Professor dança funk na sala de aula e causa polêmica

Professor dança funk em sala de aula, em escola de Taguatinga, e causa polêmica. Assista a reportagem da TV Record e dê a sua opinião.

Clique aqui e assista

About these ads

189 respostas para Professor dança funk na sala de aula e causa polêmica

  1. Anne disse:

    As pessoas tem que entender que professor é um simples ser humano, com qualidades e defeitos, que pode ensinar e também aprender, e além de tudo criar novas e mais novas metologias/estratégias que instiguem os educandos terem um ensino aprendizagem de qualidade.

    • DAYSE disse:

      Na minha opiniao dentro de uma sala de aula, esta um ensinamento pior q ja vi na minha vida , as meninas ja desde cedo aprendem oq nao presta dentro de casa isso integrasse o mau comportamento diante dos filhos, isso vem de seus proprios pais, e o professor da uma leve liberdade pras meninas liberarem isso dentro da escola\ onde educaçao nao e mais vistas na sociedade!hipocrisia liberada!

  2. Tatá disse:

    Não tem nada demais, tem Governador que mente e desvia recursos do Pan no Rio? Que exemplo dar aos estudantes.

    • João Tiago disse:

      Colega…isso é uma acusação séria.
      Você está sugerindo que o Agnelo foi ímprobo.
      Isso pode acabar em processo…
      Uma coisa é ser acusado , acusação não é culpa e nem condenação.
      Todo mundo é inocente até transitado e julgado.Cuidado.

      • Tatá disse:

        Como já postei caro petista quem disse não foi eu e sim o MPF no Rio de Janeiro e a justiça mandou bloquear seus bens, é de domínio público.

        • Tatá disse:

          Há, é sério, e estou falando sério também, este governo está uma droga.

        • João Tiago disse:

          Caro colega, me chamar de petista é pesado…

        • nei disse:

          Parabéns Tatá, concordo com vc em gênero, número e grau. Para ele estar respondendo significa que há fortes indícios de irregularidades, tanto que até os bens dele foram bloquedos. Pense comigo: Os custos para a organização do Pan superaram em 684% o orçamento original elaborado em 2002, ou seja 11 vezes mais do que estava previsto, foram gastos no Pan algo em torno de R$ 3,7 bilhões. Agora se o Agnelo deixou tudo isso passar diante de seus olhos sem saber…é até aceitável, haja vista a incompetência dele aqui no DF. Quanto a condenação dele, estou convencido que não vai dar em nada, pois infelizmente a Lei no nosso país só pune o pobre.
          Tenho muita simpatia pelo PT, assim como outros partidos socialistas, mas não sou alienado, para mim, o Agnelo deveria ser condenado pelo crime de Lesa-pátria.

      • Tatá disse:

        Vou acompanhar o processo de perto agora, mas creio que ele, o Agnelo vai recorrer infinitamente depois da condenação.

      • DAYSE disse:

        Essas q foram a favor nao tem filha, por isso q ta tudo bem!! tenho uma filha de 15 anos se eu souber de uma maluquice dessa em uma sala de aula nem imagino a minha ira!

  3. Prof Cesar Santos disse:

    Nao vou comentar se o professor agiu certo ou errado. Mas quero comentar sobre a privacidade da sala de aula, existe uma lei distrital que proibe o uso pelos alunos de celulares, camaras e aparelhos de musica em sala de aula, portanto quem filmou agiu de forma desonesta e deveria ser punido. Uma gravação de voz ou imagem fora de um contexto pode causar danos irreparaveis a um educador ou educadora no exercicio de sua função, ou até prejudicar os proprios alunos.

    • Ana Maria disse:

      Concordo.

    • nei disse:

      Concordo com vc, é proibido esse tipo de tecnologia em sala de aula. É Lei Distrital, e a autoridade que tem que aplicá-la em sala de aula é o professor. Não sei se vc viu direitinho as imagens, mas o aluno que estava filmando estava em um ângulo visível do dançarino sem-noção, isso me leva a crer que o ixibicionista não está nem aí se é ou não proibido esses tipos de aparelhos em sala de aula.
      Pegando um gancho em seu comentário, para mim ele errou duas vezes então, primeiramente por dançar de forma tão ridícula e segundo pelo por não ter pulso de proibir o uso de celular em sala.

      • Angela disse:

        Pessoal, não sei qual foi a intenção deste professor em dançar na sala de aula, mas penso que não foi um ato tão absurdo. Porém acredito que a educação necessita ser repensada tanto em investimentos, quanto os profissionais que fazem parte também, porque se lutamos por melhorias, temos que ter qualidade e dar exemplos e infelizmente tem uns que dá vergonha. Não estou julgando este profissional, até porque nem o conheço. Acredito que se esta dança foi dentro de um contexto de aprendizado é válido, porque tudo que é levado para sala de aula deve ter um objetivo para o bem, caso seja o contrário não vejo fundamento. Agora sinceramente, tem muitas coisas erradas no mundo e muitas delas passam sem percepção. Porque professor é alvo de vigilância constante? Será que já procuraram saber quantos anos uma pessoa estuda para ser professor e quanto desaforo e humilhação um aguenta para sobreviver? Acredito que isso não seja algo interessante não é? Então vamos preocupar com a qualidade sim, mas valorizar também quem ensina e procurar ajudá-los ao invés de julgá-los. Vlw!

  4. Tyrone disse:

    acredito que deve ter o cuidado de não deixar usar celular para gravar. E quando tiver aulas com atividades lúdicas tomar o cuidado de estar sempre em mãos o planejamento daquela aula com os objetivos gerais e principalmente específicos. E acredito mais importante deixar bem explicado como será o desenvolvimento da atividade. Com isso acredito que pode-se evitar esse tipo de matéria que aliás a mídia nativa gosta de explorar pois dá ibope.
    Tyrone Andrade de Mello
    Graduando em Geografia UFRGS, especialista em História da África e Afro-brasileira, graduado em História, formação em ensino para surdos, professor da rede pública doRS.

    • Daniel disse:

      E professor tem tempo de ter sempre em mãos um planejamento com objetivos gerais e específicos? Nem a secretaria de educação tem! Bom currículo o seu, está à procura de emprego? Abraço!

      • Tyrone disse:

        Não tenho muito tempo também. Mas a intenção foi no sentido de quando propor uma atividade lúdica tomarmos muito cuidado em desenvolve-la. Quanto a mim posso dizer ao longo da pratica docente registrar as aulas. Repetir quando for necessário, adaptando, acrescentando enfim fazendo alterações necessárias. Passei por situações muito difíceis também. É aquilo que todos sabem “erramos” uma vez mas na segunda não “erramos”.. O problema todo e foi discutido aqui neste blog (Do que se pode falar nas escolas) quando o autor diz: “De tempos em tempo, surge na mídia alguma notícia (o tom é quase sempre de escândalo) sobre fatos que teriam ocorrido em escolas, causando reações, a meu ver, desproporcionais. ” isso demonstra o fim da escola pública. E a vítima somos nós. A mídia está colocando as famílias contra nós (na verdade a culpa é do governo).
        Desculpe se fui mal interpretado.
        Tyrone Andrade de Mello

    • Tatá disse:

      Quem pediu o seu currículo gaúcho!

  5. Rosa disse:

    O professor errou, quem filmou errou mais ainda e a mãe que reclamou foi a pior. Por que não tentou resolver o problema com o professor? Esse era um assunto que dava pra ser resolvido na própria escola. Quando o filho está sem aula, quando o professor tira dinheiro do próprio bolso pra comprar gás, papel higênico, folha, xerox e outras coisas que sabemos que sai do bolso do professor, ai pai nenhum reclama.

    • Angela disse:

      Mas parece que professor não é ser humano! Erram e acertam, isso que necessitam entender. Quanto alguns pais que se preocupam com a educação dos filhos é seu direito de dar opinião, porém deveriam lutar para a valorização dos profissionais também, porque sem professor não há educação e fazer a parte deles também, porque muitos só julgam e papel de pai são poucos que fazem. é fácil apontar erro de um professor, mas é difícil ver que a mão que aponta é a mesma que não faz nada para lutar para melhoria e entregam os filhos para as escolas e esquecem que parte desta educação vem de casa e dever da família e não só das escolas.

  6. Renato disse:

    Nada justifica. Nada. Professor vai para escola ensinar. Isso não é aprendizagem. Não me venha por a culpa nas más condições de trabalho, pois todos estão nas mesmas condições e isso não é motivo para apelação.

    • Camargo disse:

      Exato colega!
      Incrível como alguns acham que os gestos da “dancinha” do professor são normais para o ambiente de sala de aula repleta de adolescentes. É por isso que o professor não é mais respeitado pelos seus alunos. Existem 1.000.000 de formas de chamar a atenção de maneira positiva. Ridícula essa atitude!

      • Gilvan disse:

        Ora! A dancinha que o professor escolheu compreende as 1.000.000 formas de chamar atenção. Ele não errou. Se colocar o dedo na boca ou dá uma abaixadinha é imoral, então porque as adolescentes colocam o dedinho na boca e com baton, quando ensaiam na carreira de modelo. E as mães que reclamaram! Com certeza assistem todos reality show(s) da tv junto com seus filhos. Agora com certeza o professor deixou a aula menos chata, pois todos estavam rindo do jeitão duro que ele dançava (um bom clima para iniciar os estudos). Se para vocês a vassoura que ele usou simbolizava um PÊNIS, o problema é seu que tem a mente poluida. Engraçado: quantas músicas ou incenações deveriam ser censuradas se fóssemos tão puros assim. Até as crianças de 2 anos brincam uma com a outra rindo de seus órgão genitais. Pessoal vamos deixar de tanta pureza, afinal, não tinha ninguém se esfregando no outro…

        • Camargo disse:

          Chega a ser hilário seu comentário.
          A “dancinha” não compreende as 1.000.000 de formas de chamar a atenção de maneira POSITIVA.
          Se as adolescentes fazem assim ou assado e as mães fazem ou assistem besteira, isso não torna a atitude e “método” do professor aprovável. ELE deve ser o exemplo. Se pra você um adulto (professor) gesticular com a genitália na frente de adolescentes é normal e saudável, saiba que você deve rever com urgência sua definição de moralidade. “Ah mas todo mundo dança assim!”. Só porque algo vira moda não quer dizer que tem que ser introduzido em sala de aula. Cadê a criatividade em estabelecer formas de divertir a aula?
          E que que tem haver a vassoura com a história? Vassoura igual a pênis? Você está viajando.

