POLÊMICA DO DIA: O professor que fez “greve branca” tem ou não direito de receber pela reposição no sábado?

Na Circular número 15, no item 5, a Secretaria de Educação reconhece que o professor que ficou na escola, cumpriu horário, mas não deu sua aula por falta de aluno cumpriu a jornada de trabalho, mas não o dia letivo. Neste mesmo documento a SEDF determina que estes professores também façam a reposição dos dias letivos não garantidos aos alunos. Já os professores reclamam que esta reposição representa uma jornada extra para quem fez a famosa “greve branca”, portanto, deve ser remunerados pela Secretaria.

E aí, o professor que fez “greve branca” tem ou não direito de ser remunerado pela reposição no sábado?

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136 respostas para POLÊMICA DO DIA: O professor que fez “greve branca” tem ou não direito de receber pela reposição no sábado?

  1. André Rocha disse:

    Sim, claro! Desde que abram mão do que for conquistado pelos companheiros que de fato fizeram greve, foram para as ruas, enfrentaram Sol e chuva… neste caso, tudo bem, pode pagar as michas para eles!

    • Dedo-duro disse:

      Ué Andre, por que em meio a sua batalha vc não fez algo para evitar que os que não aderiram a greve não recebessem os supostos beneficios?

      Por que vc SABE que isso não existe, não é?

      Uma coisa que acaba com essa classe profissional é esse racha, se já’não era bom agora ficou pior.

      Sua revolta pelos “pelegos”não muda sequer uma legislação.

      • André Rocha disse:

        É uma simples questão de ética com a categoria, pois é óbvio que os “pseudogrevistas” só não deram aula porque não tinham alunos (ou vão dizer que estavam na escola e se recusaram a lecionar a quem foi até lá?!?!). Não sou tolo a ponto de achar que os benefícios serão somente para quem fez greve! Todos os pelegos sorridentes a receber nosso suado sacrifício e ainda com direito a EXTRA? Uma sugestão para quem tem coragem e um mínimo de ética é o de doar os 200,00 à instituição de assistência (eu mesmo posso indicar duas as quais ajudo com o que posso!).
        Não deixarei de me revoltar com os “pelegos”!
        Não quero mudar a legislação!
        O que está errado são os omissos,
        na luta pelo que TODOS ganharão!

        • Concordo com vc,até porque agora estão aqui se fazendo de vitima,coisa que não são,eu tb me envergonho de uma categoria que reclama das péssimas condinções de trabalho mas na hora de demonstrar se acovarda numa escola que nem aluno tem,alheios aos companheiros que estavam lutando pela melhorias , estão aqui agora falando em desunião,porque não se solidarizaram com a nossa luta,a conquista poderia ter sido mais rápida e melhor,se estes que estavam na sala de aula,estivessem conosco,só está faltando pedir para os Guerreiros,se manifestarem a favor,lidar com sangue sunga é dificil,é quase que insuportável.

            • rosângela costa disse:

              Colegas,

              repor,ou não, é questão de ética profissional. Não serão as nossas opiniões que farão os fura-greve repor aulas. E ética é assim: ou se tem, ou nao se tem, é questão de compromisso moral, de olhar não só para si mesmo, mas para o outro, é ser honesto consigo mesmo e com os outros. Diante de toda essa discussão, dá para vermos que tipo de colegas nós temos, e o porquê de a educação no DF estar na UTI. Professores que não colocam seus filhos em escola pública (talvez para que não sejam vítimas das aulas ruins que eles mesmos dão), que dão dois, ou três pontos por bom comportamento, três – pasmem!-, até cinco pontos de caderno para não terem de se ocupar com a recuperação processual, ou paralela dos alunos. O que esperar de comportamento ético desse tipo de gente? A educação no DF merece ter uma discussão séria, com o dedo nas feridas, e essa discussão tem que passar pelo comportamento profissional de um dos principais responsáveis pelo processo ensino x aprendizagem – o professor.
              Aluno tem que saber que é obrigação dele ter caderno em dia, além de ter bom comportamento, e que ele não merece prêmio por isso. Talvez seja que, por essa nossa cultura de premiar aquilo que é de obrigação nossa fazer/ ser, vejamos de quando em vez nas manchetes de jornais pessoas honestas sendo entrevistadas e aplaudidas publicamente por atos que devem fazer parte de nosso cotidiano, como, p. ex., devolver aquilo que não é nosso. E aqui, estendo para as aulas não dadas pela greve-branca. De nada nos adiantará criticar governos corruptos se nós, em menor escala, também o somos, quando enganamos nosso aluno com aulas mal dadas, não repostas, quando comemos aquilo que não nos pertence nos supermercados, nas frutarias, como se tudo aquilo fosse nosso e não devêssemos pagar por aquilo que estamos comendo indevidamente. . Maldita mil vezes essa cultura desgraçada do jeitinho e de levar vantagem em tudo! Enfim, é uma reflexão, tão somente uma reflexão.

          • Idê Maria disse:

            Queria saber porque o que eu escrevi não foi publicado!

        • Robson Pedro Veras disse:

          André meu amigo,
          Penso que esse debate é mais simples do que imaginamos. A educação supõe atendimento a alunos diretamente. Não há o que discutir. Se é ou não peleguismo, se é ou não fura-greve, “pseudogrevista”… acho que isso serve apenas para nos desagregar. O fato é que SE EU NÃO DEI AULAS… TENHO QUE REPOR… e ainda mais por terem feito isso sem fazer nada. Seriam os “marajas”? Será que houve o cumprimento REAL das 40 horas? coordenações? etc? claro que não… Acredito que falte muita maturidade… falta o pensamento pleno na carreira.

          • Rosinha disse:

            E quem está repondo coordenação? Acorda. Não estão fazendo reposição de coordenação. Pelo menos não na minha regional…rsrsrs

      • Idê Maria disse:

        Essa polêmica é perda de tempo e nos desgasta ainda mais! Quem fez a greve de fato fica indignado diante dessas colocaçoes de pelegos camuflados. Na próxima greve todos vao querer fazer o mesmo? Isso eu tenho certeza que não farei po que tenho princípios éticos !!!!!!!!!

        • Jack disse:

          não é perda de tempo. Tem de ser dito. Quem brigar por hora extra é pelego duas vezes. Pelego é muito educado. Vou chamar é de mercenário mesmo…

    • Professor Everton disse:

      O SINDICATO ESTÁ MUITO FOCADO NESTA QUESTÃO DOS DESCONVOCADOS E ESTÁ ESQUECENDO DE OUTRAS MOBILIZAÇÕES IMPORTANTES. E A NEGOCIAÇÃO POR UM PLANO DE CARREIRA MELHOR? COMO ESTÁ INDO? OS PMS E BOMBEIROS RECEBERAM UM AUMENTO NO AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO, E NÓS? COMO FICA? SOFREMOS UM BOCADO NESTA GREVE E ATÉ AGORA NADA…

      • Everton,

        Não é verdade. Acho que você está pensando assim porque publiquei neste blog várias notícias sobre desconvocados na última semana. Só que esta é também uma bandeira do sindicato e nenhuma outra foi esquecida. Eu entendo a ansiedade de alguns para encontrar motivos para a crítica, mas criticar só por criticar eu penso também que não colabora em nada.

    • Luciano Marim Lopes Bogalho disse:

      Eu concordo com o André, porém com a condição de que os benefícios conquistados em um movimento paredista somente seja ofereciso aqueles que realmente participaram, observando as folhas de ponto dos servidores e as listas de participações das assembléias realizadas durante a greve, inclusive as assmbléias regionais.

  2. Hênio disse:

    Se o professor for obrigado a repor então deve sim ser pago, se ficar a critério dele então deve ser pago também.

