Essa entrada foi publicada em 0, 11 \11\UTC novembro \11\UTC 2011 às 18:54 e arquivada em Sem categoria. Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0.
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50 respostas para Começa agora a Audiência sobre os aprovados em concurso
Vocês achincalharam a Regina Vinhaes… Agora aguenta o Denilson Bento colocando na b… dos profissionais da educação. Ela foi tirada justamente porque não defendia essa postura. Tanto que logo de cara quis contratar 1545 professores!!! Lembram disso???
Taí: cada categoria tem o secretário que merece!!!
Estou na campanha: VOLTA REGINA!!!
Caro Samuca, eu também estava lá e realmente o jogo de empurra, empurra é claro. Só falta vontade política mesmo. WD, obrigada pelo apoio, você falou tudo que eu penso, excelente seu discurso! WD, qual a sua visão do que ocorreu ontem, acha que a nossa pressão valeu a pena, ou os políticos estavam só dizendo o queríamos ouvir p nos enrolar? Abc
Todos os dias, havia muitas criticas a ex-secretaria e agora? Tais críticas cessaram? Fica a pergunta, eram pessoais? ou o novo secretario e tão bom que não mereça ser questionado? Talvez a Regina não fosse tão ruim assim? Talvez o problema não esteja na secretaria? mas no governo de um modo geral, pois houve mudança no cargo, porém as trapalhadas continuaram as mesma ou até pior. Fica a reflexão.
Colega eu vou puxar o coro para o MARCELO AGUIAR, ele estava convocando os concursados e desburocratizando as DRE’S e tinha planos e propostas pedagógicas para a educação euma sintonia com os colegas professores que eram especializados em planejar algo realizável nas escolas, coisa que ainda não vimos com esta senhora e com o atual secretario 007.
Quanto a ser pedagógica, acho que devemos ampliar a discussão:
Administração é para administradores, não para médicos!
Administração Escolar é para pedagogos com enfase em administração escolar e não para professores sem qualificação para tal!
Legislar é para legisladores e não para palhaços (Tiririca)
Para mim, a verdade é uma só: A Regina não fazia jogo político e era uma pedra no caminho para quem deseja sucatear a educação.
Ela tinha vontade, mas não tinha carta branca do Dr. Agnelo Queiroz (Doutor é quem faz doutorado. Ele fez???)!
WD,
Parabéns pelo discurso feito na audiência púbica em favor dos professores aprovados!!! Se posicionou muito bem! Agora aquela Luísa… FAla sériooooo!! Inventar de pedir desculpas afffff mesmo q seja por ironia, ela deveria ter aproveitado o tempo q lhe foi dado para dizer coisas de mais proveito afff
Por acaso a Luisa é a Subsecretaria de educação? Afff. Se for ela consegue falar pior que a tal da secretaria que substituiu o Valente. Na reportagem da rede TV falando sobre a educação ela não soube falar uma ação em particular que resolva os atuais problemas da violência nas escolas do DF.
No início da minha fala, eu disse que não fazia parte deste mundo, e o meu pedido de desculpa não foi ironia. Pois neste processo afastamos pessoas que podem contribuir é muito para nossas nomeações. Este meu pedido foi uma exposição pública da minha pessoa, mas não vejo que tenho legitimidade (sozinha) para estar a frente deste grupo. As pessoas mais legítimas são os DEPUTADOS, a Secretaria de Educação e o Sinpro. Ao sair fui questionada por outras falas, entre elas o pedido de ajuda que fiz ao SINPRO na pessoa do Washington Dourado, e expliquei aos aprovados, que o SINPRO, são os olhos dos concursados nas escolas, tínhamos que legitimar o SINPRO neste luta, se não estávamos enfraquecendo a luta. Também pautei a minha fala na questão da pessoalidade,onde nós aprovados ficamos restritos na busca de apoio. E a decisão do grupo que atua na linha de frente é que não iríamos excluir ninguém deste processo. Então este pedido de desculpa foi uma exposição que decidi fazer direcionada ao WD, por ter mesmo que de forma tendenciosa ou por medo excluído ele do processo. Hoje vejo que não somos auto-suficientes. E não será com críticas pontuais, que vamos trazer vontade as nossas nomeações. Pois nossas nomeação não permeiam somente no argumento da LRF, mas sim na VONTADE. E se a SE/DF não tiver vontade, se o SINPRO não tiver vontade, se os deputados não tiverem vontade, não faltarão argumento para nos nomear.E como não tenho tido mais contado com o WD decidi me expor a este pedido de desculpa. E no final da nossa reunião fui questionada por alguns aprovados do lado de fora, e passei para ele a questão que o WD havia me falado da legitimidade da representação do grupo. Quero aqui legitimar o WD, SINPRO a SE/DF e os Deputados como nossos representantes, nos colocando como atores coadjuvantes.