          • Gilvan disse:

            Deixei meu novo comentário sobre sua argumentação logo abaixo.

            • Angela disse:

              Pessoal, volto a dizer que não julgo e nem defendo ninguém nesta história, porque caso a intenção da aula era dentro de um contexto educacional, por mais estranho que se parece um professor dançar Funk seria normal, porém esta ação deve levar em conta um ambiente escolar que jamais poderá ser ridicularizado ou vulgarizado, até porque o que causa desrespeito deve ficar longe deste contexto. Se tratando do Funk, teria muita coisa bacana para descobrir além do ritmo dançante, sua origem e cultura seria uma delas. Pais vocês estão certos em querer saber o que acontece com seus filhos na escola, mas abram os olhos principalmente o que está fora dela e o que seus filhos acessam nos computadores. Será que o Funk seria o maior vilão? A companhia de um professor assim é ruim e má influência e os amigos que seus filhos andam vocês vigiam? Com quem eles conversam fora das escolas? Assim como tem controle dentro das escolas e do que acontecem nas aulas, continue tendo fora dela também, porque alí no contexto escolar tem muitos além de vocês para vigiar, mas lá fora é só vocês e às vezes nem vocês dão conta. Vlw!

    • Ezequiel Dias Cruz disse:

      Justifica sim. Sobretudo se você olhar a especificidade de da disciplina que ensino: Língua Estrangeira Moderna. Ademais o que você chama de apelação os meus alunos chamam de identificação com o mundo deles. Nós nos entendemos – os alunos e o professor em ação.

  7. Jones Eduardo disse:

    Daqui a pouco nada mais poderá ser feito ou dito em sala de aula. O governo nem mais irá contratar professor porque pelo jeito que as coisas andam esse profissional vai acabar se tornando obsoleto, já que não pode nada, nem mesmo ensinar. Daqui a pouco as aulas serão apenas com alunos e um computador ligado na sala onde estes aprenderão apenas as matérias colonizadoras pré-escolhidas que não estimulam muito o questionamento. Isso é tudo o que o governo quer, ou seja, não contratar os concursados. Mas motivos para exonerar professor são inventados sempre. Literalmente inventados.

  8. Emmanuel disse:

    Acredito que o professor tinha total domínio da turma, comprovado pela forma como os alunos ficaram (sentados). Os alunos filmaram e gravaram e o professor sabia disso, pois no vídeo o cinegrafista estava em pé. Se fosse algo obceno, criminoso ou depravado ele não o permitiria ou pararia a manifestação. O professor está no uso regular de SEU DIREITO CONSTITUCIONAL DE LIBERDADE DE CÁTEDRA! E utiliza outros recursos para aquilatar o rendimento e ambiente de sua aula. Portanto a emissora deprecia o professor em questão e aos demais enquanto profisssional, quando o coloca na condição rídicula e assim explora de forma vexatória. Espero que o Sinpro o apoie integralmente de forma exemplar.

  9. Moderador disse:

    A maioria dos alunos ouvem, dançam os famosos funks proibidão. Isso o pais não sabem ou fazem de conta não saber. Não adianta tentar inovar em sala de aula. Aquela aula chata é a correta de ser dada. O ruim é ter de ficar dando explicações, enquanto temos outros problemas mais sérios a serem tratados no ambiente escolar. Na minha opinião, o professor não errou. Errou por fazer diferente? Errou por querer que participem da aula? Errou por que o vídeo foi gravado e distorcido? Errou por que não pode inovar?
    Pesquise no orkut as comunidades, isso pode? Pesquise no youtube algumas brigas que foram filmadas por alunos e….. Ah! esqueci, isso pode!
    Muito ruim para todos nós, pois expõe mais uma vez a fragilidade, a falta de sermos unidos como outras categorias. Não com o erro, mais com a solidariedade com o outro profissional.
    Pena o Jornal não se preocupar em mostrar a realidade em que vivemos todos os dias, um vaso para 30 a 40 professores. Salas lotadas e a maioria dos estudantes sem motivação para participar das aulas que na maioria da vezes apesar de convencionais, há um planejamento e um objetivo a ser cumprido. Diário eletrônico…..Internet…….isso sim daria um bom roteiro para o funk do professor.

  10. KEIKE FERRAZ disse:

    Acredito que ele teve boas intenções! Mas o foco central, mostrar a realidade do professor em sala de aula e/ou o que a Secretaria de Educação disponibiliza para “quebrar” as aulas “chatas” isso sim é o que deveria ser o foco!

  11. Tchê disse:

    Esse professor deve ser realmente muito bom. Com uma aula de 50 minutos, ele tem tempo de passar conteúdo, explicar, tirar dúvidas, fazer a frequência e ainda ter tempo pra dançar!!!!
    E o que aquela dança tem de pedagógico com o conteúdo?
    Vergonhoso.

    • Paulinha disse:

      Como você pode saber se a aula dele foi boa ou não, Tchê? E o que é pedagógico pra você?

    • Gilvan disse:

      Tentar deixa o momento agradável para iniciar uma aula é pedagógico.

    • Ezequiel Dias Cruz disse:

      Gaúcho, saiba que aquela dança faz parte do Projeto Humanis Aula. Foi feita a pedido, e atendendo aos clamores do alunado nas primeiras semanas de aula. Saiba que tenho vários livros escritos discorrendo sobre o tema sexualidade de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais. Não seja precipitado, nem açodado, procure saber quem eu sou. Talvez você não ache a dança vergonhosa se soubesse como ocorre minhas aulas!

      • René Adjuto disse:

        Mandou bem Ezequiel! Quem te conhece sabe o profissional que é mesmo quando falta apagador em sua sala de aula vc não deixa a peteca cair(mesmo que tenha que tirar um pé de meia para apagar o quadro) ou quando não encontra espaço em uma feira do livro no Pátio Brasil, tudo bem, a árvore nas proximidades do ponto de ônibus no início da W3 sul serve para dependurar seus livros e anunciá-los. BOLA PRA FRENTE MEU CARO!

        • João Tiago disse:

          Isso aí é outra coisa, é criatividade. Uma coisa não absolve a outra.

          • René Adjuto disse:

            E ser professor hoje não é outra coisa a não ser “criativo” uma vez que não tem suporte algum das autoridades. Isso pra mim é aula e só é aplaudida por quem sabe o que é dar uma aula pra adolescentes no DF.

            • Angela disse:

              Do jeito que as coisas andam e da forma que o investimento do governo é mínimo nas condições para um profissional trabalhar, dançar Funk não será suficiente para prender a atenção dos alunos, mas até hula hula terão que dançar para conseguir seu propósito educacional e quem sabe assim chamam a atenção dos demais também..

    • Ezequiel Dias Cruz disse:

      Insisto em convidá-lo a conhecer de perto e sem preconceitos o meu trabalho ao longo desses vinte anos de apaixonado exercício da professorança. Não tenho nada do que me envergonhar quando volto os olhos ao meu passado. Vergonhoso é o silêncio culpado de quem murmura silenciosamente na sala dos professores reclamando do salário e não delata para a sociedade as nossas mazelas e dilemas. “Acho bem mais do que pedras na mão dos que vivem calados, pendurados no tempo….” Aí, quem você saberá relacionar o que aquela dança tem a ver com o conteúdo programático que tem de cumprir um professor que tem de motivar 19 (dezenove) turmas de adolescentes na periferia do DF.

  12. Luciano Marim Lopes Bogalho disse:

    Com tantas mazelas que assistimosdas nossas lideranças políticas e das autoridades competentes, dançar na sala de aula não deveria incomodar ninguém, “pois imagens não traduz o que é reaslmete mostrado”, frase do Ex Presidente Lula, quando viu as imagens divulgadas por Durval Barbosa, quando os nossos éticos políticos da Camara Legislativa, iam buscar dinheiro e guardavamem lugares inusitados, como meias, cuecas, palitós, bolsas de grandes proporções, dançando no Congresso Nacional e mais agradecendo a Deus pela vidados corruptos que ali entregavam boas quantias em dinheiro público, fora as da ex primeira dama jogando dinheiro para cima e dizendo “eu gosto é disso”, para finalizar como anda nossa representante Jaqueline Roriz? Algumanotícia sobre a coitada? O governador Viajando Agnelo Queirós? Será que lá no Rio ele seria eleito?

  13. desconvocada disse:

    Governo rouba, desconvoca, desvia verba, promete e não cumpre e não vejo nada ocorrer! Quanto ao professor, pode ter sido talvez infeliz, mas não creio que agiu com má intensão! Professor é humano tbm e erra como todo outro qualquer!

  14. Paulinha disse:

    Todo mundo quer dar pitaco nas aulas dos professores. Gente sem qualquer estudo ou ciência do que é ser professor… fica se metendo. Por que não coloca logo qualquer um pra dar aula então? Já que todo mundo sabe…

    Depois reclamam que a escola não “atrai” os estudantes. O professor não estava dando uma aula de funk, era um momento de alívio cômico. Parem de se intrometer no trabalho dos outros! Será que isso tudo é inveja daqueles professores de má vontade que os alunos mais detestam? E daqueles pais que não conseguem exigir nada dos filhos porque eles próprios são péssimos exemplos?

    • anônimo disse:

      Bravo, bastante pertinente seu comentário “Paulinha”, o que tem dado ibope na mídia sensacionalista ontem, hoje e sempre: as generalizações exacerbadas acerca de condutas adotadas por professores. Vamos estudar minha gente! Ninguém nasce com diploma pronto e aprovado em concurso publico. Ademais em todos os segmentos profissionais existem problemas. Urge, portanto, que se respeite o professor como agente construtor de um novo paradigma de valores, o momento deve ser de autocrítica, não de uma enxurrada aprioristica de colocações que nada agregam a educação.

  15. Tatá disse:

    O diretor da DRE Taguatinga se apressou para dar uma satisfação a Rede do bispo Edir Macedo dizendo que vai abrir sindicância, já condenando o professor, parece que tem medo, sequer disse que as imagens podem ter sido editadas ou que a mãe se precipitou em querer aparecer. Senhor Antônio Ahmad Yusuf Dames, ainda está faltando gás de cozinha nas escolas de Tag. Sul?