    NÃO HÁ DINHEIRO QUE PAGUE os resultados que um professor motivado e respeitado gera na sala de aula.

    • Meire disse:

      Concordo com o companheiro André..se vão abrir mão do que os que foram a Luta conquistaram aí tudo bem…,caso contrário é um absurdo…uma verdadeira inversão de valores..cheguei a sentir mal..com essa polêmica…pena não poder expressar meu verdadeiro sentimento…olhe…deixe quieto!!!!

    • Gislene disse:

      Isso mesmo Hênio, fomos obrigados a ir para a escola com a palavra que se aderíssemos a greve seríamos devolvidos e nosso contrato reincidido, agora quer nos obrigar a trabalhar novamente affffff, reponho conteúdo como em outros anos que ocorreu greve e paralisação.

      • Dora disse:

        Colega, o que você deveria fazer era a greve, não deu aula, e agora quer repor conteúdo??? Que profissional é você??? o que deve ensinar aos seus alunos???

  3. isabel disse:

    Desculpem professores que não fizeram greve,principalmente os de contrato,mas vcs deram um tiro no pé !

  4. Isis disse:

    Palhaçada, né!Não existe esta história de greve branca.Ou a pessoa fez greve ou não!Se estava na escola e não estava com o aluno , é óbvio que deverá repor.O cara atrapalha os que estavam em greve e a agora quer atrapalhar a reposição. Brincadeira, hein!!!!É por essas e outras que nossa classe vem sendo cada vez mais desrespeitada!

  5. Pela visão do direito trabalhista, sim. Contudo, pela visão ética e moral, não.

  6. Adriane Carvalho disse:

    Gente, que loucura é essa? A pessoa não participa do movimento, fica na escola sem fazer nada, recebe os benefícios conquistados pela greve e agora ainda quer receber a mais? Estamos perdidos.

  7. Eriene disse:

    De maneira alguma, afinal vai receber tudo o que foi conquistado pelos que lutaram e ainda querem extra, nos poupe de mais esta vergonha. Sendo assim, pelego não deveria receber o que foi conquistado pelos grevistas, dessa forma, eu sou a favor!

  8. professsor josé raimundo dias ferreira disse:

    Eu, professor efetivo que fez greve,fez piquete na porta de escola, participei de todas as assembléias estou sendo penalizado agora pelo imposto de renda.
    Veja: *Pago todos os meses uma média de R$ 500 descontados em folha e na prévia deste mês estou sendo descontado em R$ 1500,00, ou seja, o GDF está me “punindo” em 3x o desconto do mesmo imposto por ter feito greve.
    Procurei na minha regional de ensino uma explicação e me disseram que ainda terei que pagar mais R$ 700,00 já que o desconto correto seria de R$ 2.200,00.
    Com a palavra os excelentíssimos e digníssimos membros da diretoria financeira de meu sindicato….

    • professsor josé raimundo dias ferreira disse:

      Além deste fato, fiz uma pequena pesquisa e pude constatar que praticamente em todas as regionais onde os efetivos fizeram greve está ocorrendo este desconto exagerado.
      Em meu local de trabalho todos os professores efetivos estão sendo penalizados com este grande absurdo…

    • Professor,

      A SEDF garantiu que vai fazer a correção. Que realmente na prévia tinha um problema mas será corrigido.

      • Espero que sim,meu desconto foi de r$ 1700,tivemos um ganho de r$ 200,então acredito que estou no prejuizo,na minha escola disseram que está correto,espero que o sindicato se solidarize desta causa e tente corrigir maiores danos.

        • Já fizemos a pressão necessária nesta semana que passou.

          • Rosinha disse:

            WD, por favor, explique a essa gente que esse debate é inútil. Nosso fim de semana “já é remunerado”, sendo assim, que não fez greve e repõe já está sendo pago. Não existe hora extra na legislação que rege nossa categoria. Discussão inoportuna.

      • Ozarias Mohammad disse:

        Enquanto estamos discutindo entre a categoria se repõe ou não ou se recebe ou não hora extra os policiais já receberam os 200 reais que nós ” conquistamos”! Por que a PM que não fez 54 dias de greve recebeu, já nesse mês, e os professores somente a partir de junho para receber em julho?

  9. iorran disse:

    ALGUMS PROFESSORES DEVEM REAVALIAR SUA ÉTICA PROFISSIONAL
    PORQUE TODOS OS PROFESSORES DEVEMREPOR (REFLEXÃO)

    Antes de qualquer coisa é preciso esclarecer que todos os professores que não lecionaram no período da greve devem repor seu conteúdo e dia letivo. Todos os professores não serão remunerados com horas-extra por trabalhar em outro horário que não o seu, mesmo que no período da greve estivessem frequentando a escola, assinado o ponto, mas não exercendo sua profissão. Várias são as decisões judiciais que apontam nessa direção, ou seja, não trabalhou tem que trabalhar, pois o professor que esta na escola assinando o ponto autorizado pelo diretor, esta cometendo falta grave, alias ambos estão cometendo crime, que segundo o nosso Regime Jurídico Único deveria ser aberto procedimento de investigação administrativa por pois esta atestando que esta trabalhando, quando na verdade esta somente presente no momento da assinatura do ponto, podendo esse servidor ser suspenso ou demitido, além de ter que devolver o salário recebido no período em que ficou sem trabalhar. \
    Não há nada que justifique um professor na escola em momento de movimento paredista que usando de vários subterfúgios, assinando o ponto, mas não ministram aula. Portanto é superada essa discursão, todos que não lecionaram, estando ou não no movimento paredista, devem repor, sem direito a horas-extras.
    Cabe aos gestores Secretária de Educação, que se mostraram tão “firmes e com uma seriedade sem precedentes” em tentar destruir a categoria e enlamear os professores, uma investigação minuciosa das escolas, com relatórios sobre como foram aplicados os procedimentos para os dias letivos de cada uma das mais de 600 escolas da rede, incluindo nesse relatório, quantos professores estavam na escola, quantos alunos por turma, quantos deixaram de ter aulas, quantas aulas foram “subidas” e quantas aulas deveriam ser repostas por professor. Claro que essas “subidas” não devem ser consideradas aulas dadas. Governantes, se querem seriedade, comecem por ai.

    A segunda questão que se coloca é que a reposição é um direito do professor de voltar a sua sala de aula, no seu colégio e ministrar aulas para suas turmas, ou seja, um direito do professor de trabalhar pelo salário que vai receber, caso tenha sido descontado no movimento paredista, ou que já tenha sido sacado devido a acordo pós greve.
    A terceira questão que se coloca é o direito do aluno de ter suas aulas integrais, cumpridos os horários repositórios e com a qualidade que os profissionais da educação do DF já demonstraram em todos os momentos de sua existência nessa capital.
    A quarta questão E o direito que nos professores temos como seres humanos de não nos omitirmos e mostrarmos para a sociedade que jamais usamos os estudantes como reféns, jamais fomos oportunistas e que nosso compromisso moral e ético esta além de toda a máquina de destruição montada pelos governante são longo dos anos para tentar deixar os educadores de joelho, humilhados, querendo com isso que nosso discurso em prol de uma sociedade esclarecida seja, somente um mero discurso vazio, desvalorizando o educador ao ponto da sociedade já não mais respeitar o ambiente escolar.
    Por último devemos repor as aulas perdidas ao longo da greve porque somos homens e mulheres de honra, brilho no rosto e que temos e podemos olhar nos olhos dos nossos alunos e colegas que ficaram na escola e dizer: Estou de volta. Fui e lutei. Você fez a sua parte?

