (para quem pleitear turmas nestas condições).IMPORTANTE :Um dia não é suficiente para os professores providenciarem documentação e nem para fazermos a contagem dos pontos e a distribuição das turmas

  2. maria edit rodrigues barbosa disse:

    Gostaria que houvesse limite da pontuação por cursos.

  3. sonia andrade disse:

    A última portaria ficou muito boa e acredito que pontos que não podem ficar de fora são;

    >> Contagem de tempo na área de educação pública (em outros estados da federação, inclusive!)

    >> Prioridade do professor Portador de necessidades especiais na escolha de turma (isso é muito importante pois o professor já possui muitas limitações no seu trabalho e essa prioridade traz um pouco de tranquilidade sendo possível um melhor desenvolvimento do trabalho)

    >> Valorizar com peso maior os professores com cursos de especialização, mestrado e doutorado (a pontuação é quase irrelevante)

    >> Escolha de turmas de alfabetização por professores que tenham formação nessa área (Curso PROFA ou BIA ou equivalente)

    >> Constar na Portaria os dias para coordenação individual fora do ambiente escolar.

    >> Outro ponto que me intriga é: Se os contratos temporários contam o seu tempo para pontuação, porque não contar o tempo dos professores que trabalharam em Instituições Particulares ou conveniadas como o SESC e SESI?

  4. Alberto Leal disse:

    Caro WD, somos tão mal remunerados, mas tão mal, que alguns professores até consideram ascensão profissional o fato de atuarem em função comissionada.
    Imagina você, uma pessoa, sair de casa às 7h da manhã e voltar para casa às 23h, receber uma pequena gratificação por isso e ainda acreditar que “isso” é ascensão profissional?
    É difícil de acreditar, mas sim… É verdade… Muitos dos que estão em função de confiança seguem este ritmo diário de trabalho, são educadores, são comissionados, estão viciados em trabalho e para mim; SÃO LOUCOS!
    Onde quero chegar?
    Quero chegar ao fato de que devemos lutar por melhores salários, devemos nos unir e nos organizar para sermos enfim valorizados. Não será jogando pedra na vidraça do colega professor que aceita esta cruz em troca de uma migalha que nossa categoria chegará a tão sonhada isonomia!
    Cada um sabe o motivo pelo qual decidiu carregar o fardo e se não houver união e coragem neste momento, perderemos ainda mais tempo e conquistas!

  5. silva disse:

    Que todos participem de forma democrática da distribuição incluindo Diretores e Vice

  6. Maria da Guia Ribeiro disse:

    É necessário repensar nos cursos como critério para pontuação e escolha de turma. Infelizmente algumas entidades que emitem certificados não o fazem com o critério de qualidade e formação continuada. Penso que os cursos oferecidos pela EAPE/SE e parceiros devem ser mais valorizados.

    • Mirian Theyla disse:

      Concordo com a Maria da Guia.
      E sugiro, ainda, que haja uma distribuição de pontos mais justa aos que cursaram Mestrado e Doutorado. Atualmente a pontuação é quase idêntica com relação a cursos de especialização.
      Nada contra cursos de especialização, mas sejamos francos, tais níveis de formação demandam tempo e estudo progressivamente mais “puxados”, então, nada mais coerente que atribuir-lhes pontuação diferenciada.

  7. vilma kardec disse:

    Bom, se o Sinpro tem como objetivo a carreira única, acho que a distribuição deveria ser por tempo de serviço.

  8. DAVYS LUIS PAXIÚBA DUNCAN disse:

    Secretária de Educação toma posse com desafio de resgatar a qualidadade

    Saulo Araújo

    Publicação: 15/01/2011 08:19 Atualização:
    A nova secretária de educação do Distrito Federal, Regina Vinhaes, tomou posse ontem à noite, na Escola Parque da 308 Sul. Professora há mais de 20 anos da rede pública de ensino, ela recebeu do governador Agnelo Queiroz (PT) a missão de fazer com que o sistema de educação da capital volte a ser exemplo para o resto do país. O chefe do Executivo local lembrou dos desafios da chefe da pasta e apontou que a primeira ação na área já foi tomada, com o início dos trabalhos dos mutirões para deixar as escolas do DF em bom estado de conservação antes do início das aulas, em 10 de fevereiro.

    “Uma ação pontual é arrumar as escolas para recebermos os alunos e professores com dignidade. Para que isso seja possível, já iniciamos os reparos em 50 escolas a cada três dias. Estamos consertando os bebedouros, trocando as lâmpadas queimadas, reforçando a pintura, limpando as salas, entre outras pequenas ações, que, com certeza, vão proporcionar um ensino mais agradável”, destacou Agnelo, que esteve na posse de Regina Vinhaes.

    A secretária afirmou que sua gestão, neste primeiro momento, será sustentada em três ações: reforma das salas de aula, inclusão de todos os alunos na rede e ampliação do quadro de professores para suprir a demanda. Depois, os planos de Regina Vinhaes são bem mais ambiciosos. Ela pretende acabar com o analfabetismo em no máximo dois anos, construir creches em todas as regionais de ensino, além de expandir a educação integral para todos os colégios públicos, progressivamente. “Nossa meta é instrumentalizar as escolas como mecanismos de democracia e, para alcançarmos esse objetivo, uma das metas é ampliar o ensino integral”, disse a secretária.