E aí alguma novidade sobre a audiencia de ontem?Que falta vontade politica isso é claro!! e que a dona Regina queria nomear tbm sabemos o lance é o agnelo que ñ quer nada com nada um sem carater!!
Sandra, foi por esse motivo que deixei de comparecer. Já sei o que esperar da comissão, até presente (agenda) eles deram na época da Regina. Minha postura não está correta em não participar, mas tem hora que cansa.
Tome a frente da comissão.Quem não está satisfeito é só assumir,Luisa está lá esperando um desses corajoso anônimo aparecer para organizar o grupo.Mostra a tua cara,como ela.
Sou ct e infelismente enquanto o banco de ct for usado como é usado, não acredito que haverá convocação de professores efetivos.A tendência é que aja uma tercerização da educação…pelo que vejo haverá um dia em que não existira mais professores efetivos e a categoria nada tem feito de forma energica para evitar isso, quando ela quizer faze-lo não conseguirar mais porque ela não existirar mais…
Carolina Moura, professora de inglês do CEF 4, diz que se sente desestimulada com a decisão da secretaria
Uma reestruturação nas escolas públicas do Distrito Federal preocupa pais, alunos e professores. Sob a justificativa de corrigir distorções e racionalizar a distribuição da força de trabalho nas instituições de ensino, a Secretaria de Educação vai exonerar os supervisores administrativos e pedagógicos em alguns estabelecimentos. A ideia é que eles voltem para as salas de aula. Atualmente, cada um dos 649 colégios conta com esses dois profissionais para dar suporte ao trabalho dos professores, elaborar programas de ensino e conversar com as famílias sobre os problemas enfrentados nas escolas. No setor burocrático, eles desempenham funções como preparar as folhas de ponto, organizar as férias e analisar atestados.
As mais afetadas serão as instituições de ensino com menos de 500 alunos. As de jardim de infância e as que não têm período noturno terão os dois cargos extintos. Aquelas que possuem até mil estudantes poderão ficar com somente um profissional. A ideia inicial era que o remanejamento fosse feito ainda este mês. Mas a secretaria voltou atrás e, por meio de nota, afirmou que o processo só será iniciado após a conclusão do ano letivo.
Esses servidores não podem ser demitidos das escolas por serem concursados. A função de supervisor é comissionada e acresce aos salários deles cerca R$ 1 mil. Caso exonerados, os profissionais voltarão a dar aulas. Segundo Washington Dourado, diretor do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF), a mudança é um “equívoco”. “É uma alteração feita de forma intempestiva. A sociedade não foi ouvida. Precisamos de mais professores nas salas de aula, mas não é assim que o problema será resolvido”, disse, ressaltando que os mais prejudicados com a medida serão os alunos.
O presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do Distrito Federal (Aspa), Luis Claudio Megiorin, diz que, mais uma vez, os responsáveis pelos estudantes ficaram de fora da discussão. “Assim não é possível fazer um processo democrático. Nós temos o contato direto com os supervisores pedagógicos. São eles que nos informam como anda o comportamento dos nossos filhos. É um absurdo extinguir essa função”, ressaltou.