    • Iorran,

      Do ponto de vista jurídico faço uma ressalva: a própria SEDF reconheceu na Circular que o dia de trabalho foi cumprido sim, portanto, ao ter que trabalhar novamente abre ao professor a possibilidade de requerer na Justiça o direito de receber por esta extensão em sua jornada. Estou falando isso, claro, apenas do ponto de vista jurídico. Agora, concordo quando você diz que a direção também é responsável, pois permitiu assinar o ponto como se tivesse um dia normal de trabalho.

      • ProfessorGamaAbismado disse:

        De acordo com o regimento interno, o ano letivo só termina para o professor, após cumprido os dias letivos previstos, ou seja, o professor ao recompor o calendário, não fará juz à acréscimo de salário. Além do mais, tem a questão ética. Cabe a quem ficou na escola, abraçar a reposição juntamente com quem foi à luta.

      • iorran disse:

        WD, como bom aluno de direito que deve ser, faça uma pequena busca as jurisprudência doTJDFT e vai ver que essa discussão sobre pagar hora extra a fura greve que vai repor ao sábado ja esta mais que superada. Alem de repor, não tem direito nenhum a hora extra.

        • Iorran

          Pois não é que desde ontem fiquei extremamente reflexivo sobre este assunto, estudei e hoje cheguei a uma conclusão: realmente a reposição ao sábado não é uma ampliação da jornada, mas a antecipação de um processo que deveria ocorrer no recesso e com a extensão do calendário escolar. Dessa forma entendo que não há o que falar em pagamento de extra.

  10. MAURO FRANÇA disse:

    Acho que esses professores têm mesmo é que ficar calados, trabalhar nos sábados e pedir desculpas a si mesmo diante o espelho, pela vergonhosa atitude de não participar do movimento grevista!

  11. Adriane disse:

    Se ele fez “greve branca” não estava trabalhando! Pelo que eu saiba isso é até ilegal!

  12. Dedo-duro disse:

    Primeiro: os professores que NÃO aderiram a greve, não aderiram, entre outros motivos, porque não poderiam repor depois.

    Segundo: o professor que foi a escola NÃO aproveitou seu dia, NÃO ficou em casa dormindo, e sim ficou a disposição da escola, cumprindo coordenação, dando aula pra quem aparecia.

    Terceiro: Quem é que vai dizer que o professor de fato NÃO deu aula? quem é que vai fiscalizar isso? Vai ficar por conta da própria coordenação/direção escolar? cê sabe que isso não funciona, não é?!

    Quarto: em qualquer movimentação de categoria vai haver os que aderem e os que não aderem uma greve. Fazer com que o professor que DECIDIU não participar DÊ aulas aos sábados é o mesmo que IMPEDIR o seu direito de escolha. Se ele não decidiu participar desse movimento, por que ele TEM que pagar pelas consequencias que tanto evitou?

    Quinto: essa mania de que professor tem que “abrir mão”de receber por horas extras nas reposições REFORÇA o pensamento da sociedade de que EDUCADOR tem que ensinar por amor “pela cidadania de sua sociedade”e esquecer o dinheiro. Se tratassemos a NOSSA profissão como profissão e NÃO como SACERDÓCIO tenho certeza que seriamos mais respeitados.

    • Ct e aprovada estudando para ser feliz disse:

      Concordo plenamente com vc. Acho que essa mentalidade do professor precisa ser renovada, acredito que enquanto nos submentermos a tal papel, estamos nos desvalorizando como profissionais. Talvez seja por esses pensamentos medíocres e por essa desunião da classe que sejamos tão menosprezados pelo Governo. Essa história de trabalhar por amor não pode jamais, mas jamais mesmo sequer ser cogitada. A responsabilidade dos alunos não terem estado presentes na escola deveria ser apenas de seus responsáveis, ou seja, de sua família, que com certeza foi avisada, ou deveria ter sido, de que haveria aula com aquele professor que não aderiu à greve. Portanto, a meu ver, é um desrespeito com o profissional lhe podar o seu direito de escolha e me admiro muito ver colegas apoiando esse absurdo, me envergonha ser professora nesse país, onde o próprio profissional se desvaloriza.

      • Ct e aprovada estudando para ser feliz disse:

        Ah, esqueci de responder…
        Sim deveria receber e com hora extra, ou seja, em dobro. E também deveria ter o direito de não repor, apenas acelerar com o conteúdo e mandar muita, mas muita tarefa e trabalho de casa para que a FAMÍLIA trabalhe junto com esse aluno que por algum motivo ficou em casa, ou talvez nem tenha sido avisada. É preciso que a sociedade nos valorize e que cumpra o seu dever em parceira com a escola.
        Um abraço ao meu amigo Davi de Samambaia, que em luta pela greve teve sua moto roubada no Buriti…Parabéns pelo seu esforço piqueteiro!

        • Dedo-duro disse:

          Mas colega Ct e aprovada….querem justamente TIRAR o pouco de responsabilidade que a família tem e transferir para os professores.

          Mas vamos lá, vamos dar aula para quem não foi a escola porque não quis e vamos seguir as recomendaçòes que só reforçam o comportamento preguiçoso de nossa sociedade:

          – Não aplicar conteúdo novo aos sábados;
          – Não aplicar testes, prova, qualquer coisa REALMENTE importante, porque o pobrezinho do aluno pode preferir ficar em casa dormindo NOVAMENTE.
          – E o mais importante: no final do ano passar TODOS os alunos, porque o pobrezinho pode ter sido prejudicado pela greve e por isso ele pode não ter conseguido estudar nos outros 150 dias letivos….own que pena.

          Esse pensamento, essa ação de DÓ só vai nos levar ao centro da Terra, porque no fundo do poço já estamos.

          Atentem para a novidade: Faça ou não faça greve, vá todos os dias, seja a ÚNICA categoria profissional do Brasil que além de repor dia de trabalho, se o “cliente”não te procurou, fique disponível para ele MAIS um dia da semana, vai que ele resolve aparecer né….

          • proftemp disse:

            Dedo-duro, tudo muito bem colocado! apoiado!!

            • martinha disse:

              É esse tipo de gente, contratos/privatização da educação é que nos causa nojo ao escrever tanta bobagem. Se vocês se empenharem, poderiam fazer faxina todos os dias que receberiam mais como “contrato”. Ou seja, a secretaria cheia dessas coisas que não sabem o que é ser profissional. São vocês que denigrem a profissão, ávidos de ganhar uma merrequinha da SE. Vão procurar outro emprego, cambada de “sem senso profissional”. Vocês não servem para ensinar nada a ninguém. Vão fazer concursos para outra área…

          • Mãe de aluno indignada.... disse:

            Certamente professora seus filhos não estudam em escola pública, pois quando não mandamos os nossos filhos para escola o fizemos em apoio ao movimento grevista, não para eles ficarem em casa dormindo……… Reveja seus conceitos por favor, almenos uma vez pense nos alunos, não somente no seu próprio umbigo………………

    • Dora disse:

      Colega,
      A educação não precisa desse tipo de educador. Quer receber aumento salarial , não quer fazer greve. Assina ponto durante o movimento grevista não dá aula e ainda quer receber hora extra para repor??? Que educador você deve ser????

    • Ray Costa disse:

      Você não deveria ficar escondido(a) por trás de um pseudônimo, se assim procede é porque tem medo e vergonha da sua atitude.

