O Batalhão Escolar da Polícia Militar iniciou uma série de operações dentro das instituições de ensino do DF. É uma ação preventiva que tem o objetivo prevenir o uso de drogas e até o porte de armas dentro das escolas públicas. Como sempre, toda vez que este tipo de ação é promovida vem logo a polêmica:
É correto a realização de “batida” policial dentro da sala de aula?
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CLIQUE AQUI e leia a matéria do Jornal de Brasília sobre este assunto.

concordo sim …. tem muito traficantizinho se fazendo de aluno e levando pra escola drogas, brigas e homicídios (dentro e fora da escola ), e o que mais me preocupa não é só a segurança dos alunos, mas a nossa segurança, pois nem dentro nem fora da escola estamos mais seguros …… qualquer um entra, pula muro ( quando tem muro pra pular ) invade a escola e fica tudo por isso mesmo. Nós professores estamos correndo sérios riscos em certas escolas do df. Em escolas onde já trabalhei, alunos brigavam no banheiro, eram esfaqueados no pátio e até morte eu vi na frente do portão de entrada….. concordo sim com a presença da polícia nas escolas e com o trabalho de revista nos alunos e nos ambientes escolares…. liberdade demais traz libertinagem ….
Se o batalhão escolar voltasse a atender as escolas como atendia quando foi criado, uma equipe permanente em cada escola pública, não haveria necessidade da ação ostensiva da revista na sala de aula. A diminuição do batalhão escolar, tornou o serviço rotativo, daí sobrou a forma mais tosca de fazer a segurança que deveria ser preventiva, como era antes, mesmo com a natureza que e’ de ser ostensiva da PM. Aumentem o efetivo do batalhão, essa forma de incursão diverge inclusive do PROERD, que tem um papel educativo e preventivo da PM. SOU CONTRA! E penso que o professor tem o direito de não permitir. Quando diminuíram o efetivo do batalhão escolar não perguntaram nada para os professores, agora, concordar com a ação seria divergente com a ação pedagógica diária.
Qual e melhor ter policia ou batido por perto? Quanto mais a presença da policia menor será a ação de qualquer infrator da lei.
Eu sou contra, pois essa forma hostil de resolver o problema de uma minoria dentro da escola. É buscar o caminho mais curto e menos trabalhoso. Mais uma vez a escola tem sua prática pedagógica voltada para culpabilização do aluno, em que este é sempre punido e, agora, até pelo o que não cometeu. Como fica a cabeça de uma criança que sai de sua casa para ir para a escola, um lugar que se diz ser o seu futuro promissor, e de repente tem seu material escolar revistado por policiais que em vez de passar uma imagem de proteção a trata como criminosa.
Uma aluna de 14 anos afirmou que um dos policiais teria jogado um estojo no chão e esparramado as canetas. “Um deles gritava e falava com uma voz mais grossa. Acho que o papel da polícia é dar segurança e não colocar medo na gente, porque foi isso que aconteceu” (l Jornal de Brasília, sábado, 23 de junho de 2012)
Esta ação e mais um retrocesso, um descaso do Estado para com a educação que pretende punir os responsáveis com o projeto de “lei da palmadinha” e adentra na escola para surrar coletivamente os educandos.
Leva para a sua casa Fran….
Poderia até não me manifestar diante dessa reposta insignificante. Mas, dando sentido a ela, saiba que eu levo para a minha casa sim. Todos os dias eu penso em cada aluno meu “O que fiz pra contribuir com o meu aluno hoje? Nossa! Fulano estava muito agitado hoje, o que será que está acontecendo com ele?…”. Infelizmente, muitas pessoas aqui estão extremamente racionais e avessos a uma visão emocional da situação. A guerra nunca resolveu os conflitos do mundo e apenas os mais fracos é quem sofre.
E qual seria sua sugestão? Pense que um aluno inocente pode estar sentado ao lado de um aluno armado, portando drogas ou drogado.