    • João Tiago disse:

      Sindicância não é condenação.
      qualquer um pode passar por isso.
      É apenas uma apuração.

      • Tatá disse:

        Você de novo militante? Seu P.T não ganha aqui de novo no D.F, ou o povo de Brasília pode ter a sorte de surgir um caso novo e esta administração seja afastada por pressão da sociedade, OAB…

        • João Tiago disse:

          Mais cérebro e menos fígado, professor…
          Você nem me conhece.
          Não sou filiado.
          Não sou mlitante.
          Não conheço o Diretor da GRE de Taguatinga.
          Não conheço o professor e acredito que essa dança idiota do professor em sala de aula não passa de uma coisa boba e sem importância ( a menos que ele faça isso em todas as aulas). Acontece que, seja qual Governo for, já que os responsáveis reclamaram ao poder público , a ele cabe apenas investigar. Se o que o professor fez ou deixou de fazer foi apropriado, é o poder público que vai definir e não qualquer professor que entra em blogs públicos utilizando apelidos bissilábicos.
          Estou pouco me importando com o futuro do PT.
          O PT é um partido onde uns filiados crescem querendo derrubar os outros. Tendência combate tendência em busca de cargos e poder.
          É até engraçado ver você elegendo o Agnelo como sua Geni.
          Está com saudaddes do Roriz?
          Vá pedir asilo em Luziânia, mas não venha dizer que quem defende a razoabilidade seja militante petista.

      • Tatá disse:

        Esta entrando em contradição? De fato sindicância não é condenação, mas o seu aliado petista disse à Record que este não é um procedimento normal em sala de aula.

        • João Tiago disse:

          E não é normal mesmo.
          A não ser que a aula seja de dança, educação artística , projeto interdisciplinar tratando de manifestações artísticas corporais etc.
          Se o professor dançou uma vez ou outra sem má intenção, o que pouquíssimos de nós sabem, o evento é irrisório. Uma bobagem.
          Eu não vejo nada de tão negativo ou estraordinário na reportagem….
          O normal em uma aula é o aluno adquirir as competências que a sociedade como um todo não disponibiliza a chance para que ele as desenvolva.
          Creio que não seja esse o caso do funk.
          Além disso, quem falou que estudar é uma atividade prazerosa e atrativa? Estudar é uma atividade necessária! Requer rigor, disciplina, atenção, esforço, boa vontade etc.
          Com funk ou sem funk, eis o mais importante: professor querendo ensinar e aluno querendo aprender.

      • Bonitão disse:

        Ser abordado e revistado também na rua por policiais não é condenação pode ser também só um rotina como eles mesmo falam. Agora quero ver como vc se sente em plena multidão e levando o “bacu” dos canas, quero ver como fica a sua cara perante os seus semelhantes.

        • Tatá disse:

          Você nunca foi adolescente? Nunca levou um “bacu”, pôxa vc. perdeu bons momentos da sua vida. Ah! Os anos 80, aí pessoal vai ter uma festa dos anos 80 na véspera do feriado na AABB!

          • Bonitão disse:

            já levei não só na adolescência como também na velhascência. E te digo, em todas as vezes fiqei com a cara de quem jogou pedra na cruz. Sem contar que em algumas vezes eu joguei mesmo. Kkkkkk

      • René Adjuto disse:

        Um gestor sério e compromissado sabe quem são os seus e procura enfrentar a situação sem sindicância. Sindicância, meu caro, é a última etapa que devemos usar, principalmente por um sindicalista que sempre reprovou tal situação, porque agora que está no COMANDO tem que começar em sindicância? Será se ele é um gestor???????

        • João Tiago disse:

          Professor. Se o gestor da questão não abre sindicância, ele é responsabilizado por não ter tomado as medidas cabíveis. Já vi muita gente se dar mal por tentar resolver as coisas com panos quentes. Cada caso é um caso.Quando uma questão chega à imprensa , é muito difícil segurar a onda.

          • René Adjuto disse:

            É muito difícil pra quem não sabe gerir. Concordo que cada caso é um caso e deve ser resolvido sem “panos quentes”, com muita cautela e conhecimento de causa. Sindicância para mim é pra quem não está nem aí pra situação e quer apresentar resultados.

  16. ERICA MARIELA disse:

    Vou te falar viu! Agora professor não pode falar de Deus na escola, não pode dançar, não pode nada! Garanto que se esse professor tivesse um data show, microfone, acesso direto à internet,um notebook para cada aluno,mais recursos audiovisuais e um salário digno não precisaria estar dançando no meio de uma sala de aula para ensinar sua disciplina para os alunos.E o pior é a mídia televisiva fazer uma reportagem dessa. Por que eles não aproveitaram e filmaram o CED 05 que precisa de reforma, quadra coberta, paisagismo, etc. E por que eles não foram até a Secretaria de Educação para perguntarem sobre a verba que nunca chega na escola? E o dinheiro do PAN? E ainda vão abrir sindicância? Me poupem! Olha Ezequiel para quem trabalha apenas com amor e giz você está de parabéns! Dançou foi muito bem!

  17. Sofressor disse:

    Ohhh my GOD, só tinha inocente na sala de aula, peraí era um 9º ano ou 4º ano EF?. Até que ele manda bem hemmmm kkkkk ( perceberam o dedo na boquinha? kkkkk).

  18. Paula disse:

    NA “era do retrocesso” falta pouco pra nos amordaçar…

  19. Bonitão disse:

    Muitos adultos estão tão angustiados, que tudo vira ofensa. O funk da amargura choca, sobretudo os pais que desconhecem as coisas que acompanham as danças dos filhos. Drogas, sexo, que acompanham os funks de muitas crianças, adolescentes e jovens passam despercebidos ou muitos pais não querem se alardear para não macular os seus rebentos. Agora quando é uma aula de inglês que acompanha o funk, aí sim é imoral, deve vir a público. Algum pai ou mãe foi à imprensa denunciar que seu filho estava assistindo uma dança de funk para ser estimulados a droga e sexo? E o que tem aula de inglês a ver com funk? Não é surpresa para ninguém essa correlação do funk com sexo e droga, agora correlacionar uma aula de inglês com o funk aí está fora de contexto, é um escândalo. Ou os pais perderam o norte da educação de seus filhos e acham que “de boas intenções o inverno está cheio” e não querem acreditar que a intenção do professor de dançar o funk é para estimular os seus alunos a usar o idioma inglês? Na condição de pai e de professor eu acredito que a intenção desse nobre professor foi a de demonstrar que o mesmo caminho que leva a perdição, também pode levar a redenção. Que o funk existe e não vai parar de existir, mas que pode mudar os seus estímulos à droga e o sexo. O professor Ezequiel, tentou desnaturalizar essa visão que temos do funk, essa sua coragem pode lhe causar dissabores, professor, mas causará com certeza um bem para a humanidade. Essa sua coragem, professor pode mudar mentalidades, o seu feito fará com que o funk da amargura será flexível para a doçura. Se alguém tem receio de imaginar uma aula acompanhada de dança funk, saiba, nobre professor que desse receio eu não tenho, se tem que existir o funk, prefiro que ele exista também dentro dos conteúdos da escola, enquanto pai, é bem mais seguro pra mim saber que essa dança funk está acompanhada de inglês, matemática, português e assim por diante do que acompanhada de drogas e sexo.

  20. Cleverson disse:

    A profissão docente é conservadora. E nós como docentes muitas vezes ajudamos a manter e reproduzir esse conservadorismo que só nos limita e nos modela. O controle do corpo é a grande meta da educação. Salve os filosófos!

    • Ezequiel Dias Cruz disse:

      Salve, salve os filósofos, os fazedores da história, os inquietos, os que não se quedam diante do senso comum.

  21. Ruty disse:

    Comentários em CAIXA ALTA não serão aceitos.

  22. Osvaldo disse:

    Não vejo nada de mal o professor dançar funk. O pior é o aluno que literalmente vem dançando todos os rítmos aqui no df. Com essa falta de respeito que se instalou na educação. O pior é dançar a dança da falta de professores, merenda, material , convocações essa sim é a pior dança.

  23. Ana disse:

    Rezar na escola não pode.
    Dançar funk não pode.
    Pedir dinheiro para o Secretário de Obras não pode.
    Professor apanhar pode.
    Professor comprar material para escola com o próprio dinheiro pode.
    Há muito tempo a escola perdeu o foco e o professor esqueceu da sua importância e acabou confundindo o seu papel.
    Professor não deve fazer o que é papel do Estado e muito menos o que é da família.Talvez, se não fizessemos festinhas para colocar o básico na escola, sobrasse tempo para as “mães de família” e o Estado descobrir e cumprir os seus respectivos papéis.

    • alcy disse:

      concordo com vc ana qd o professor serve aos alunos com dinheiro e tempo fora do seu horário de trabalho estes pais hipócritas não dizem nem obrigado.Ezequiel é um um professor que fala a linguagem da maioria de seus alunos e é por isso que é tão querido.

      • Ezequiel Dias Cruz disse:

        Obrigado, Alcy! Tenho buscado ser professor, parceiro, padre, pastor, pai de santo, guru, pajé, psicológo e amigo! Ezequiel Ceilandias.

    • Bonitão disse:

      O que vc falou que pode deve estar dentro das 1.000.000 formas de chamar a atenção dos alunos. Só mesmo na concepção do Renato em achar que o uso da dança não pode ser uma preliminar para o pedagógico. Daqui a pouco um aparece falando que só o sexo que precisa de preliminares.

      • Ezequiel Dias Cruz disse:

        Minha ingenua dança, querido colega, sempre foi feita como parte do processo! Ezequiel Ceilandias.

  24. Cesar Ricardo disse:

    Nesta época onde as tecnologias digitais se tornaram acessíveis pediria cautela e mais cuidado aos colegas professores para não se exporem tanto.

    Mesmo as boas intenções podem ser alvo de denúncias mal intencionadas, já que todos estão à espreita torcendo para que o educador cometa equívos a fim de criticar sua postura.