Apreensão
No Centro de Ensino Fundamental (CEF) nº 4 de Brasília, a notícia deixou a comunidade escolar apreensiva. “Eles ligaram para a gente ontem (quinta-feira) pedindo a exoneração para a próxima segunda-feira. Agora voltaram atrás e as mudanças serão só no ano que vem. Isso não muda as perdas que teremos”, analisou a diretora do colégio, Carmen Lúcia Silva. A escola tem 489 alunos, sendo que 37 necessitam de cuidados especiais. Devido a esse quantitativo, a instituição ficará sem os supervisores pedagógico e administrativo. Até a atribuição de comprar merenda passaria a ser da diretora.
Segundo Carmen Lúcia, a interação com os pais e alunos ficará prejudicada. Além disso, caso a diretora e a vice adoeçam, sobraria somente o secretário para cuidar de toda a escola. Em caso de férias, a situação seria ainda mais complicada. Responsável por 14 turmas, nos períodos matutino e vespertino, a professora de inglês Carolina Moura diz que se sente desestimulada com a decisão. “Trabalhamos muito para manter um ensino de qualidade. Subimos nosso conceito no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Com essa decisão, não podemos garantir o mesmo desempenho”, disse. Além disso, ela não sabe como vai agir quando tiver algum problema em sala de aula. “Em casos de indisciplina, mandamos os alunos para a supervisora pedagógica. Ela tem atribuições para isso. Conversa com os pais, com o aluno, resolve a situação. E agora? O que vamos fazer?”, indagou.
Em outra escola da Asa Sul, desta vez de ensino médio, um aluno diz que teria sérios problemas, caso o pedagogo não tivesse ajudado no tempo certo. “Tive uma briga com um professor. Em vez de chamar a polícia, a supervisora conversou comigo e chamou meus pais para resolver a situação”, relatou. Para ele, se a intervenção dessa profissional não fosse feita, seria muito pior. Por meio de nota, o secretário de Educação, Denilson Bento da Costa, assegura que a reorganização não causará prejuízos à conclusão dos trabalhos escolares, visto que será implantada após o término do ano letivo. Ele reforçou que a ideia é reorganizar a força de trabalho nos colégios.
Eu acho…
“Esses supervisores não podem faltar em um colégio. Eles são importantes para resolver problemas antes de chegar até a diretoria. Tudo é feito na base da conversa, considerando nossos direitos e nos respeitando. É a supervisora pedagógica que atua até nos casos de bullying. Ela já trocou alunos de sala para melhorar o convívio entre os colegas. Acho essencial.”
Isabel de Sena, 16 anos, aluna do 2º ano do ensino médio
****************************
O Sindicato precisa mostrar força e união e sair em busca de respeito à categoria. O Secretário não pode simplesmente mudar as coisas por vontade própria. A educação é composta de vários segmentos e se apenas se cala e aceita continua a acontecer.
“Quem cala consente”
Já fui diretor de escola com menos de 500 alunos e acho justo essa reorganização. Tem escola com 2.000 alunos e com o mesmo número de supervisores de uma de 200. Isto é justo? Numa escola com menos alunos, o secretário pode muito bem auxiliar o diretor com a parte administrativa. O vice e os coordenadores dão conta do pedagógico. Quem tem 499 alunos, que matricule mais 2 para ter direito a supervisor e quem tem 999, que matricule mais dois para ter direito a 2 supervisores. Se fossem 400, 500 ou 600, sempre haveria questionamento sobre o número de corte. É corajosa a atitude do secretário em mexer com essas estruturas arcaicas. Na minha opinião poderia muito bem extinguir de vez as DREs e todo a comunicação ser feita via malote a ser entregue nos postos do Na Hora e intranet. É preciso modernizar a rede. Não tem sentido nos dias de hoje, ter uma regional repassando papéis(circulares e ofícios). A EAPE poderia, articulada com as escolas, cuidar da coordenação dos projetos. Os professores readaptados poderiam ser treinados para auxilar nas bibliotecas e na parte administrativa.
