EXCLUSIVO: Conheça o texto final e as emendas ao Projeto de Lei da Gestão Democrática

POR: WD

No final da tarde desta terça-feira, após meses de discussões, negociações, disputas e conversas, finalmente o projeto de gestão democrática das escolas públicas do DF foi aprovado pelos Deputados na Câmara Legislativa. Agora é aguardar que o Governador sancione e publique o texto para virar lei definitivamente.

Antes deste projeto ser aprovado, existe uma longa história de luta da categoria, a través do Sinpro, pelo reestabelecimento do modelo de gestão democrática nas escolas do DF. Tanto é verdade que enquanto este Governo discutia a elaboração de uma proposta, o sindicato já apresentava um texto completo, texto este que em sua maioria foi respeitado no resultado final.

É importante registrar que a Deputada Rejane Pitanga, logo no início do ano, assumiu a responsabilidade de apresentar a proposta do Sinpro na Câmara Legislativa. A partir daí a Deputada se tornou a principal articuladora pela aprovação do projeto, construindo a ponte necessária entre as proposta defendidas pelo sindicato e o projeto do Governo e da própria Oposição. O resultado é que apesar do número alto de emendas, hoje o texto final foi aprovado por consenso.

Do outro lado, a Deputada que mais apresentou emendas ao texto foi Eliana Pedrosa, entretanto, depois das discussões com o Sinpro e as articulações de hoje, a maioria das emendas foram retiradas ou incorporadas ao texto final por consenso.

Cada passo desta caminhada foi acompanhado de perto pelo Sinpro. Aqui mesmo neste blog registrei as andanças dos Diretores em Gabinetes na Câmara Legislativa, no Governo e nas várias discussões em escolas, plenárias e assembleias. O resultado é que mesmo considerando que nem tudo foi atendido, plantamos uma semente cujo fruto será a construção de uma gestão escolar democrática, participativa e voltada para o fortalecimento do Ensino Público do DF.

Clique e leia o relatório e o texto da GD aprovado:

https://docs.google.com/open?id=0B0Pt8YYgSJIpZjdiZmFkYmUtNzZmYy00NzQxLWFjYzctYjUyMGMxYmIxNzJj

Clique e leia as 9 emendas apresentadas e aprovadas em Plenário:

https://docs.google.com/open?id=0B0Pt8YYgSJIpOTFlOTU2YjAtN2JmZS00NDAyLTk1NTctYzQ0ZjYzMDhhNmMw

OBS: Este é o texto do relatório e das emendas aprovadas. Assim que tiver a redação final postarei aqui.

 

67 respostas para EXCLUSIVO: Conheça o texto final e as emendas ao Projeto de Lei da Gestão Democrática

  1. Professor André disse:

    E não é que o sinpro não venceu! Professor agora pode se candidatar de forma igualitária com os servidores da carreira assistência!

    • DAVYS LUIS PAXIUBA DUNCAN-Prof_PLANALTINA-DF disse:

      Quando se chega a uma Delegacia de Polícia quem manda o Delegado ou o Agente? Quando se chega ao Hospital quem é o Diretor o auxiliar de enfermagem ou o médico? Só na educação que o mestre do processo-ensino-aprendizagem deixa qualquer um mandar. Realmente uma perda que desvalorizará o professor e professora não só perante a comunidade como também no decorrer do processo.

      • Marcos disse:

        Poxa, que injustiça! Os pais dos alunos e os alunos também têm direito à ser diretor!

        • Professor André disse:

          Claro, isso é democrático!!!!!!!!!!!

        • Carlos disse:

          Quem já diretor por mais de 2 anos e já morreu , pode voltar ao cargo? Pq do jeito que aprovaram a coisa até o pacote de feijão pode mandar na escola.. é brincadeira o que ocorre na educação, depois reclamam

          • Araci disse:

            ô Carlos, que exagero!!!
            Pacote de feijão, não! Mas se for sucrilhos…pode.