    Quando acerta, quando faz verdadeiro milagre para exercer sua profissão, apesar das conhecidas adversidades, ninguém elogia; por outro lado, há lobos – a começar pelos próprios alunos, sempre a espreita para difamar, ridicularizar e agredir os educadores!

    Nessa era da “informação”, sugiro mais cautela… Não sejamos tão “criativos”. Já que se falou em “temas transversais”, então deve haver um planejamento que justifique a proposta da atividade.

    Sigamos adiante!

    • Ezequiel Dias Cruz disse:

      Dois temas transversais são muito presentes em minhas aulas: sexualidade e saúde. Escrevi vários livretos e os disponibilizei aos alunos como parte do processo de formação do aluno cidadão. Contudo, buscarei ter mais cuidado a partir de agora!!!

  25. Dani disse:

    Hoje em dia os alunos não estão na escola pelo prazer de estudar. Muito menos estão interessados em melhorar a realidade. Nem a deles mesmos. A maioria vai pra escola obrigado, ou pra ganhar auxílio do governo.
    O professor tá certinho, pois hoje cabe é a nós chamar a atenção dos alunos. Temos de nos virar mesmo.
    Entrem numa sala cheia de adolescente e tentem ser um professor tradicional pra ver…

    • Ezequiel Dias Cruz disse:

      Com certeza! O professor vive tendo que “se virar nos trinta”, A mim me parece que o professorado ainda “vai ter que rebolar, rebolar, rebolar.”…Ezequiel Ceilandias.

  26. Cesar Ricardo disse:

    O professor em questão já é conhecido na rede por outras atividades, digamos, mais políticas, quando escreveu e adotou em sala de aula seu livro: “Se Deus é brasileiro, Jesus é nordestino”. Uma obra que faz crítica aos maus políticos de Brasília, aliás, existem os bons? rsrsrs…

    Ver em: http://www.escolasempartido.org/docs/correio.pdf

  27. EVALDO disse:

    Dançando? isso os professores já faz a muito tempo.Basta olhar as suas condições de trabalho e seus contracheque.

  28. carol disse:

    ja fui aluna do professor e acho que naõ tem nada ver quem deveria se preso e o professo paulo que da aula pela manhã no ced05 meu deus o homen chatooooooooo este professor a quem todo estaõ criticando e uma pessoa super gente boa

    • Tatá disse:

      Carol, desde quando ser chato é crime!

      • Daniel disse:

        Se ser chato fosse crime, as ruas estariam desertas!!!!

        • Bonitão disse:

          Deveria haver a criminalização da chatura. Com essa lei não precisava da lei da cultura da paz. Como os chatos destróem a paz no mundo. Se houvesse a criminalização da chatura, poderia fechar a ONU. País sem gente chata é país sem guerra.

          • Daniel disse:

            Primeiro deveriam dicionarizar o neologismo “chatura”!!!!

            • Bonitão disse:

              Pode começar com vc senhor “Aurelio”?

            • Bonitão disse:

              Ui, então tu gosta de ser cordial é com dama de penca! Pra chamar um homem de dama e dizer em seguida que tu és cortez com as damas… Sei não!!! Só posso entender que estás me cantando. Só aceito a cantada se for em ritmo de funk, mais uma requebradinha e com o dedo na boquinha também…. Ui!

              • Bonitão disse:

                opa, não é “cortez” e sim cortês. Agora que eu me corregi eu vou ganhar a sua dancinha, né?

              • Daniel disse:

                “Cortez”, “corregi”, realmente você é brilhante! Deve ser um “professor” fantástico, dama de penca? Nossa você deve ser uma tragédia, pois, uma dama de penca deve ser uma forma de fazer capeta. Você errou de blog amigo, se está procurando cantadas de “macho” o lugar é outro! Nesse blog só há espaço para pessoas inteligentes dipostas a discutir educação de maneira madura. Logo vi que um profissional sério não utilizaria um pseudônimo tão ridículo, isso é típico de gente acéfala! Como sei que algumas palavras que usei vc não sabe o significado, não se intimide, pesquise um dicionário! Ele é um ótimo amigo para pseudo-bonitões-funkeiros!!!

            • Bonitão disse:

              “Aurelio”, recorre ao dicionário e verás que existe o verbo correger com o mesmo significado de corrigir. Isso não quer dizer que eu seja doutor na língua portuguesa. Sei da minha limitação com as palavras. Boa parte dos posts que envio aqui são através do meu celular e sem auxílio de um corretor de texto. Não deveria, mas faço assim mesmo. Nesse quesito você tem razão, de ficar chamando a atenção pelo a falta do uso correto da língua. Agora você deve sim se retratar quando me chamou de dama, e por acaso você sabe se eu não honro o meu pênis ou está com o desejo de experimentar essa minha honra.

              • Daniel disse:

                Olha o nível a que vc chegou caro colega! Você se auto intitulou “dama de penca”, foi eu que o denominei? Realmente me recuso a “dialogar” com alguém tão chulo e vulgar! Procure outro blog, esse aqui não cumpre com os seus anseios! Talvez em outro você terá nas costas toda honra que deseja, merece e põe na boca com orgulho!

            • Bonitão disse:

              Realmente não, sou cordial, os enrustidos primeiro: sua vez! Não tenho a mínima vontade de competir com você nesse blogs que tanto tu me mandas ir!

              • Daniel disse:

                Apelou, perdeu! Não adianta ficar perdendo tempo com quem não tem argumento! Permaneça na sua mediocridade, é o lugar que vc merece! Todas as honras do mundo pra vc, isso te faz feliz!

  29. Desconvocada disse:

    É muita hiprocrisia dizer que uma dança desmoraliza o professor… Tantos políticos desmoralizados por corrupção, roubalheiras, omissões, dinheiro na cueca e outros e vão polemizar logo uma aula diferenciada? Pelo amor de Deus, né?

    • Bastos disse:

      Quantas falácias! vejam como os fatos são distorcidos. O assunto em questão é a dança do professor. Se isso foi um erro, não se pode justificar pela falta de gás, de merenda, de desvios no PAN, de falta de contratação… Se alguém discorda, nem por isso significa que o sujeito seja petista, ou se o Partido ainda ganhará eleição, pois isso não é o sssunto em discussão.
      Sobre o tema em questão, eu acho, e sempre defendo que o ambiente escolar precisa se diferenciar do ambiente externo.Porque desses ritimos e estilos nossos alunos já estão fartos na rua, portanto vamos chamar a atenção dos alunos de outra maneira? Então não é questão de linchar o nosso colega, e sim de apelar pro bom senso. Obrigado!

  30. carol disse:

    este professor ezequiel sempre inovando gosto muito desde professor das varias maneiras que ele tem para protesta

  31. verdade disse:

    na minha opinião eu adorei a funk da vasoura e top

    • Elisa disse:

      O professor esta la no portao da escola fazendo o seu protesto sozinho! Cade o apoio do SINPRO e de outros colegas da categoria? Ele esta amarrado no poste, amordacado como a “liga da familia decente quer”. A familia dessa mae que denunciou desse ser um exemplo ne? Tem que ser!Ridicula

  32. Leticia disse:

    ôo povo invejoso ! té parece que ele ia querer fazer alguma de mal pros alunos , e ainda mais seduzi-los , aaaah , fala sério meew ! essas pessoas que criticam é pq se fosse elas , concerteza eles tinha feito propositalmente , mais esse professor ficou mais preucupado em prender a atenção dos alunos em sua aula ‘ oooora , se tem professor que passa muito dever que é chato pra caramba , reclamam , agora se tem professor extrovertido tambem reclama, ‘ . e outraa .. ele nao estava sozinho lá no poste nao minha querida , ele teve o apoio dos alunos que estavam lá o tempo que podiam e isso que vale , que eles sim sabe o carater do Professor ,dentro da sala , uma pessoa maravilhosa e honesta . e quem é voce pra julgar alguem .? num é voce que paga as contas dele ou é ? , fica preucupada com a sua vida pois!
    duvido se voce conseguiria ficar das 7 da manhã , até no final da tarde amarrada naquele poste , e outra .. ele nao estava sozinho naquele poste , ele tava tendo o apoio dos alunos e isso é o que vale , o carinho dos alunos que o motivou a ficar lá até o fim , adimiro muito esse professor , e tb a mídia retorce demais a historia meew , e fez uma revira volta na vida dele , mais tudo oque ele tá passando agora , ele vai ser mil vezes recompensado , pq ele sim é um homem honésto , que nao pensa só em si mesmo ‘ qe luta pelos seus sonhos ! faloowres ;*

  33. Alcy Maihoní disse:

    Tá errado, quem apoia comete erro duplamente. A educação pública está um lixo por essas e outras mazelas. Sala de aula, já diz tudo é o período sagrado ao estudo, objetivando formar o cidadão de amanhã. A não ser que no momento da realização da dança ocorreu minutos antes ou depois da aula.
    Nota: assisti o video, porem sem audio.
    Conselheiro Municipal de Educação – Nova Iguaçu – RJ

    • Paulinha disse:

      Quanto preconceito seu, Alcy… continue aí em Nova Iguaçu.

    • Bonitão disse:

      Entra na dança pra fazer bonito senhor Conselheiro e não para ser desclassificado assim de primeira. Seus conselhos não tem ritmo nenhum.

    • nei disse:

      Parabéns, faço de suas palavras as minhas. O professor Lacraia estava em horário de aulas sim! O que mais me deixa triste, é que a maioria dos comentários aqui está defendendo a atitude do sem-noção. Eu penso que disparates assim tem que ser punidos de forma exemplar, como foi no caso da “professora artista” lá do Piaui . Pelo menos se o professor reconhecesse seu erro, mas não, ele defende que foi uma forma lúdica de dar aulas. Tenha dó!

  34. Gilvan disse:

    “A “dancinha” não compreende as 1.000.000 de formas de chamar a atenção de maneira POSITIVA.”

