Secretaria de Educação abre discussão sobre implantação do 3º ciclo

28/10/2013

 

Nesta tarde a Secretaria de Educação do Distrito Federal anunciou que vai analisar a implantação, nas escolas públicas do DF, do “3º Ciclo de Aprendizagem. Na nota a SEDF também afirma que este é um “novo sistema de avaliação”.

Segundo a Secretaria o modelo foi implantado em seis escolas da Rede Pública e o resultado deverá ser a base para ampliação do projeto.

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Washington Dourado

 


Ciclos: “São Paulo incorporou parte do modelo do DF”, afirma Secretário de Educação

16/08/2013

O Secretário de Educação, Denílson Bento, entrou em contato com este Blog para afirmar que no entendimento dele o Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, não só reforçou o modelo de ciclos de aprendizagem, como também incorporou parte da proposta do modelo que está sendo implantada na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.

Segundo o Secretário, diferente do que foi publicado neste Blog ontem (clique aqui), o Prefeito paulista “detonou” foi o modelo tucano de aprovação automática, mas manteve nas séries inicias do ensino fundamental os ciclos de aprendizagem, acrescentando a avaliação bimestral e a possibilidade de reprovação no final de cada ciclo. Já nas séries finais do ensino fundamental, diferente da proposta do DF, a novidade apresentada pelo Prefeito do Município de São Paulo é a possibilidade ao final de cada ano.

Denílson reforçou que a implantação do projeto no DF segue normalmente e que a Procuradoria está encaminhando recursos à decisão judicial. Afirmou ainda que está à disposição do debate sobre o modelo de organização da Educação Pública do DF.

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Por: Washington Dourado 


BOMBA!!! Prefeito de São Paulo detona os ciclos de aprendizagem

15/08/2013

Atenção comunidade escolar do Distrito Federal, especialmente os professores! 

Ontem o Prefeito de São Paulo lançou o projeto “Mais Educação São Paulo”, que na prática significa a implosão do sistema de ciclos de aprendizagem vigente no sistema municipal de ensino. 

E agora DF?

Da minha parte, acho que Haddad tem toda razão. 

Washington Dourado

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LEIA SOBRE A INICIATIVA DO PREFEITO DE SÃO PAULO

Após 21 anos, alunos de São Paulo terão lição de casa, nota e boletim

O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário de Educação César Callegari (PSOL) apresentam, na manhã desta quinta-feira (15), um novo programa para a rede municipal de ensino. Chamado “Mais Educação São Paulo”, o pacote de iniciativas faz clara referência ao programa de ensino integral do governo federal criado por Haddad enquanto ministro.

As escolas públicas municipais terão um novo regimento geral que mudará a rotina dos estudantes e professores: provas a cada dois meses (bimestrais), lição de casa, notas de 0 a 10 e boletim que poderá ser consultado pelos pais na internet.

“[O programa] procura resgatar ideias boas e velhas e [acrescentar] ideias boas e novas”, afirmou o prefeito Fernando Haddad. “[É uma] combinação virtuosa, com resgate de uma escola que passou por um suposto processo de modernização.”

Segundo diagnóstico da Prefeitura, apenas 34% dos alunos apresentam conhecimento adequado ou avançado em português e 27% em matemática. Na 8ª série, 23% está com nível adequado e avançado em português e 10% apresenta esse resultado em matemática.

As mudanças passam a valer a partir de 2014 e o texto está sob consulta pública (com recebimento de sugestões de mudança) até o dia 15 de setembro.

Há 21 anos, o município havia implantado a chamada progressão continuada, uma concepção em que não há reprovação todos os anos e existem ciclos — a ideia é que os alunos têm diferentes ritmos e tempos para a aprendizagem.

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LEIA TAMBÉM: Plano de educação de Haddad aumenta rigor sobre alunos 

E MAIS: Análise: Proposta do prefeito agrada docente que quer mais poderes 

LEIA AQUI http://www.maiseducacaosaopaulo.com.br/ SOBRE A PROPOSTA DO PREFEITO DE SÃO PAULO


[artigo] Para lembrar que também temos deveres – A defesa da seriação e a negação das políticas de falsa inclusão social.

08/05/2013

Jackson

Autor do texto: Jackson Weley

14 Pontos para rejeitar os ciclos de aprendizagem no DF

O próximo ano será o marco inicial do enterro da Educação Pública no DF. O sistema de ciclos vai infectar a prática escolar e promover o golpe final de um descaso cognato de políticos de todas as vertentes quando o assunto é Educação pública: a intervenção com propostas tolas e a desvalorização do professor. O GDF tentou utilizar de autoritarismo para forçar a utilização dos ciclos no começo de 2013. O Conselho de Pais e os professores foram contrários. Mas parece que foi entendido que desejávamos adiar a proposta para estudar melhor e preparar as escolas.

