Secretaria de Educação abre discussão sobre implantação do 3º ciclo

28/10/2013

 

Nesta tarde a Secretaria de Educação do Distrito Federal anunciou que vai analisar a implantação, nas escolas públicas do DF, do “3º Ciclo de Aprendizagem. Na nota a SEDF também afirma que este é um “novo sistema de avaliação”.

Segundo a Secretaria o modelo foi implantado em seis escolas da Rede Pública e o resultado deverá ser a base para ampliação do projeto.

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Washington Dourado

 


Ciclos: “São Paulo incorporou parte do modelo do DF”, afirma Secretário de Educação

16/08/2013

O Secretário de Educação, Denílson Bento, entrou em contato com este Blog para afirmar que no entendimento dele o Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, não só reforçou o modelo de ciclos de aprendizagem, como também incorporou parte da proposta do modelo que está sendo implantada na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.

Segundo o Secretário, diferente do que foi publicado neste Blog ontem (clique aqui), o Prefeito paulista “detonou” foi o modelo tucano de aprovação automática, mas manteve nas séries inicias do ensino fundamental os ciclos de aprendizagem, acrescentando a avaliação bimestral e a possibilidade de reprovação no final de cada ciclo. Já nas séries finais do ensino fundamental, diferente da proposta do DF, a novidade apresentada pelo Prefeito do Município de São Paulo é a possibilidade ao final de cada ano.

Denílson reforçou que a implantação do projeto no DF segue normalmente e que a Procuradoria está encaminhando recursos à decisão judicial. Afirmou ainda que está à disposição do debate sobre o modelo de organização da Educação Pública do DF.

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Por: Washington Dourado 


BOMBA!!! Prefeito de São Paulo detona os ciclos de aprendizagem

15/08/2013

Atenção comunidade escolar do Distrito Federal, especialmente os professores! 

Ontem o Prefeito de São Paulo lançou o projeto “Mais Educação São Paulo”, que na prática significa a implosão do sistema de ciclos de aprendizagem vigente no sistema municipal de ensino. 

E agora DF?

Da minha parte, acho que Haddad tem toda razão. 

Washington Dourado

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LEIA SOBRE A INICIATIVA DO PREFEITO DE SÃO PAULO

Após 21 anos, alunos de São Paulo terão lição de casa, nota e boletim

O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário de Educação César Callegari (PSOL) apresentam, na manhã desta quinta-feira (15), um novo programa para a rede municipal de ensino. Chamado “Mais Educação São Paulo”, o pacote de iniciativas faz clara referência ao programa de ensino integral do governo federal criado por Haddad enquanto ministro.

As escolas públicas municipais terão um novo regimento geral que mudará a rotina dos estudantes e professores: provas a cada dois meses (bimestrais), lição de casa, notas de 0 a 10 e boletim que poderá ser consultado pelos pais na internet.

“[O programa] procura resgatar ideias boas e velhas e [acrescentar] ideias boas e novas”, afirmou o prefeito Fernando Haddad. “[É uma] combinação virtuosa, com resgate de uma escola que passou por um suposto processo de modernização.”

Segundo diagnóstico da Prefeitura, apenas 34% dos alunos apresentam conhecimento adequado ou avançado em português e 27% em matemática. Na 8ª série, 23% está com nível adequado e avançado em português e 10% apresenta esse resultado em matemática.

As mudanças passam a valer a partir de 2014 e o texto está sob consulta pública (com recebimento de sugestões de mudança) até o dia 15 de setembro.

Há 21 anos, o município havia implantado a chamada progressão continuada, uma concepção em que não há reprovação todos os anos e existem ciclos — a ideia é que os alunos têm diferentes ritmos e tempos para a aprendizagem.

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LEIA TAMBÉM: Plano de educação de Haddad aumenta rigor sobre alunos 

E MAIS: Análise: Proposta do prefeito agrada docente que quer mais poderes 

LEIA AQUI http://www.maiseducacaosaopaulo.com.br/ SOBRE A PROPOSTA DO PREFEITO DE SÃO PAULO


[artigo] Para lembrar que também temos deveres – A defesa da seriação e a negação das políticas de falsa inclusão social.