    Tudo bem! Consideremos que seja uma maneira negativa. Então é negativo colocar o dedo na boca, é negativo dá uma baixadinha, é negativo rebolar na frente do quadro… Eu entendi. Professor não pode rebolar na sala de aula, então nem vou discutir. Em relação a sua citação sobre “Só porque algo vira moda …” concordaria com você se o professor tivesse permitido, assim como uma professora permitiu (veja no youtube) que seus alunos dançassem funk em plena postura de sexo na sala de aula. Isso para mim seria completamente imoral. Agora o que o professor fez só é imoral para mente férteis demasiadamente. Aí meu amigo fica complicado avaliar o que é bom e o que não é. Em relação a vassoura, não sei se você prestou atenção, ele dança sobre ela. Houveram alguns comentários externos a este blog, onde diziam que a vassoura foi uma tremenda sacanagem. De qualquer forma o professor conseguiu contagiar a turma: veja as risadas dos meninos. Um bom momento para iniciar uma boa aula de inglês.

    • Certamente esse Professor alcançou seu objetivo inicial: Motivou sua turma. Nessa ação não incidiu em nenhum crime e de lambuja estimulou essas dezenas de comentários. Se agiu certo ou não, quem tem competência para julgar???(Ôoo categoria desunida!)

      Parabéns Professor!

  35. Leticia disse:

    kkkkkk cade , respoonde a meu comentario mané !

  36. Desconvocada disse:

    O que eu acho mais incrível é professor ficar criticando o colega de trabalho. Sejamos mais realistas e humanos com nossos colegas, pois nossa labuta não é fácil e esse prof. só dançou para ver se motivava a turma (e pelo jeito conseguiu). Então, palmas para ele, gente!

    • Daniel disse:

      Só pelo fato de pertencermos a mesma classe não significa que devemos apoiar todos em qualquer situação. Por acaso os médicos apóiam o Karon? Os atores apóiam Guilherme de Pádua? Os goleiros apóiam o Bruno? Acho que não!

      • João Tiago disse:

        Perfeito!
        Uma observação: pelo que li, alguns colegas criticaram o método e não o professor.

      • nei disse:

        Concordo Daniel, parabéns!

      • Ezequiel Dias Cruz disse:

        Talvez por isso, meu caro Daniel, os médicos ainda desfrutam de algum respeito, as personagens televisivas sejam “ídolos”, e os jogadores de futebol sejam tão populares. Enquanto isso, o individualismo tolo de muitos de nós vai nos extinguindo. Que pena!

  37. Eu não sei o que ele queria com essa dança, também não ouvi a letra da música. Se for para colocar um funk pornográfico que seja apenas para ilustrar. É uma pena que nossas crianças já estão contaminadas com essa cultura da pornografia, da imoralidade. De qualquer jeito para mim o funk não é só isso, até nem considero esse lixo. O funk merece ser estudado na sala de aula do ponto de vista sociológico, filosófico e artístico. Mas torço muito para que o verdadeiro funk possa vencer toda essa “putaria”.

  38. Ana disse:

    Esse assunto é muito complicado. Quem está em sala de aula hoje, sabe o quanto está complicado chamar a atenção do aluno. Você tem que ser criativo demais e ainda por cima ensinar e aumentar os números de aprovação, sendo que 90% dos alunos só vão lá por obrigação: por causa da bolsa família, bolsa escola, pq minha mãe me obriga, não me quer em casa. Poucos vão para aprender e ser alguém na vida… Infelizmente. Se vê tanta injustiça que não vale a pena estudar, se você tem trabalho pronto na internet e outras facilidades que fazem com que não se precise nem abrir o caderno, por que se tem que estudar? Sei por conhecimento próprio isso. Tem dias que os alunos torcem para faltar água, luz , ou eu e os outros colegas para que não se tenha aula. E olha que não sou tão má professora.

  39. João Tiago disse:

    Hummmmm….entendi.
    O objetivo da escola agora é chamar a atenção do aluno.
    Do alto da minha ignorância, gostaria de saber se este tipo de prática é comum nas escolas de IDEB elevado. Será que os alunos dos SIGMAS, Galois, Lernardos, Andrews da vida serão atraídos para a escola através destes estratagemas?

    Será que o desenvolvimento de competências deste tipo em sala de aula vai ajudar a forjar cidadãos para preencher vagas que demandem alta qualificação, algo crucial para a economia?

    E as letras eróticas e femininomercadológicas:? Vão melhorar a compreensão da diversidade ? Vão propiciar a Educação para os Direitos Humanos?

    Para que o aluno vai à escola?
    Não seria para recepcionar os códigos dominados pelas elites, para libertar-se e para ser protagonista das grandes iniciativas e projetos? Não era justamente isso que o tão falado e tão pouco lido Paulo Freire falava?

    Usar essa dança boba tem o mesmo efeito pedagógico que comentar o capítulo de “Maria do Bairro” sem ter nexo com o conteúdo. Fazer mal não faz…mas é extremamente inútil, afinal de contas, eles têm infinitas chances de dançar funk nas festas , confraternizações ou eventos fora da escola.

    • Paulinha disse:

      Não exagere, não generalize tanto, João. A aula do professor não era de funk putaria durante 50 minutos, você não estava lá e nem eu. Pegaram um video de poucos segundos pra detonar toda a prática do professor. Imagine se fosse com você? ou com qualquer um de nós?

      E se filmassem alguns minutos das nossas aulas onde está um tédio total, seria justo generalizar que somos péssimos professores e que a aula TODA é desprezível? Não seja tão severo com seu colega, um dia pode ser o seu dia de ser humilhado nas tvs sensacionalista locais e com os aplausos dos colegas do seu tipo.

      E não se engane… nos colégios de elite de Brasília e do Brasil…o lixo cultura também passa por eles, os professores não são melhores do que os da rede pública, o que muda são os berços desses alunos. Então… não dê todo o crédito de fracasso para a escola pública, o que falta… é dentro da casa dos “nossos” alunos.

    • Bonitão disse:

      Amigo João, os alunos das escolas que você citou, são jovens da elite, muitos deles já chegam nas escolas relaxados. já passaram a noite queimando índios, chutando empregadas domésticas, pichando a cidade, etc. Você acha que com essa agenda cheia, eles vão da idéia pra professor que queira dançar funk em sala. O mínimo que esses jovens da elite espera de um professor é que esse vai direto aos conteúdos. Diferente dos jovens da escola pública, esses precisam serem relaxados antes de começar os contéudos, senão eles vão fazer dentro da escola os que os jovens elitizados fazem fora da escola. Deve sim conciliar da melhor maneira conteúdos e entretenimento nas escolas públicas. Sei que esse é o desafio do professor da escola pública, além de proporcionar entretenimentos saúdaveis aos nossos alunos devemos proporcionar a eles habilidades e competências para os concursos e mercado de trabalho. O professor Ezequiel só consegue dá ibope na escola pública, a ação dele é um entretenimento pobre para os jovens elitizados e um pouquinho de descontração para os jovens sem poder aquisitivo e que estão acostumados em só se divertirem com as dores na munheca.

  40. João Tiago disse:

    Estou sentindo estranheza na sua reação verbal, professora.
    Talvez a Senhora tenha lido os posts e visto o vídeo da reportagem com o emocional um pouco abalado ou talvez não tenha entendido.
    Encontre aí no meu último post a palavra “professor”. A senhora não vai encontrar, afinal de contas eu tratei de “habilidades”, “competências” , “procedimentos” e coisas desse tipo.
    Onde está aí no Texto que o professor da particular é melhor que o da pública? Tem isso aí no post? Não tem.O que existe é a sugestão de que o tipo de procedimento adotado não acontece frequentemente nas escolas citadas, não é mesmo?
    Onde a Senhora leu no meu post que a “aula do professor era de funk”? Li e reli…não tem isso escrito.
    Onde está no meu post que o professor é um professor ruim?
    Quem generalizou foi a Senhora quando escreveu : “o que falta…é dentro da casa dos “nossos” alunos.”
    Não que não falte, aliás, falta muito…mas sendo contra a generalização e categorização que está no seu texto , o problema da escola pública não está somente na casa do aluno, assim como não está somente na sala de aula ou somente no professor.
    A Senhora está sendo desonesta na abordagem do tema. O tema não sou eu, não é o professor mas sim se é ou não “oportuno” o que ele fez.
    Não caiamos no corporativismo barato.

    A Senhora assistiu a reportagem?
    “Professor de Inglês quer chamar a atenção dos alunos e dança funk na sala de aula” (…) “a brincadeira não agradou nenhum pouco os pais desses alunos”.
    Aí vem a parte melhor: “A Regional de Ensino abriu uma sindicância para VER se houve exagero”

    Entendeu a interpretação de texto? A reportagem não fez juízo de valor , noticiou 3 fatos: “professor chamando atenção dos alunos”, “responsáveis não gostando” e “regional apurando por sindicância”.
    O repórter narrou o a explicação do professor e em seguida o professor falou por 23 segundos na reportagem. O reporter narrou novamente e a primeira mãe reclamante falou por 7 segundos.O diretor da Reginal falou por 11 segundos e não falou mal do professor. Outra mãe falou por 6 segundos reclamando “achando feio” e uma aluna falou por 7segundos no final da reportagem defendendo a metodologia do professor.
    Sejamos sinceros e honestos, releiamos os posts ,revejamos a reportagem e respondamos: É sensacionalista uma reportagem que traz 30 segundos de defesa do professor (23 dele e 7 de uma aluna) ,com 13 segundos destinados às mães reclamantes e com 11 segundos com as palavras do Diretor da GRE dizendo que vai investigar? A reportagem nao falou mal do professor em nenhum momento, apenas disponibilizou os vídeos e narrou os fatos dando inclusive voz ao professor.
    Basta acessar o vídeo em: http://recordbrasilia.com/signet/site/videos/visualizar/1933#.TlegulXLwAM.facebook

    Nós professores não somos coitados. Somos agentes públicos que em alguns casos agimos como heróis e que em alguns casos agimos como vilões.Vítimas ou algozes.

    P.S: Antes de encolerizar-se de novo, observe que usei “Nós”.

  41. Paulinha disse:

    Nossa, professor, que verborrágico. Pouco claro e contraditório. Mas Ok… já vi ótimos comentários seus em outros posts, vou continuar admirando algumas de suas opiniões anteriores, mas a última ficou devendo.

    • João Tiago disse:

      Paulinha, não há verborragia alguma.
      Não há opinião alguma.
      O que há de contraditório?
      Fiz apenas algumas perguntas e levantei algumas questões que vc não respondeu nesse último post.
      Onde está o sensacionalismo da imprensa na reportagem?