Para o professor não é hora de dialogar. O diálogo prevê troca de experiências; e os cursos que estão sendo ministrados na Regional buscam doutrinar os professores e entregar diplomas de curso de formação. Para não ser injusto, considero que alguns dos organizadores acreditam na construção democrática de uma proposta da base, seja ciclo ou não, mas o direcionamento é imposto e muitos coordenadores são incapazes de argumentar que os professores da sua escola são contrários. O sistema de ciclos, dentro da visão do atual governo, já está IMPOSTO. Debater contra a máquina estatal é socar uma parede talhada com cacos de vidros; em outros Estados, alunos e professores lutaram contra esta nova modalidade de descaso na Educação e foram derrotados. É uma forma muito estranha de democracia, principalmente quando lembramos que esta proposta não estava incluída na campanha eleitoral de Agnelo Queiroz em 2010. Mas seus lobistas já estavam espalhados nas entranhas do governo planejando o golpe. Entretanto, o orgulho do professor o obriga a lutar qualquer batalha justa, não pela certeza da vitória, mas para fazer o que é certo. Devemos isto para os nossos estudantes.

Certa vez um dos meus lecionandos acusou a minha categoria de vampirismo, pois só brigávamos por aumentos salariais. Nunca fazíamos greve ou nos movimentávamos por motivos pedagógicos. Ele não estava totalmente errado. Isto tem que mudar. Esta categoria não pode permitir que o capitão do nosso barco seja um governo que nem sabe se fica. O navio é nosso. O professor é quem está qualificado para realizar mudanças na educação. Basta estudarmos as fontes, adaptar com o nosso rico conhecimento tácito e trocar experiências de sucesso! Secretários, governadores, membros de Sindicatos e Doutores engravatados (no estilo Miguel Arroyo) devem seguir o nosso parecer técnico; ao invés de ficar criando formulas mágicas para manipular o IDEB, ironizar nosso trabalho e infernizar nosso ambiente de trabalho. O embasamento teórico deles é importante para o debate, mas presenciar que existem professores no “falso fórum” que não se consideram capazes de construir uma proposta para a realidade do DF é vergonhoso. Se você não é competente para realizar esta tarefa, peça exoneração, a porta da rua é serventia da casa. Devemos lembrar que certificados de Doutorado não são certificados de razão! A maioria dos professores da SEDF não possui o título; não significa que eles estão congelados no tempo e esqueceram a importância de ler e pesquisar.

O Centro de Ensino Fundamental 27 da Ceilândia criou uma Manifesto contra os ciclos da Aprendizagem no DF. Estamos registrando nossa indignação. Mas não temos verbas para propaganda. Nós precisamos de vocês, sejam favoráveis ou contrários, queremos saber o que a maioria das escolas está pensando, já que ninguém está perguntando! Discutam nas coordenações gerais e se a maioria desejar assinem o manifesto nos comentários: http://manifestocontraosciclosnodf.blogspot.com.br/2013/05/nos-queremos-voce-no-manifesto-contra.html#comment-form. Vocês não estarão sozinhos, já temos o apoio informal de outras escolas e dezenas de professores e alunos do DF. Permitir que as regionais colecionem relatórios de reuniões, que serão provavelmente arquivados e esquecidos, é permitir o controle da máquina. Precisamos nos movimentar agora, ou agir como fantoches, enquanto a EAPE doutrina os professores com palmatória.

Eu sou Jackson Wesley Lopes Barreiros, formado em História pelo UniCEUB. Provavelmente serei acusado de arrogância e sofrerei perseguições políticas. Mas estamos na Era da falsa humildade. Do diálogo que termina em pizza. Eu gosto é da discórdia, não suporto a imposição de políticas abusivas, tolas, que matam o orgulho da minha categoria. E devo lembrar que a arrogância é definida pelo Houaiss como ato de atribuir a si direito, poder ou privilégio; é insolência e atrevimento; o orgulho que não se esconde; a altivez e intolerância contra ideias idiotas. Apesar da minha completa falta de tempo, pouca paciência para revisar o texto, e excessiva sonolência; esforcei-me para escrever 14 pontos bem detalhados, associados ao nosso Manifesto de Estudos, que rejeitam esta política confusa, infantil e ineficaz de ciclos. É uma referência evidente aos 14 pontos de Wilson, presidente estadunidense que buscava semear a paz na Europa e evitar a eclosão de uma 2ª Guerra. Ficou um pouco extenso, então se você for um defensor sicofanta do novo e bizarro sistema, não leia tudo de uma vez; siga as minhas instruções médicas. Eu não tenho problemas com perseguições políticas, na verdade é um sonho de infância.