            • DAVYS LUIS PAXIUBA DUNCAN-Prof_PLANALTINA-DF disse:

              O sucrilhos é estratégico nas escolas. Se faltar merendeira qualquer um pode jogá-lo no caneco azul da garotada. Se bem que de tão indigesto o famigerado sucrilhos não consegue penetrar no estômago dos meninos. E o resultado é uma tonelada do produto indo ao lixo. Mas, nossa SEEDF insiste por década em fazê-lo na marra um referencial cultural para nossa cultura tropical.
              Mais o pior de todos os sucrilhos é de “bolinhas achocolatadas”, ele foi apelidado de “ração de alunos”, uma forma carinhosa de dizer: olha, veja como o “governo-nutricionista” tratam aqueles que passam cinco horas na escola e precisam de uma alimentação balanceada para aguentar o tranco dos estudos. Nem vou falar no valor nutricional do mesmo, pois, todos já sabem. Agora o da opinião das massas que não tem voz é unanime: fora sucrilhos de bolinha, amarelinho, que cabia na palma da mão… Em tempo: o sucrilhos vai se o anfitrião da COPA de 2014 quando os alunos estiverem recebendo visitas das delegações estrangeiras, e ainda temais, podem escolher as duas únicas opções: com leite ou na marra(sem leite), os alérgicos à lactose “tá no sal”, só resta quebrá-los e estraçalhá-los com toda a raiva pueril. Quanto a GM o sucrilhos é um ótimo começo, pois, ingeri-lo é uma tortura branca

          • Angela disse:

            Pior que está não fica.

    • Marta disse:

      De qualquer forma que terminasse este projeto, receberia críticas.
      Isso me faz recordar a fábula do homem, o menino e o burro; se monta o burro, os dois saem de suas vila para vender o burro na cidade, mas durante o percurso, os moradores da vila vão opinando sobre a forma como os dois devem conduzir o burro até a cidade: se os dois montam o burro; os dois são desumanos; se o homem puxa o burro, o menino é desnaturado e se o menino puxa o burro, o homem é cruel com a criança… enfim… não tem solução: Nada agrada uma categoria tão crítica!Talvez exatamente por esse motivo, existam tanas escolas sem candidatos a direção! Quem quer levar pedradas? Parabéns ao SINPRO que aceita esta tarefa, acreditem uma parcela significativa da categoria está satisfeita com a atuação do SINPRO.

      • Erica Mariela disse:

        E aí Marta! Futura candidata ou futura indicada? Fale apenas por você cara colega pois acredito que você seja a única “parcela significativa da categoria que está satisfeita com a atuação do Sinpro”. Sinto muito mas é o sindicato mais desacreditado no DF. E não é por causa da aprovação da Lei de GD que muda outros contextos na educação do DF.

        • Marta disse:

          Erica, acredito que você esteja querendo se candidatar ao SINPRO/DF kkkk… Boa Sorte, considero corajoso qualquer um que aceite esta empreitada!
          Mas as minhas palavras, com relação a parcela significativa de professores, refere-se aos meus colegas de trabalho, professores sindicalizados, que FALAM das suas expectativas e gostam da atuação do sindicato!
          Ninguém é unânime, ainda mais em uma categoria tão crítica, mas isso não tira de mim ou dos meus muitos colegas o direito de gostar da atuação do sindicato!

      • alex disse:

        Esse pessoal que critica o sindicato, não é sindicalizado, não pisa em assembleia e só sabe reclamar…

  2. Élide Toledo disse:

    Boa noite Washington, queria saber se nessa GD foi aprovada algum benefício em relação a salário do professor temporário?

  3. valerya disse:

    e quanto a forma de pagamento dos contratos alguma alteração ?
    a hora aula continua ?

    • Fabiana disse:

      Não mudou nada. A Dep. Eliana Pedrosa aprovou indicação para que o executivo voltasse a forma anterior de pagamento.