08/05/2013

Jackson

Autor do texto: Jackson Weley

14 Pontos para rejeitar os ciclos de aprendizagem no DF

O próximo ano será o marco inicial do enterro da Educação Pública no DF. O sistema de ciclos vai infectar a prática escolar e promover o golpe final de um descaso cognato de políticos de todas as vertentes quando o assunto é Educação pública: a intervenção com propostas tolas e a desvalorização do professor. O GDF tentou utilizar de autoritarismo para forçar a utilização dos ciclos no começo de 2013. O Conselho de Pais e os professores foram contrários. Mas parece que foi entendido que desejávamos adiar a proposta para estudar melhor e preparar as escolas.

Para o professor não é hora de dialogar. O diálogo prevê troca de experiências; e os cursos que estão sendo ministrados na Regional buscam doutrinar os professores e entregar diplomas de curso de formação. Para não ser injusto, considero que alguns dos organizadores acreditam na construção democrática de uma proposta da base, seja ciclo ou não, mas o direcionamento é imposto e muitos coordenadores são incapazes de argumentar que os professores da sua escola são contrários. O sistema de ciclos, dentro da visão do atual governo, já está IMPOSTO. Debater contra a máquina estatal é socar uma parede talhada com cacos de vidros; em outros Estados, alunos e professores lutaram contra esta nova modalidade de descaso na Educação e foram derrotados. É uma forma muito estranha de democracia, principalmente quando lembramos que esta proposta não estava incluída na campanha eleitoral de Agnelo Queiroz em 2010. Mas seus lobistas já estavam espalhados nas entranhas do governo planejando o golpe. Entretanto, o orgulho do professor o obriga a lutar qualquer batalha justa, não pela certeza da vitória, mas para fazer o que é certo. Devemos isto para os nossos estudantes.

Certa vez um dos meus lecionandos acusou a minha categoria de vampirismo, pois só brigávamos por aumentos salariais. Nunca fazíamos greve ou nos movimentávamos por motivos pedagógicos. Ele não estava totalmente errado. Isto tem que mudar. Esta categoria não pode permitir que o capitão do nosso barco seja um governo que nem sabe se fica. O navio é nosso. O professor é quem está qualificado para realizar mudanças na educação. Basta estudarmos as fontes, adaptar com o nosso rico conhecimento tácito e trocar experiências de sucesso! Secretários, governadores, membros de Sindicatos e Doutores engravatados (no estilo Miguel Arroyo) devem seguir o nosso parecer técnico; ao invés de ficar criando formulas mágicas para manipular o IDEB, ironizar nosso trabalho e infernizar nosso ambiente de trabalho. O embasamento teórico deles é importante para o debate, mas presenciar que existem professores no “falso fórum” que não se consideram capazes de construir uma proposta para a realidade do DF é vergonhoso. Se você não é competente para realizar esta tarefa, peça exoneração, a porta da rua é serventia da casa. Devemos lembrar que certificados de Doutorado não são certificados de razão! A maioria dos professores da SEDF não possui o título; não significa que eles estão congelados no tempo e esqueceram a importância de ler e pesquisar.

O Centro de Ensino Fundamental 27 da Ceilândia criou uma Manifesto contra os ciclos da Aprendizagem no DF. Estamos registrando nossa indignação. Mas não temos verbas para propaganda. Nós precisamos de vocês, sejam favoráveis ou contrários, queremos saber o que a maioria das escolas está pensando, já que ninguém está perguntando! Discutam nas coordenações gerais e se a maioria desejar assinem o manifesto nos comentários: http://manifestocontraosciclosnodf.blogspot.com.br/2013/05/nos-queremos-voce-no-manifesto-contra.html#comment-form. Vocês não estarão sozinhos, já temos o apoio informal de outras escolas e dezenas de professores e alunos do DF. Permitir que as regionais colecionem relatórios de reuniões, que serão provavelmente arquivados e esquecidos, é permitir o controle da máquina. Precisamos nos movimentar agora, ou agir como fantoches, enquanto a EAPE doutrina os professores com palmatória.