    • Rosinha disse:

      Caro “Dedo-duro”, completo sua fala com um sexto item. Os alunos do ensino médio, ou os de ensino fundamental séries finais se não tiveram aula foi porque não quiseram. Isto porque as escolas informavam os professores que lá estavam. Logo, os próprios alunos abriram mão de seus direitos e isso o próprio governo observou quando flagrou alunos combinando em rede social de não assistirem às aula. E não pensem que era para apoiar greve não, era coisa de adolescente mesmo.Enfim, tinham poucos alunos na turma, mas tinha aluno tendo aula. Hoje, sou contra esse debate porque nas reposições, e eu estou indo, vejo o mesmo quantitativo de alunos frequentando aulas aos sábados. (Pouquíssimos). Logo, não há de se ter dois pesos e
      duas medidas. Se, durante a greve, o reduzido número de alunos não valia como dia letivo, na reposição vai valer?
      Sabe? Acho muita hipocrisia ficar discutindo e agredindo colegas. Fizeram ou não a greve, hoje estamos todos trabalhando e somos a mesma categoria. Não fiz greve, estou repondo, porém não discrimino meus colegas que não o fazem porque não sei os motivos individuais e, existe vida além da escola!

  13. 200510 disse:

    Eu concordo com André Rocha. O professor deve cumprir, no mínimo, 200 dias letivos por ano, então creio eu que o professor que fez “greve branca” deve sim repor as aulas no sábado, e se deseja receber hora-exta por isso abra mão dos ganhos dos companheiros grevistas. No momento de greve eles também não deram aula assim como os grevistas, então nada mais justo que eles reponham estas agora, já que todos vamos receber os ganhos da luta da categoria.

  14. André Rocha disse:

    Sugestão para quem quiser ajudar, principalmente quem não mexeu um dedo em favor da categoria (abra mão e doe!):

    http://www.abrigodoidoso.com.br/doacoes.html

    http://www.abrapec.org/doacoes.html (tem sedes em outras cidades, inclusive em Taguatinga).

    • Dedo-duro disse:

      Achei engraçado isso de “doação”, porque além das péssimas condições de trabalho, da falta de saúde, da falta de perspectivas, tem-se que doar o pouco que se tem….

      Pode ter certeza, André: se o governo nos sacanear novamente, e vai acontecer porque este governo não presta, NÃO irão aderir a uma nova greve justamente por causa dessa reposição ridícula que só serve para inglês vê.

      • André Rocha disse:

        Dedo-duro, (é estranho “dialogar” com um dedo, ainda mais duro, mas se queres ser “algo” desconhecido é um direito seu!) Não creio que doar a quem é menos abastado que a gente seja engraçado, mas, infelizmente tem quem ache graça…
        Se acha que a reposição é só para Inglês ver, das duas uma, ou você é “pelego” ou faz as vezes de repositor irresponsável!
        Com relação à doação, sugeri para QUEM QUISER… NINGUÉM tem de doar nada, tampouco você! Sem mais, “colega”.

        • Dedo-duro disse:

          Se a SEDF disser que pode aplicar avaliações, conteúdo novo, exercícios durante a reposição sem a necessidade de fazer tudo novamente durante a semana eu BOTO FÉ de que a reposição vale a pena!!

          Agora, me digam, todos vc’s, qual a responsabilidade do aluno diante disso tudo? da família? se todos foram devidamente avisados sobre quem estaria em greve ou não, NÃO sei por que o professor que ficou a disposição TEM que ficar mais uma vez!

          • Ray Costa disse:

            Dedo-duro, responda apenas por você. Na nossa escola estamos dando aula normalmente e os nossos alunos estão com frequência normal. Creio que nas outras escolas também. Se quiser conferir, trabalho no CEF-Fercal/Sobradinho.

          • Luciano Marim Lopes Bogalho disse:

            Imagine colega se o governo deixar de te pagar os finais de semana remunerados, assim se o GDF deixar de te pagar eu creio que sua afirmativa estaria coerente com aquilo que esta estabelecido pelo nosso Regime Jurídico Único do GDF, mas como recebemos por estes finais de semana na garantia do cumprimento dos 200 dias letivos, devemos sim nos dispor a repor mesmo tendo cumprido as horas de trabalho em um movimento grevista. Pois recebemos um salário o qual é relacionado por hora aula de trabalho, se a aula não foi dada, a hora que é vinculada a aula não pode ser contada, assim infelizmente sua visão em relação a disponibilidade, que aqui no GDF se for 40H é exclusiva, terá que repor sem reclamar, quem foi para a escola e não ministou aulas, deu um tiro no pé como disse uma colega em post anterior a este. Abc e boa reposição.

  15. henrique disse:

    Acho que não deve receber salário extra, pois na verdade, ele tá repondo aulas e não dias parados, se ficou na escola é por que é covarde, não tem coragem de lutar pelos seus direitos. Tem mais é que repor e não rec eber nada por isso. E o sindicato nem deve brigar pra que essas pessoas tenham esse direito de receber salário extra.

  16. Professor Cei disse:

    WD, no outro post questionei sobre a possibilidade de reposição de carga horária e ainda não obtive resposta, para escolas em que poucos professores aderiram à greve, mesmo assim deve-se repor cada dia ou pode ser elaborado horário especial?
    Quanto à greve branca, no caso da minha escola, em específico, no noturno os alunos foram informados que todos os professores parariam na primeira semana e que depois retornariam, mandamos e-mails, telefonamos e mesmo assim eles optaram por não comparecer. Os professores não dispensaram os alunos e cumpriram seus horários. Acho que o sindicato deve rever esse caso com cautela, pois o correto seria que ninguém saísse lesado após o movimento, nem quem parou, nem aqueles que optaram por motivos diversos, (creio que não nos cabe questioná-los) não aderir à greve. Que pelo menos haja um debate sobre uma forma alternativa de reposição, que não comprometa todos os sábados até o fim do ano e que não represente prejuízo aos alunos e professores. Como o próprio WD disse, do ponto de vista jurídico o professor trabalhou, inclusive assinou a folha de ponto, vai chover processo sobre esse assunto.

    • Prof,

      No documento da SEDF está claro que a reposição é do dia letivo, não apenas do conteúdo.

      • Professor Cei disse:

        Não, WD. Acho que não me fiz claro suficiente. Eu quero saber se é possível, em escolas que poucos professores fizeram greve, para que o aluno não tenha somente 2 aulas, ou menos por dia, se há a possibilidade desses alunos não terem horários vagos, mas que se elabore um horário especial para que o aluno tenha os 6 horários somente com os professores que estavam em greve, compensando os horários dos que deram aula normalmente. Não é reposição de conteúdo apenas.

        • Eu entendo que sim, até mesmo por uma questão de economia para alunos e professores, segurança e uma forma de garantir mais presença dos estudantes. Na área específica, o correto é garantir a forma que proporciona a reposição de todas as aulas com déficit e garante a maior presença de alunos.

  17. Marta disse:

    Washington, eu quero te deixar uma pergunta, assim que vc ler por favor me responda…
    e´o seguinte:
    assim que saiu o resultado em 2010, dos aprovados no concurso, saiu meu nome no diário oficial para 20 horas, sendo que minha classificação foi 285…
    quero saber se vc sabe me informar se eu ainda estou classificada?
    pois me disseram que que para 20 horas não passaram tantos assim.. Isto é verdade?

    vc sabe me dizer se eu na colocação 285 para 20 horas fiquei desclassificada? eu preciso muito saber.. agradeço muito sua atenção.. bom domingo…

    • Profa LP disse:

      Marta, vc foi convocada na época para entregar títulos… Para dar a pontuação final? Dá uma lida no edital do resultado, lá diz quantos eles convocaram para o resultado final. Abc

      • Profa LP disse:

        Marta, entra no site da Funiversa. Procura: concursos encerrados e lá procura o resultado final. Abc

  18. Tony Gordo disse:

    Não deve, é um grande acomodado e metido a esperto deveria ter feita a greve conosco e não pensar em si mesmo.