Desafio os membros das regionais (especialmente o meu amigão Nonato Menezes; especialista em proferir tolices, mas apenas em ambientes privados), teóricos de boteco e faculdade, membros do governo, o fantasma de Paulo Freire (tem vários oráculos que falam por ele e criam verdadeiros Evangelhos da Educação), eternos sonhadores e outras criaturas para a dissecação e negação das minhas ideias. Não estamos nas salinhas da regional com a perda e manipulação de informações, proponho o debate aberto e registrável para estudo posterior. Quero ver a defesa de certas teorias no ambiente público, sem a coação mesquinha gerada pelo tempo, que alguns utilizam para nos tratar como gado. Apesar de que tudo indica ataques previsíveis e citações do Manifesto Comunista. Faço dos comentários o meu consultório, o atendimento é coletivo… Outros doutores do cotidiano, que trabalham nas mais diversas escolas, conhecem seus alunos e a comunidade, estão convidados para participar da elucidação deste monstro que nossos amados “líderes” estão retirando do armário para baratear a educação dos nossos estudantes!

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* Jackson Wesley é professor da Rede Pública de Ensino do DF

** O espaço deste blog está aberto para quem mais desejar publicar artigos 

*** Este artigo é de inteira responsabilidade do seu autor


[debate] Ciclos de aprendizagem: resposta ao manifesto dos professores do CEF 27

10/04/2013

Por: Jose Jesus*      

Caros professores da Escola Classe 27**,                        

 Em primeiro lugar digo que sou professor, como todos vocês, entre recentemente na Secretaria de Educação do Distrito Federal (2009), mas sou professor há algum tempo (desde 1985). Já trabalhei nos diversos sistemas de ensino do infantil à faculdade e também como formador nessa e em outras redes. Faço esse esclarecimento para que não surja, de início, um argumento comum entre nós educadores da falta de legitimidade de quem fala, aquele discurso que diz: “Ele fala isso porque está distante da sala de aula.”

Discuto inicialmente o argumento que vocês apresentam que “a escola não está preparada para os ciclos de aprendizagem”. As primeiras perguntas que surgem é:

a) Qual a preparação necessária da escola para os ciclos de aprendizagem? b) O problema é da rede física ou dos profissionais da educação? c) Quais os requisitos necessários para implantação dos ciclos, que estão no rol dos argumentos apresentados por vocês?

Quando apresentam um discurso genérico dizendo que a escola não está preparada sem apresentarem os argumentos desse discurso fica uma brecha para que esse discurso seja desmontado. Vocês querem dizer que a escola não está preparada, mas não abrem o caminho para que ela seja preparada, então isso fica aparentando ser a resistência pela resistência.

Conhecendo bem o nosso sistema de governo e a descontinuidade dos programas de governo local fico imaginando como gestor, qual seria o caminho ideal para implantação de uma mudança… Os programas do Governo Federal vem melhorando quanto a continuidade, tem programas que já estão incorporados como Programa de Estado, merenda, FUNDEB, PNLD, sistemas de avaliação externa entre outros, mas em termos locais somos como ostras carregados pelas ondas, a cada mudança de secretário sofremos os solavancos e somos arrastados a uma nova corrente teórica, e a mudança de secretário não erradica uma concepção e propõe uma nova, vai sendo feito uma amálgama de teorias, porque aquilo que havia iniciado permanece com a sobreposição da nova camada de cal.

Tudo isso acontece porque os educadores no dia a dia não estão aproveitando o tempo para construção de um debate sobre como a educação deveria ser, vocês (nós) reconhecem (emos) a necessidade de mudança: “Não é de hoje que estamos cientes de que precisamos evoluir nossa prática pedagógica e repensar o nosso sistema de educação.” Mas qual mudança surge a partir do piso da escola? Qual a nossa proposta como educadores para resolver a exclusão, reprovação e a melhoria real das condições de aprendizagem?

Existe um discurso apressado sobre a transformação da escola em uma agência social, com médicos, psicólogos, assistentes sociais etc, como se fossemos uma ilha que funciona dentro de uma sociedade com sistema médico-hospitalar falido, secretarias de bem estar social que não dá conta de cadastrar pessoas em situação de rua, quanto mais atendê-los. Criar o “Estado do Bem Estar Social” dentro da escola é uma falácia, fracassaremos do mesmo modo que esses sistemas fracassam fora da escola. O aluno, enquanto cidadão, precisa ser atendido em suas necessidades de saúde, esporte, lazer, moradia, alimentação etc, mas a escola não pode abarcar todas essas funções além daquelas que lhe é própria, a ação de educar, formar e preparar para vida.

Outro argumento apresentado é que quem executa a política na prática, os professores, deveriam aprová-la. Essa estratégia de democracia direta (gregos na ágora), precisa ser explicitada. Trabalhando como formador percebo a dificuldade em manter professores reunidos no tempo de coordenação, isto é, tempo pago pelo Estado para estudo e aperfeiçoamento, então é praticamente impossível mantê-los unidos para o debate de propostas de mudança.