Eu sou Jackson Wesley Lopes Barreiros, formado em História pelo UniCEUB. Provavelmente serei acusado de arrogância e sofrerei perseguições políticas. Mas estamos na Era da falsa humildade. Do diálogo que termina em pizza. Eu gosto é da discórdia, não suporto a imposição de políticas abusivas, tolas, que matam o orgulho da minha categoria. E devo lembrar que a arrogância é definida pelo Houaiss como ato de atribuir a si direito, poder ou privilégio; é insolência e atrevimento; o orgulho que não se esconde; a altivez e intolerância contra ideias idiotas. Apesar da minha completa falta de tempo, pouca paciência para revisar o texto, e excessiva sonolência; esforcei-me para escrever 14 pontos bem detalhados, associados ao nosso Manifesto de Estudos, que rejeitam esta política confusa, infantil e ineficaz de ciclos. É uma referência evidente aos 14 pontos de Wilson, presidente estadunidense que buscava semear a paz na Europa e evitar a eclosão de uma 2ª Guerra. Ficou um pouco extenso, então se você for um defensor sicofanta do novo e bizarro sistema, não leia tudo de uma vez; siga as minhas instruções médicas. Eu não tenho problemas com perseguições políticas, na verdade é um sonho de infância.

Desafio os membros das regionais (especialmente o meu amigão Nonato Menezes; especialista em proferir tolices, mas apenas em ambientes privados), teóricos de boteco e faculdade, membros do governo, o fantasma de Paulo Freire (tem vários oráculos que falam por ele e criam verdadeiros Evangelhos da Educação), eternos sonhadores e outras criaturas para a dissecação e negação das minhas ideias. Não estamos nas salinhas da regional com a perda e manipulação de informações, proponho o debate aberto e registrável para estudo posterior. Quero ver a defesa de certas teorias no ambiente público, sem a coação mesquinha gerada pelo tempo, que alguns utilizam para nos tratar como gado. Apesar de que tudo indica ataques previsíveis e citações do Manifesto Comunista. Faço dos comentários o meu consultório, o atendimento é coletivo… Outros doutores do cotidiano, que trabalham nas mais diversas escolas, conhecem seus alunos e a comunidade, estão convidados para participar da elucidação deste monstro que nossos amados “líderes” estão retirando do armário para baratear a educação dos nossos estudantes!

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* Jackson Wesley é professor da Rede Pública de Ensino do DF

** O espaço deste blog está aberto para quem mais desejar publicar artigos 

*** Este artigo é de inteira responsabilidade do seu autor


[debate] Ciclos de aprendizagem: resposta ao manifesto dos professores do CEF 27

10/04/2013

Por: Jose Jesus*      

Caros professores da Escola Classe 27**,                        

 Em primeiro lugar digo que sou professor, como todos vocês, entre recentemente na Secretaria de Educação do Distrito Federal (2009), mas sou professor há algum tempo (desde 1985). Já trabalhei nos diversos sistemas de ensino do infantil à faculdade e também como formador nessa e em outras redes. Faço esse esclarecimento para que não surja, de início, um argumento comum entre nós educadores da falta de legitimidade de quem fala, aquele discurso que diz: “Ele fala isso porque está distante da sala de aula.”

Discuto inicialmente o argumento que vocês apresentam que “a escola não está preparada para os ciclos de aprendizagem”. As primeiras perguntas que surgem é:

a) Qual a preparação necessária da escola para os ciclos de aprendizagem? b) O problema é da rede física ou dos profissionais da educação? c) Quais os requisitos necessários para implantação dos ciclos, que estão no rol dos argumentos apresentados por vocês?

Quando apresentam um discurso genérico dizendo que a escola não está preparada sem apresentarem os argumentos desse discurso fica uma brecha para que esse discurso seja desmontado. Vocês querem dizer que a escola não está preparada, mas não abrem o caminho para que ela seja preparada, então isso fica aparentando ser a resistência pela resistência.

