FONTE: Site do Sinpro
Uma professora do Centro de Ensino Fundamental São José, de São Sebastião, foi acusada na última terça-feira (19) de ter agredido uma aluna de 11 anos, fato noticiado pela mídia de forma deturpada e irresponsável. Segundo a professora, o fato aconteceu no final da aula, no momento que a estudante observava a movimentação da sala. “Fui fechar a porta para falar com os alunos e acabou atingindo a aluna de forma acidental. Após o incidente ela foi até a coordenação para cuidar do ferimento e até então não sabia o que havia causado o acidente”, explicou a professora, comentando que horas depois o pai voltou com dois policiais dizendo que iria processar a escola. A professora e o diretor do CEF São José compareceram à delegacia para prestar depoimento e ficou claro que o caso foi acidental, segundo fala do próprio delegado e da conclusão do boletim de ocorrência.
A Sinpro repudia matérias que são divulgadas pela grande mídia sem a devida apuração, e que podem trazer uma série de transtornos a professores, alunos e ao ensino público do DF.






Temos que buscar uma forma de divulgar a nossa indignação em todos os meios de comunicação. Direito de resposta, exigir que a empresa que fez a reportagem se retrate, não permitir que sejamos tratados dessa maneira. Me solidarizo com a professora e com toda a categoria que vive morrendo de medo de ser confundida com bandidos e corruptos que infestam a nossa comunidade.
Quis dizer SOCIEDADE e não COMUNIDADE!
Por essas e outras que as vezes me enoja as ações tardias ou lentas do SINPRO. Kd o jurídico, que não se move e dá uma resposta a essa família com um processo a altura…por danos morais? Kd o direito de respostas às tvs, rádios.., que sem apurar nada, expõe a escola, professora, a classe toda?
Antoni,
Pois saiba que esta professora teve assistência do Sinpro o tempo todo. Aliás, foi por isso que logo a verdade veio a tona.
Acusar professor é fácil quero ver alguns assumirem o lugar de professor….Pais deem educação a seus filhos e já terá feito 50% do serviço..
O diretor desta escola é “gente finíssima” para não dizer o contrário.
Pergunte aos seus colegas Garibel e Cláudia que eles lhe darão a ficha completa.
Em época de assembléia durante o governo Arruda ele costumava dar socos na mesa e ameaçar os professores de contrato e de estágio probatório de devolução e processo de sindicãncia.