  42. maria luisa disse:

    esse professor tem que criar vergonha na cara, ele deve ir dançar fank pros filhos dele se não tiver vai dançar pros sublinhos dele, os alunos da rede publica não são obrigados a passar por este constrangimento, se eu fosse os pais desses alunos no minimo eu ia na escola pra da um coro tão grande nesse professor que ele nunca mais ia dançar fank.

    • Bonitão disse:

      se a senhora nunca dançou um funk pro seu marido, que atira a primeira pedra. Será mesmo que a senhora nunca deu uma requebradinha pra ele? Se a senhora atirar essa pedra, está precisando solicitar alunos da escola pública para lhe ensinar dançar um funk pro seu marido. Oh a senhora não tem intenção nenhuma de ser sedutora? Outra dica: passe lá no post do projeto da cultura da paz e dê uma opinião a favor desse projeto, pois aqui nesse post a senhora está incitando a violência na escola. Se a senhora for professora e se apanhar de alunos e dos pais deles ou seus filhos ou subrinhos apanhar na escola não reclame, pois estar claro que a senhora estar a favor da violência na escola.

    • René Adjuto disse:

      Essa é a realidade da nossa comunidade escolar…meu Deus!!!

  43. Che disse:

    É professor, muito bom trabalho o que vc realizou, um excelente trabalho! Vi o vídeo, seu desempenho à moda Lacraia foi digno de um prêmio. Foi pedagógico demais, nosssssa! O senhor de cabelos grisalhos, sinal de muita experiência em sala de aula. Quem sou eu para sugerir ao ilustre docente alguma opinião, mas mesmo assim gostaria de sugerir uns repertórios para as próximas aulas, que tal aquela linda canção cheia de poesias da “poeta” Taty Quebra Barraco: “Eu vou tocar uma sir. , eu vou goz. na sua cara! (…) eu vou chupar sua pir. Eu vou tomar vara de guarda! Vai mamada! Vai mamada!” Ou das “poetisas” , cujo nome do grupo é gaiola das poposudas: “É minha, é minha, a porra da buc. é minha, é minha…Estou convencido que letras tão poéticas assim devem ter emanado do cerne do… intestino grosso! Como o senhor gosta muito de compositoras assim, uma vez que o ilustre tem formação em Letras, faça uma campanha, o senhor consegue, afinal sabe como fazer uma polêmica, para as mesmas entrarem na Academia Brasileira de Letras, compositores podem, Martinho da Vila pleiteia uma cadeira há muito tempo lá. Eu diria que essas duas músicas (funk) e mais a que o senhor dançou são temas muito transversais para se aplicar em sala de aula, Ô! Eu diria que é uma aula Lunática, digo…lúdica!
    O senhor em sua defesa, defende que é um tema transversal. Insiste que está certo um “trabalho” assim. Afinal de contas as crianças vivenciam isso no cotidiano, veem, ouvem, dançam essas canções, eu costumo nomeá-las de poluição sonora. Nada mais justo que um professor de extremo bom gosto para usar músicas assim em sala de aula, não é verdade? Da próxima vez, dance o ritmo Kuduro também, é o ritmo do momento. Ah, mas dessa polêmica toda, se o senhor aprendeu alguma coisinha, maravilha, senão, eu sugiro não tirar uma aluna para dançar, porque a dança é muito sensual, e seus alunos não passam de crianças. Mais uma coisa, já que o senhor se acha um visionário, já pensou entrar para política? Teria muitos votos, menos o meu, é lógico!

    • Bonitão disse:

      A dança do professor Ezequiel só não foi pedagógica para os alunos dele como também foi pro Tche. Que bom que vc aprendeu fazer pesquisa Tche! Será que os seus alunos são estimulados a pesquisar com os seus conteúdos assim como você foi estimulado a pesquisar com o conteúdo do professor Ezequiel, TCHÉ?

    • João Tiago disse:

      Uai, Wilson…eu não sabia que vc era tão fã de Funk. está defendendo muito.
      Ótimo post o do Che. Muito sarcástico e pouco ideológico.
      É muito bom ver posts assim…e eu creio que conheço essas palavras “sociológicas”.

      • Bonitão disse:

        A minha defesa ao Funk JT não quer dizer que gosto muito ou não goste nada dessa cultura trash. Só lhe digo que todos nós seres humanos não estamos ao tempo todo dedicado a vida reflexiva, existe momento também que queremos diversões. E eu sei que você e assim como todo mundo gosta em algum momento do lixo cultural. Você acha que o futebol é uma cultura “cult”, o carnaval, as musicas sertanejas, o Fastão a Ana Maria Braga, etc, claro que não, mas isso não quer dizer que gostar da cultura trash seremos influênciados a não gostar do que é “cult” ou erudito ou daquilo que nos trazem a reflexão. Gostamos também da diversão e a cultura lixo tem a função de nos fazerem divertir. O problema estar em achar que o outro gosta mais de cultura trash do que a si próprio, é aí que reside o preconceito cultural e a intolerância. Você analisou o preconceito da Maria Luisa e do Chê e o seu mesmo. Porque essas pessoas que cito aqui não falam dos seus gostos pelas suas culturas lixos? O lixo sempre está no gosto do outro e nunca no seu. Fala pra mim que isso não é muita hipocrisia, intolerância e preconceito? A escola nunca foi e nem será somente o berço da erudição. O “cult” e o “trash” principamente no Brasil são misturados sem que um influência o outro. Nós gostamos da mistura no nosso cardápio cultural, mas também sabemos separar mesmo que venha misturado. Em sala de aula eu tento ser um professor rígido, não pense que eu sempre gosto de ser assim, o lixo não está só nas músicas e nas danças, ele pode também está no que a sociedade estabelece como o certo ou normal. Pode ser que o meu jeito certinho de dar aula seja mais trash do que cult na opinião dos meus alunados. O trash tanto pode ser subjetivo como objetivo. Quem sabe o Chê, a Maria Luisa, o JT o Bonitão não são metamorfoses ambulantes sem saber que são.

        • João Tiago disse:

          “Porque essas pessoas que cito aqui não falam dos seus gostos pelas suas culturas lixos?”

          Bom.O tópico não perguntou sobre os nossos gostos “trash” (olha que preconceituosa é essa palavra). Eu, por exemplo, gosto de Amado Batista.kkkkk. Acontece que eu não acho que seria atrativo para os alunos.

          Nem conheço o professor e nem estou me referindo precisamente a ele. Acontece que tornar aulas de inglês atrativas com procedimentos como “dançar e escutar funk”, “assistir American Pie” e outras atividades é fácil.Elogioso seria tornar as aulas de Língua Inglesa atrativas explorando Shakespeare, Dickens etc e fazendo paralelismo com a cultura “trash” dos alunos desde que o tema fosse relacionado aos temas transversais abordados e planejados.
          Além do mais, isso animaria qualquer aula (Matemárica,Português, História).

          Além disso, nós professores temos muito poder sobre os alunos, para o bem e para o mal. Se um professor de Biologia bem quisto pelos alunos propor uma manifestação contra a “matança das baleias do Saara” , grande parte dos alunos se disporá a participar do movimento sem se preocupar com o conteúdo absurdo da atividade.

          Aproveito para mandar um abraço à Professora Maria de Lourdes que lecionou Língua Portuguesa em 1991 no CED 03 do Gama para as 7ª séries e que levou Música Clássica,Homero,Oscar Wilde, Dante, Flaubert, Dickens, Shakespeare, e tantos outros para alunos da periferia , no Setor Sul do Gama em plena fase do Funk Brasil que á época apresentava letras até melhores que as de hoje.

          Uma das funções primordiais da Educação é descortinar um mundo novo ao aluno e retirá-lo da zona de conforto, passividade e inércia em que ele se encontra.

  44. Ezequiel Dias Cruz disse:

    Seu vocabulário é chulo, meu caro. “Suas idéias não correspondem aos fatos”. Você nada sabe de minha trajetória. Minha história, minhas aulas, Meu linguajar é acessível ao alunado. Sou professor de línguas e linguagens. Os estudantes são minhas testemunhas de defesa. Os estudantes conhecem a voz de “seu pastor”. Por isso me defendem tão apaixonadamente. Cuidado para não morrer de inveja!

    • Andreza disse:

      Parabéns professor Ezequiel, continue fazendo suas aulas prazerosas para seus alunos, pois a grande maioria vai para a escola obrigado e ainda precisa aguentar aulas de professores hipócritas, frustados e desestimuladores como a grande maioria destes que comentaram contra. FAzer 40 alunos prestar atenção em uma aula de 50 min. nos dias de hoje é quase uma mágica e pelo jeito vc faz isso com muito competência e dedicação.

      • Daniel disse:

        Fazer aluno prestar atenção com firula não é difícil não, difícil é ter aprendizagem significativa!

  45. Ezequiel Dias Cruz disse:

    Obrigado, Andreza. Você me enche de motivação com seus comentários. Toda paz para você, em meio às lutas dos guerrilheiros poetas. Eu sou um deles. Vlw.

    • nei disse:

      Perdão por ter dado risada do seu comentário, é que não aguentei quando li “poeta guerrilheiro”, foi hilário!

  46. Débora disse:

    Não vejo coisa alguma que mereça elogio, pelo contrário, estou até agora tentando buscar o tema transversal entre funk, de linguajar chulo, com aulas de inglês e principalmente dançando em sala de forma vulgar e envolvendo alunos. Não passou de uma falta de respeito e péssimo exemplo para com os discentes. Nada pedagógico. Vejo grandes professores, que animam suas aulas, criam paródias e nem por isso vulgarizam para chamar atenção. Compartilho da mesma opinião do Che, por sinal bem explanado.

    • Bonitão disse:

      O comentário do Che foi bem explanado, sim! Agora você acha que ele se apropriou da cultura trash ou cultura clean para a sua argumentação? Se não fosse a cultura trash, certamente a mente dele seria uma tábua rasa nesse post.

      • Débora disse:

        Lixo, como o próprio nome diz, deve ser descartado. Os alunos já vivenciam tanta porcaria seja na tv, internet…levar para escola também a cultura lixo? Francamente…E mentes tábuas rasas são as das compositoras desse estilo musical, que nada acrescenta, coloca a mulher como objeto sexual e empobrece o português.