  19. Sila Gláucia disse:

    Concordo também com o colega André Rocha. Recebeu e não trabalhou? Então trabalhe agora na reposição. Ficar à disposição não é nossa função,dar aulas sim.Caso contrário,se a moda pega…a pelegada vai fazer a farra na próxima vez.

    • Dedo-duro disse:

      Gente vocês estão cegos????

      Esse pessoal que vc’s chamam de pelegos são nossos colegas de profissão, e num momento em que a categoria está em crise com o governo, ficar menosprezando quem não agiu como a gente, ficar colaborando com aluno preguiçoso, vai causar um racha que vai por o processo construído até agora NO CHÃO.

      Cada pessoa tem seus problemas, a gente nào pode julgar quem não aderiu a greve porque não sabemos a realidade delas.

      Agora uma questão: por que os pais que não mandaram seus filhos para escola não foram advertidos???? Não podemos deixar que o sistema penalize sempre os professores!

      • Luciano Marim Lopes Bogalho disse:

        Imagine colega se o governo deixar de te pagar os finais de semana remunerados, assim se o GDF deixar de te pagar eu creio que sua afirmativa estaria coerente com aquilo que esta estabelecido pelo nosso Gerime Jurídico Único do GDF, mas como recebemos por estes finais de semana na garantia do cumprimento dos 200 dias letivos, devemos sim nos dispor a repor mesmo tendo cumprido as horas de trabalho em um movimento grevista. Pois recebemos um salário o qual é relacionado por hora aula de trabalho, se a aula não foi dada, a hora que é vinculada a aula não pode ser contada, assim infelizmente sua visão em relação a disponibilidade, que aqui no GDF se for 40H é exclusiva, terá que repor sem reclamar, quem foi para a escola e não ministou aulas, deu um tiro no pé como disse uma colega em post anterior a este. Abc e boa reposição.

  20. Professor Santa Maria disse:

    Devemos ter muito cuidado com nossas falas, pois as vezes falamos coisas que podem ser usadas contra nós. Se o professor é obrigado a cumprir no mínimo 200 dias letivos, então aquele que apresenta atestado médico deve repôr esse dia?? Concordo que quem ficou na escola sem dar aula, deva fazer isso agora, mas cuidado com os argumentos…

  21. proftemp disse:

    É isso aí, um partido que lutou contra a ditadura agora passa a ser autoritário e ditador. Como disse o prof CEI, cada um teve os seus motivos para aderir ou não a greve e não cabe a ninguém julgar. Uma professora, mãe solteira de 3 filhos não pode se dar ao luxo de ficar sem salário por 2 meses, afinal, quem vai pagar as despesas de sua família? E aqueles q dependem de babá para ficar com seus filhos enquanto trabalham, sendo que, durante a greve, a baba já foi paga porque o professor(a) teve q ir a escola? como pagar a baba novamente aos sábados sendo q o professor(a) não receberá por ter que trabalhar novamente?! e o professor que precisa dos finais de semanas livres para fazer uma especialização, um mestrado ou qualquer outro curso de qualificação, necessidade essa porque não conseguiu redução de carga ou pq é CT e não tem o direito de redução de carga assegurada?
    Insisto em dizer que em muitas escolas os professores temporários não tiveram a opção de greve, se parassem não poderíamos ter assinado a folha de ponto e nosso contrato poderia até ser rescindido (pelo menos foi o que passaram para nós). Nem o sindicato conseguiu nos dar uma posição quanto a isso. Não temos culpa dos alunos não quererem ir para escola assistir 2 aulas, eu não disse a nenhum deles q me recusaria a dar aula. Acho equivocada a ideia do colega de que agimos de forma ilegal pq assinamos a folha de ponto mas não trabalhamos, quer dizer q nossas vidas estão inteiramente nas mãos dos alunos? Eles que vão dizer então se eu devo ou não receber meu salário? Eu estive na escola disposta a dar aula, não dei aula pq os alunos nao quiseram ir. Não agi de má fé. Acho sim que os professores que não aderiram a greve deveriam receber as horas extras de trabalho e ainda optar por repor aos sábados ou não. Estamos ou não em uma ditadura? Outra pergunta, os alunos que não podem frquentar a escola por motivo de doença ou gravidez tem o direito de continuar estudando mesmo não frequentando “o dia letivo”, pq os professores não grevistas não podem fazer reposição de conteúdo?

    • Dedo-duro disse:

      Os professores que estavam disponíveis antes têm que ir e os pais continuam isentos de se responsabilizarem por alguma coisa quando o assunto é educação….

      • Isis disse:

        O problema é que em muitas escolas , os professores que estavam lá, não estavam realmente trabalhando com o aluno… Quando chegávamos lá para fazer o convencimento alegavam que não os chamariam e só não entrariam em greve efetivamente por terem medo da recisão do contrato( o que de fato não ocorreu, e nem ocorrerá se tivermos um número bastante expressivo em greve). Agora estes mesmos professores querem alegar que trabalharam , como assim?!
        Se infelizmente tivermos que retornar a greve, o que os professores “não aderentes ao movimento paredista” farão?Ajudarão a sua própria classe a defender seu plano de carreira ou ficarão na escola ?
        No governo Cristovam(minha mãe estava em greve e eu estudando no Elefante Branco)e o governador foi à TV para dizer que se os professores não retornassem , iria pagar escolas particulares para os alunos…(pressão sempre existe e sempre existirá…)

    • Dora disse:

      Quando não se quer fazer greve, há desculpa para tudo, na hora de fazer a reposição, o professor que fez a greve branca, não deu aula , recebeu salário e ainda quer receber horas extra para repor e diz que repor é ditadura. Colega você não sabe o que é ditadura!!! Isso é democracia, a greve foi decidida em assembléia, e você deveria ter acatado.

      • proftemp disse:

        Se eu não tenho opção de escolha é autoritarismo sim, e a senhora acabou de ser me obrigando a entrar em greve sem saber qual é a minha realidade. A greve é um direito do trabalhador que pode ou não ser acatada. Se eu, por diversas razões que não cabe a ninguém julgar (porque se cortarem minha luz ou me despejarem, nem o sindicato e nem os meus colegas grevistas irão pagar minhas contas) não aderi, não posso ser massacrada, menosprezada, diminuída e nem ser considerada a escória da sociedade como muitos estão fazendo. Não estamos em um estado de direito? Os professores exigem respeito do governo mas não respeitam seus próprios colegas.

        • melissa disse:

          Existem inúmeros motivos para não se fazer greve,sou contrato temporário não posso fazer,porém muitos estavam na greve,sou mãe solteira não tenho como pagar as contas,muitas mães solteiras estavam na greve,tenho dividas a pagar,milhares de endividados estavam na greve,diante dos inúmeros motivos que alguém possa arrumar para não fazer greve,vou lhe dar só um para fazer,esta é a única forma que o governo nos ouve,a conquista foi irrisória sim,vcs não nos respeitaram,ao contrário deram as mãos ao governo,caso não tivesse feito a greve me sentiria diminuida,fracassada,inativa,sem condições de olhar no espelho,agora tenho orgulho,de ter contribuido todos os dias por esta conquista insuficiente,mas que tem gosto de sangue e suor,de garra,de determinação,somos guerreiros,e nós sim merecemos respeito e gratidão.

  22. morena disse:

    Toda essa polemica é simplesmente ridícula e reflexo do nâo reconhecimento do papel do professor na Sociedade brasileira. Vejam que os próprios professores não reconhecem seu valor em uma sala de aula posto que estão aos berros afirmando que já realizaram seu trabalho sem atender a nenhum aluno, motivo da sua existência. Batem no peito e gritam que já cumpriram com suas responsabilidades permanecendo em uma sala de professores esperando o relógio marcar o horário da saída. Professores, abrir mão do direito de repor as aulas de nossos alunos será o mesmo que dizer para todos: vocês estão certos não merecemos nenhum reconhecimento pelo que fazemos.