É que estou liberando os comentários pelo celular. Assim, aqueles comentários que desejo tecer alguma opinião, deixo para liberar quando estou no computador. É o caso do seu.
Washington Dourado, obrigada pelo apoio na luta em prol das nomeações dos professores. Só uma sugestão essa reportagem do CW, poderia ser um tópico específico. Isso preciso ser revisto, significa um retrocesso nos avanços da Educação Distrital.
Ontem me senti uma PALHAÇA no meio de uma briguinha politica entre governo e oposição onde a última coisa que importava era nossas nomeações… MAS EU SEI O NOME DE TODOS OS DEPUTADOS QUE NÃO ESTãO NEM AI PARA GENTE NAS PRóXIMAS ELEIÇõES
eu digo #voltavalente, podemos reclamar, xingar, criticar, mas uma coisa temos certeza, a maior valorização que tivemos foi na gestão Valente Eunice, plano de carreira no tempo certo, estrutura das escolas valorizadas independente do numero de alunos, e agora, mesmo com a saida da Regina os funcionarios comissionados continuraam os mesmos, o que fazer? querer mudanças? lógico que não só mudou o motorista, até a assessora continuou a mesma, muda Denilson.
Parabens a comissao dos professores ja passei em outros concursos no cadastro reserva e nunca vi comissao nenhuma de aprovados a luta é justa a causa é justa e a fala da Luisa foi pontual.
Concordo com a colega que disse que lembrara o nome dos deputados que nao estao nem ai pra gente ,tbm vou guardar.
Fico feliz com o comparecimento dos aprovados que em vespera de feriadao se comprometeram com a causa e ficaram ate perto das 23:00 la e tbm com o WD que levou ate sua filha ou filhas sei la compareceu e falou bonito.
Assim Vamos abrindo uma estradinha nesse “novo caminho” cheio de mato alto !!!
Agnelo Queiroz, no início do seu fantástico modo de governar, decretou, de maneira talvez acertada, mas pensando de maneira midiática, a exoneração de vários cargos comissionados…reduzindo para um número aproximado de 15 mil. Naquela época, muito se falou dessa postura. Cogitando-se a possibilidade de início de governo magnífico e eminentemente comprometido com o povo. No entanto, tempos se passaram e muito pouco se fez. Daquela proposta de reduzir significativamente o número de cargos comissionados, dizem nos bastidores, que esse número gira em torno de 22 mil. O que é mais interessante é que esse número não é revelado na mídia nem mesmo nas fantásticas propagandas governamentais (que na verdade funcionam como ideologias e assertivas funestas e banais). Onde fica a palavra do governo? Onde fica o compromisso com o povo e com as propostas feitas outrora? Para mim, pífio professor, isso não passa de “mais do mesmo”. E compromisso, onde está? O compromisso é com o grupo político que dá sustentação a esse indivíduo que tenta ciceronear e angariar propostas e caminhos pomposos para os seus.
Vocês achincalharam a Regina Vinhaes… Agora aguenta o Denilson Bento colocando na b… dos profissionais da educação. Ela foi tirada justamente porque não defendia essa postura. Tanto que logo de cara quis contratar 1545 professores!!! Lembram disso???
Taí: cada categoria tem o secretário que merece!!!
Estou na campanha: VOLTA REGINA!!!
Ela era mais pedagógica, o outro é mais burocrático(administrativo).Duas facas que cortam errado.
E parece-me que ambos não sabiam trabalhar em suas areas de conhecimento, pois tudo esta virando um caos
Se acaso existisse essa campanha eu também a defenderia, mas com esse sindicato não existe nada…
Sugiro a tag: #voltaregina
Eu sugiro a tag volta o Secretário que o Cristóvam indicou que estava fazendo algo que ninguém fazia nos outros governos: MARCELO AGUIAR.
Acho que a nomeação depende de vontade política do governo e pronto, isso ficou bem claro na audiência pública de hoje.