  4. DAVYS LUIS PAXIUBA DUNCAN-Prof_PLANALTINA-DF disse:

    Nota da CLDF e anotações minhas,
    Aprovada gestão democrática na rede pública de ensino
    Por unanimidade( lógico o Agnelo tem 19 dos 24 deputados), a Câmara Legislativa aprovou em primeiro e segundo turnos o projeto de lei n° 588/2011, de autoria do Poder Executivo, que estabelece a gestão democrática nas escolas públicas do Distrito Federal. Com a aprovação da proposta, que também garante mais autonomia pedagógica[ é a financeira como fica?], a comunidade[verdade, só participar, fiscalizar que é bom, nada] poderá participar da escolha dos diretores a partir de critérios que visam impedir a prática de indicações políticas para a direção[quais os critérios que o governo vai fazer para garantir a imparcialidade].
    A proposta foi aprovada a partir de um acordo entre a base do governo e a oposição[que oposição, cinco gatos pingados], com participação ativa do secretário de Educação, Denilson Bento[representando o governo], em plenário. Nas galerias, trabalhadores da Educação[candidatos a diretores] comemoraram a aprovação de uma bandeira histórica da categoria[como se estávamos com um monte de diários para fechar, além disso, não houve audiências públicas nas regionais para discutir a bendita, e duvido se houve participação em massa dos professores e professoras].
    O objetivo do governo é permitir a escolha dos dirigentes[ será que democracia na escola se resolve só com eleição?] só por meio de eleição direta, com a participação de professores, servidores, pais e estudantes, cada qual com um peso diferenciado[belo exemplo de democracia, o voto censitário]. Para se candidatar à direção, os professores têm que ter no mínimo três anos de regência[corretíssimo, só quem está em sala tem potencial para ser diretor]. Os postulantes deverão formar chapas e apresentar um plano de trabalho. Depois de eleitos, os diretores deverão participar de curso de gestão escolar oferecido pela secretaria[ copia lavada da gestão compartilhada].
    Em mensagem enviada ao Legislativo, o governador Agnelo Queiroz diz que é necessário dar oportunidade para o envolvimento dos diversos atores sociais no processo educacional, gerando maior transparência nas tomadas de decisão. “A gestão democrática é um meio de garantir a qualidade da educação, partindo de princípios e finalidades definidos coletivamente e comprometidos com o bem comum de toda a comunidade”, afirma Agnelo.
    [DAVYS]Parabéns ao Governo e principalmente a nossa CLDF pela celeridade na aprovação relâmpago do projeto. Enfim, temos mais uma lei em nosso quadrilátero que vai trazer “democracia” a escola pública. Ria, esperneie, pule, torça, porém, se contente com mais uma lei para educação pública. Uma lei, não, um monte de Caput que trata de processo eleitoral de diretores, e não foca no principal: a descentralização dos recursos materiais-administrativo-pedagógicos e financeiros. Pois bem, meus companheiros, nosso pais tem tradição em resolverem problemas inventando “leis”, já é moda. No entanto, resta a nós, os executores, o direito de sonhar que ano que vem a Gestão Democrática se transforme em democracia de fato é não de direito[ mais uma em um meio de tantas revogadas].

  5. everson disse:

    Quanto aos Professores de contratos temporários.
    Vão continuar recebendo por hora aula em 2012?

  6. Professora disse:

    Será que alguém acredita que o curso que será oferecido aos gestores irá garantir que a gestão seja efetiva??? Me preocupo com quem não tem formação na area específica de educação e que poderõa ter um cargo de direção.
    Ficou claro que continuaremos a ter direções exclusivamente burocráticas e não pedagógicas!

  7. Professora disse:

    Mais um absurdo!!!!
    A presidencia das UExs tem de ser exercidas pelo diretor da escola !!! que absurdo é esse gente. Será uma “democracia” de fachada??? (artigos 6º e 7º ). Os gestores serão os “gerente”s das verbas que chegam a escola, agora amparados por lei. Autonomia centralizada???

    • Guidi Nunes disse:

      Colega,

      Independente da lei que trate da gestão das escolas o risco jurídico em caso de irregularidades na execução de gastos é do Diretor.

      É importante o envolvimento dos trabalhadores e dos estudantes na execução dos gastos inclusive para que aconteça de fato.