Eu acho ótimo quando o batalhão escolar vai na minha escola. Eles agem com muita educação e se há casos agressivos por parte de alguns deles, deve ser exceção.
Você já sabe quantos casos já ocorreram em que ” a pobre criança” já cortou garganta de colega com estilete e gilete? ou que o ” pobrezinho” levava inocentes ” pacotinhos” para a escola e comerciava com outros colegas ? ou das vezes que ” a criança” subtraiu celular, dinheiro ou outros objetos de valor de colegas ou mesmo da própria escola ?Tem noção do risco que corre o professor sem a intervenção policial em determinadas situações ? Qual a sua sugestão ? Você manteria esse discurso se fosse vitima de alguma ação danosa provocada por uma dessas ” crianças” ?
a solução é simples. Quando a diretora desconfiar que existem alunos armados ou traficando na escola ela deverá informar o professor. Este deverá realizar a abordagem e guardar tudo que encontrar de ilegal em seu armário. Preocupações com prováveis retaliações devem ser compreendidas como “osso do ofício”. Nada é pior do que um professor que não bate de frente com traficantes perigosos.
traduzindo: os policiais não devem abusar do poder e os alunos reponsáveis não são idiotas. Eles sabem que estão em risco. O fato do Correio Brasiliense escolher uma aluna para negativar a ação é infantil e repetitivo nas ações deste jornaleco.
Quando assassinaram o professor Carlos Mota, o delegado da região disse que nunca foi comunicado de que algo grave acontecia na escola. Resultado, morreu o nosso colega e os caras já começam a ser soltos. Curiosidade: Faz de conta que sou doido de pedra e tomo a arma de fogo e drogas do “mala”. O que é que eu faço com elas ? Armário da coordenação ?
outyra solução é quebrar a mesma com os próprios punhos…para deixar bem clara a nossa invulnerabilidade.
Você não deve ter um filho, educado com tanto carinho, estudando numa escola pública e tendo que passar por isso sem merecer.
Penso que chegou a hora de entendermos que a escola não fica num pedestal e que não sofre com os problemas sociais, acho que a questão do tráfico e violência na escola são questões de polícia, portanto, cabe ao aparto policial do Estado resolvê-lo, nós professores já temos problemas demais e creio que chegou a hora de deixarmos a polícia nos auxiliar a resolver o problema. O Marques de Beccaria já dizia na idade média “que é a certeza da punição que inibe a criminalidade”, logo, são ações como a que estamos vendo que de fato resolvem os graves problemas vividos no ambiente escolar.
A falta de segurança esta em toda a nossa volta, creio que isso talvez não seja a unica solução…é um paliativo.Certo? Talvez não…A escola é reflexo da sociedade, e dizem que forma cidadãos…que acham disso?
Se essa “batida” for realmente para buscar e prender bandidos disfarçados de alunos eu sou totalmente a favor, mesmo porque eu nunca vou “bater de frente” com esses “alunos” pois o meu “enorme salário” não paga minha vida, a exemplo de nosso amigo diretor que foi vítima desses bandidos tempos atrás. Eu não quero uma escola ou uma quadra com meu nome! Tem meu total apoio entrar em sala de aula e prender esses bandidos. Se os traficantes perceberem que a polícia está realmente trabalhando, com certeza casos de violência nas escolas diminuirão.
Concordo sim! Pela segurança dos alunos e profs!
Sou a favor, operações policiais acontecem em todo o lugar e a escola não pode ficar fora dessas ações, toda a comunidade escolar sente a ausência dos PMs do Batalhão escolar dentro da escola. Acredito que a mínima sensação de segurança já ajuda no cotidiano das aulas.
Concordo plenamente!!! Pela segurança de todos!!! Não resolve o problema da sociedade, mas pode inibir o uso de drogas e armas nas escolas. (espero eu)
Concordo sim !!! Muitos alunos acabam sendo vítimas desses traficantes que entram na escola disfarçados de alunos sendo intimidados e ameaçados.