    Prova para temporários
    Terminou ontem o prazo para efetivação de matrículas na rede pública. Os pais que não procuraram a escola até a data perderam a oportunidade de indicar os filhos para a escola preferida. Com isso, esses estudantes devem ser encaixados em turmas com vagas disponíveis. E amanhã os candidatos a professores temporários da rede pública realizam as provas objetivas. Os locais de prova e as inscrições dos concorrentes podem ser acompanhados no site http://www.iades.com.br.FONTE: CORREIOWEB

  9. Cleber disse:

    WD, o 1º critério para distribuição de turmas deveria ser a disciplina do concurso do prof. Os demais itens deveriam ser usados para desempate ou quando não houvessem mais professores com concurso da área, e só depois os prof. com habilitações bloqueariam as cargas. É injusto com o prof. que prestou concurso para uma disciplina, ficar, na classificação, atrás de outro que fez concurso para outra área e com habilitação para a disciplina em que concorre. Hoje praticamente só há concurso para atividades, as outras áreas ficam prejudicadas sem novos professores de áreas específicas. Se o professor quer mudar de área, que faça concurso para área pretendida. É como se eu fosse concursado para agente de conservação e limpeza, sem desmerecer o cargo, e tivesse concluído curso de licenciatura e tomasse a vaga do professor. Os concursos de ag. cons. limp., professor de atividades e professor e área específica são totalmente diferentes uns dos outros. É inadimissível que uma pessoa que faça concurso para uma área, assuma a vaga de outra pessoa que fez outro concurso para área diferente. Essas coisas é que precisam começar a mudar na SEDF, professor assumindo cargo de outro prof, professor assumindo cargo de ag. administrativo, etc. Se cada funcionário desempenhasse a função para a qual foi concursado, não haveria tanta falta de professores nas salas de aula.

    • Luma disse:

      Prezado Cleber,que bom encontrar profissionais com o seu entendimento. Concordo com voce quanto às disfunções, e destaco a quantidade de professores que deixam a sala de aula e abandonam a disciplina para a qual prestaram concurso, para atuar como psicólogo e ( as vezes até com atendimento clinico) fragilizando a carreira de analista de gestão educacional em psicologia que já existe na SEDF com atribuições claras e que mesmo se quiserem e tiverem licenciatura, não podem dar aula!! eu por exemplo sou analista em psicologia e tenho licenciatura em história e mesmo que queira não posso dar aula. Este é um grande desafio da nova gestão, respeitar todos os profissionais da casa, organizar os planos de carreira, estabelecer critérios de atuação dos professores e da carreira administrativa e dos analistas, agora mesmo em 2010 houve um concurso em diversas áreas de especialização inclusive em psicologia, vamos monitorar para onde estes profissionais serão encaminhados. WD parabéns por este Blog, espaço para discussão de nossos anseios como servidores públicos do Estado e comprometidos com a Educação no DF.

  10. Rosimeire disse:

    Sei que o espaço é democratico, mas como disse umacolega em outro post, esse DAVYS LUIS PAXIÚBA DUNCAN fala igual ao Alechato Garcia! Deus me defenda!

  11. adriana disse:

    Caro amigo, o que eu proponho e que os professores que tenham mais tempo na escola sejam beneficiados em caso de redução de turma. Pois não é justo que o professor se dedique não só no crescimento do aluo mas também na melhoria da escola e dai ele ser devolvido por que chegou outro porofessor com mais tempo de secretaria e toma a sua vaga.

    • Eliene disse:

      Concordo com a Adriana. Qualquer projeto pedagógico é algo a longo prazo. Muitas a professor está na escola a determinado tempo, envolvido nos projetos e quando começa a ver frutos, chega outro colega (do nada) e sem esperar, sem nenhum planejamento, o profissional é obrigado a deixar a escola. É uma situação traumática, gera um mal estar geral, em quem sai e em quem fica. Pode abalar um colega até psicologicamente. Comigo acontecia assim, sendo sempre a mais nova da escola, todo fim e início de ano letivo ficava num clima de tensão até ter certza de que não seria devolvida. Não aproveitava direito nem as minhas férias. Acabei desistindo das 20 horas do vespertino por isso, e hoje sou apenas do noturno. Outra coisa que, nem tem haver diretamente com essa portaria, mas causa os mesmos prejuízos é essa história de exercício provisório, coisa sem pé nem cabeça.

  12. Elisângela disse:

    Uma das questões que acredito que deve ser alterada é o nº de Coordenador Pedagógico,pois acredito que cada escola deve ter o nº de coordenador(s)correspondente à(s) respectiva(s) quantidade(s) de modalidade de ensino que atende no ano letivo em questão. Por exemplo a escola em que sou vice-diretora, aprovada em prova escrita e prova de títulos,eleita e referendada pela comunidade escolar, porém exonerada desde do dia 01/01/11 pelo decretão…isso não vem ao caso agora é somente um desabafo…. Continuando,atende duas modalidades de ensino: Educação Infantil 1º e 2º períodos e Ensino Fundamental de 09 Anos – Série Iniciais, apesar de ser uma escola relativamente pequena com um total de no máximo 15 turmas sempre um de 2 motivos e X da questão,ou o professor que fica na coordenação, por misericórdia devido aos pedidos da equipe gestora e o grupo docente que imploram,ou pq alguns colegas fazem qualquer coisa para não pegarem sala de aula mesmo q seja ficar na coordenação(apesar de serem professores formados para isso)fazendo da coordenação pedagógica uma momento para resolver seus problemas pessoais. Quando se tem a sorte de se ter um professor comprometido acaba se tornando o faz tudo da escola que não faz “nada” no comentário de alguns colegas que sempre comentam que a educação infantil está largada,ou que as turmas de alfabetização estão esquecidas,ou ainda que os 4º e 5º anos parecem nem fazer parte da escola.
    Então sugiro que ao invés da quantidade de coordenadores NÃO sejem determinados pelo nº de turmas e SIM seja determinado pela quantidade de modalidade de ensino atendida pela escola. E que a função de Coordenador Pedagógico também seja uma função gratificada (apenas, durante o período de exercício no ano letivo)e que o valor seje no minimo de 400,00R$(40 horas)para valorizar tanto a questão financeira quanto a questão das responsabilidades com as ações e realizações na coordenação pedagógica da escola. Elisa