A discussão do Projeto Político Pedagógico da escola, que deveria contemplar todos esses aspectos, muitas vezes passa ao largo, a discussão do currículo escolar tem sido feita a partir do simples contraposição ao formador, sem a construção de alternativas. De onde virá então a mudança?

Quanto a colocação de que somos “meros coadjuvantes”, quem não protagoniza é coadjuvante, acredito que não há outro papel. Pobre do governante que não estabelece uma política e fica ao sabor da babel de opiniões. Qual o movimento organizado de professores que apresentou uma proposta completa de educação, factível e viável ao governante? Mesmo as nossas organizações sindicais apresentam pontos ou pautas ao governo e não uma proposta completa, até porque acho que não é seu papel.

Poderia se criar um fórum de professores ou se estabelecer algum mecanismo de participação, mas na prática o que vemos são os representantes dos fóruns levarem a sua própria opinião, visto que no chão da escola não há debate. Depois quando decisões são tomadas elas são chamadas de verticais! Não estou defendendo nenhum governo em particular, vi isso acontecer em todos pelos quais passei! Se os gestores não defenderem um plano de ação são chamados de inaptos, incapazes, indolentes etc…

Um argumento recorrente é dizer que o governante não respeita a opinião dada, mas estamos esquecendo que não existe apenas a opinião da Escola Classe 27, cabe ao administrador equalizar todas as propostas apresentadas e como executor tem de buscar aquelas que são factíveis, criar um “Estado do Bem Estar Social” dentro das escolas do GDF é possível? Se assim fosse tudo estaria funcionando.

O Estado moderno não pode mais atuar na perspectiva da alienação do cidadão, já estamos no ocaso dos coronéis que lutavam pela manutenção de sua hegemonia através da ignorância dos cidadãos, salvo exceções, acredito que consiste peso para os governantes taxas de mortalidade infantil, analfabetismo, falta de saneamento entre outros dados. O Estado que busca incluir a todos não é uma cornucópia de benesses, é uma necessidade dos tempos atuais. O cidadão analfabeto tem que ser arrastado por aqueles que não o são, constituindo redução do processo produtivo e não geração de bens, produtos, impostos e riqueza, objeto final de quem administra.

Em outra afirmação é dito: Queremos e apoiamos mudanças que renovem o nosso ambiente escolar para melhor, mas por meio de  algo realmente novo, funcional e, acima de tudo, possível”. A partir dessa afirmação surgem novas perguntas:

a) Qual o realmente novo, funcional e possível? b) Alguma proposta do governo ou nossa? c) Se nossa qual é a proposta?

Professores, ciclos não é algo novo, desde o início século passado se escreve e se fala em ciclos de aprendizagem, mas o sistema econômico capitalista se conformou mais às séries com exclusão e repetência, porque assim se criaria uma reserva de mão de obra analfabeta que estaria sempre a disposição do capital, só que, com as crises do sistema e sua renovação acabaram por chegar a uma situação que é insustentável, a massa de analfabetos torna-se um peso morto que precisa ser arrastado pelo trabalho vivo. Nesse momento, muda a função da escola que deixa de ser excludente, seletiva e passa incluir a todos, não pela “bondade”, mas sim, pela necessidade.

Os sistemas de bolsas sociais que incluem na rede de consumo os depauperados funciona por algum tempo, uma geração, mas a geração seguinte precisa estar incluída no sistema produtivo, se não o castelo de cartas rui, e tudo vem abaixo ou se conforma em uma nova organização.

Sem utopia e de modo pragmático é necessário entender que há uma necessidade da sociedade, que é ensinar a todos, cabe a nós professores, que somos parte de um sistema, não adianta nos excluirmos, decidir se vamos aderir a esse novo processo de modo consciente ou se vamos nos deixar arrastar realizando apenas as tarefas do cotidiano.

Jose Jesus – Professor da SEDF

** Clique aqui e leia o manifesto do CEF 27


Semestralidade: direto de Maracanaú para o blog do WD

19/02/2013

Prezados leitores deste humilde blog,

Nesta semana postamos aqui um vídeo enviado pela professora Márcia Castilho que retrata a experiência da “semestralidade” no Colégio Estadual Liceu de Maracanaú (clique aqui e veja o post).

Pois bem, a repercussão foi boa e hoje quem enviou mais material sobre o assunto foi o próprio Diretor do Liceu de Maracanaú, Plácido Sousa.  Vejam a mensagem que ele enviou a este blog:

“Companheiros do DF,

Para contribuir com os debates sobre a semestralidade vejam os videos: CAMINHO DA ESCOLA EPS 08-http://tvescola.mec.gov.br/index.php?item_id=1345&option=com_zoo&view=item
COM CIÊNCIA – EPS 26 – http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=5051

Qualquer dúvida será um prazer esclarecer,

Meu nome é Plácido e estou diretor do Liceu de Maracanaú”

 

Este blog, claro, agradece ao colega do Ceará esta importante contribuição para o debate aqui neste espaço.