A escola de hoje, não é mais a escola dos nossos pais. O que definitivamente não concordo é que continuemos tão desprotegidos e com medo de até falar mais seriamante com nossos alunos ou até avaliar, pois corremos risco de vida ou de sermos espancados na própria sala de aula, pois ele pode estar armado ou drogado…. ” Quem trabalha com os adolescentes e principalmente as professoras, sabem do que estou falando”. Quem é realmente aluno e tem boas intenções, não deve se incomodar ou ficar constrangido com a presença da polícia. Afinal de contas, se chegamos ao ponto de fazermos papel de polícia, é porque precisamos de polícia dentro da escola, sim!
Betânia, concordo PLENAMENTE com você!!!
CONCORDOOOOOOOO
[POLÊMICA DO DIA] Você concorda com “batida” policial dentro da sala de aula? SIM! Infelizmente chegamos neste ponto…Mas, é o que nos assegura.
Concordo. Um aluno pode colocar toda a turma ou escola em risco. Sem contar com o tráfico que acontece por parte da minoria. Não acho constrangedor para quem não deve porque é sua segurança que está sendo protegida.
Qual seria outra solução para o quadro que se apresenta? Não dá pra esperar ‘termos’ as transformações que buscamos… O problema ( de drogas e violência ) precisa de solução imediata. Pensemos que deveremos continuar com as investidas incansáveis de ensinar os valores das virtudes éticas e morais para nossos alunos. Acredito que o futuro, se prepararmos agora, nos alegrará com transformações sociais em prol da harmonia social.
Também acredito em fadas e duendes.
Você parece não estar nesste planeta…
No tão sonhado FUTUUURO… que está
a imaginar, a coisas só serão melhores se
houver uma reação rigorosa agora, pois
o valor de hoje é: lucrar a qualquer preço
mesmo que custe tirar uma vida, ou seja,
a certeza da impunidade. Afinal, todos nós
sabemos que as ditas “bocas” estão cada vez mais
próximas às escolas- e, se a sociedade não tiver
cuidado, logo irão dominá-las também.
Observação:
Por quê a polícia está continuamente
em frete às escolas particulares e não
podem estar nas públicas?
Será que só os alunos desta é que se sentem
constrangidos?
Pode inventar outra, pois essa não cola mais…
Flávio, a questão aqui são “batidas” policiais no interior da escola. Como as que aconteceram no Gama e no Guará. Alunos sendo tratado como marginais. Ninguém é contra o patrulhamento policial. Mas o batalhão escolar deve ter formação diferenciada (e hoje não tem). Coerção e repressão não traz resultados práticos para o enfrentamento a violência! Grêmios estudantis, Conselho escolar (de verdade), Segurança comunitária, Projetos educativos, todos esses são mecanismos de enfrentamento a violência (não são como duendes e fadas!) São possibilidades concretas de enfrentar (de frente mesmo!) a situação, articular as ações e pactuar responsabilidades (conselho tutelar, DPCA, Ministério Público, PM etc)… Batida policial é tampar o Sol com a peneira. Não lutar pela educação e por outra sociedade, ou seja, acreditar que essa sociedade esta boa e devemos nos adaptar é que o mesmo que acreditar em fadas e duendes…
Senhor Tatu, já presenciei policias sofrendo agressões em escolas pelo excesso de paciência na abordagem. Não imagine que a presença policial é capaz de coibir todos os estudantes. Sem contar os casos de palestras, no qual muitos policias são desrespeitados ao tentar conversar com os estudantes.
Isso evidencia que é a comunidade quem deve exigir mudanças. O governo tem utilizado a escola pública como creche para criminosos. Não são casos de excessão de alunos que vão para escola somente para cometer ações ilícitas e impedir o funcionamento das escolas. Isso tudo é rotina. O bons alunos que podem pagar migram pára escolas particulares, os outros tem que tolerar prejuízos no seu desenvolvimento acadêmico, ameças e bullying.