    • Paulo disse:

      Fala sério!
      Pagar função gratificada para coordenador?
      Um dia não teremos mais coordenador, aliás, quem hoje lembra como era ser coordenador até 1995?
      A discussão política-pedagógica caiu muito com pedidos assim.

      • Roberto Nunes disse:

        Acho que deveria ter Supervisor Pegagógico para cada modalidade na escola, dependendo da quantidade de turma, pois coordenador pedagógico já temos.

  13. DAVYS LUIS PAXIÚBA DUNCAN disse:

    As 18,5 mil vagas de comissionados do GDF eram divididas por 22 mil pessoas Prática não é considerada ilegal, mas provocou o inchaço da máquina pública

    Ricardo Taffner

    Publicação: 15/01/2011 08:06 Atualização:
    Levantamento feito pelo Governo do Distrito Federal revela que o número de pessoas lotadas nos órgãos públicos locais era maior do que o esperado. No primeiro dia deste mês, foi anunciada a exoneração de todos os ocupantes de cargos comissionados, estimados em 18,5 mil servidores. Entretanto, estudo técnico realizado mostrou que, em alguns casos, uma mesma vaga era dividida em até outras cinco. Com isso, o total de pessoas exoneradas na prática foi de 22 mil. O limite para novas contratações será 50%. Segundo o governo, a reposição do quadro será lenta e a prioridade são os serviços de atendimento ao público.

    Segundo a Secretaria de Comunicação do GDF, a subdivisão de cargos não é ilegal. A prática serve como uma manobra para ofertar mais empregos do que o previsto. Em um caso, por exemplo, a função com remuneração prevista de R$ 5 mil foi repartida em cinco vagas de R$ 1 mil. O esquema de multiplicação de cargos era um dos motivos do inchaço nos órgãos públicos. Para organizar a nova estrutura de comissionados, o governo formou um grupo de trabalho. A expectativa é que em até 60 dias saia o resultado de um estudo sobre concursos públicos e contratação de empresas prestadoras de serviço para funções que não são de chefia.

    Segundo o governador do DF, Agnelo Queiroz (PT), os setores que tratam diretamente com a sociedade deverão ser formados por servidores de carreira ou terceirizados. Os cargos em comissão serão destinados apenas aos coordenadores e diretores. Enquanto as contratações não são feitas, o governo irá nomear os comissionados para áreas mais prejudicadas com as exonerações. Serviços como os dos postos da Agência do Trabalhador, da Secretaria de Trabalho, e do Procon-DF e do Na Hora, da Secretaria de Justiça, serão os primeiros atendidos pelo GDF. “Vamos minimizar qualquer contratempo gerado pela falta de comissionados”, explica a secretária de Comunicação, Samanta Sallum. Outros órgãos já foram contemplados com as recontratações mais urgentes, como no caso dos diretores de escolas da rede pública de ensino, dos delegados da Polícia Civil e de técnicos da Secretaria de Saúde.

    No restante, a admissão de até 11 mil comissionados será feita de forma gradual e lenta. Para poder nomear alguém para o órgão, o gestor terá de justificar a necessidade para o governador. A medida desagrada alguns secretários, que têm pressa em aparelhar as unidades. Mas a intenção de Agnelo é justamente tentar frear as contratações a fim de superar um estigma das gestões anteriores. Segundo ele, o governo estava inchado e era preciso tomar alguma medida. “Eu só vou recompor no que for necessário para o funcionamento dessa administração, daquela secretaria, e de alguns serviços que, infelizmente, funcionam com cargos comissionados, pela distorção”, disse o petista, em uma solenidade na Polícia Militar na quinta-feira última.

    Com os cortes, o governo estima gerar uma economia de R$ 40 milhões por ano aos cofres públicos. Segundo a secretária, os demais 11 mil cargos estão fora dos planos do governo e serão extintos. De toda sorte, o governo já congelou 6 mil cargos de livre provimento. A medida impede as contratações para essas vagas. A estrutura ainda conta com outras 9 mil funções para funcionários não concursados e 7 mil comissões para servidores com vínculo.

    Dificuldades
    As exonerações causaram contratempos para a administração local. Postos de atendimento ao público começaram o primeiro dia útil do ano com as portas fechadas ou com o funcionamento comprometido. Por conta disso, algumas nomeações foram feitas logo no dia 4 para restabelecer os serviços. Escolas públicas também ficaram sem diretores por conta do decreto do governador. Na tentativa de reconduzir os servidores, o governo acabou traído pela falha no cadastro e publicou a nomeação de uma pessoa morta em setembro de 2009. O erro foi corrigido. De acordo com nota das secretarias de Governo e de Educação, os vice-diretores dos colégios públicos serão reconduzidos até o fim da próxima semana.