  23. Renato disse:

    Para mim essa é uma questão muito simples: Tem que ter reposição sim, de todos. Trabalhamos com dias letivos e não com cumprimento de horário administrativo. Está fora de cogitação dar o golpe na reposição. Tô sabendo de escolas em que apenas os grevistas estão repondo, rolando farra de abono, LTS e outros afastamentos aos sábados. Temos que fazer do sábado um dia normal com aula mesmo, avaliação e tudo que tem direito. Nada de festinhas e reuniões “pra inglês ver”. Temos que repor com dignidade pra ter o respeito da comunidade. Isso vale para todos. Se formos pensar nessa lógica de que quem fez greve branca não deve repor porque “cumpriu horário” (que todos sabemos que não foi bem assim) isso quer dizer então que nos dias de reposição não teremos porteiros, merendeiros, direção, afinal eles também não fizeram greve e não receberão hora-extra.

    • Renato,

      Eu penso que o problema mais uma vez é a forma como a SEDF faz a comunicação. Se eles tivessem deixado claro que a reposição aos sábados é um acordo para evitar repor no recesso ou ter que ampliar o calendário para janeiro, talvez muitos entendessem a lógica estabelecida no calendário de reposição e essa discussão de hora extra nem existiria.

  24. Cíntia disse:

    Para os professores que não aderiram a greve e não tiveram o número suficiente de alunos fica difícil arcar com despesas extras. Para recompor o dia letivo todos os sábados até o fim do ano estão comprometidos. Seria também muito egoísmo achar que é obrigação do professor fazer as reposições sendo que muitos já tem o salário comprometido com despesas, fora aqueles que não podem trabalhar nos sábados. Será que professores que comprovarem que são adventistas e não aderiram a greve serão obrigados também a fazer reposição? O aluno tem o direito de optar e os professores não? Para muitos professores grevistas isto pode ser bom por soar como “punição”, mas participar da greve é obrigação ou opção?

  25. Prof Matemática convocado pra CT a não pra Efetivo disse:

    Fui obrigado a trabalhar sob pena de ter contrato rescindido, queria muito estar de greve, mas me ameaçaram assim. Portanto tenho direito a hora extra sim!

  26. Ct e aprovada estudando para ser feliz disse:

    Eu só defendo os CTs que não podem ser punidos, pois não tiveram direito à greve, é simples e claro.

  27. prof do Recanto disse:

    Sabia que vc não iria colocar o meu comentário, afinal a verdade dói, não é?

    • De jeito nenhum. Estou até preparando uma resposta. Mas antes eu gostaria que você me falasse quem nesta Secretaria de educação tem mais coragem de criticar, de cobrar, de exigir deste Governo do que eu. Aliás, se tem uma coisa que quero desta gestão, especialmente na Educação, é distância. Foi assim que tive todas as condições de fazer a luta e continuar fazendo sem que ninguém tivesse coragem ou argumento para questionar minha legitimidade neste processo. Se bem que pessoas como você e a alta cúpula até tentaram, mas não tiveram coragem de fazer o enfrentamento.

      Sei que você vai continuar reclamando, mas pode contar com o meu posicionamento crítico até o último dia desta gestão.

  28. Maria Lopes disse:

    Eu gostaria de saber também o que o SINPRO está fazendo com relação a esta situação. Já que acredito que o sindicato defenda o interesse da categoria como um todo e não somente de uma parcela.

  29. É lamentável quando a discussão toma esse foco horizontal que enfraquece qualquer movimento, mostrando a fragmentação da categoria. É mais conveniente para os governos que os professores se encarreguem de destruir uns aos outros, por que brigar por tão POUCO???

  30. Flavia disse:

    WD,
    Nos casos dos professores que não fizeram greve e que atenderam a quantidade minima de alunos e seguiram a recomendação do PROEDUC enviado para as escolas. Esses terã que repor dia letivo?? A circular não é clara…

  31. Paulo disse:

    Teve escola que mandou os alunos irem para casa e os fura-greve ficaram na escola sem aluno.
    Foi uma opção da escola dispensar os alunos e é justo reposição para os alunos.

  32. Junior-Geografia. disse:

    RESUMINDO….

    O GDF QUER RACHAR NOSSA CLASSE…

    E estamos caindo iguais patinhos…

    O pior é muita gente apoiando o governo nessa…

    LEMBRANDO que… Quem fez dessa vez, PODE precisar NAO fazer em outra oportunidade (problemas particulares, doença, entre outros motivos…).

    Então, temos que entrar em um consenso…

    Vai ficar ENVIÁVEL futuras greves…

    Uma coisa e não aderir a greve a outra e votar CONTRA entrar de GREVE, é o que pode acontecer com essa agora…

    Sei que existem fura-greves e tal, MAIS QUEM POR EVENTUALIDADES maiores não puderam aderir a greve? COMO FICAM?

    • Junior-Geografia. disse:

      Sem citar nomes…

      Conheço um colega nosso, que esta com o irmão em fase terminal de cancêr, e sua família tem um gosto em torno de 12 MIL mensais com hospital, remédios…

      E ele nao pode aderir a greve… Como fica essa questão???

      Aos que defendem isso, como se TODOS que nao aderiram o movimento são FURA-GREVES…

      Temos que pensar que podemos viver uma situação dessa no futuro… Ou alguém aqui acha que não?

      Nao poemos aceitar essa do GOVERNO, não!!

  33. Francisco disse:

    Antes deu eu aderir, por exemplo, a um movimento grevista eu avalio os prejuízos que eu e as partes (no caso, alunos e GDF) terão ao longo da greve e depois dela.
    Fazer greve é se opor, não fazer é aceitar tudo que é de ruim (baixos salários, precariedade das escolas, falta de estrutura, más condições do trabalho e do ensino, desvalorização…) que está acontecendo com a educação no DF e até no Brasil.
    Se professores, alunos e pais estão satisfeitos ninguém faz greve ou reclama. Agora, se alguma parte está insatisfeita é porque algo está errado.
    Quem decide pela greve, o tipo de greve é a categoria em assembleia. Pela greve “branca” não foi decidida, mas creio não ter sido a intenção da grande maioria que não aderiu ao movimento em assembleia.
    Ora, teria sido muito melhor para o governo nesse momento, melhor para os alunos também nesse momento, ruim para os professores e péssimo para a educação, futuramente.. O GDF, nem governos anteriores têm cumprido com as promessas de campanha eleitoral.
    Quando se faz greve quem mais sofre são aqueles que dependem dos serviços de quem fez. É impossível fazer greve sem que alguém saia perdendo num determinado momento. Mas se ninguém fizesse greve, reclamasse e só aceitasse era porque tudo estava justo, correto, cumprido.
    Portanto, acho que quem fez greve “branca” sem intenção tem que repor, mas que seja remunerado pela reposição. Os que fizeram com intenção também têm que repor sem remuneração extra.
    Como seria difícil para o GDF separar o joio do trigo, o melhor seria que todos recebessem, pela greve “branca”, remuneração extra.

  34. Cris disse:

    Sou contra os professores da “greve branca” serem pagos para ministrar aulas aos sábados. Se isso ocorrer, ninguém mais fará greve como a que eu fiz, de não ir à escola. Todos os colegas que eu conheço,que não paralisaram, alegaram que estavam sem dinheiro, sem margem para pegar empréstimos… Se forem remunerados agora, não vão paralisar jamais!