      Abraços,

      Guidi Nunes
      Professor da SEDF

    • Professor André disse:

      Calma!!!!!!!!!!!! Eles serão fiscalizados, mas pense, apenas os diretores pagam quando o patrimônio “some”. Logo eles tem que gerir a grana sim!!! Imagine uma casa onde só o CPF do pai está empenhado, mas que toda a família pode gastar? Não é isso não

      • Professora disse:

        Já vi casos em que os professores, imagine os pais, não sabem as verbas que a escola recebe e nem em que é gasto o dinheiro. Dar mais transparencia ao processo, trazendo os pais e demais funcionários a participar da gestão da verba é de suma importancia, a meu ver. Ademais, se um pai se prestar a desviar os recursos, mesmo após a tomada de preços, é o nome dele que estará prejudicado judicialmente e não o diretor…

        • Guidi disse:

          Colega,

          Com o PDAF não tem condições de diretor centralizar a execução de gastos de uma escola, terá que envolver a equipe da unidade.

          Agora, o problema que o envolvimento dos trabalhadores da educação tem que estar previsto entre as atribuições profissionais.

          Neste momento o Caixa Escolar é considerado uma instituição a parte da escola. O plano de cargos tem que prever serviços administrativos na Coordenação Coletiva do professor, que pode ser uma hora semanal por exemplo.

          Já quanto a transparência o portal do GDF tem que divulgar para a comunidade o que está liberando de recursos para cada escola.

          E ressaltando que o problema neste caso não é apenas o Diretor, na Escola Técnica de Ceilândia com mais de 100 professores, menos de 10 se envolvem nas discussões da agenda do Caixa Escolar.

          Abraços,

          Guidi Nunes
          Professor da SEDF

      • Nara disse:

        Gente, sou diretora de uma escola em Goiás e vou lhes dizer uma coisa: eese negócio de qualquer um presidir o Conselho Escolar é um “pano pra manga”, pois o nome (e o CPF) do Diretor é que fica em jogo sempre. Então, para que outra pessoa (a não ser o Diretor) gerenciar verbas, fazer compras etc? Um absurdo! Aqui em Goiás isso não está prestando, eu garanto.

        • Nara disse:

          Ressalva: esse.

          • Professora disse:

            Ok. Ficou parecendo que vcs acham que estou falando sem propriedade do assunto. Fui durante quatro anos diretora de escola (em outro estado) também. A questão toda é que a escola e as pessoas que a compoem não estao preparados para a democracia. O diretor não deixa de ser diretor se não for o presidente da UEX. É de responsabilidade dele acompanhar a utilização da verba independente disso. O que se percebe é que a cultura de só assinar cheques é que vigora. Chamar os pais e professores para gerirem o recurso é de suma importancia para a clareza, a transparencia e a democratização. Agora, manter a cultura de única e exclusivamente assinar cheques (muitas vezes, em branco), não mudar o “ritual”, não vai melhorar mesmo. A escola atualmente recebe diversas verbas: só o PDDE tem: Mais Educação, PDE escola, PDDE manutenção escolar. PDDE FS…. Será que os pais, estudantes e professores não devem saber, participar, opinar…??? Se o diretor for da presidencia da Uexs e deliberar juntos aos demais segmentos como se dará o uso da verba, deixar claro como e com o que o dinheiro será gasto, fazer a prestaçaõ de contas, não há problema nenhum. Entretanto, a prática não tem sido dessa forma.

  8. DAVYS LUIS PAXIUBA DUNCAN-Prof_PLANALTINA-DF disse:

    Boa notícia aos Contratos temporários, o Art. 66. Da Lei da gestão democrática revoga os artigos 27 a 30 da Lei 4036/2007.
    [Revogado]Art. 27. Para garantir a implementação da gestão compartilhada, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal regulamentará, em normas específicas, o processo de contratação temporária de professores para a rede pública de ensino do Distrito Federal e a descentralização de recursos necessários à administração das instituições educacionais.
    § 1º As contratações temporárias de que trata o caput serão efetuadas em valores de hora-aula, tendo como referência os padrões iniciais da remuneração da Carreira Magistério Público do Distrito Federal.
    § 2º Não se aplica, nas contratações de que trata o caput, o disposto nos arts. 5º e 9º da Lei nº 1.169, de 24 de julho de 1996.
    § 3º As transferências automáticas de dotação orçamentária às instituições educacionais terão seus critérios publicados no Diário Oficial do Distrito Federal, no início do exercício financeiro, e as descentralizações financeiras serão divulgadas no sítio da Secretaria de Estado de Educação e em jornal de circulação local.