    Em algumas unidades hospitalares, o atendimento foi garantido por exonerados que resolveram continuar trabalhando. No Hospital Regional do Paranoá (HRP), por exemplo, 20% do quadro eram ocupados por comissionados. Na unidade de Ceilândia (HRC), a redução do número de clínicos-gerais ocasionou a falta de atendimento aos pacientes em alguns momentos dos dias. Até a Segurança Pública foi atingida pela medida. Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol-DF), deputado distrital Wellington Luiz, os delegados foram exonerados sem nenhuma satisfação do governo, interrompendo, inclusive, andamento de inquéritos. Os delegados foram renomeados na quarta-feira.

    Demanda
    A assessoria da Secretaria de Trabalho garante que o atendimento nas Agências do Trabalhador será normalizado nos próximos 15 dias. As nomeações de funcionários já foram solicitadas e, a partir de terça-feira, dois servidores assumirão os postos. Das 17 agências, três estão funcionando — em Taguatinga, no Plano Piloto e em Ceilândia. Ainda de acordo com a assessoria, juntas, as três agências respondem por 73% da demanda.

    Ampliação questionada
    O Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) e a Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) avaliam a legalidade da criação de 11 Secretarias de Governo. A distrital Celina Leão (PMN) protocolou, na tarde de ontem, representações nas entidades contra o Decreto nº 32.716 de 1º de janeiro, que reestrutura o GDF. Segundo a deputada, as alterações promovidas pelo governador do DF, Agnelo Queiroz (PT), têm de ser aprovadas pela Câmara Legislativa. Como base para a argumentação, ela destacou o item VII do artigo 58 da Lei Orgânica.

    De acordo com o texto, o Legislativo deve dispor sobre a criação, a estruturação e as atribuições dos órgãos e entidades da administração direta e indireta. Entretanto, de acordo com a Secretaria de Comunicação do DF, o governo se ampara em outra norma, a Lei nº 2.299, de 1999. Ela autoriza o Executivo a fazer as mudanças desde que não resultem em aumento de despesas. Segundo o GDF, as secretarias criadas não resultarão em ônus para os cofres públicos, uma vez que os servidores estão sendo remanejados de outros órgãos e os cargos comissionados, reduzidos.

    A discussão não é nova. Em 2000, o PT-DF ingressou com ação para derrubar a Lei nº 2.299, mas a Justiça a julgou improcedente. Em setembro de 2007, o partido voltou a questionar a validade da norma.CORREIOWEB

  14. Hudson Campos disse:

    Cargos comissionados, possam participar em pé de igualdade.

  15. Educadora Sempre disse:

    WC
    Tenho um questionamento a situação dos NMPs das DERs, para propor alterações seria neste Documento?

  16. Joao Tiago disse:

    Outra coisa que seria muito boa, WD.

    Como os professores apresentam documentação de cursos etc na DRE, as próprias regionais deveriam enviar às escolas um ranking de pontuação para que a escolha fosse seguida de acordo com esses quantitativos.

  17. Joao Tiago disse:

    Para evitar os problemas de sempre e a trabalheira para tratar dos desempates, sugiro que sejam estipulados critérios simples e não aquela contagem de pontos que só serve para peormenorizar e dificultar as coisas.Adotar apenas os critérios tempo de escola e tempo de SEEDF para a escolha seria ótimo.

  18. João Cesar disse:

    Também sou a favor da distribuição por tempo de serviço. O que acontece é que tem um monte de gente que compra um monte de cursos e passa na frente… aqueles cursos mais @#$%$#@#$ que se pode imaginar!

  19. João Cesar disse:

    Fiz minha matrícula em um curso preparatório para concursos e na turma com mais de 40 pessoas, identifiquei uns 5 professores que conhecia… rsrsrs, isso fora os que eu não conhecia…
    Gente, se não melhorar, os aprovados no último concurso serão todos convocados, pois a categoria está indo embora!

  20. Denise disse:

    1º Que chegue na escola com antecedência para que os responsáveis pela organização da distribuição possam fazer a leitura e tirar as dúvidas.
    2º Que não seja equivocada com relação aos cursos que valerão pontos, ano passado foi uma bagunça com curso que não valia, depois passou a valer e etc…
    3º Que continue possibilitando aos ocupantes de cargos comissionados, em licenças ou aos coordenadores a escolha de turma (garantindo assim, o lugar desses profissionais, caso retornem a sala de aula)!

  21. João Cesar disse:

    Ah e todos devem escolher turma, se a pessoa desistir da função de coordenador ou qualquer coisa, pode voltar para a sala de aula! É isso aí!

  22. amanda disse:

    que a portaria inclua os professores de sala de recursos, orientadores , equipes de apoio e coordenadores na segunda coordenação externa, pois é uma injustiça termos ficado sem esse direito em 2010.

  23. Mardete disse:

    É essencial que se garanta uma proporcionalidade entre o número de turmas e modalidades atendidas e o número de coordenadores:uma escola com 60 turmas é muito diferente de uma com 40 turmas.É verdade que nem todos os títulos correspondem a cursos efetivamente feitos.Já vi grupos se matricularem em 5 cursos diferentes, cada um responder o material de um único curso e todos conseguirem a totalidade dos certificados,isso quando não se pede ou se paga para outros responderem.Entretanto,julgo que dificílimo separar o legítimo do engodo.Uma forma de minimizar talvez fosse valorizar os cursos oferecidos pela própria SEE e limitar os pontos desses cursos de reciclagem.A portaria do ano passado deixou de fora os professores que estavam de licença médica por tempo indeterminado,não sei até que ponto isso é legal e se pode continuar sendo feito nos casos em que o processo de readaptação está em curso.Nas escolas de educação infantil e séries iniciais a distribuição de carga é uma operação complexa e demorada,daí a necessidade da portaria ser clara e ser disponibilizada com a devida antecedência para que todos os envolvidos possam ter clareza do processo que, uma vez realizado não pode ser refeito sob pena de paralizar a escola.