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Washington Dourado


VÍDEO: A experiência da Semestralidade no Colégio Estadual Liceu de Maracanaú

17/02/2013

Visitantes,

Boa parte da confusão instalada nas escolas públicas no DF no início deste ano letivo é resultado da falta de esclarecimentos sobre as propostas de ciclos e semestralidade. Infelizmente o Governo decidiu implantar primeiro e promover o debate depois, o que é um grande equívoco. Por outro lado, os poucos momentos de discussão que aconteceram sobre o assunto, o de debate ficou parecendo jogo de uma torcida só, com pouquíssimo espaço para tirar dúvidas e apresentação de argumentos contrários.

Por isso, vamos utilizar este blog para ajudar neste debate. A intenção é publicar aqui todo tipo de material sobre o assunto, seja contra ou a favor da proposta. Então, quem quiser publicar artigos, vídeos, textos é só enviar para o email do blog: blogdowd@gmail.com

A seguir clique no link e veja um vídeo importantíssimo sobre a proposta de semestralidade enviado pela, Márcia Castilho, professora e leitora deste blog. Dê sua opinião.

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Washington Dourado


Educação do DF no mar de incertezas!

13/02/2013

Amanhã, quinta-feira, quando forem abertos os portões das escolas públicas do DF nem professores, nem gestores e demais funcionários saberão ao certo como desenvolver suas atividades neste ano. Muito menos pais e alunos saberão qual metodologia  será aplicada. Tudo isso por que nos últimos três meses a Secretaria de Educação instituiu um clima de incerteza sobre a organização do sistema de ensino público do DF jamais visto.

Desde que esta história da implantação do sistema de ciclos de aprendizagem e semestralidade veio à tona no final de novembro que a Secretaria de Educação muda de opinião sobre o assunto. Primeiro o projeto era obrigatório em todas as escolas, depois virou opcional do 5º ao 9º ano, a seguir virou obrigatório apenas para 5 CREs, hoje dá a entender que a semestralidade também será optativa. Isso sem falar na questão da reprovação ou não, que no início foi abolida, depois virou uma possibilidade ao final de cada ciclos.

Mas a final como cada escola deve trabalhar a partir de amanhã? Teremos ciclos de aprendizagem na concepção original ou ciclos com reprovação? Onde a Secretaria de Educação publicou algum documento expondo as razões de sua nova proposta e tirando as dúvidas dos profissionais envolvidos? O Governador vai ou não vai suspender o projeto? A semestralidade agora também é optativa?

São tantos os questionamentos que daria para fazer um blog inteiro. Mas o fato é que amanhã o ano letivo efetivamente incia mergulhado em um mar de incertezas. E o pior é que a cada entrevista do pessoal da SEDF mais dúvidas são lançadas.

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Washington Dourado

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Sinpro tenta barrar implantação dos ciclos e da semestralidade na Rede Pública de Ensino na Justiça

08/02/2013

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Sobre o debate em relação aos ciclos de aprendizagem e a semestralidade as informações são as seguintes:

1 – Somente depois de pressão foi que a SEDF chamou o Sinpro para apresentar a proposta de ciclos de aprendizagem e semestralidade. Isso ocorreu já no final do mês de novembro.

2 – Neste encontro a posição da Diretoria do Sinpro foi pela suspensão da implantação dos ciclos de aprendizagem e da semestralidade em 2013. Sempre afirmamos que um projeto desta envergadura precisaria de um tempo razoável para o debate com a categoria e sociedade em geral.

3 – Na Assembleia de dezembro os professores presentes aprovaram a proposta de não implantação das mudanças em 2013. Também foi aprovado o ajuizamento de uma ação, caso a SEDF não aceitasse mudar o cronograma da proposta.

4 – Na semana passada o Conselho de Educação pediu um posicionamento do Sinpro sobre a proposta. O sindicato enviou um ofício ao CEDF informando a decisão da assembleia. Dois dias depois a Câmara de Educação do CEDF rejeito a proposta do Governo.

5 – Hoje o Sinpro impetrou uma ação no TJDFT pedindo a suspensão da implantação da proposta de ciclos de aprendizagem e da semestralidade na Rede Pública de Ensino. O argumento do Sinpro é que a proposta não foi aprovada pelo Conselho de Educação e nem nas instâncias previstas na Lei da Gestão Democrática.

Agora é aguardar a resposta do Judiciário local.

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Washington Dourado


Da seriação para os ciclos: trocar seis por meia dúzia ou de fato avançar na educação?

