POLÊMICA: Metas educacionais voltam a apoiar classes só para deficientes

02/06/2012

fonte: IG

O Plano Nacional de Educação (PNE) ganhou metas diferentes das propostas pelo Ministério da Educação no Congresso Nacional. Se o texto for aprovado como está, as classes exclusivas para estudantes deficientes voltarão a receber estímulo. A definição contraria as políticas mais recentes do ministério, que defende a inclusão desses alunos em escolas convencionais.

Este mês: Votação do Plano Nacional da Educação começa em 12 de junho
Expectativa: Mercadante espera que comissão da Câmara aprove PNE ainda este mês

A mudança na redação original do PNE, proposta pelo relator do projeto na Câmara dos Deputados, Ângelo Vanhoni (PT-PR), causou polêmica entre especialistas na última semana. E representou alívio para muitas famílias e representantes de entidades que cuidam de espaços de atendimento específico para deficientes.

Para o MEC, as crianças com deficiências ou transtornos globais de desenvolvimento devem estudar em escolas públicas convencionais. Os colégios têm de se adequar às necessidades dos alunos e dar a eles a chance de conviver com pessoas sem deficiência. A inclusão, na opinião dos gestores e corroborada por muitos especialistas, promove o fim do preconceito e crescimento dos estudantes.

O texto apresentado por Vanhoni aos parlamentares, que votarão a proposta no dia 12 de junho, abre possibilidades diferentes. Define, na meta 4, que será objetivo do País atender esses alunos, de preferência, na rede regular de ensino. Porém, “garantindo o atendimento educacional especializado em classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou comunitários, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível sua integração nas classes comuns”.

Na opinião do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que faz parte do movimento das Apaes há 30 anos, o relatório, agora, “contempla o anseio da sociedade”. Para ele, a decisão “muito técnica” do MEC foi superada por uma “decisão política de governo”.

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Juros praticados pelo Banco de Brasília serão reduzidos, conforme tendência

02/06/2012

FONTE: Correio Braziliense

A redução será para 0,74%, menos da metade do praticado no ano passado. A medida ainda será anunciada pela instituição.

 A decisão foi orientada pelo governador Agnelo Queiroz e segue tendência de bancos públicos federais como Caixa Econômica e Banco do Brasil.

 Operações, como crédito imobiliário e capital de giro terão taxas menores. A medida atende principalmente a servidores. A redução atingirá, ao todo, 10 modalidades.

COMENTÁRIO DO WD:

Olha aí uma notícia boa! Um pontinho para o Governador, mas agora tem que melhorar o atendimento.


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