        • nei disse:

          Obrigado colega, um conselho a vc, esse tal de Bonitão tem muitos comentários bons, porém ele tem uma dificuldade grande de aceitar uma opinião contrária que não seja a verdade que ele acredita, em muitos casos ele ofende o opinante contrário. Faça igual a mim, ignore-o!

        • Ezequiel Dias Cruz disse:

          É possível reciclar o lixo no ambiente escolar. Fazer o alunado pensar e reconstruir novos valores. É isso que tenho feito com o esterco da sociedade consumista. Transformá-lo em adubo. Todavia, para as cabeças maldosas, tudo é sujo. Nada se transforma, tudo se perde. E infelizmente, alguns pseudo-professores compartilham da desesperança. Tadinhos!

          • João Tiago disse:

            Professor Ezequiel, não duvido que o Senhor consiga fazer o alunado pensar e reconstruir novos valores com as suas práticas em sala de aula.
            O Senhor afirmou na entrevista que usa a vassoura “para fazer rap, para fazer funk, para…sobre os temas transversais”
            O senhor poderia , por obséquio, nos relatar e nos ensinar quais os valores o Senhor reconstruiu nos alunos com o episódio filmado e quais os pensamentos que foram desenvolvidos?
            O Senhor dança bem. Tem o estilo Michael Jackson com mão na genitália: http://www.youtube.com/watch?v=0Zc4jFPVpPw
            Tem o vídeo que a reportagem cortou: http://www.youtube.com/watch?v=0Hp_a9EknQM&feature=related
            Há um terceiro: http://www.youtube.com/watch?v=p7RXwxrcgfg&feature=related

            Enfim, assisti os vídeos acima e não consegui me sentir esperançoso. Será que estou com algum problema?
            Quais são os temas transversais (o Senhor que mencionou) abordados?

            • Ezequiel Dias Cruz disse:

              Venha aprender comigo

            • Ezequiel Dias Cruz disse:

              Meus livros tratam, precipuamente de prover a noção de pertencimento nas escolas das “Ceilândias” do Distrito Federal. Os temas abordados neles são: saúde, sexualidade e meio ambiente. Saiba que nos últimos seis anos tenho adentrado as salas de aula das escolas por onde passei levando nas mãos a vassoura, com a qual varro muitos papéis de balinha, salgadinhos, e sobras de lanche jogados ao chão. Saiba, ainda, que faz parte do projeto o meu canto FUNK, meus HIP-HIP sobre os temas transversais supracitados.Quanto à axiologia, reitero tão somente que o respeito à diversidade, a acolhida aos diferentes, o enfrentamento do preconceito são recorrentes em minha prática pedágógica.Continuemos em diálogo respeitoso, e quiçá eu consiga lhe transmitir alguma esperança, meu bom professor!

          • João Tiago disse:

            O Senhor provavelmente deve ser um cara muito gente fina.É sério. Mas faça um favor à nossa classe: pare com esse negócio de dançar funk com trejeitos eróticos em sala de aula e de ficar deixando aluno filmar coisas polêmicas. Isso não melhorou a nossa reputação em nada. Apenas “queimou o nosso filme”. Esse seu estilo de transformação do mundo é comparável a fazer cirurgia plástica com foice.
            Abraço.
            JT

            • Ezequiel Dias Cruz disse:

              Os bons não se queimam com vídeos. Diamantes se aperfeiçoam com as pressões dos elementos da natureza. O ouro é depurado pelo fogo. É certo, eu sei, caro João Tiago, que certas pessoas da dita “classe” nada fazem pelo soerguimento do bom nome da mesma. Eu tenho feito muito ao longo desses vinte anos. Tenho a consciência tranquila de quem não fugiu à luta. Jamais.

              • João Tiago disse:

                Professor….O fato virou chacota nacional.
                O que custa o Senhor assumir e dizer : “É, exagerei.”
                O borogodó funkeiro não anula o que o Senhor eventualmente tem feito de bom. Entretanto, defender determinados “equívocos” passa da medida.

          • Daniel disse:

            Tornar lixo reciclável não significa tornar “todo lixo” reciclável!

  47. Bonitão disse:

    “Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação” (Paulo Freire). Cara, porque você não esquece a minha vida de “primata acéfalo”, você poderia seguir o conselho do Paulo Freire e parar de ficar me discriminando. Saiba que eu não tenho preconceito nenhum se você gosta de encéfalos, não me interessa se você gosta deles grandes, grossos, roxos, pretos, brancos. Agora ficar preocupado porque eu gosto de acéfalos, ta querendo se der conta demais da minha vida. Se em sua opinião um homem liberal é gostar de encéfalos grandes, grossos, pretões, brancos me deixa eu ficar no meu primitivismo de gostar de ser acéfalos. E outra coisa, nós dois estamos saindo demais do tema que se propõe nesse post, dica: vai dançar funk em cima dos seus encéfalos para ver se eles ficam erguidos para você.

    • Daniel disse:

      A gente está saindo do tema? Leia seu post acima e analise! Você está sempre se referindo à sexualidade, isso é frustração! Já disse que você carrega nas costas toda a honra que merece! Incoerência, seu codinome!!!!

      • Ezequiel Dias Cruz disse:

        Parabéns, Daniel, por buscar centrar o seu discursos nos temas que realmente interessam à escola pública ideal. Elevemos, sim o nível da discussão!

      • Bonitão disse:

        Você acha mesmo que ninguém está discutido sexualidade aqui nesse post, somente eu que estou distorcendo a discussão, não se faça de ingênuo, Daniel. Voltando a nossa discussão: o problema não é o funk, mas o funk que a sua, a minha, a nossa sociedade não inventou, mas reinventou. O funk original, estadunidenses, nasceu como forma de resistência negra contra os preconceitos raciais, esse funk black music não está em discussão aqui e nem tão pouco o funk gospel à brasileira. Se a musicalidade funk gospel estive sendo tocada, dançada pelo professor Ezequiel em sala de aula, certamente ele receberia salva de palmas das mães, da imprensa e até de você. Sindicância? Existe isso para quem dança funk gospel em sala de aula com alunos para aquecer aula de inglês? Não. E se o professor Ezequiel estivesse dançando o funk original, esse de resistência negra contra os preconceitos raciais. Silêncio! Nossa sociedade vela essa musicalidade. Escândalos, barulhos, sem palmas é o funk da lacraia. Por que será? Diz o conservador brasileiro: _ “esse funk é debochado, pornográfico, ridículo, estraga com a mulher, detona com a língua portuguesa, esse som põe os nossos machos pra rebolar”. Diz o americano! _ “foram vocês os brasileiros que fizeram da nossa black music essa porcaria, e agora não querem experimentar do próprio veneno, da licença”. Os jovens brasileiros rebeldes entram na conversa e dizem! _ “nós odiamos coisas que vem dos Estados Unidos, esse país neoliberal, neocolonialista, por isso fizemos essa sabotagem, essa sacanagem. O americano diz! _” colocar sacanagem na nossa black music, só porque não gosta da gente, que desculpa mais esfarrapada. Em quem vocês põem a culpa nas danças carnavalescas, onde as mulheres dançam seminuas e até feriados vocês fazem para assistir tal espetáculo ao vivo e também vinculado nos meios de comunicações, sem censura. Nesse momento chega um artista brasileiro e diz: _ “olha seu americano, você está mais por fora do que bunda de índio, o nosso carnaval de homens e mulheres nus dançando é uma arte cultural e a nossa nudez nessa dança é o nosso nu artístico para os gringos verem. E olha só quem entra na conversa para opinar? O Dani! Dizendo: _”que o nosso carnaval é debochado, é! Mas esse carnaval é o povo brasileiro! Que os nossos índios vivem nus, vivem! Mas esses índios são o povo brasileiro! Agora, o funk desvirtuado do funk original, esse funk piegas, pornográfico, acéfalo, recriação brasileira e vivenciada por segmentos de indivíduos frustrados sexualmente e que expressam através dessa dança e dessa música nojenta seus desejos sexuais, esses alguns brasileiros desvirtuados devem ser excomungados da escola, porque a escola não é lugar de funkeiros e de nenhuma representação funk.”

        • Ezequiel Dias Cruz disse:

          Thanks for expressing your opinions, my dear Teacher. I know you understand and compreehens my effors. Maybe you don´t know exactly how many classes (19) and students I have every day. But let´s keep in touch!

        • Daniel disse:

          Discutir sexualidade não é ser pornográfico, debate se faz com ideias! Agora assim, você uma explanação aceitável, muito bem!

        • René Adjuto disse:

          Parabéns!

  48. Débora disse:

    Coitadinhos são os alunos que ao invés de se tornarem cidadãos criticos e participativos, veem na escola o mesmo lixo que tem acesso no cotidiano, radio, na tv e na internet. A gente recicla o que se pode aproveitar. Sinceramente não vejo nada de proveitoso em letras ou danças obscenas de funk. Quem tem que se reciclar é o senhor. Estude mais sobre temas transversais.

    • Ezequiel Dias Cruz disse:

      Não se esqueça, Débora, que você está lidando com um professor que nesses 20 (vinte) anos de regência tem buscado incentivar os estudantes à participação cidadã e crítico-construtiva no processo de ensino-aprendizagem. Deixe-me, tão somente lembrá-la que os meios midiáticos que você citou fazem parte do cotidiano dos adolescentes com os quais lido muito bem. Cuidado, todavia, ao emitir palavras judiciosas acerca deste educador sem nunca ter tido qualquer comunhão didático-pedagógica com ele. Finalmente, lembro que segundo Paulo Freire “mestre é quem, de repente, aprende” E que eu naquele vídeo sou o aprendiz. Está ali havendo uma troca de saberes. Uma adolescente ensina um coroa. Depois daqueles 5 (cinco) minutos dá-se a aula de Língua Estrangeira Moderna. Um forte abraço.

      • Débora disse:

        Professor Ezequiel, aqui não está em julgamento seus 20 anos magistério, não dúvido que seja bom no que faz, mas um vídeo, feito por um aluno seu, onde o senhor dança um ritmo chulo e de forma obscena em sala de aula e pior, convida uma aluna para ensiná-lo. A isso eu escrevo a minha opinião, pois não achei nada pedagógico, creio que não acrescentou na vida de seus alunos. Como o senhor mesmo diz ser bem criativo para lidar com seus discentes, não lhe faltam outras maneiras de chamar atenção dos mesmos.Fica aqui uma crítica construtiva . Um abraço!