    • DAVYS LUIS PAXIUBA DUNCAN-Prof_PLANALTINA-DF disse:

      Companheiros olhem quem[ aqui no Blog- Lei Gestão democrática] quem fulminou com uma emenda a famigerada hora-aula. Não vou nem comentar. Risos…Risos…

    • Sem ilusao disse:

      Davys, Ou seja, os CT receberão como os efetivos? E isto a partir do ano que vem? Obrigada

      • DAVYS LUIS PAXIUBA DUNCAN-Prof_PLANALTINA-DF disse:

        A Lei vai para sanção do Agnelo que poderá vetá-la em todo ou em parte, nesse caso volta à CLDF que poderá rejeitar o veto. Porém, como o WD informou, “o Simpro está lutando para que o Governador sancione sem veto a GM”. No entanto, penso que como foi um projeto feito pelo executivo e sofreu emendas em comum acordo com os deputados petês, acho que não sofrerá veto. Mas, temos que ficar de olho no Decreto e na portaria de Regulamentação. No mais, gostaria que nosso nobre amigo WD mantenha-nos informado.

  9. k_ disse:

    É uma pena que os 3 anos em sala de aula não tenham passado tinha esperanças de que dias melhores poderiam vir, infelizmente, o SINPRO não conseguiu se fazer presente de novo…

    • Carla,

      Em um projeto desta envergadura nem tudo que defendemos conseguimos aprovar. Agora uma coisa me deixa surpreso neste seu comentário, resgatando as suas intervenções anteriores, sua crítica ao Sinpro era justamente pelo contrário.

      • André Luis disse:

        Concordo com o WD! E também saliento que a vivencia em ambiente escolar, ao meu ver, já amplia a visão pedagógica e a visão das necessidades da comunidade escolar.
        Não é isso WD??? O candidato deverá ter vivencia escolar de tres anos? Entendi certo?
        Parabéns ao Sinpro e demais colaboradores dessa conquista!

  10. professora desconvocada atividades disse:

    e quanto ao assunto PROFESSORES CONCURSADOS EM VAGAS DEFINITIVAS E PROFESSORES TEMPORÁRIOS EM VAGAS TEMPORÁRIAS?

  11. professora desconvocada atividades disse:

    E quanto ao assunto NOMEAÇÕES?

  12. Luciano Marim Lopes Bogalho disse:

    Então todos os seguimentos colegiados de uma escola poderão participar candidatando-se das eleições? Foi isto que entendi? Se for assim eu como usuário do sistema público de saúde quero me candidatar a diretor de hospitais regionais, quero me candidatar a diretor de delegacias de polícia. Quem sabe abre precedentes!!!!!

  13. Professora Nelia disse:

    Os atuais diretores poderão concorrer a GD?

  14. DAVYS LUIS PAXIUBA DUNCAN-Prof_PLANALTINA-DF disse:

    Quanto à composição do Conselho Escolar que trata o art. 24 e o Anexo Único, os pais[deveria colocar mães] ou responsáveis mais os alunos são responsáveis por uma faixa que vai de 40% a aproximadamente 48% de representatividade, dependendo da faixa de classificação por números de alunos. As professoras e Especialistas ficaram com 20% a aproximadamente 23% de representatividade, o mesmo, também ficou a Carreira de Assistência. Enquanto os diretores ficaram com 20% a aproximadamente 5% de representatividade. Ou seja, em uma escola até 500 alunos o diretor tem 20% de poder sobre o Conselho Escolar, isso é democracia[ele mesmo se fiscaliza e aprova]? Veja que o poder do diretor decresce com os números de alunos que a escola possui. Outra coisa, os professores e especialista perderam a grande possibilidade de equilibrar o poder, no entanto a coisa boa é saber que a comunidade externa(alunos, pais ou responsáveis)vai estar no comando do Conselho Escolar, será? No mais, esses números não são um bom exemplo de democracia, pois, em algumas escolas os Conselhos são um atavio.