Caro Samuca, eu também estava lá e realmente o jogo de empurra, empurra é claro. Só falta vontade política mesmo. WD, obrigada pelo apoio, você falou tudo que eu penso, excelente seu discurso! WD, qual a sua visão do que ocorreu ontem, acha que a nossa pressão valeu a pena, ou os políticos estavam só dizendo o queríamos ouvir p nos enrolar? Abc
Daqui a pouco postarei minha opinião.
Sou obrigado a concordar.
#voltaregina
#vaiagnelo
Todos os dias, havia muitas criticas a ex-secretaria e agora? Tais críticas cessaram? Fica a pergunta, eram pessoais? ou o novo secretario e tão bom que não mereça ser questionado? Talvez a Regina não fosse tão ruim assim? Talvez o problema não esteja na secretaria? mas no governo de um modo geral, pois houve mudança no cargo, porém as trapalhadas continuaram as mesma ou até pior. Fica a reflexão.
Então vamos lá! Começa aqui a campanha:
Volta Regina!!! Vai Agnelo!!!
Colega eu vou puxar o coro para o MARCELO AGUIAR, ele estava convocando os concursados e desburocratizando as DRE’S e tinha planos e propostas pedagógicas para a educação euma sintonia com os colegas professores que eram especializados em planejar algo realizável nas escolas, coisa que ainda não vimos com esta senhora e com o atual secretario 007.
Quanto a ser pedagógica, acho que devemos ampliar a discussão:
Administração é para administradores, não para médicos!
Administração Escolar é para pedagogos com enfase em administração escolar e não para professores sem qualificação para tal!
Legislar é para legisladores e não para palhaços (Tiririca)
Para mim, a verdade é uma só: A Regina não fazia jogo político e era uma pedra no caminho para quem deseja sucatear a educação.
Ela tinha vontade, mas não tinha carta branca do Dr. Agnelo Queiroz (Doutor é quem faz doutorado. Ele fez???)!
O problema da Regina não foi a Regina, foi seu Adjunto.
WD,
Parabéns pelo discurso feito na audiência púbica em favor dos professores aprovados!!! Se posicionou muito bem! Agora aquela Luísa… FAla sériooooo!! Inventar de pedir desculpas afffff mesmo q seja por ironia, ela deveria ter aproveitado o tempo q lhe foi dado para dizer coisas de mais proveito afff
Por acaso a Luisa é a Subsecretaria de educação? Afff. Se for ela consegue falar pior que a tal da secretaria que substituiu o Valente. Na reportagem da rede TV falando sobre a educação ela não soube falar uma ação em particular que resolva os atuais problemas da violência nas escolas do DF.
No início da minha fala, eu disse que não fazia parte deste mundo, e o meu pedido de desculpa não foi ironia. Pois neste processo afastamos pessoas que podem contribuir é muito para nossas nomeações. Este meu pedido foi uma exposição pública da minha pessoa, mas não vejo que tenho legitimidade (sozinha) para estar a frente deste grupo. As pessoas mais legítimas são os DEPUTADOS, a Secretaria de Educação e o Sinpro. Ao sair fui questionada por outras falas, entre elas o pedido de ajuda que fiz ao SINPRO na pessoa do Washington Dourado, e expliquei aos aprovados, que o SINPRO, são os olhos dos concursados nas escolas, tínhamos que legitimar o SINPRO neste luta, se não estávamos enfraquecendo a luta. Também pautei a minha fala na questão da pessoalidade,onde nós aprovados ficamos restritos na busca de apoio. E a decisão do grupo que atua na linha de frente é que não iríamos excluir ninguém deste processo. Então este pedido de desculpa foi uma exposição que decidi fazer direcionada ao WD, por ter mesmo que de forma tendenciosa ou por medo excluído ele do processo. Hoje vejo que não somos auto-suficientes. E não será com críticas pontuais, que vamos trazer vontade as nossas nomeações. Pois nossas nomeação não permeiam somente no argumento da LRF, mas sim na VONTADE. E se a SE/DF não tiver vontade, se o SINPRO não tiver vontade, se os deputados não tiverem vontade, não faltarão argumento para nos nomear.E como não tenho tido mais contado com o WD decidi me expor a este pedido de desculpa. E no final da nossa reunião fui questionada por alguns aprovados do lado de fora, e passei para ele a questão que o WD havia me falado da legitimidade da representação do grupo. Quero aqui legitimar o WD, SINPRO a SE/DF e os Deputados como nossos representantes, nos colocando como atores coadjuvantes.
