Projeto de Gestão está com governador e pode chegar à Câmara a qualquer momento

09/08/2011

FONTE: Site do Sinpro

Na reunião de negociação realizada na manhã desta terça-feira,  9, o secretário-adjunto da Secretaria de Educação, Erasto Fortes, informou que o governador Agnelo Queiroz já está com o  projeto  gestão democrática e pode assinar a qualquer momento a mensagem para enviá-lo à Câmara Legislativa. Não entendemos tanta demora, já que esta é uma promessa de governo, e esperamos que isso ocorra o mais rápido possível. Esperamos também que o governo chame os sindicatos para discutir os pontos que ainda não são consensuais.

Na reunião foi discutida ainda a pauta de reivindicações da campanha salarial, pontos que ainda não foram contemplados em negociações anteriores.

Contratos temporários – A Secretaria informou que já definiu os valores  da hora-aula dos professores de contrato temporário, que farão jus ao mesmo reajuste dos efetivos. A hora  aula será calculada com base no vencimento básico da categoria e acrescida das gratificações de atuação (GAA/GAEE/GAZR/GARC) . Os contratos passarão a ter o direito de entregarem atestados de três dias consecutivos na escola e poderão ter até nove dias de atestado por ano. A licença de 180 dias já está sendo concedida também aos contratos. Quem estiver ainda trabalhando pode entregar o  requerimento solicitando a licença na própria escola. Se já tiver gozando a licença deverá solicitar a extensão do benefício .

Clique aqui e leia a íntegra 

 

COMENTÁRIO DO WD:

Observem que a SEDF enviou o projeto de gestão democrática para o Governador encaminhar à Câmara Legislativa sem concluir a negociação com o Sinpro. Tem gente que reclama, mas não tem jeito de deixar de registrar uma falta de consideração como esta. Quanto as licenças prêmios, pelo que foi anunciado já dá para perceber que a atual gestão não garantiu nem mesmo o que conquistamos no ano passado. 


GDF planeja contratar 62 mil servidores nos próximos quatro anos

09/08/2011

FONTE: Correio Braziliense

 

O Governo do Distrito Federal (GDF) planeja contratar 62 mil servidores nos próximos quatro anos. A meta está descrita no Plano Plurianual (PPA), encaminhado no dia 1º à Câmara Legislativa. A admissão de mão de obra será escalonada pelo período, mas só no próximo ano deverão ser chamadas 45 mil pessoas para os 32 projetos previstos pela administração pública local. Apenas para manter a máquina em funcionamento, será preciso investir R$ 67 bilhões na folha de pagamentos. É praticamente a metade do orçamento calculado para o quadriênio 2012-2015.

Atualmente, o governo conta com 137.675 servidores ativos, de acordo com levantamento feito em abril pela Secretaria de Administração. O montante é responsável pela execução de 91 programas. A quantidade de iniciativas será reduzida, mas, por outro lado, o total de recursos aplicados aumentarão cerca de 36%. Nos quatro anos abordados pelo PPA, deverão ser gastos R$ 113,5 bilhões. A maior parte (66%) em Saúde, Educação, Segurança, Infraestrutura, Copa do Mundo e Assistência Social.

Segundo a Secretaria de Administração, as contratações previstas envolvem concursados e comissionados. No entanto, o secretário da pasta, Denilson Bento, afirma que a prioridade será para as admissões via concurso público. O objetivo é substituir paulatinamente os comissionados para servidores com vínculo com o Estado. De acordo com o órgão, foram convocadas 3 mil pessoas para a Saúde, 400 professores e outros mil funcionários para as secretarias da Criança, da Mulher, do Desenvolvimento Social, além da Polícia Militar e Departamento de Trânsito (Detran).

Clique aqui e leia a íntegra 

 

COMENTÁRIO DO WD:

Olha aí uma boa notícia para os concursados. 


Os três modelos de plano de saúde para servidores do GDF

09/08/2011

O Governo está garantindo que em breve apresentará aos sindicatos que representam os servidores públicos do Distrito Federal uma proposta de plano de saúde que deverá funcionar a partir de 1º de janeiro de 2012. Esta pelo menos é a proposta que temos ouvido por aí. A discussão, então, é que modelo de assistência à saúde dos seus servidores o GDF vai implantar. Até aqui as três propostas discutidas são as seguintes: autogestão, pré-pagamento com credenciamento de operadoras, auxílio depositado em conta. 

1 – AUTOGESTÃO: Neste modelo o INAS Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores, autarquia responsável por implantar e gerenciar o plano de saúde, fará a sua própria rede de atendimento e fará diretamente a gestão do plano de saúde. O problema deste modelo, além da burocracia, é o altíssimo investimento que deve ser feito para atender a demanda reprimida nos 3 primeiros anos.

2 – AUXÍLIO SAÚDE:  por este modelo o GDF depositaria o valor previsto na Lei hoje (R$ 62,00 para os servidores que têm até 58 anos e R$ 158,00 para o servidores que têm mais de 59 anos) diretamente na conta dos servidores. Estes por sua vez escolheria no mercado o plano que melhor atendesse sua necessidade. O problema deste modelo é que o valor a ser repassado pelo Governo seria muito baixo para se comprar um plano de forma individual. Outro problema é que comprando individualmente os servidores não desfrutaria dos descontos caso a negociação fosse feita no atacado pelo INAS. 

3 – PRÉ-PAGAMENTO COM CREDENCIAMENTO DE OPERADORAS: Neste modelo o INAS credencia operadoras e negocia com elas o valor de um plano para uma demanda de mais de 300 mil vidas, entre titulares e dependentes. Neste caso a vantagem é que o modelo já está previsto na lei, tende a ser mais barato por ser negociado no atacado e permite um controle maior da qualidade dos serviços pelo INAS, cujo Conselho de Administração conta com representantes dos servidores. 

Pessoalmente acho que o melhor modelo é a terceira opção, por trazer o benefício da redução de custos pela quantidade de vidas a ser atendida e ser o modelo em que o próprio Governo tem mais condições de controlar a qualidade do serviço. Também por estar previsto na Lei é possível uma implantação mais rápida. A questão agora é saber quando o Governo vai realmente efetivar esta promessa que foi garantida durante a campanha, já que os servidores não aguentam mais a enganação, como foi feita nos Governos anteriores. 

 

Washington Dourado


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