  35. iorran disse:

    Simples, quando de uma greve, se nao trabalha com o aluno, que é o papel do professor, corta-se o ponto estando ou nao na escola. Se o professor for furar a greve que anuncie na escola com antecedência que vai dar aulas e que os alunos devem vir para a escola assisti-lo e não ficar espertamente esperando que o aluno desapareça para vir com esse discurso absolutamente anti-ético de que estava na escola e que o aluno que nao quiz vir. Poupe nos essa cara de pau dadores de aulas, pois professor jamais ventilaria essa hipotese cretina.

  36. J. Carlos disse:

    O servidor estava, no mínimo, à disposição! É claro que deve receber hora-extra ao fazer as reposicões, pois não deixou de ir ao trabalho. O MPDF e a Secretaria de Educação não conhecem as leis?

    • J.Carlos,

      Eu pensava assim, mas tem um detalhe interessante que precisa ser levado em consideração: Se a reposição fosse no recesso ou durante as semanas de janeiro, fruto da extensão do ano letivo, não teria esta discussão sobre pagamento de hora extra. O Governo pode sim convocar para trabalhar sem que se caracterizasse horas de trabalho a mais. O fato da reposição acontecer no sábado não significa uma ampliação da nossa jornada, mas uma antecipação de uma reposição que deveria ser feita com a extensão do ano letivo e no recesso, possibilitando assim a normalidade das férias em janeiro. Dentro dessa lógica, penso que não há o que falar em pagamento de hora extra.

      • Rúbia disse:

        WD
        Mas você está esquecendo de um detalhe importante:Nossa jornada de trabalho é de 40 horas semanais e trabalhar aos sábados(para quem fez grave branca),mesmo sendo antecipação,aumentaria a jornada.Trabalhar no recesso mantém a jornada de 40 horas semanais.Estou errada?

        • Em parte você está certa. Mas a questão é a seguinte: é melhor antecipar a reposição em alguns sábados ou trabalhar durante o recesso e em janeiro? Se o trabalho no sábado é uma antecipação do que deveria ocorrer no recesso ou em janeiro, então não é ampliação de jornada.

          • proftemp disse:

            WD, no caso dos professores temporários, se fosse prorrogado o ano letivo até janeiro de 2013, o nosso contrato seria prorrogado também? porque se não fosse, aos temporários, caberia pagamento de hora extra aos sábados, já q o contrato não seria prorrogado até janeiro e os contratos temporários não receberão pelo mês de janeiro/2013, seguindo o seu raciocínio de reposição de aulas aos sábados como antecipação de janeiro.

  37. Ans disse:

    Desculpem-me a pergunta, mas o concurso para professor realizado em 2010 foi realmente prorrogado ou isso ainda não passa de um TALVEZ?
    Obrigada
    Ana

  38. Paulo disse:

    Ou está de greve ou não está.
    Ficar na escola com os portões fechados….

  39. Matheus disse:

    O SINPRO representa somente os professores que fizeram greve ou seus filiados, heim WD ?

    • O Sinpro representa toda categoria. E cabe ao sindicato zelar pelos direitos trabalhistas de todos, mas também em não deixar a imagem da categoria enfraquecer perante a Sociedade, que no fundo é de fato nosso patrão.

  40. Mary disse:

    Não fiz greve, sou readaptada, se eu nao fizer a reposição, onde a escola colocará na folha de ponto a minha “falta” ?

    • iorran disse:

      Creio que nao será colocada em lugar nenhum sua falta professora Marly, no entanto esta claro em nossa jurisprudência que a recusa do professor em repor a aula podera ter seu dia descontado, ou se formos discutir extremadamente, o GDF pode simplesmente cancelar o recesso de julho e dezembro e adentrar em janeiro para que os professores cumpram os dias letivos durante a semana e ai nao haveria nem cogitação de horas-extras.
      TJPR – Apelação Cível AC 7579886 PR 0757988-6 (TJPR)

      Data de Publicação: 3 de Maio de 2011

      Ementa: APELAÇÃO CÍVEL PROFESSORES MUNICIPAIS HORA EXTRA NÃO DEVIDA, POSTO QUE O LABOR EM QUESTÃO DIZ RESPEITO A MERA REPOSIÇÃO DE AULAS NÃO MINISTRADAS NO TEMPO DEVIDO, EM FUNÇÃO DE GREVE DA CATEGORIA REMUNERAÇÃO QUE NÃO DEIXOU DE SER PAGA DURANTE O PERÍODO DE PARALIZAÇÃO CIRCUNSTÂNCIAS QUE DESCARACTERIZAM O TRABALHO EXTRAORDINÁRIO PRECEDENTES DO TRIBUNAL RECURSO DESPROVIDO. . ACORDAM os Srs. Desembargadores integrantes da Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, por unanimidade.

      • Maria Lopes disse:

        Caro iorran, já procurei algumas jurisprudências sobre o caso, e li inclusive essa que você citou. Devo ressaltar que a postada acima, não abarca o mesmo caso que o nosso. Somente para constar, para que não haja interpretação erronêa.

  41. Mary disse:

    Não fiz greve, sou readaptada, se eu nao fizer a reposição, onde a escola colocará na folha de ponto a minha “falta” ? hein WD ?

  42. prof Marcelo Nobelino... disse:

    Se for para fazer greve branca e não repor , todos deveríamos fazer do mesmo jeito,ou o Sindicato abre um racha de fato, quem fez a greve é sindicalizado tem direito aos benefícios da luta, se não é sindicalizado que se sindicalize ou procure a justiça para garantir os seus direitos, por que um sindicato que vive da contribuição dos professores sindicalizados tem que apoiar os que não são?eles que se virem…..

  43. Paulo disse:

    Ética profissional é difícil de discutir, vai da individualidade de cada um.

    • rosângela costa disse:

      Paulo,

      a Ética, seja ela profissional ou não, não depende da individualidade, pois se for postura individual, é qualquer coisa, menos Ética. Daí, ser difícil discutir ética com quem não a tem, ainda que seja tão somente como conceito filosófico.

  44. Cíntia disse:

    WD a maoiria dos professores estão concordando que se o professor estava na escola e os alunos não compareceram não houve dia letivo. Portanto nas reposições quando um número muito pequeno de alunos aparecerem para as aulas não será também considerado um dia letivo? Isso está acontecendo, tem turmas que apareceram 3 alunos para as aulas e o professor estava lá a disposição no sábado. Se fica condicionado a presença do aluno ter ou não ter dia letivo como ficará a reposição da reposição? Sem aluno, sem dia letivo e o professor obrigado a mais um dia estar a disposição. Porque não deve haver dois tipos de tratamento. Não estou nesse caso dos professores que fizeram a “greve branca”, mas os argumentos usados aqui abrem precedente para questionar o dia de trabalho do professor que foi repor e não teve a presença dos alunos.

  45. André Henrique disse:

    Após ler todas as matérias, para mim fica claro que este sindicato é parcial e não representa a categoria como um todo, não fiz greve por motivos pessoais, que não tenho a mínima intenção em expor aqui, a escola não se empenhou e rebanhar os alunos, mesmo sabendo que estávamos a disposição para trabalhar e agora querem colocar em discussão tal situação. Quem define o que vai ser feito é a lei, que DEVE ser cumprida e cabe aos interessados buscá-la, quer com ou sem o apoio deste sindicato. Teremos eleição de sindicato. FIQUEM ATENTOS.

    • Pois é André,

      Por outro lado, não acho que seja decente para um sindicato de professores como o nosso não defender a reposição. Isso, por exemplo, eu não disponho a fazer. E ficarei muito decepcionado em ver alguma chapa ganhar defendendo a não reposição das aulas. Isso só diminui as nossa categoria. Quanto ao dia da reposição, se fosse durante o recesso ou a ampliação do ano letivo para o fim de janeiro nem teria esta discussão, pois aí todos teriam que trabalhar sem problema nenhum. Repor aos sábados é um acordo, visando a garantia da semana de recesso no meio do ano e o período de férias em janeiro. E saiba que isso não foi coisa da Diretoria, mas da própria categoria que reunida em plenária assim definiu.