  24. Daiana Sátiro disse:

    Que existam normas claras em relação à distribuição de carga horária para os membros das Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem.

  25. Núbia disse:

    Minhas sugestões para essa portaria: Os professores que estão em funções gratificadas possam participar da escolha de turmas;
    Que o coordenador possa receber uma gratificação, ou que pelo menos, o de séries iniciais possa ter direito a GAL, caso ele escolha uma turma que faça jus a essa gratificação;
    A escola que tem mais de uma realidade: Ensino Fundamental Séries Iniciais e Séries Finais possa ter direito a mais um Supervisor Pedagógico;
    Um coordenador específico para o Ciência em Foco;
    Manter o Coordenador para a Educação Integral;

  26. Claudia Cabral disse:

    Por que o professor de 20/20 horas sempre escolhe por último? Que fique definido a prioridade de que quem tem pontuação maior, independente da carga horária.

  27. Paulo disse:

    Um coordenador exclusivo para a merenda escolar

  28. robson disse:

    Antes do dia 07: entrega dos formulários de devolução dos professores excedentes, baseado na MODULAÇÃO 2011.
    dia 07 ( manhã): devolução dos professores para a DRE e reunião geral.
    tarde: preparação para a distribuição de cargas e avisos gerais.
    dia 08: distribuição de carga e escolha dos coordenadores.
    Motivos:
    1 – Tem muita direção pilantra que esconde vagas, que protege os queridinhos e prejudica outros na distribuição de carga, o que faz com que os excedentes fiquem na coordenação por falta de opção, o que geralmente inviabiliza o trabalho da coordenação pois o indivíduo está lá contra vontade.
    2 – Evitar que exercícios provisórios assumam coordenação ( já vi isso ser feito descaradamente várias vezes em escola…com o acobertamento da direção e em desacordo com a portaria de distribuição de carga)

    Para o ano letivo: resolver a questão das coordenações, se são 2 ou 3 obrigatórias ou acabar com a coordenação por área e colocar 2 ou 3 gerais ( continuariam os 2 ou 3 dias de coordenação…).
    Disciplinar a questão da redução de carga horária. Tem direção que está montando o horário de professor com um dia de folga dentro do turno de aula, interpretando que redução de carga = folga.

  29. ana disse:

    O mais importante da portaria é que a mesma seja claríssima, não tenha duplo sentido e nem gere discussões descabidas.

  30. Karen disse:

    *****Valorizar com peso maior os professores com cursos de especialização, mestrado e doutorado,
    *****Constar na Portaria os dias para coordenação individual fora do ambiente escolar.

  31. CARLOS disse:

    1º) Tempo hábil para que a mesma seja compreendida por todos;
    2º) Considerar apenas os cursos; destinados a capacitação profissional, oferecidos pela EAPE.
    3º) Possibilitar as duas folgas aos coordenadores, que, em algumas escolas permanecem mais na sala de aula que o professor regente;
    4º) Que seja bem elaborada, evitando-se os desgastes e reviravoltas surgidas na última.

  32. Iranete Alves disse:

    SUGESTÃO: Simplificar a contagem de pontos, pois levamos um dia fazendo a contagem. Então Sugiro que pontuassem Tempo de escola, Tempo de SEEDF, e as formação/cursos por hora/aula.BIA: Pontuação não deveria ser diferenciada. Pois há profissionais com maior qualificação e identificação com a alfabetização que não têm a oportunidade , pois profissionais que visam somente a gratificação não largam o osso

    • Teia disse:

      Eu acredito que deveria ter lista única… No momento da escolha, ele optasse por BIA ou por outra turma. Na minha escola no ano passado, tinha duas listas e quem estava em uma não podia mudar de ideia.

  33. Iranete Alves disse:

    Lembrando também, que Diretor, vice-diretor, supervisor e coordenadores são professores. Então devem escolher turma, isto é entrar na pontuação também, pois a qualquer momento podem voltar para sala de aula, principalmente em ano de eleição. OBS.: Anos anteriores , de acordo com a portaria, ficamos com o que sobra.

  34. Jaqueline disse:

    A pós-graduação lato sensu (especialização) visa, principalmente, ao aperfeiçoamento técnico-profissional em uma área mais restrita do conhecimento. Por outro lado, a pós-graduação strictu sensu, (mestrado, doutorado), de natureza mais acadêmica e voltada para a geração de saberes, destina-se à formação de pesquisadores com amplo domínio de sua área, demonstrando capacidade de sistematização da literatura existente sobre o tema tratado e capacidade de utilização dos métodos e técnicas de investigação científica, tecnológica ou artística.

    Sei disso porque optei por fazer o mestrado em Linguística Aplicada, e não um curso de especialização – sem qualquer demérito a este. O fato é que o tipo de esforço intelectual empreendido é, indubitavelmente, de maior envergadura. Assim sendo, deveria haver uma diferenciação maior entre a pontuação de especialização e mestrado, dando o devido valor à mobilização dos profissionais que se empenham em sua formação continuada.

  35. Sirley disse:

    que os professores readaptados possam fazer parte da equipe de apoio a aprendizagem, claro que obedecendo criterios de composição da mesma…

  36. Amaral Rodrigues Gomes disse:

    O sinpro deve organizar regra que de fato propicie a a Carreira única inclusive para aqueles que não fizeram concurso para tal área, mas que possuem habilitação.
    Caso contrário será um paradoxo, defender uma coisa e fazer outra.