  15. Carlos disse:

    e quanto ao assunto PLANO DE CARREIRA?

  16. Marta disse:

    Fiquei muito satisfeita com a aprovação da lei, que venham as eleições e que a educação possa efetivamente ganhar com todo esse processo. Também lamentei não ter passado a exigência dos 3 anos em regência de classe, mas entendo que diretor que aparece até no fantásticomentiras, mas nunca deu aula, deve ter alguma relevância kkkkkkkk… pra alguém… kkkk tipo

  17. aparecida disse:

    O governo do D.F está acabando com todos envolvidos na educação,pois as merendeiras que assinaram a C.T.P.S em 28/10 até hj, dia 13/12 não receberam nem 1 centavo de salários,já estão cogitando a possibilidade da empresa ser fantasma.O que eles pensam?Queria eles estarem trabalhando esse tempo todo sem salário?Aliás nem digo esse tempo todo,um mês pra ver se estariam sorrindo,com suas contas todas atrasadas.Acordam senhor governador Agnelo

    • Robson disse:

      Colega, me desculpe, mas merendeira contratada? Vocês tem que cobrar o salário da empresa terceirizada e não do governo.

      • melissa disse:

        Colega,me desculpe,mas esta empresa terceirizada presta um serviço para o governador que a contratou,então a Aparecida tem todo o direito de colocar aqui as suas angustias e porque não cobrar dele ,que deveria contratar uma empresa capacitada,mas,neste governo eficiência não a palavra forte.

      • aparecida disse:

        Robson, eu como professora sei muito bem e elas tambem sabem que o mérito é discutido na vara do trabalho,o que fiz foi expor a responsabilidade do governo no quesito contratação da empresa,Onde deixa evidente a indisposição para que todos os setores diretamente ligados na educação andem de forma serena.

  18. sandrinha disse:

    WD por gentileza nos responda! o ridículo modelo horista para ct vai continuar?

  19. Kamylla disse:

    Desculpem, mas ainda não entendi claramente, como fica a questão do salário dos temporários? Ainda esta maldita e humilhante hora aula?!. WD, por favor, por toda a atenção que você tem dado aos CTs. Explique o que muda para os contratos a aprovação desse projeto. Obrigada!!!!

  20. Tereza Cristina Velmont disse:

    WD, Favor responda as perguntas dos colegas, quanto aos Prof Contratados Temporariamente. VAI MUDAR A FORMA DE PAGAMENTO? pelo visto o Simpro nem tratou desse assunto! Obrigada

  21. Lis disse:

    Professor se acha mesmo viu, acha q somente eles são capazes de conduzir uma escola. Coitados.

    • Marta disse:

      Cara Lis, professor é a alma da escola!
      Uma escola funciona sem diretor, sem vice diretor, sem secretário ou supervisores, funciona sem merendeiros, sem servidores da limpeza, mas NÃO funciona UM ÚNICO DIA sem PROFESSORES OU SEM ALUNOS!
      Eu te garanto como professora, que se você for indicada a qualquer coisa para trabalhar na escola onde sou diretora… NÃO FICA uma semana se os professores não quiserem! PROFESSORES SÃO PROFESSORES!

    • Oliver. X disse:

      Que é isso colega?! Quanta arrogância numa frase tão pequena! E quem você pensa que é para falar dessa maneira dos educadores? Se sua vida é sem sal e vazia não desconte em quem não tem nada a ver com isso, já que, cada um tem o que merece por seu esforço.

      • professora desconvocada atividades disse:

        Vivaaaa a gestão democrática!! Agora é aguentar comentários como o da LIS…

  22. Sinhozinho Malta disse:

    Será que o “Barão” do tráfico que vende papelotes para os alunos em minha instituição localizada numa remota cidade satélite poderá se candidatar a ser o meu chefe??Que Beleza!!! Pelo menos as paredes de meu local de trabalho serão menos pixadas pelos funcionários deste ilustríssimo “barão”…..