Sr. Flávio, acredito piamente na existência do mundo espiritual. Não sei qual a crença que o Sr. professa. Estou neste planeta, sim! Pela sua resposta diante do que escrevi concluo que o Sr. parece não ter lido atentamente o que escrevi. Convido-o a refazer, calmamente, a leitura do que escrevi. Inclusive quero concordar com o seguinte: ” Afinal, todos nós sabemos que as ditas “bocas” estão cada vez mais próximas às escolas- e, se a sociedade não tiver cuidado, logo irão dominá-las também. Observação: Por quê a polícia está continuamente em frete às escolas particulares e não podem estar nas públicas? Será que só os alunos desta é que se sentem constrangidos?” Obrigada pela atenção, Professor Flávio.
Prezada,
Faço uma pergunta.
Se a educação de uma determinada sociedade é baseada em seus valores e prioridades, quais são os valores que se prega, na prática, neste país? É um erro pensar que nossas crianças não percebem a má conduta dos governantes. E, como a escola sozinha não é plena e também não é apenas nela que acontece a educação fica evidente que: todos os esforços para que se possa alcançar os objetivos dela devem se aceitos. No cenário atual, nosso maior problema é o bandido que se instalou na escola. Educadores e alunos estão sofrendo ameaças todos os dias. Como disse um colega logo acima temos medo até de avaliar certos alunos por causa de represálias.
Enfim, mostrar valores bons para toda sociedade é que fazemos todos os dias, o problema é que a sociedade mesma mostra que lucrar a qualquer preço é a saída, ou seja, sinuca de bico para o professor.
Concordo. Os adolescentes de hoje não respeitam limites, ameaçam e agridem professores e colegas. O pior são os pais que acham que a escola é que tem que educar os filhos. Acredito que a batida é uma boa forma de inibir a criminalidade na escola.
Totalmente de acordo. Sinto muito, mas temos que encarar a realidade que existe em nossas escolas. Sabemos que existem alunos que são traficantes, alunos que levam armas brancas (ou até outras) para dentro do ambiente escolar e quem deve lidar com isso é a polícia. O professor pode fazer o papel de conscientizar os seus alunos, mas quando temos a situação acontecendo aqui e agora a polícia deve intervir.
Concordo plenamente.
Concordo sim! Que seja bem frequente essas visitas dos policiais, Digo pelos alunos que querem estudar e pelos profissionais da escola que precisam trabalhar com o mínimo de Segurança.
TOTALMENTE a favor! Deveria acontecer em todas as escolas pelo menos duas vezes por ano.
Concordo, desde que a abordagem seja realizada da maneira correta. A questão de drogas nas nossas escolas está ficando cada dia mais alarmante e nós, professores, não temos e nem podemos fazer o papel de polícia. Corremos mtas vezes risco de vida tentando contornar a situação.
Concordo e apoio. Os que são contra, devem lecionar em escolas bem diferentes da minha, onde alunos da quinta a oitava série já são bem “crescidinhos”, maiores que muitos professores até. Na minha escola já vi muita coisa: drogas, armas, bebidas alcoolicas, revistas pornográficas, etc, onde? na mochila de alunos. Quase todos os dias alunos ameaçam professores e colegas e já nem adianta chamar DCA. Se a família e a sociedade jogou para nós professores toda a responsabilidade de educar seus filhos, precisamos ao menos estar vivos para cumprir a árdua tarefa e quem não deve não teme, na minha escola a inocente aluna de 14 anos que fez escândalo e invocou direitos para não ter a mochila revistada, estava com uma boa quantidade de cigarros de maconha enrolados em folhas que pareciam ser de livros didáticos.
Concordo também, mas com discreção, não invadindo salas de aula para não constrangir muito aos outros alunos, que, ainda bem, são a maioria.
Eu concordo plenamente. é uma forma de proteger nós professores e aos próprios alunos.
Tá bom… faça essa pergunta aos professores das turmas de correção de fluxo! Um tanto em L.A. e os professores nem podem saber quem são, é um assunto interessante.
