Entidades ligadas à educação manifestam-se sobre polêmica

01/06/2011

FONTE: MEC

Dirigentes de cinco entidades nacionais da educação subscreveram, esta semana, uma nota sobre o livro didático Por uma vida melhor, de Heloisa Ramos, distribuído pelo Ministério da Educação para uso em turmas de educação de jovens e adultos nas escolas públicas. No documento, as entidades consideram que as críticas são “infundadas, além de contribuírem para o preconceito e a discriminação social”.  

De acordo com a presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), Dalila Andrade, que assina a nota conjunta, o debate na mídia se ateve a um capítulo do livro, desprezando o restante da obra.  

No capítulo objeto do debate, explica Dalila, a autora parte da língua falada pelas camadas populares de jovens e adultos que vêm da periferia e da área rural, que é a realidade dos alunos da educação de jovens e adultos, para, depois, dar um salto para a língua culta. “O livro é sábio porque parte do conhecimento real do aluno e o conduz para patamares da norma culta”, explica Dalila.

Para o diretor de assuntos educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno de Araújo Filho, situar o debate a um capítulo do livro tem mais a ver com disputa do mercado editorial do que para a verdadeira preocupação com o ensino correto da língua portuguesa. A obra Por uma vida melhor, diz ele, foi produzida por uma organização não governamental, analisada e aprovada por especialistas e adotada pelo MEC no Programa Nacional do Livro Didático. Não foi produzida por uma grande empresa do ramo, explica. 

O conteúdo da nota conjunta das entidades é o artigo A fala dos pobres: muito barulho por nada, de autoria da pesquisadora da Anped, Marlene Carvalho.  

Subscrevem a nota a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), a Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae), a Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope), o Centro de Estudos Educação e Sociedade (Cedes) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).  

A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) também se manifestou sobre a polêmica envolvendo o livro Por uma vida melhor. A obra, diz a entidade, foi escrita por professores com experiência em educação de jovens e adultos; a seleção para a o Programa Nacional do Livro Didático – educação de jovens e adultos, foi realizada por professores de universidades públicas; a escolha para uso nas escolas foi feita por professores.

Leia a íntegra da nota da Undime

Leia a íntegra da nota das entidades


1º Baile dos Trabalhado​res em Educação de Ceilândia

01/06/2011

 


Professores com contrato temporário reclamam falta de pagamento da GRC

01/06/2011

A reclamação dos professores com contrato temporário é de que não estão recebendo a Gratificação de Regência de Classe. A Secretaria de Educação deviria colocar no seu site um explicação clara sobre a forma de pagamento desta e de outros direitos dos professores com contrato temporário.

Aliás, nesta atual gestão o tratamento aos professores temporários não mudou não em relação ao anterior. A forma de pagamento do salário, por exemplo, continua a mesma exploração criada pelo Arruda.

 

Comentário enviado pela leitora Maria

A respeito das dúvidas geradas sobre o recebimento da Gratificação de Regência de Classe para os professores contratados temporariamente esclarecemos que:

Segundo a Portaria Nº 31.439 de 18 de março de 2010 publicada através do DODF Nº 54 pag. 03 Anexo Único de 19 de março de 2010, o valor hora aula já é calculado acrescido da GRC, tendo-se como referência os valores do vencimento inicial publicado através da Lei Distrital Nº 4266/2007, acrescidos dos reajustes pertinentes.

Portanto, ressaltamos que todos os professores temporários efetivamente contratados sob o regime hora-aula recebem a GRC, conforme legislação acima exposta.

Sugerimos link do DODF abaixo em caso de maiores esclarecimantos:

http://www.buriti.df.gov.br/ftp/diariooficial/2010/03_Março/DODF%2054%2019-03-2010/Seção01-%20054.pdf


Justiça nega liminar a DF e mantém plano de cargos de professores

01/06/2011

FONTE: Site do TJDFT

O Conselho Especial do TJDFT julgou improcedente pedido liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) proposta pelo Governador do DF com vistas a suspender vantagem salarial de professores prevista no art. 15 da Lei 4075/2007. A decisão foi unânime e se deu na sessão desta terça-feira, 31/5.

A Lei 4075/2007 prevê como requisito para ingresso na carreira de Magistério do DF concurso público de provas e títulos e apresentação pelo candidato de, no mínimo, diplomação com licenciatura plena. No entanto, o artigo 15 da referida lei, alvo de questionamento pelo GDF, determina que os professores com curso secundário (normal) ou com licenciatura curta, que já pertençam à rede pública de ensino, poderão ascender na carreira mediante apresentação de diploma com licenciatura plena ou de bacharelado com complementação, devidamente registrado pelo MEC.

De acordo com as informações do Sindicato dos Professores – Sinpro-DF, esse artigo contempla atualmente 15 mil professores inativos e 21 mil ativos, representa 40% de aumento no vencimento percebidos por eles e faz parte do Plano de Carreira da categoria proposto pelo GDF.

Na ADI, o GDF argumenta que o artigo 15 seria inconstitucional, pois permitiria a transposição de cargo, bem como o ingresso na carreira sem aprovação em concurso público, atualmente vedados pela Constituição Federal. Liminarmente, pediu que o TJDFT suspendesse a validade do dispositivo legal até o julgamento do mérito de sua inconstitucionalidade ou não.

CLIQUE AQUI E LEIA A ÍNTEGRA


Aviso importante aos navegantes sobre minha posição política

01/06/2011

Pessoal,

O tema deste blog é a educação e todos assuntos desta área e aqui não vou tratar da luta partidária estabelecida na cidade.

E para que fique  bem claro: eu sou FILIADO AO PT e desejo que este Governo dê certo, apesar das duras críticas que tenho a alguns erros cometidos até aqui.  E para melhorar, entendo que o melhor caminho é fazer as cobranças necessárias para que as mudanças que tanto desejamos concretizem. Agora, na luta contra a volta daqueles que quase destruiram Brasilia eu sempre participei e participarei.

Ou seja: não sou neutro, tenho um lado. Lamento pelos erros que o Governo está comentendo, mas tenho a esperança de que tudo vai se acertar.

É isso…

 

Washington Dourado


Confirmada mais uma mudança na equipe da Secretaria de Educação

01/06/2011

A nova Subsecretária da Unidade de Administração Geral da Secretaria de Educação é a professora Vânia Rêgo. Esta Subsecretária é responsável pelas compras e pagamento da SEDF. Agora é aguardar para ver se definitivamente os problemas de materiais e recursos nas escolas são resolvidos.

Esta nomeação é uma demonstração de força da Secretária, Regina Vinhaes e seu Adjunto, Erasto Fortes. No primeiro momento foi nomeado o professor Jacy Braga, que entrou em rota de colisão com Regina/Erasto e acabou sendo exonerado acusado pela Secretaria e seu Adjunto de extravio de documentos. Jacy negou e o extravio nunca foi comprovado.

Depois foi nomeado Rogério Amado, que enfrentou fortes resistências do Comando da Secretaria. Na verdade, a desconfiança chegou a  ponto em que os processos encaminhado pelo ex- UAG. Agora a Secretária consegui montar sua equipe de confiança e, portanto, não há mais desculpas para a ocorrência de alguns problemas administrativos. Vamos aguardar.

ATUALIZAÇÃO: às 11h23

Na verdade foram 8 exonerações na UAG e somente uma nomeação, a da Vânia Rêgo.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 3.338 outros seguidores