  23. DAVYS LUIS PAXIUBA DUNCAN-Prof_PLANALTINA-DF disse:

    Gestão Democrática: democratize o tiranossauro Diário de Classe pelo amor dos deuses do Olimpo e por obséquio mostre a SEEDF que existe uma forma informatizada, que além de eficaz, trará otimização ao serviço.

  24. Nilza Rabelo disse:

    Talvez a Lis esteja querendo ser diretora de alguma escola. Coitada,se acha!!!! Vai perceber que sem professor nada funciona, nem a escola, nem a sociedade, nada!!!!!!

  25. Denis disse:

    O mal de muitas escolas é justamente o fato de possuírem diretores que não entram em uma sala de aula há muitos anos. Conheço diretores que deram aula menos de um ano e assumiram cargos de direção ou cargos burocráticos nas regionais ou na sede. Esses não têm mais a mínima ideia do trabalho de um professor e seus problemas diários.

    Os demais que me desculpem (auxiliares em geral), mas é impensável pra mim alguém que se julgue apto a dirigir uma escola e nunca deu aula. Não é questão de gestão, é questão de conhecimento, de saber do que se está tratando.

    É como o Pitanguy fazer uma neurocirurgia ou o César Cielo jogar de centroavante da seleção.

    Não é corporativismo. É bom senso.

  26. Lima disse:

    Que maravilha TODOS os problemas da educação no DF “se acabaram”. A meta agora é ver os nossos filhos e filhas passando em concursos públicos ou medicina, direito ,engenharia , relações internacionais na UNB. “Vamo que Vamo”.

  27. João disse:

    Viva a Gestão Democrática!

    Apesar da “celeridade” desse governo, na minha modesta opinião, foi a única vitória efetiva deste ano praticamente perdido. Agora é lutar para que a lei se concretize na prática, principalmente na erradicação de uma cultura escolar ainda muito contaminada por autoritarismos. Infelizmente ainda existem muitos diretores que se comportam como donos de escola e professores que naturalizam isso, exteriorizando posturas conservadoras. No entanto, creio que devem ter cada vez menos espaço a partir de agora!!!

    Sobre o projeto, sem dúvida, um avanço, cabem algumas ressalvas: poderia ter avançado muito mais. Por exemplo, na composição do Conselho de Educação do DF (órgão de grande importância a que a SEDF se submete a sua consulta), dos 16 membros, o GDF (governo que estiver de plantão) nomeia a metade, 8, sendo que a SEDF (ou em conjunto com o GDF), tem direito a 4 cadeiras cativas.
    O mais grave é que dois sindicatos patronais (mercadores da educação e, portanto, inimigos da educação pública), que representam escolas e faculdades particulares terão direito a 2 indicações. Dessa forma, dos 16 membros, a patronal (GDF + empresários da educação terão 10 cadeiras) – um golpe rasteiro que se não chega a manchar a Gestão “Democrática”, não engana nenhum otário.
    Enquanto que o SINPRO, SAE, SINPROEP (lembrando que o 1º tem quase 30 mil filiados, o segundo uns 8 mil e o terceiro mais uns tantos) tem direito a uma indicação cada um, além do movimento estudantil ser representado só pela UBES (e os estudantes universitários?), um representante acadêmico da UnB, outro do Instituto de Educação Técnica (= totalizam 6 cadeiras), os trabalhadores de educação e auxiliares de escolas particulares, apesar de terem sindicato, não terão nínguém indicado, os inimigos da educação pública do DF que representam uma meia dúzia de tubarões do ensino, megaempresários que lucram cada vez mais com a venda de serviços educacionais, têm direito a 2 cadeiras. Na maioria das vezes, também inimigo da educação, os governos terão direito a indicação de 8 membros. Acho que só daí, já se tem elementos p/ se pensar na primeira futura e necessária emenda para se colocar as coisas em correlações de forças mais justas e equilibradas. Temos que ter cuidado agora é com o Regimento Jurídico Único (RJU) que querem nos fazer engolir a força….

    Enfim, parabenizo a todos trabalhadores da educação, aos quais me incluo, pela conquista da lei de gestão democrática, mas precisamos avançar muito mais……..

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