20/01/2013

Por: Luiz Eduardo Mendes Batista*

Sou recém-empossado do concurso para professores efetivos do DF. Fiz essa escolha, mesmo sabendo que poderia ser chamado em outro concurso para ocupar o mesmo tipo de cargo realizado em meu estado, Minas Gerais. Minha opção não foi aleatória. O motivo que me levou a fazer uma mudança radical de “endereço” tem a ver, dentre outros motivos, com as possibilidades que são dadas aos professores de construírem argumentos e ideias que corroborem com a educação. Inclusive, para quem não sabe ainda, o DF é afamado lá fora por constituir uma classe de docentes que, de fato, lutam pela educação e se esforçam por tentarem sempre inovar no campo do ensino.

Sobre essa última fama, recentemente tem se discutido (aliás, me parece que a tendência está mais para imposição que para discussão e debate) sobre a implantação da estrutura de trabalho pedagógico por meio de ciclos de aprendizagem (e de semestralidade). As convicções postas pelo atual Secretário de Educação, também professor, são até saudáveis, pois apontam uma possível solução para os sérios problemas da evasão escolar, de repetência excessiva, dentre outros. A meu ver, o problema está no como o Secretário e seus “auxiliares” têm colocado as coisas. Só para apontar uma dessas colocações, um trabalho por meio de ciclos no ensino fundamental II, por exemplo, permitiria que o aluno estudasse por um período maior (2 ou 3 anos, por exemplo) sem correr o risco de ser reprovado em apenas um ano, como ocorre no sistema de seriação. E daí?

Problematizando…

E daí que é bem interessante a proposta, mas não há detalhamento no modo como as coisas devem/ podem ser trabalhadas; não se detalham métodos nem estratégias efetivas. Afinal, adianta aumentar o tempo em que o aluno permanece estudando sem ser reprovado, se o professor continua ensinando a conjugação verbal em seu modo mais arcaico e tira ponto ou diminui o conceito caso ele não sabe que o “certo” é “caibo” e não “cabo”? O fato é que o aluno vai demorar dois anos ou três para ser reprovado, mas… e depois desse tempo?

CLIQUE aqui e leia a íntegra do artigo

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* Luiz Eduardo Mendes Batista, professor efetivo de Língua Portuguesa da Secretaria de Educação do DF e Mestre em Linguística pela Universidade Federal de Uberlândia.

** Artigo escrito especialmente para este blog


Será que pais, alunos, professores não tem contribuições a dar! a adoção de ciclos e semestralidade no educação do DF

17/01/2013

Por: Remi Castioni

Dentre os muitos ensinamentos que o campo da educação toma emprestado de outras áreas do conhecimento, um em particular, é apropriado para entender as recentes medidas proclamadas pela Secretaria de Educação do Distrito Federal. Falo particularmente do conceito de “burocracia do nível de rua”. Esse termo foi cunhado por Michael Lipsky, em 1980, quando atuava na cadeira de ciência política da prestigiada MIT – Massachusetts Institute of Technology. Seus ensinamentos são hoje leitura obrigatória na formação da burocracia do estado brasileiro e matéria recorrente em concursos públicos, que exigem esse tipo de formação.

O conceito de “burocracia do nível de rua”, criado pelo autor diz respeito a servidores públicos que agem diretamente com cidadãos. Entrariam nessa classificação os professores, policiais e assistentes sociais, entre outros. A formulação clássica de burocracia weberiana não levava em consideração os servidores que atuavam na ponta de qualquer sistema e para tanto, os burocratas seriam meros formuladores que não pertenceriam a um serviço público de massas. Ao longo do tempo admitiu-se que aqueles que atuam na prestação direta dos serviços não seriam meros implementadores de políticas, mas teriam papel importante na discricionariedade, que pode alterar em muito os desejos proclamados pela alta burocracia.

Na implementação de políticas públicas o conceito de “burocracia do nível de rua” tornou-se fundamental para entender porque algumas políticas dão certo e outras não. Essa análise recai sobre o importante papel que esses servidores desempenham ao mediar essa relação entre o Estado e o cidadão, recaindo sobre eles o bônus e o ônus no atendimento.

Introduzo esse panorama apenas para situar a surpreendente decisão da Secretaria de Educação de adotar a política de ciclos e semestralidade. A desconfiança gerada por quem atua diretamente na ponta do sistema, os professores, e aqueles que se beneficiam da prestação, os alunos e os pais, que tem filhos na escola pública, são importantes atores que podem comprometer a execução dessa iniciativa.