Concordo totalmente. Leciono em dois turnos, e à noite há muitos ladrões de carros, traficantes etc ; com 16, 17 anos, que estão em “cumprindo pena” em regime semi-aberto…
Trabalho em Goiás e aqui a violência dentro das escolas anda solta… Por isso, concordo que a polícia traga mais segurança para profs. e alunos.
SIMMMMMMMMMMMMMMMM!!!!
Demorou!
Não há como discordar da batida policial, mais ainda é um paliativo. O menor é preso como infrator e posteriormente esta novamente solto e de volta a escola sabendo que a punição não é branda e que infelizmente nada vai acontecer com ele, colocando cada vez mais em riscos alunos e professores.. Mesmo com nossa argumentação, existe uma ala do judiciário que não vive, nem convive com a realidade das nossas escolas fazendo da impunidade o argumento de retorno do infrator ao seu ambiente de origem e que as batidas policiais não são eficazes exatamente por essa condição de ineficácia das punições. Há a necessidade de políticas públicas mais eficazes e condições de melhoria das estruturas das escolas do DF, que talvez possam amenizar o problema mais irradicá-lo já é outra história.
Concordo. Os policiais são sempre bem instruídos e educados no trato com os alunos. As revistas costumam inibir a presença de certas atitudes por parte dos alunos e muitos deles, iguais à que reclamou da voz alta do policial, nem aceitam que o professor eleve o tom da voz e já ficam dizendo que estamos gritando. O engraçado nesse tipo de situação, é que quando a coisa aperta, esses que criticam, são os primeiros a ligar desesperados para o 190. O aluno enquanto cidadão, deve aprender desde cedo a lidar com situações que ocorrem fora da escola, e a revista policial, é uma delas. Parabéns aos nossos policiais militares…….
Sim. Concordo que façam isso sempre. Escola e polícia precisam ser parceiras, cada um agindo no que seu cargo permite. Aluno indisciplinado professor resolve. Bandido é com a polícia.
Com certeza. Já vi gente endo que segurar aluno pro mesmo não jogar um tijolo de maconha dentro do vaso sanitário do banheiro da escola pq a polícia estava fazendo uma revista na escola.
O que tem de traaficantezinho nas escolas não é pouco. Armas, drogas e ameaças são comuns.
e ainda apóio a entrada da unidade de cães da PM. Quanto à questão do esculacho da PM, é só conversar com o responsável pela unidade que isso não acontece. Pode ter sido uma empolgação mas não é regra acontecer nas escolas, até pq a PM só faz revista se for convidada pela direção.
Sou a favor sim, acho que precisamos muito disso!
Concordo e ainda dou outra ideia: Que tal batidas policiais dentro do Senado e ou de nosso congresso ou ainda da própria câmara dos deputados! Ai seria um sonho né!
Isso é pra ontem! APOIADISSIMOOOOOOO
Não concordo! Não resolve o problema! Não aumenta a segurança! Só aumenta a tensão! Só aumenta a opressão!
Não pode ser regra, somente exceção! A polícia só pode entrar na escola para resolver determinada questão pontual onde ultrapassa as ações dos educadores e da escola!
Batida policial é ação terrorista de Estado, para controle social!
Só aumenta a discriminação contra os pobres, contra os negros, contra os negros pobres de nossas periferias!
É tampar sol com a peneira!
É desistir da juventude como grupo social de direito e vê-los como problema (“traficantezinhos”, “marginaiszinhos”…?…é assim que meus colegas chamam nossos alunos?)!
Para que serve a escola, então???
Eu boto fé nessa juventude!
Eu to com essa rapaziada!
A violência em nosso país, existe como um fenômeno social do capitalismo, fruto principalmente, da desigualdade social gritante desse sistema que não deu, não está dando e nunca dará certo!
Para superarmos essa violência devemos confiar nos nossos jovens (e não repreendê-los), devemos contribuir para que se organizem pelos seus direitos (ao invés de massacrarmos), temos que dar as oportunidades possíveis (e não ilusões impossíveis).