Isso é ridículo!!!
De qualquer forma Luisa, obrigada pelo seu esforço!
Luísa, criticas sempre existirão, mas como vc mesma disse, devemos nos unir por um objetivo comum: nomeações! O resto é resto! Abc
na próxima audiência a doutora aí pode falar.
E aí alguma novidade sobre a audiencia de ontem?Que falta vontade politica isso é claro!! e que a dona Regina queria nomear tbm sabemos o lance é o agnelo que ñ quer nada com nada um sem carater!!
e o q foi decidido? algo de concreto?
Sandra, foi por esse motivo que deixei de comparecer. Já sei o que esperar da comissão, até presente (agenda) eles deram na época da Regina. Minha postura não está correta em não participar, mas tem hora que cansa.
Tome a frente da comissão.Quem não está satisfeito é só assumir,Luisa está lá esperando um desses corajoso anônimo aparecer para organizar o grupo.Mostra a tua cara,como ela.
Sou ct e infelismente enquanto o banco de ct for usado como é usado, não acredito que haverá convocação de professores efetivos.A tendência é que aja uma tercerização da educação…pelo que vejo haverá um dia em que não existira mais professores efetivos e a categoria nada tem feito de forma energica para evitar isso, quando ela quizer faze-lo não conseguirar mais porque ela não existirar mais…
E ai o que resolveu? Quais as novidades?
do jeito que as coisas estão até um Volta Valente tá valendo huahuahua
VOLTA REGINA?
VOLTA REGINA !!!
Gostaria de saber o resumo da audiência na camara legislativa ontem.Não pude ir por motivos de saúde…att
WD,
sobre a prova de contrato o que ha de novo
Nada
Olha aí a reportagem de hoje do CW:
Supervisores pedagógicos voltarão às salas de aula em escolas públicas
Manoela Alcântara
Publicação: 12/11/2011 08:20 Atualização: 12/11/2011 08:25
Carolina Moura, professora de inglês do CEF 4, diz que se sente desestimulada com a decisão da secretaria
Uma reestruturação nas escolas públicas do Distrito Federal preocupa pais, alunos e professores. Sob a justificativa de corrigir distorções e racionalizar a distribuição da força de trabalho nas instituições de ensino, a Secretaria de Educação vai exonerar os supervisores administrativos e pedagógicos em alguns estabelecimentos. A ideia é que eles voltem para as salas de aula. Atualmente, cada um dos 649 colégios conta com esses dois profissionais para dar suporte ao trabalho dos professores, elaborar programas de ensino e conversar com as famílias sobre os problemas enfrentados nas escolas. No setor burocrático, eles desempenham funções como preparar as folhas de ponto, organizar as férias e analisar atestados.
As mais afetadas serão as instituições de ensino com menos de 500 alunos. As de jardim de infância e as que não têm período noturno terão os dois cargos extintos. Aquelas que possuem até mil estudantes poderão ficar com somente um profissional. A ideia inicial era que o remanejamento fosse feito ainda este mês. Mas a secretaria voltou atrás e, por meio de nota, afirmou que o processo só será iniciado após a conclusão do ano letivo.
Esses servidores não podem ser demitidos das escolas por serem concursados. A função de supervisor é comissionada e acresce aos salários deles cerca R$ 1 mil. Caso exonerados, os profissionais voltarão a dar aulas. Segundo Washington Dourado, diretor do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF), a mudança é um “equívoco”. “É uma alteração feita de forma intempestiva. A sociedade não foi ouvida. Precisamos de mais professores nas salas de aula, mas não é assim que o problema será resolvido”, disse, ressaltando que os mais prejudicados com a medida serão os alunos.
O presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do Distrito Federal (Aspa), Luis Claudio Megiorin, diz que, mais uma vez, os responsáveis pelos estudantes ficaram de fora da discussão. “Assim não é possível fazer um processo democrático. Nós temos o contato direto com os supervisores pedagógicos. São eles que nos informam como anda o comportamento dos nossos filhos. É um absurdo extinguir essa função”, ressaltou.
Apreensão
No Centro de Ensino Fundamental (CEF) nº 4 de Brasília, a notícia deixou a comunidade escolar apreensiva. “Eles ligaram para a gente ontem (quinta-feira) pedindo a exoneração para a próxima segunda-feira. Agora voltaram atrás e as mudanças serão só no ano que vem. Isso não muda as perdas que teremos”, analisou a diretora do colégio, Carmen Lúcia Silva. A escola tem 489 alunos, sendo que 37 necessitam de cuidados especiais. Devido a esse quantitativo, a instituição ficará sem os supervisores pedagógico e administrativo. Até a atribuição de comprar merenda passaria a ser da diretora.
Segundo Carmen Lúcia, a interação com os pais e alunos ficará prejudicada. Além disso, caso a diretora e a vice adoeçam, sobraria somente o secretário para cuidar de toda a escola. Em caso de férias, a situação seria ainda mais complicada. Responsável por 14 turmas, nos períodos matutino e vespertino, a professora de inglês Carolina Moura diz que se sente desestimulada com a decisão. “Trabalhamos muito para manter um ensino de qualidade. Subimos nosso conceito no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Com essa decisão, não podemos garantir o mesmo desempenho”, disse. Além disso, ela não sabe como vai agir quando tiver algum problema em sala de aula. “Em casos de indisciplina, mandamos os alunos para a supervisora pedagógica. Ela tem atribuições para isso. Conversa com os pais, com o aluno, resolve a situação. E agora? O que vamos fazer?”, indagou.
Em outra escola da Asa Sul, desta vez de ensino médio, um aluno diz que teria sérios problemas, caso o pedagogo não tivesse ajudado no tempo certo. “Tive uma briga com um professor. Em vez de chamar a polícia, a supervisora conversou comigo e chamou meus pais para resolver a situação”, relatou. Para ele, se a intervenção dessa profissional não fosse feita, seria muito pior. Por meio de nota, o secretário de Educação, Denilson Bento da Costa, assegura que a reorganização não causará prejuízos à conclusão dos trabalhos escolares, visto que será implantada após o término do ano letivo. Ele reforçou que a ideia é reorganizar a força de trabalho nos colégios.
Eu acho…
“Esses supervisores não podem faltar em um colégio. Eles são importantes para resolver problemas antes de chegar até a diretoria. Tudo é feito na base da conversa, considerando nossos direitos e nos respeitando. É a supervisora pedagógica que atua até nos casos de bullying. Ela já trocou alunos de sala para melhorar o convívio entre os colegas. Acho essencial.”
Isabel de Sena, 16 anos, aluna do 2º ano do ensino médio
****************************
O Sindicato precisa mostrar força e união e sair em busca de respeito à categoria. O Secretário não pode simplesmente mudar as coisas por vontade própria. A educação é composta de vários segmentos e se apenas se cala e aceita continua a acontecer.
“Quem cala consente”
Já fui diretor de escola com menos de 500 alunos e acho justo essa reorganização. Tem escola com 2.000 alunos e com o mesmo número de supervisores de uma de 200. Isto é justo? Numa escola com menos alunos, o secretário pode muito bem auxiliar o diretor com a parte administrativa. O vice e os coordenadores dão conta do pedagógico. Quem tem 499 alunos, que matricule mais 2 para ter direito a supervisor e quem tem 999, que matricule mais dois para ter direito a 2 supervisores. Se fossem 400, 500 ou 600, sempre haveria questionamento sobre o número de corte. É corajosa a atitude do secretário em mexer com essas estruturas arcaicas. Na minha opinião poderia muito bem extinguir de vez as DREs e todo a comunicação ser feita via malote a ser entregue nos postos do Na Hora e intranet. É preciso modernizar a rede. Não tem sentido nos dias de hoje, ter uma regional repassando papéis(circulares e ofícios). A EAPE poderia, articulada com as escolas, cuidar da coordenação dos projetos. Os professores readaptados poderiam ser treinados para auxilar nas bibliotecas e na parte administrativa.