  37. CLAUDIA ROSA BATISTA DE MORAIS disse:

    PELO QUE LI QUASE TODOS OS COMENTÁRIOS SÃO UNÂNIMES EM QUE SE VALORIZE O TEMPO DE SERVIÇO NA SEEDF E O TEMPO DE SERVIÇO NA ESCOLA DE ATUAÇÃO E CONCORDO PLENAMENTE COM ESSES TÓPICOS. ACRESCENTO APENAS QUE A SEEDF ENTREGUE AS ESCOLAS COM A MAIOR BREVIDADE TAL DOCUMENTO PARA QUE TODOS TENHAM TEMPO SUFICIENTE E DE QUALIDADE NO ESTUDO DA REFERIDA PORTARIA. SERIA IMPORTANTE TAMBÉM RESERVAR NO PRIMEIRO DIA DE RETORNO TEMPO NA PAUTA DAS ESCOLAS PARA SE FAZER ESSE ESTUDO E SOMENTE EFETIVAR A DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA NO DIA SEGUINTE MEDIANTE TODA DOCUMENTAÇÃO COMPROBATÓRIA DOS TÓPICOS DA MESMA. QUANTO AOS COORDENADORES ACHO IMPORTANTE NO CASO DE ESCOLAS QUE ATENDAM DO 6º A0 9º ANO E TAMBÉM AS DE ENSINO MÉDIO QUE HAJA UM COORDENADOR POR ÁREA, INDEPENDENTE DO NÚMERO DE TURMAS, ESCOLHIDO PELOS PROFESSORES SEM INTERFERÊNCIA DAS EQUIPES GESTORAS E QUE SE MANTENHA O COORDENADOR DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, ESSE SIM, DE LIVRE ESCOLHA DA EQUIPE GESTORA.

  38. Adriano Romero disse:

    Uma dúvida,já esclareço que não faço parte de nenhuma equipe de direção. Com a eleição da Gestão Democrática em agosto, por exemplo, algumas das atuais equipes de direção vão ficar em que situação no caso de não serem eleitas ? Essa pessoas entram na escolha das turmas agora no início do ano e depois da derrota entram em sala no mês de setembro ? é assim que vai funcionar ?

  39. Sandra disse:

    Os componentes dos serviços de apoio: Sala de recursos, Equipes de apoio e orientadores possam escolher no grupo seus coordenadores. Que seja feita a contagem de pontos também no SEAA para escolha das escolas de atuação.
    Que os professores com cargos comissionados tenham garantia de permanência por um ano e não participem da escolha de turma, diminuindo a quantidade de contrato temporário na rede.
    Sugiro que o coordenador de alfabetização receba Gal, que seja contado apenas o tempo de serviço na SEDF e na escola, os cursos deveriam ser aproveitados de outra maneira e com mais critérios, pois muitos são apenas comprados e não se aproveita nada deles.

  40. Núbia disse:

    Não concordo qdo o colega Carlos colocou que só deve aceitar cursos oferecidos pela EAPE, pois existem instituições tão idôneas quanto. Isso é desmerecer muitos colegas que não puderam, por algum motivo, fazer um curso pela EAPE.

    • Teia disse:

      Concordo com você Núbia! Até porque a EAPE não oferece curso para todos os professores da rede.

    • Olá! Carlos seu pensamento é retrogrado e monopolizador!! A EAPE não oferece vagas suficientes para os professores da rede, e além do mais o seu critério de seleção é sempre para os mais antigos. E os novatos aonde ficam nessa história? Sempre com as turmas que restaram e ainda não podem fazer cursos em outras instituições conveniadas? me poupe!!!

  41. Flavia disse:

    Sugiro:
    Previsão de atendimento de apoio a aprendizagem (EEAA) nos anos finais do ensino fundamental e ensino médio, com definição de recursos humanos.
    Previsão de um pedagogo da EEAA por escola; no caso das escolas com grande quantitativo de alunos e turmas, dois pedagogos (CAIC por exemplo); acabar com a condição de atendimento em pólos.
    Previsão de atendimento domiciliar a alunos com problemas de saúde, com definição clara dos recursos humanos e critérios claros para esse atendimento (há legislação sobre isso, mas a SEDF ignora).
    Definição clara do regime de trabalho dos professores intérpretes – jornada ampliada? 20h e 20h? coordenação pedagógica?
    Revisão da modulação das Oficinas Pedagógicas e dos Núcleos de Tecnologia (NTE) – nº de profissionais insuficiente para atendimento da demanda.
    Implementação definitiva dos NTE – melhorar a articulação entre SEDF e MEC.
    A portaria anterior (04/2010) foi muito boa e há pouco para se alterar.

  42. Márcia Assis disse:

    garantir a lotação dos professores que estão na direção na escola ha mais de 2 anos…

  43. Karlinha disse:

    Concordo com a colega Núbia, pois os cursos oferecidos pela EAPE, na maioria das vezes apresentam nº de vagas insuficientes e são dados na própria EAPE,dificultando ainda mais as possibilidades de realização.

  44. Tarci disse:

    Concordo com a colega em relação à portaria na falta de inclusão dos professores de sala de recursos, orientadores , equipes de apoio e coordenadores na segunda coordenação externa, pois foi realmente uma injustiça termos ficado sem esse direito em 2010.