Eu acredito no poder da mudança, senão não seria professor.
A gente pode até morrer tentando (que diga meu amigo Carlos Mota). Mas além de ser uma luta que é possível, é uma luta necessária para a redenção da humanidade (em nós e na juventude).
Eu boto fé nessa juventude!
Eu to com essa rapaziada!
Colega professor, temos realmente que de ter fé nesta rapaziada, fé nessa juventude. Mas não dianta remediar e preciso previnir. Há muita droga e violência nas escolas.Muito mais que em épocas passadas. No meu ponto de vista a polícia dever sim fazer revista semanal e surpresa. Revistar todos inclusive professor, diretor e outros integrantes da escola. Na semana passada graças a ese trabalho da polícia, um aluno da escola em trabalho foi desarmado, o mesmo estava com uma faca para pegar um colega. Não adianta morrer tentando mudar algo. É preciso cortar o mau, rapidamente pela raiz, antes que aconteça conosco o que aconteu com o Professor Carlos Mota.
Um grande abraço,
Pois é, mas com certeza, batida policial (mesmo de surpresa e semanal) não vão acabar, nem diminuir com a violência. O buraco é mais embaixo! Enquanto isso, o fundamental é escamoteado. E quem paga é a população pobre! Eu vejo meus alunos como seres humanos que tem potencialidades e direitos. Mas tem gente que os vê como problema, como malas “sem jeito”. Até quando vamos achar que passar “o caso” para a polícia vai resolver o problema? Não vai!!! Infelizmente, muito de nós morreram, morrem e vão morrer por aqueles que defenderam. Carlos Mota foi um deles, morreu nas mãos de quem tentou ajudar. tenho certeza que ele não faria nada de diferente. Pois ele acreditava no seu trabalho. Tenho certeza, que vários dos alunos e alunas do Lago Oeste se tornaram grandes homens e mulheres… Quem determina que o mal? Para cortar pela raiz? O mal é o garoto do Itapoã que vive uma realidade dura e nem na escola lhe é dado voz? Enquanto que engravatados, políticos e empresários, que sonegam, corrompem, esbanjam, nem são lembrados nestas “batidas”…
O mundo é extremamente injusto, produzem a miséria e depois querem varrê-las para debaixo do tapete!
oba, discurso pseudo sei lá o que..Eu também acredito no poder da mudança, mas não me lembro de ser membro da Liga da Justiça. Enquanto estivermos focados em realizar milagres acerca da criminalidade esqueceremos os alunos que tem se esforçado para mudar da miséria para algo melhor. Nosso foco é sempre em proteger o pobre jovem que tem utilizado drogas e cometido atrocidades, mas que no fundo tem um bom coração. Ou seja, multiplicar ideologias tolas e pouco pragmáticas.
Existem indivíduos entrando em escolas com o objetivo de vender drogas e criar guangues. Vamos ficar do lado desta molecada.
Prezado colega,
Se você realmente estivesse com a rapaziada jovem como vc diz, veria que não é por dar legalidade a eles para fazer o que bem quiserem da escola que serão cumpridos os seus direitos de cidadão. Quer dizer que na sua escola não existe “traficantezinho”
Infelizmente é uma das nossas realidades, ,as nós temos que dazer o impossível para proteger dentre nossos alunos aqueles que aunda não se entregaram à marginalidade.
Correção: mas, fazer, ainda.
perdoe-me pelos erros de digitação.
deve ser intensificado cada vez mais
concordo.
Sou a favor de uma batida policial semanal, tanto nos Gabinetes dos Deputados Distritais, quanto no do Governador Agnelo e de todos dos seus Secretários de Estado!