Mudanças emanadas da alta burocracia não são uma novidade e nem deixarão de existir. A questão na política é como diminuir as chances do insucesso por mais razoáveis que sejam os argumentos. Particularmente na educação estamos experimentados em medidas com essas características. Tomemos o caso, que nos parece mais elucidativo, o ensino médio. O Parecer n. 15/1998, elaborado pelo Conselho Nacional de Educação durante o governo FHC e que tinha o objetivo de criar uma nova concepção de ensino
médio que acabara de ser consagrado pela Constituição de 1988, como última etapa da educação básica, criou o conceito de “estética da sensibilidade”. Entretanto, isso não conseguiu se traduzir em algo inovador e sequer se incorporou nos Parâmetros Curriculares Nacionais e, portanto, não chegou às salas de aula do ensino médio, pelo simples fato que os professores não foram envolvidos para implementar uma nova concepção de abordagem curricular.

São muitos os estudos que mostram que não basta que as intenções sejam consistentes é preciso que elas angariem apoio para sua execução. Nesse particular, a adoção da semestralidade do ensino médio nasce com enorme resistência há menos de 20 dias do início do ano letivo de 2013.

Além de questões conceituais na adoção da semestralidade há aspectos operacionais que não foram suficientemente esclarecidos para a gestão do processo pedagógico nas escolas. Uma questão simples, por exemplo, como lidar com a matrícula dos alunos por disciplinas nas escolas. Isso muda radicalmente a otimização do trabalho. Isso sem falar no aspecto metodológico. Mudar a cultura de uma organização passa por convencer quem é parte dela e nesse aspecto parece-nos que os gestores atuais consideraram que isso é relativizado pelo sucesso que a medida pode trazer.

As contribuições que as pesquisas no campo da implementação de políticas já nos proporcionaram revelam que quanto mais distante estiver a decisão de mudar do objeto a ser modificado, as chances de ficar como está são muito elevadas. Ou seja, se essa mudança não passar por um processo de convencimento dos reais operadores das ações proclamadas, as chances do insucesso serão muito grandes. Como uma teoria está sempre à prova pode ser que seja o momento. Será?

* Remi Castioni é professor-pesquisador FE/UnB

** Texto escrito especialmente para este blog


GDF amplia Política de Ciclos no ensino público

15/01/2013

FONTE: Agência Brasília

A nova medida terá aplicação imediata em 70 escolas de cinco regionais de ensino e beneficiará aproximadamente 35 mil alunos. O objetivo é reduzir os índices de reprovação do DF

Escolas das regionais de ensino do Guará, Recanto das Emas, São Sebastião, Núcleo Bandeirante e Santa Maria serão as primeiras do Distrito Federal a ampliar a Política Educacional do Ciclo de Aprendizagem no currículo da educação básica. Na prática, os 4º e 5º anos do ensino fundamental serão convertidos em um só período de aprendizagem. A reestruturação substitui o sistema convencional de seriação por divisão em ciclos. Isso quer dizer que a reprovação de alunos obedecerá a novos critérios.
Ao todo, 70 instituições de ensino adotarão a medida, que beneficiará cerca de 35 mil alunos. A meta é que até 2014 toda a educação básica seja organizada em ciclos. Uma das principais propostas da Política de Ciclos é organizar o conteúdo programático por setores do conhecimento. Essas áreas foram divididas em linguagem, matemática, ciências da natureza e ensino religioso.
/2/” target=”_blank”>CLIQUE AQUI e leia mais

Secretário anuncia o projeto de ciclos de aprendizagem

14/01/2013

Hoje o Secretário de Educação anunciou para a imprensa a implantação já em 2013 do projeto de ciclos de aprendizagem nas escolas públicas do DF. Ou seja: em pouco mais de 20 dias os professores retornarão ao seu trabalho e encontrarão um novo modelo de organização da Rede Pública de Ensino. Este é o primeiro passo para o fracasso da proposta, até por que a imagem que fica é da Secretaria  enfiando goela a baixo um projeto educacional.

Por outro lado, ao que consta, durante a entrevista tantas outras dúvidas não foram esclarecidas: haverá um amplo processo de formação dos professores? O número de alunos por sala será reduzido? As escolas terão apoio financeiro para implantar a nova proposta?

A posição da categoria aprovada em Assembleia é de rejeição da implantação da proposta em 2013. É isso que defendemos!

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Washington Dourado


“Aprovação automática” ou “progressão continuada”?

09/12/2012

FONTE:  Portal IG

Pouca diferença faz se o governo do Estado de São Paulo terá dois, três ou quatro ciclos em que a repetência será possível

A progressão continuada teve sua primeira experiência quando Paulo Freire foi secretário de Educação na prefeitura de São Paulo, na gestão de Luiza Erundina. Nosso grande educador tinha claro que repetir o aluno e sujeitá-lo à vergonha de ficar um ano atrás de seus colegas de turma mais atrapalhava do que ajudava. Todas as pesquisas mostram que o aluno que passa pela repetência tende a repetir a situação de fracasso nos próximos anos de vida escolar.