  45. Adriano Romero disse:

    Junta todas as sugestões acima e emenda nas regras do ano passado. Kakakakakakakakkakakaka

    Tá Pouca a brasa ? A minha sardinha primeiro.

    • Paulo disse:

      De todos os comentário esse é o mais sábio.
      A regra (portaria) é para todos. Se não, não seria regra. Se não sou atendido a culpa é do Sindicato?!

      • Adriano Romero disse:

        Obrigado Paulo, mas sério, nos últimos 40 anos houve um massacre da educação pública e dos professores da educação pública, principalmente no ensino básico. Prefeitos e governadores populistas que não queriam dar aumentos salariais ou melhores condições de trabalho, foram abrindo “brechas’ , contrapartidas em forma de não comparecimento ao local de trabalho, olhe eu não estou falando de licenças médicas. Todos somos maiores de idade, se vamos trabalhar ou não é problema íntimo nosso, mas telefonar para alguém avisando que não vem é um ato de consideração com os demais colegas.

  46. Lysa disse:

    -Que todos possam escolher turmas em pé de igualdade;
    – Quantidade de supervisor pedagógico de acordo com o nº de alunos;
    – Que o dia da 2ª CPI não seja a segunda feira.

  47. Evandir disse:

    TEM QUE TER UM PESO MUITO GRANDE O TEMPO DE ESCOLA!!!!
    DETERMINANTE!!!

  48. Teia disse:

    E que fique bem claro que coordenador pedagógico não cobre atestado médico… Porque na portaria do ano passado, mesmo todo mundo sabendo disso, ainda aparece gestor precionando coordenador pra fazer substituição. Tem muito gestor vacilão!!!

  49. mariangela disse:

    Que dessa vez portaria inclua os professores de sala de recursos, orientadores , equipes de apoio e coordenadores na segunda coordenação externa, pois é uma injustiça termos ficado sem esse direito em 2010.

  50. Márcio disse:

    O que tem de professor escrevendo errado é um absurdo!

  51. Renato disse:

    O concurso público é uma das maiores conquistas da Constituição de 1988, que é totalmente desrespeitada pelas portarias de distribuição de cargas. Na minha escola vi professor concursado em Língua Estangeira (tem prova oral e tudo mais) ser substituído por professor concursado em Atividades (que não foi submetido a uma avaliação da disciplina, levando em consideração apenas o tempo de serviço. Isso é uma injustiça que precisa ser corrigida, a disciplina do concurso deve prevalecer sobre a disciplina de habilitação. A pontuação de mestres e doutores deveria ser multiplicada por 1,5 e 2, respectivamente.

  52. Tatiana disse:

    1. Simplificação da contagem:
    Tempo na SEDF
    Tempo na Escola
    Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado

    2. Que a equipe gestora e coordenadores possam participar da contagem escolhendo turma na sua pontuação visto que com as novas eleições não é garantido que as equipes atuais continuem nos cargos

    3. Que as informações da portaria sejam claras, e que a mesma chegue as escolas com antecedencia para que possa ser estudada e sanadas as dúvidas.

    4. Que fique claro que o coordenador pedagógico não deverá substituir ausencia de professores.

  53. Regina disse:

    Minha observação, é que seja analisada a questão de Artes, com relação às três linguagens(visuais, música e teatro). Temos professores com formação específica em música e que solicitam que artes seja separarada por formação, pois um professor de música dificlmente teria condições de lecionar visuais e em contrapartida temos ótimos professores com formação em artes visuais, e que não tem a habilidade para música. Qual a melhor forma desta portaria atender Artes, de forma que as 3 linguagens sejam respeitadas, já que temos professores de artes, formados em Artes-Visuais; Artes-Cênicas e Artes-Música?

  54. abreu disse:

    Washington Dourado porque VOCÊS do Sindicato não postam aqui as suas sugestões para a portaria de distribuição de turmas em 2011; Para que possamos avaliar e darmos uma melhor contribuição no referido tema.

  55. Elaine disse:

    A minha opinião sobre essa portaria é a seguinte: estou em uma escola a 10 anos, chega um colega que tem 16 anos e passa na minha frente, e aí? Aí que todo ano é a mesma angustia vou sobrar,vou sair da escola? É uma situação traumática sim, agente fica com os nervos à flor da pele. Então acho que deveria sim, aumentar a pontuação por ano de quem está na escola, deveria ser maior do que quem chega por último na escola. E rever também a pontuação dos cursos, quais que a secretaria vai ou não aceitar. Que essa portaria seja divulgada bem antes para os professores prepararem a documentação, e também quem vier de outra escola e não apresentar a documentação exigida pela portaria ficar por último para escolher turma, pois na minha escola ano passado uma professora ficou por último pois não apresentou a documentação exigida para a escolha da turma.

  56. Altina disse:

    AQUI NO DF É MUITO ESTRANHO A ESCOLHA DE TURMAS,NÃO VALE A TUA COMPETêNCIA,MAS SIM OS CURSOS,AS VEZES COMPRADOS, E A ANTIGUIDADE, QUE CADA ENTRE NÓS SE ASSEMELHA AS FORÇAS ARMADAS,ONDE ANTIGUIDADE VIROU POSTO,GRADUAÇÃO.EM OUTROS ESTADOS VALE A COMPETÊNCIA,O TRABALHO DESENVOLVIDO,POIS DIPLOMAS,CERTIFICADOS DIZEM ONDE EU ESTAVA,MAS NÃO O CONHECIMENTO ADQUIRIDO.AQUI NO DF TIVE A CERTEZA DISSO.O SINPRO DEVERIA VISITAR OUTROS ESTADOS,OUTRAS REALIDADES,PODERIA COMEÇAR PELA REGIAO SUL,ONDE UM PROFESSOR GANHA 560 REAIS APÓS 22 ANOS DE TRABALHO COM PÓS- GRADUAÇÃO,E NEM POR ISSO PERDE EM QUALIDADE,PELO CONTRÁRIO É SEMPRE DESTAQUE EM TUDO QUE É AVALIADO.UM ABRAÇO.