Opa! Não é que é boa ideia! E nos gabinetes dos Deputados federais e no senado, então…
sempre jogamos o foco para o poder político. é evidente que eles precisam ser vigiados. Mas atacar somente os ricos criminosos é muito estranho. A galera Robin Hood (a versão original e nada romantizada) pode fazer o que bem compreender pois é a violência que gera pobreza, logo sãop todos inocentes e devemos sempre dar mais uma chance…e outra…e mais uma…
Seria melhor ainda, né, Pedro Tatu?
o mundim cheio de ilusão…. sabe o que eu vejo: medo e desejo brigando ninguém sabe porque… queremos educar mas não temos receita, queremos repreender mas não temos o que colocar no lugar, queremos ser pais mas não somos suficientemente corretos, justos ou mesmo com exemplos de lisura para deixar para nossos filhos, que vão ser estes mesmos jovens sem perspectivas de um mundo mais integro e para TODOS… cadê o cerne da questão? são mesmos as crianças e os jovens dentro da escola? são os educadores “indefesos”? qual é galera! problema de um, problema de todos! somos responsáveis pelo que cativamos (também a nível de sociedade, se é que podemos ver deste angulo).
Luciana, concordo que TODOS (inclusive nós) devemos assumir nossa responsabilidade. Estamos no mesmo barco (mundo)! Se ele afundar, vamos juntos!
Concordo. Acho que “correto” não é a palavra, mas na sociedade em que vivemos atualmente é “necessário”.
Concordo plenamente!!!Tinha que ter toda semana, pra segurança dos alunos que não são usuários e dos profissionais das escolas.
Segundo um filósofo a escola é um aparelho ideológico do estado e a polícia é um aparelho repressivo do estado. Hoje nem a escola nem a polícia acabaram com o tráfico de drogas ou de armas. Acho que vale mais a observação e o desenvolvimento de uma relação amistosa e afetiva com os verdadeiros alunos, para desenvolver um ambiente saudável em sala de aula. Sempre fiquei constrangido com a presença da polícia em minha sala de aula, lá me considero a autoridade, quando a polícia entra estou abrindo mão de uma autoridade construída ao longo dos dias letivos. Se houver alguma suspeita concreta que se acione a polícia.
Concordo! Outro dia recebemos uma denúncia de que um aluna estaria armada para pegar outra colega da escola. A polícia foi chamada e bingo! A garota estava com uma faca na mochila. Agora eu pergunto e se ninguém tivesse ligado? Provavelmente essa faca teria sido usada e talvezz uma morte tivesse acontecido. Vários alunos sabiam de tal fato, mas não denunciaram, então ficaremos a espera de que um “anjo’ nos avise? Se essa busca fosse frequente intimidaria sim muitos desses alunos, não resolve todo o problema, pq sabemos que a violência e as drogas tem inúmeras causas, mas não é porque não podemos resolver tudo que não podemos nos preocupar com parte de problema. A vida dos alunos e nossas próprias vidas!!
infelizmente concordo
Quem não deve não teme, essas revistas policiais deveriam acontecer se possível diariamente, os alunos de boa índole, não se importarão com tal procedimento, pois esta ação busca a segurança de todos aqueles que fazem parte da comunidade escolar. Quanto aos menores infratores, basta extinguir o ECA (Estatuto do “CRIMINOSO” adolescente), baixar a maioridade penal para 14 anos e imputar penas de trabalhos forçados e perpétua aos criminosos. Lugar de bandido é na cadeia, seja ele aluno, professor, deputado, senador, presidente, etc…
João,
Deixei seu comentário passar por questão do debate, mas registro que sou absolutamente contra esta sua opinião.
Obrigado por publicar minha opinião Washington, mas ainda acho que esse excesso de liberdade que esses jovens têm hoje em dia, ao qual eles confundem com libertinagem, acabam por torná-los, claro que é uma minoria, em jovens irresponsáveis, indisciplinados e sem limites, que querem apenas saberem dos seus direitos, mas esquecem dos seus deveres e das regras que todos devem seguir para termos uma boa convivência social, mas continuo a afirmar, quem quiser viver a margem da sociedade levando uma vida desregrada , sem limites, deveres, educação e disciplina, com certeza não deve ter o seu lugar nos bancos das escolas.
bom…seria bom para o debate saber sua opinião, Dr. Dourado…
Companheiro WD, aqui na regional Gama a realidade de muitas escolas é alunos portando armas e drogas. Uma situação muito preocupante ocorreu no CEF 05. Alunos declaradamente levam armas para o interior da escola, ameaçam colegas, professores e servidores, e nenhuma providência é tomada pela direção. Estamos caminhando a passos largos para mais uma tragédia dentro das nossas escolas.
