Por: DAVYS LUIS
Qual será o critério da escolha do diretor pro tempore? Meritocracia ou “amigocracia”? Bem, acho que a discricionariedade( conveniência e oportunidade) vai imperar na caneta do Secretário com anuência do Agnelo. Vejamos:
Vantagens:
1- Vai tornar o processo eleitoral de eleição de diretores mais democrática, pois vai impedir que o atual diretor se beneficie da máquina burocrática escolar;
2- Vai tornar o processo eleitoral mais isonômico;
3- incentivará outros profissionais da educação a concorrerem sem receio ou temor;
4- oxigenará a escola pública com novos talentos;
5 – mostrará para a sociedade que não existe eternidade de diretor e que o mandato tem data;
6- quebrarão vínculos políticos partidários que dominam décadas as escolas públicas;
7- vai trazer outra filosofia de gestão pública;
8- poderá auditar as escolas e entrega-la ao diretor eleito sem problemas financeiros e com o patrimônio em dia;
Desvantagens;
1- Se o diretor por tempore puder concorrer vai se beneficiar da máquina e não será eleição, mas sim efetivação do escolhido pelo governador;
2- Vai pegar as escolas públicas em plenas férias dos professores e servidores;
3- Como a nomeação não terá a anuência da comunidade escolar soará como usurpação;
4- Os professores e servidores não vão conhecer a priori o plano de trabalho o novo diretor.
Escrito por Washington Dourado 