        • Ezequiel Dias Cruz disse:

          Débora, minha colega, você afirma que eu convidei a aluna? Não. Ela se oferece para me ensinar os passos da dança. No entanto, eu não a toco. Conheço meu lugar de pai de família e de educador. De qualquer forma, aceito as críticas feitas!

  49. nei disse:

    Só me tira uma dúvida, gostaria de entender como o senhor aplica esse funk obsceno juntamente com a dancinha da lacraia, no contexto pedagógico?
    Acho que deve ser mais ou menos assim:
    Go lacraia, vai lacraia, aiiiiiiiiiii, go lacraia, vai lacraia, aiiiiiiiiiiii…
    To the ground, ground,ground…até o chão, chão, chão…
    Hand on knee, knee, knee… mão no joelho, joelho, joelho…
    And now hand on penis, penis, penis…
    Copy the teacher lacraia, feeling the penis for the boys and the girls feeling the vagina. the rhythm of the funk…
    Desculpe, é que eu não estou sabendo reciclar o lixo, gostaria de umas dicas do “guerrilheiro poeta”. Please!

    • Ezequiel Dias Cruz disse:

      Come to attend a class, and you’ll know, my dear!

      • J Carlos disse:

        Caro Ezequiel e caros colegas,
        Nota pra dança(?!) = 0, e pro funk(?!) = 0. Curto muito o funk setentista, isso aí é barulho no melhor sentido do termo. Esse negócio de se amarrar em poste está ultrapassado, Ezequiel. Esse negócio de dizer que político é ladrão também já encheu. Você viu a Jaqueline? Roubou mas foi antes de assumir o mandato. Essa gente não tem vergonha, por que então que você insiste em querer chamar a atenção desse calhordas infelizes. Essa gente não sabe o que é estar numa sala de aula. Não sabe o que é olhar pra toda aquela gente pequena querendo entender a vida. Tem filhos mas não os compreendem já que fazem tudo pra eles se sentirem melhor mas na verdade só os afundam num consumismo insano e degradante. Da próxima vez que pensar em fazer um protesto, faça dentro da lei. Você é um cidadão e não pode agir como na Idade Média, batendo de frente com os “dógmas” de uma sociedade imoral. Não piore o que já está horrível. O governo vive tentando colocar a sociedade contra nós e você ainda dá motivo. Viu o que fez o tal do Nei aí nos coments? Essa zombaria não faz o menor sentido. Sou professor de inglês também e já ouvi de muito professor(!) a seguinte pergunta. “E aí, “titchêr”, já está passando o verbo “tóbi” pros alunos?” Está vendo, até os “colegas”(?!) caçoam do nosso trabalho. Não, Ezequiel, o buraco é bem mais embaixo. Passei 17 anos trabalhando sem livro didático de inglês. Como sou músico, sempre levei meu violão pra sala pra fazer uma aula um pouco mais interessante. Inovar é preciso, mas cuidado, cuidado, essa gente só não te joga na fogueira porque não estamos na Europa da Idade Média. Dá próxima vez que pensar em fazer uma dança, matricule-se numa academia antes, Faça uma dança contagiante com uma música edificante, coisa de bom gosto. Essa porcaria de “fanqui carioca” só serve pra mostrar o fundo de poço que nos metemos.

    • João Tiago disse:

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      O tópico começou a ficar divertido.

      • J Carlos disse:

        Está ficando divertido por que? Isso é trágico. Tem um monte de peba que se diz professor em sala de aula. A solução pra educação é simples, é só essa gente que odeia aluno fazer concurso pra polícia civil, senado, ministérios. Não dá é pra ficar nessa, a loucura é o próximo estágio. Magistério não é pra qualquer um. João Tiago, você é o mesmo do comentário lá do topo, né?

        “Colega…isso é uma acusação séria.
        Você está sugerindo que o Agnelo foi ímprobo.
        Isso pode acabar em processo…
        Uma coisa é ser acusado , acusação não é culpa e nem condenação.
        Todo mundo é inocente até transitado e julgado.Cuidado.”

        kakakakaka tem que ser muito tapado pra dizer um troço desse
        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Sabe o que eu ouvi de uma professora(?!) uma vez?

        “O PT rouba mais é pouco.”

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Aliás, essa mesma colega “xarope” disse que eu deveria tomar cuidado ao falar mal do PT. Nossa, uma agente do SNI infiltrada no PT.

        E aí, o que achas? Ainda está engraçado?

        Voto no PT desde 1989 por falta de opção, Collor x Lula. Sempre votei no PT e sempre fiscalizei.
        Não sou tapado, acompanho com muita atenção o que acontece aquí e no resto do país.

        • João Tiago disse:

          Professor, o Senhor não é tapado.
          É um bobão. Seu palavreado exemplifica bem isso.
          JT

        • João Tiago disse:

          Professor J Carlos.
          Uma coisa é uma coisa , outra coisa é outra coisa.
          O Governo do DF estar ruim não dá o direito ao colega lá em cima de dizer que o Agnelo desviou dinheiro do Pan do Rio.
          Eu, por conta do passado como parlamentar, duvido que o Agnelo tenha feito isso embora eu possa estar enganado.
          O Governador Agnelo não começou muito bem, é verdade. Mas ele foi um dos melhores parlamentares enquanto esteve na CD e na CLDF. Eu, particularmente e por outros motivos, preferia que fosse o Magela o Governador, mas não é por isso que eu vá esquecer as contribuições e o passado atuante do Sr. Agnelo. Se ele tem ou não culpa no cartório, é a Justiça que há de determinar e não nós que estamos insatisfeitos com os rumos da Educação no DF e descontamos na reputação dos outros. Ao contrário de muita gente, não tenho simpatia pela guilhotina e muito menos saudades do Roriz..
          Eu não entendo a forma como o Professor Ezequiel atuou como adequada.Desculpe a sinceridade. Aproximar a escola ao aluno não é a mesma coisa que aproximar o aluno à escola. Também não gosto do corporativismo cego que encobre tudo que a gente faz.
          Ser tapado é ter a falsa impressão de que todo político é ladrão e de que todo Governo é opressor.

          • J Carlos disse:

            Duvido que o governador Agnelo tenha cometido algum tipo de irregularidade enquanto ministro dos esportes. Agnelo passa uma impressão de honestidade. A gente que observa as coisas sabe diferenciar uma pessoa de bem dos calhordas que volta e meia nos atormentam. Sei muito bem o curral eleitoral que se transformou o DF e que graças ao bom Deus parece que agora eles estão se tremendo quando se menciona a existência de algum vídeo comprometedor. Não, não tenho saudades do governo Roriz. Aliás, me lembro bem o dia seguinte após a eleição de 94 quando o Cristovam venceu. A sensação era semelhante a de um doente que percebe a cura. Foi um dia especial. Sensação repetida agora em 2010. Sempre votei no PT e vou continuar votando. Acertei de novo, a Dilma veio pra fazer história. História boa, sem estardalhaço. As grandes revoluções precisam do silêncio para acontecerem. Gosto do estilo dela. Mas vou reiterar o que disse acima: Voto e fiscalizo, tenho pavor de petista “xiita” (esse era o termo usado anos atrás), sem essa de ameaçar. Se não deve nada, mostra a cara e deixa investigar tudo. Desculpe-me pela ofensa mas essa do Ezequiel pegou muito mal pra nós. Eu o conheço, de vez em quando ele vai na minha escola.

          • Maria disse:

            Hummmm ex parlamentar… entendi agora!!! Aff

  50. [...] Post publicado neste BLOG sobre este assunto Like this:LikeBe the first to like this [...]

  51. Jones Eduardo disse:

    Kkk o mais engraçado até agora é o Che criticando a aula do professor, mas parece que ele sabe todos os clássicos do Funk de duplo sentido…isso é que é cultura. Ops! Não. Tem outro nome. Falta de respeito. O que tem a ver meu deus se o professor tem cabelos grisalhos ou não? Meu deus! Acho que nem em sites de cunho pornográfico tem tantas palavras de baixo calão como no comentário desse cidadão. Se é realmente sobre educação que estamos falando, então onde esta a educação nesse comentário? Che: “Hay que endurecer, pero perder la ternura jamás”.e nem muito menos o respeito ao próximo. Você está cheio de pedras na mão, mas engraçado é que sabe todas as letras apelativas desse ritmo. Imagine se pra cada palavra chula citada por você voltasse uma dessas pedras atiradas por você mesmo? O Ahmadinejad ia adorar ver esse apedrejamento.Ezequiel, boa sorte e continue seu trabalho em paz.

  52. Nei disse:

    Caro Jones,o que vc está falando rapaz? Num outro post seu, sobre o tema “Guerra Santa em escola de Brasília”, perguntei sua opinião sobre a dança do professor Lacraia e vc falou: “…acho que houve despreparo dos educadores…bem, para começo de conversa eu detesto funk, jamais compraria um disco deste estilo, mas continuando…também acho que essas músicas e suas danças sexualizadas nada podem contribuir para cultura do educando nesse contexto que foi abordado.”Não tem opinião? Por uma acaso sua opinião muda de acordo com cada post do WD? Viu aí professor Ezequiel o que pensa realmente seu defensor sobre sua atitude? Jones, tenha mais convicção naquilo que defende, pois caso contrário vc se torna uma pessoa facilmente alienada. Quanto ao texto do Che que vc criticou, eu entendi perfeitamente a mensagem que o mesmo quis passar e concordo plenamente com ele e estou convencido que não estava criticando essa metodologia de ensinar em sala de aula, mas sim o lixo pornográfico da letra e dança por ele executado.

  53. mychelle machado disse:

    Gente, eu fui aluna desse professor no meu ensino medio…
    adorei ter aula com ele…
    a forma dele dar aula e muito legal, ele distrai a aula e consegui passar o conteudo…
    OTIMO PROFESSOR!

  54. anonimo disse:

    jente eu amo fank de s2 mais eu preciso aprender dançar x_x

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 14.594 outros seguidores