  57. renato disse:

    O CONCURSO EM PRIMEIRO LUGAR… O estudo deve ser prioridade. Primeiro escolhe quem é concursado na disciplina e depois quem é habilitado. Acho também que deve ser mantida a escolha prioritária para os deficientes (apenas os concursados dentro da cota definida em lei). Professor de Atividades só pode atuar em disciplina específica se não houver carência de atividades na DRE, pois o que ocorre hoje é que muitas regionais tem excedentes de professores de área específica, como História e Geografia, pois as vagas desses foram ocupadas por professores concursados para Atividades. Sugiro também uma grande reclassificação nas regionais de remoção (Plano Piloto/ Sobradinho/ Guará/ Núcleo Bandeirante)de forma que as pessoas que foram parar lá por outro meio que não o concurso de remoção sejam devolvidas para a SEDE e estas vagas sejam abertas em concurso de remanejamento externo.

  58. Celia disse:

    WD! Você já teve alguma noticia sobre a portaria para a distribuição de turmas?

  59. Aline disse:

    1. Tempo de serviço e de escola acredito que são primordias, inclusive com o mesmo peso de pontuação, sem discirmimiação das funções exercidas (explico: teve um ano, não me recordo qual, que por ter exercido cargo de chefia, pareceu que parei de trabalhar, todas as pessoas que chegaram após, escolheram turmas e fui ficando, ficando… que sentimento de derrota… Estava na escola desde a sua inauguração, fui para uma assitência, trabalhando feito louca, mas parecia que eu não existi nos 3 anos que estive em direção… ); 2. Cargos comissionados e coordenadores devem escolher turmas (este ano nem turma sobrou, imagina depois de quase 18 anos na escola ser devolvida… Não pensem que foi em direção não em gente, salinha de aula ok…); 4. Portaria clara, objetiva e fácil de ser computada e compreendida pelos colegas, pois sempre acham que a direção os quer enganar; 3. Que chegue as escolas no máximo … melhor não sugerir…o ideal seria amanhã né?).

  60. Katia disse:

    Conheço pessoas que fazem 12 cursos de 180 horas em um ano. Os da EAPE duram 6 meses ou mais para a obtenção da mesma carga horária. Esses cursos sem credibilidade deveriam ser revistos (pelo menos um limite a cada ano). E todos os membros da direção deveriam participar da escolha de turma e garantir a sua lotação na escola. Passam anos na mesma instituição e não tem lotação garantida, o que considero um desrespeito.

  61. Silvia disse:

    1. Simplificação da contagem:
    Tempo na SEDF
    Tempo na Escola
    Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado

  62. graça disse:

    GOSTARIA DE SABER SE TEVE ALGUMA QUESTÃO DE PORTUGUÊS
    PARA PROFESSOR TEMPORARIO QUE COUBE RECURSO..NOSSA PESSOAL QUE SOFRIMENTO ESSA PROVA ESSA SITUAÇAO TODA
    GRAÇA

  63. Denise Cristina disse:

    Bom dia!
    * Gostaria que o tempo de escolas particulares também contassem pontos.
    * Aumentar a pontuação por ano de quem está na escola, deveria ser maior do que quem chega por último na escola.Ou seja, dobrar. Porque como disse uma colega anteriormente, a escolha de turma é um extres para que quem está na escola. Pois quem chega, dependendo do tempo de fundação escolhe turma primeiro. Isso deve mudar.

  64. Denise Cristina disse:

    A ssim que a portaria sobre escolha de turmas ficar pronta gostaria de recebê-la por e-mail.

  65. Cristhina disse:

    Boa tarde Washington!

    Você tem idéia de quando essa portaria ficará pronta? Já uma data para ser divulgada? Estou ansiosa para vê-la.

  66. Valquira disse:

    1. Área de aprovação em concurso
    2. Tempo de atuação no local de exercício
    3. Tempo de atuação na SEDF
    4. Tempo de atuação na carreira magistério (público ou particular legalmente comprovados).

    Para o Ensino Especial só pessoas que tenham habilitação para o componente desejado e passado pela entrevista.

  67. Sérgio Rocha disse:

    Gostaria de lamentar a participação do sindicato no tempo do governo Cristóvão, também não teria nada a lamentar com relação à distribuição de carga se a justiça fizer parte deste governo, pois sou Professor de Pil, conteúdo extinto no governo Cristovão, colocado como uma situação especial diferenciada (justificativa dada ao tribunal de contas), mas nas escolas a instrução dada pelas regionais é sempre a seguinte o que sobra de carga entrega para este professor, no sistema tenho Ciência natural, mas na escola perco 30 pontos porque não tenha concurso na areia, mas eu não estou concorrendo em outra área por ter opção estou concorrendo em outra área para corrigir o erro da secretária e por não ter outra opção.
    Então peço que tire esta pontuação ou que deixe claro que temos direito a ela por justiça,
    Sérgio

  68. Cristhina disse:

    Washington como está a situação dos vices diretores?
    Todos estão sem serem convocados ainda ou é só em algumas escolas?

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