Lembrei-me do ‘filósofo maldito’ : Michel Foucault Poitiers, 15 de outubro de 1926 — Paris, 25 de junho de 1984) foi um importante filósofo e professor da cátedra de História dos Sistemas de Pensamento no Collège de France desde 1970 a 1984. Todo o seu trabalho foi desenvolvido em uma arqueologia do saber filosófico, da experiência literária e da análise do discurso. Seu trabalho também se concentrou sobre a relação entre poder e governamentalidade, e das práticas de subjetivação. (…)Recomendo leitura. Um belo discruso…como diria Marilena Xauí, ‘competente’! Apenas mais uma provocação… Ler e observar que é preciso ter pragmatismo. Penso assim… Agora não dá pra ficar ‘esperando’ os ‘nossos queridos alunos’ obterem valores humanitários instantaneamente… Dá?! Não creio apenas na reflexão ‘filosófica’ sem o pragmatismo… Não dá pra observar a violência engolindo os espaços públicos, não dá pra ficarmos na expectativa de futuras mudanças instantâneas ( não é o caso de esperar o tempo pasar que sara… ), não dá pra continuarmos submersos engessados. Sim, devemos, sempre, ensinar e enaltecer as virtudes, os valores éticos, morais para a convivência social harmoniosa… (…)
…enquanto a ‘mudança não vem’, não se dá, temos que fazer algo, sim!!!
Não acredito que o problema se coloque na escola da mesma forma como se coloca na universidade. A escola básica, querendo ou não, não dispõe da autonomia na escala em que é usufruida por uma universidade (a questão de polícia em campus universitário por si já é super-problemática). No entanto, a escola deve gozar também de sua autonomia interna, no que diz respeito a sua adminstração escolar, rotinas de trabalho, sua pedagogia e inserção social em uma determinada comunidade.
Penso que não é solução para problema de criminalidade, se policializar a escola ou focalizar as investigações policiais em sua clientela, principalmente se essas batidas se tornam usuais. Por outro lado, o espaço escolar não está imune a violência e a policia se faz necessária.
Acredito que toda ação policial em uma escola deve seguir critérios muito bem específicos (flagrantes, denuncias bem fundamentadas) e em situações onde não sejam possíveis abordagens em outros espaços. A questão que se coloca é se a polícia está preparada para entender o espaço escolar e fazer uma abordagem correta? Eu particularmente entendo que não. Pretender que polícia seja democrática seria um paradoxo inserido em um sistema de desigualdades. Mas o que temos que exigir dela é em todo caso o respeito a escola e a todos os agentes escolares. Enfim, devemos aprofundar muito mais esse debate…
Parece que nada muda. Estudar para mim foi muito dificil da 5ª à 8ª séries. Chegar e voltar da escola era muito complicado, em volta das escolas, quase todo dia, haviam vagabundos de todas as idades encararando e esculachando a gente. Pode acreditar, batida na escola é a menor preocupação dos alunos e alunas. O entorno das escolas é terra de ninguém, é onde você é agredido e ninguém vê. Vamos acordar gente. Onde eu trabalho o maior motivo de agressões se dá pela defesa da imagem e “moral” do mais malandro e da mais periguete.
Colega Lima, o Sr. está lúcido em sua observação. Realmente e infelizmente é este “modelinho mesmo”!!! ‘(…) o maior motivo de agressões se dá pela defesa da imagem e “moral” do mais malandro e da mais periguete.’ Sei do que o Sr. descreve.
Concordo sim. Melhor ainda se tivesse todos os dias.