  46. Ray Costa disse:

    Tem fura-greve que sequer começou a repor e quando entrou em discussão a questão da ética e do compromisso com o aluno, sentiu-se ofendida e está ameaçando processar por assédio moral a qualquer pessoa que fizer comentários dessa natureza.

    • rosângela costa disse:

      Ray,

      a Ética, seja ela profissional ou não, não depende da individualidade, pois se for postura individual, é qualquer coisa, menos Ética. Daí, ser difícil discutir ética com quem não a tem, ainda que seja tão somente como conceito filosófico.
      Aos ofendidos, mande-os estudar o que é, de fato, assédio moral, e os desafie a acionarem a jutsiça, pois imoral é receber por umn serviço que não foi prestado. Das duas, uma: ou o judiciário manda fazer o serviço (repor o produto aula), ou manda devolver o dinheiro pela não prestação desse serviço. Em uma relação de consumo, seria esta questão resolvida no âmbito do PROCON. Entretanto, se for na área cível, daria para os alunos , desses professores que se negam a repor, moverem contra eles uma ação de obrigação de fazer. Garanto para você que ficarão murchinhos….

      • Dedo-duro disse:

        Bah…na prática: ninguém vai fiscalizar nada! muitos professores na greve branca não lançaram faltas….onde trabalho nem neste assunto tocam.

  47. Professor Adriano disse:

    A greve foi dos PROFESSORES, portanto os PROFESSORES devem repor. A greve foi legal e legítima e amplamente divulgada e apoiada por diversos setores da sociedade, inclusive pelos ESTUDANTES. Neste momento os ESTUDANTES não podem ser penalizados de forma nenhuma, ou seja, os PROFESSORES vão repor todos os dias da greve.
    Parabéns à Secretaria de Educação por esse entendimento, precisamos agora nos unir para que nossos estudantes não fiquem ainda mais prejudicados por aqueles que, teimam em contraria, a lógica, mesmo conhecendo o silogismo pelo qual é possível concluir que “os professores das escolas públicas do DF estão em greve, Fulano é professor da escola pública do DF, logo, Fulano está em greve”.

  48. Norma disse:

    Os prefessores que fizeram a greve branca devem repor = aos outros, pq os outros trabalharam ( na greve ) e vão ter que repor. O pagamento de todos: as conquistas da greve.

  49. Franzinha disse:

    Brincadeira… é por estas e por outras q esta categoria é desvalorizada! Esta discussão nem era para existir se houvesse um mínimo de ética e compromisso de quem fez a “greve branca”,(sei que não são todos).Sem falar que já temos o fim de semana remunerado como foi citado acima. “Este jeitinho oportunista” p/levar vantagem é o mesmo q certos políticos usam p/dilapidar o erário!

  50. Tem muito fura greve que alegou respeito aos alunos o motivo de não participar da greve e agora tá reclamando de repor aos sábados. Interessante.

    Olha, quem não respeita o colega, a categoria, uma decisão tomada pela maioria,vai respeitar aluno? Uma pena, pq geralmente são essas pessoas que reclamam do sistema.

    Entendo que as pessoas não entrem em greve por questoes financeiras pessoais. Mas primeiro: essa greve estava cantada desde o ano passado.Segundo: Não teve um mês, um misero mes de corte total de ponto! Organização é uma coisa que cansamos de pedir aos nossos alunos. Faça o que eu digo e não o que eu faço?

  51. Prof Cesar Santos Ceilandia disse:

    Voce ser curto. Tem que repor, inclusive quem “lecionou” para poucos alunos. afinal que conteudo ele repassou se os alunos nao estiveram lá. REPONHA.

    • proftemp disse:

      prof Cesar Santos ceilandia, o senhor leu o comentário da Cíntia acima? se não, eu te pergunto: estamos repondo ao sábado, se estiverem 3 alunos em sala de aula (o que aconteceu comigo), o senhor considera um dia letivo reposto? ou esse dia não contará e será marcado um outro sábado quando (um dia e se tiver) mais alunos estiverem presentes e aí sim poderemos contar como um dia letivo?

  52. Cris disse:

    Os professores que fizeram a “greve branca”, em sua maioria não cumpriram todo o seu horário dentro da escola e não fizeram coordenação. Isso é fato!

    • proftemp disse:

      Cris, eu cumpri TODO O MEU HORÁRIO. Entrei as 8:00 e saí as 18:15! Sou professora temporário, à época da greve não tive garantias por parte de ninguem de que o contrato não seria rescindido ou que se entrássemos de greve, mesmo não recebendo o salário no mês, receberíamos quando fizéssemos as reposições aos sábados. Para os professores temporários foi uma decisão muito difícil. Claro que tiveram os que arriscaram de ficar totalmente sem salário, ou aqueles em que a escola deu garantias, permitiu que mesmo em greve que assinassem a folha de ponto (e agora, esse sim TEM que repor aos sábados). Onde trabalho não tive essas garantias e por isso, estive a disposição dos alunos que não apareceram e fiz minhas coordenações normalmente.

  53. Eva disse:

    Não fiz todos os dias da greve, voltei antes, e como os professores gostam de nos chamar, sou fura greve e nesse momento me arrependo de não ter feito até o fim, já que no fim das contas vou ter que repor mesmo! Garanto que na proxima assembleia, se for decidida a volta da paralisação eu estarei mais do que junto!
    Não vejo problemas, nem éticos nem legais em repor os dias letivos, já que tive 1, 2, ou 3 alunos no noturno. Mas veja bem, sou professora da EJA, meus alunos estavam cientes do meu retorno a escola, no entanto constatei que eles não estavam assistindo nem mesmo as aulas dos outros professores que não aderiram a paralisação e que estavam na escola cumprindo seu horário e à disposição dos alunos.
    Ou seja, não foram porque não quiseram, já são bem grandinhos para decidirem ir ou não a aula.
    A questão que me deparo agora, independente dos xingamentos que já vi aqui ou dos bla blas da discussão, é que: caso esses mesmos alunos, decidam pela segunda vez não comparecer às aulas no sabado a noite….tanto eu como os que fizeram greve até o fim, deverão remarcar suas aulas e repor o dia letivo novamente? Me pergunto nesse caso, quando vai ser encerrado o semestre….rs
    Eu não entendo muito bem de leis, mas acho que tal decisão por parte do GDF abre precedentes para tanto alunos quanto pais de alunos que decidem deliberadamente não comparecer ou levar seus filhos às aulas, exigerem que o professor reponha o dia letivo, afinal, professor nesta portaria (grevista, pelego ou fura-greve) não tem razão não é?!

  54. GLÁUCIO ANACLETO DA SILVA disse:

    GLÁUCIO ANACLETO DA SILVA

    NÃO FIZ GREVE

    NÃO VOU REPOR NADA
    JÁ RECEBI O DINHEIRO DOS MESES DE GREVE

    TENHO 20 HORAS SEMANAIS CONTRATUAIS

    VÃO ME PAGAR MAIS DE 20 HORAS SEMANAIS

  55. Andrea Araujo disse:

    Sou mãe de aluno e gostaria de saber se no período de recesso (para os professores que nao aderiram a greve) os professores que estão repondo as aula poderão aplicar provas, pois tenho dois filhos e um está em período de reposição de aula, planejei férias, reservei hotel, e para minha surpresa, vão aplicar prova justamente no período de recesso inicialmente previsto.

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