Muito bem, Jonh Rose!
WD, Porque meu comentário ainda está aguardando moderação?
Eu desrespeitei as regras do Blog?
É que estou liberando os comentários pelo celular. Assim, aqueles comentários que desejo tecer alguma opinião, deixo para liberar quando estou no computador. É o caso do seu.
OK! Aguardo seu comentário.
Volta Regina, o mais rápido possível. Fora Agnelo e Denilson.
Washington Dourado, obrigada pelo apoio na luta em prol das nomeações dos professores. Só uma sugestão essa reportagem do CW, poderia ser um tópico específico. Isso preciso ser revisto, significa um retrocesso nos avanços da Educação Distrital.
Ontem me senti uma PALHAÇA no meio de uma briguinha politica entre governo e oposição onde a última coisa que importava era nossas nomeações… MAS EU SEI O NOME DE TODOS OS DEPUTADOS QUE NÃO ESTãO NEM AI PARA GENTE NAS PRóXIMAS ELEIÇõES
eu digo #voltavalente, podemos reclamar, xingar, criticar, mas uma coisa temos certeza, a maior valorização que tivemos foi na gestão Valente Eunice, plano de carreira no tempo certo, estrutura das escolas valorizadas independente do numero de alunos, e agora, mesmo com a saida da Regina os funcionarios comissionados continuraam os mesmos, o que fazer? querer mudanças? lógico que não só mudou o motorista, até a assessora continuou a mesma, muda Denilson.
Nunca pensei que gritaria assim: Volta Regina! Sai Denilson!
cadê o meu comentário WD?
Parabens a comissao dos professores ja passei em outros concursos no cadastro reserva e nunca vi comissao nenhuma de aprovados a luta é justa a causa é justa e a fala da Luisa foi pontual.
Concordo com a colega que disse que lembrara o nome dos deputados que nao estao nem ai pra gente ,tbm vou guardar.
Fico feliz com o comparecimento dos aprovados que em vespera de feriadao se comprometeram com a causa e ficaram ate perto das 23:00 la e tbm com o WD que levou ate sua filha ou filhas sei la compareceu e falou bonito.
Assim Vamos abrindo uma estradinha nesse “novo caminho” cheio de mato alto !!!
Levei meu filho e minha filha, que aprontou montão.
Enquanto isso, do outro lado mesa…
Agnelo Queiroz, no início do seu fantástico modo de governar, decretou, de maneira talvez acertada, mas pensando de maneira midiática, a exoneração de vários cargos comissionados…reduzindo para um número aproximado de 15 mil. Naquela época, muito se falou dessa postura. Cogitando-se a possibilidade de início de governo magnífico e eminentemente comprometido com o povo. No entanto, tempos se passaram e muito pouco se fez. Daquela proposta de reduzir significativamente o número de cargos comissionados, dizem nos bastidores, que esse número gira em torno de 22 mil. O que é mais interessante é que esse número não é revelado na mídia nem mesmo nas fantásticas propagandas governamentais (que na verdade funcionam como ideologias e assertivas funestas e banais). Onde fica a palavra do governo? Onde fica o compromisso com o povo e com as propostas feitas outrora? Para mim, pífio professor, isso não passa de “mais do mesmo”. E compromisso, onde está? O compromisso é com o grupo político que dá sustentação a esse indivíduo que tenta ciceronear e angariar propostas e caminhos pomposos para os seus.
Digo mais Polyenton, grande parte dos cargos foram extintos, porém, foram criados novos com DFs maiores.
É só dar uma olhada rápida no DODF.