Da experiência de Paulo Freire na Secretaria de Educação de São Paulo até a “aprovação automática” do governo do Estado de São Paulo há uma grande diferença. A progressão continuada não pode ser a simples promoção do aluno de uma série à outra. Entre uma série e outra existe, pelo menos ainda, um ano escolar. Neste ano as escolas precisam ter estratégias e projetos pedagógicos.

Acontece que governos costumam confundir projetos pedagógicos com as terríveis “grades curriculares”. Ao invés de estabelecerem estratégias, além de implantá-las e avaliá-las, para a formação de alunos cidadãos, capazes de intervir na sociedade e com ‘fome’ de conhecimento, os governos tendem a definir a quantidade de conteúdos que devem ser depositados nos alunos. A educação bancária, na qual ao aluno só cabe escutar e decorar, escutar e decorar, escutar e decorar, é mantida. Aqueles que costumamos achar que obtêm mais sucesso escolar conseguem lembrar dos conteúdos até o dia do vestibular. E só.

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[debate] Reflexões sobre a proposta de ciclos de aprendizagem

09/12/2012

Algumas questões para refletirmos.

1- Qual estrutura necessária para se implementar o sistema de Ciclos rede pública de ensino? A realidade atual desta estrutura está preparada para isto? ( quando colocamos aqui estrutura podemos dizer nos seguintes aspectos: Capacitação profissional, recursos didáticos e pedagógicos, os objetivos a serem atingidos com esta nova medida)
2- O nosso público alvo hoje apresenta condições maturacionais para enfrentarem um sistema de seriação com a aprovação automática? O compromisso com o aprendizado que eles tem hoje é condizente com este novo processo?
3- Com os resultados que observamos hoje nas avaliações institucionais internas e externas apontam para o favorecimento desta implementação?
4- O relacionamento dos servidores que atuam diretamente na administração do ensino público com os administrados (comunidade escolar) no momento esta adequado para que façamos tal mudança?
5- A SEDF tem proporcionado nestes dois últimos anos apoio suficiente para que o mínimo seje aplicado para a manutenção do básico para que a Educação do DF aponte para algum ganho de qualidade?

Após refletirmos e alcançarmos algum entendimento ao responder tais questões creio eu que poderemos debater sobre as condições para se implementar os ciclos na educação do DF.

Att,

Luciano Bogalho
Professor do CEE 01 da Ceilândia


[debate] Ciclos e Semestralidade: Proposta ou Imposição?

07/12/2012

POR: Cristino Rocha*

Dizer favorável ou contra a dita “proposta” de Ciclos e Semestralidade não é o suficiente para implantar a referida “proposta”. De qualquer modo será imprescindível uma discussão mais profunda sobre a situação atual (como estão organizadas as escolas pedagógica, física e administrativamente), bem como ter o devido esclarecimento sobre a operacionalização, significação de pessoa, educação, sociedade e de mundo, objetivos e impactos qualitativos do que se propõe.

Vejo que são muitas as opiniões, mas é preciso avançar na direção da ampliação do debate com as pessoas envolvidas no processo pedagógico-administrativo das escolas públicas quais sejam docentes, pais, mães, responsáveis, estudantes, auxiliares da educação, SINPRO-DF, SAE e representantes do GDF. Essa discussão no Blog por mais que tenha o seu mérito não invalida nem substitui o debate mais amplo entre a Sociedade Civil e Estado. É urgente que se aproxime conhecimento técnico do posicionamento político.

Reitero minha indagação feita neste blog: Ciclos e Semestralidade: Proposta ou Imposição? Se o ideário parte de uma proposta cabe o debate, o contraditório, novas formulações e aportes e até a supressão. Se o ideário Parte de uma imposição, não há o que debater, mas indignar-se e forjar espaços de fala e de práticas compartilhadas, o que não tem nada que ver com “democratismo e assembleísmo”. Além disso, reitero a pergunta: o GDF continua fazendo cópia de São Paulo? Se a educação pública do DF já teve experiência de Ciclos em sua trajetória, o que se pode tirar de lição para o tempo presente?

Vejo que são muitos problemas de longos anos na educação pública do Distrito Federal, o que não se soluciona de um dia para outro nem com a força de uma canetada. É preciso arrumar a casa para receber a visita. Comunidade Escolar sem estrutura para mudar de perspectiva educativa e sequer ser ouvida é uma violência que marcará não apenas o tempo, mas a própria condição humana. Há feridas abertas que o tempo de sua cura pode ser o mesmo de sua morte…

Enfim, advogo a ideia do amplo debate, do conhecimento profundo do impacto de qualquer projeto educativo e da escuta sensível tão bem pensada por René Barbier. Escutar é parte de um processo que vai além da canetada, da imposição e da falsa participação. Porém, não basta escutar, é preciso fazer da escuta um sinal de resposta coletiva com feição efetivamente participativa e decisória.

*Cristino Cesário Rocha é Professor da Escola Pública do DF


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