Conhecendo bem o nosso sistema de governo e a descontinuidade dos programas de governo local fico imaginando como gestor, qual seria o caminho ideal para implantação de uma mudança… Os programas do Governo Federal vem melhorando quanto a continuidade, tem programas que já estão incorporados como Programa de Estado, merenda, FUNDEB, PNLD, sistemas de avaliação externa entre outros, mas em termos locais somos como ostras carregados pelas ondas, a cada mudança de secretário sofremos os solavancos e somos arrastados a uma nova corrente teórica, e a mudança de secretário não erradica uma concepção e propõe uma nova, vai sendo feito uma amálgama de teorias, porque aquilo que havia iniciado permanece com a sobreposição da nova camada de cal.

Tudo isso acontece porque os educadores no dia a dia não estão aproveitando o tempo para construção de um debate sobre como a educação deveria ser, vocês (nós) reconhecem (emos) a necessidade de mudança: “Não é de hoje que estamos cientes de que precisamos evoluir nossa prática pedagógica e repensar o nosso sistema de educação.” Mas qual mudança surge a partir do piso da escola? Qual a nossa proposta como educadores para resolver a exclusão, reprovação e a melhoria real das condições de aprendizagem?

Existe um discurso apressado sobre a transformação da escola em uma agência social, com médicos, psicólogos, assistentes sociais etc, como se fossemos uma ilha que funciona dentro de uma sociedade com sistema médico-hospitalar falido, secretarias de bem estar social que não dá conta de cadastrar pessoas em situação de rua, quanto mais atendê-los. Criar o “Estado do Bem Estar Social” dentro da escola é uma falácia, fracassaremos do mesmo modo que esses sistemas fracassam fora da escola. O aluno, enquanto cidadão, precisa ser atendido em suas necessidades de saúde, esporte, lazer, moradia, alimentação etc, mas a escola não pode abarcar todas essas funções além daquelas que lhe é própria, a ação de educar, formar e preparar para vida.

Outro argumento apresentado é que quem executa a política na prática, os professores, deveriam aprová-la. Essa estratégia de democracia direta (gregos na ágora), precisa ser explicitada. Trabalhando como formador percebo a dificuldade em manter professores reunidos no tempo de coordenação, isto é, tempo pago pelo Estado para estudo e aperfeiçoamento, então é praticamente impossível mantê-los unidos para o debate de propostas de mudança.

A discussão do Projeto Político Pedagógico da escola, que deveria contemplar todos esses aspectos, muitas vezes passa ao largo, a discussão do currículo escolar tem sido feita a partir do simples contraposição ao formador, sem a construção de alternativas. De onde virá então a mudança?

Quanto a colocação de que somos “meros coadjuvantes”, quem não protagoniza é coadjuvante, acredito que não há outro papel. Pobre do governante que não estabelece uma política e fica ao sabor da babel de opiniões. Qual o movimento organizado de professores que apresentou uma proposta completa de educação, factível e viável ao governante? Mesmo as nossas organizações sindicais apresentam pontos ou pautas ao governo e não uma proposta completa, até porque acho que não é seu papel.

Poderia se criar um fórum de professores ou se estabelecer algum mecanismo de participação, mas na prática o que vemos são os representantes dos fóruns levarem a sua própria opinião, visto que no chão da escola não há debate. Depois quando decisões são tomadas elas são chamadas de verticais! Não estou defendendo nenhum governo em particular, vi isso acontecer em todos pelos quais passei! Se os gestores não defenderem um plano de ação são chamados de inaptos, incapazes, indolentes etc…

Um argumento recorrente é dizer que o governante não respeita a opinião dada, mas estamos esquecendo que não existe apenas a opinião da Escola Classe 27, cabe ao administrador equalizar todas as propostas apresentadas e como executor tem de buscar aquelas que são factíveis, criar um “Estado do Bem Estar Social” dentro das escolas do GDF é possível? Se assim fosse tudo estaria funcionando.

O Estado moderno não pode mais atuar na perspectiva da alienação do cidadão, já estamos no ocaso dos coronéis que lutavam pela manutenção de sua hegemonia através da ignorância dos cidadãos, salvo exceções, acredito que consiste peso para os governantes taxas de mortalidade infantil, analfabetismo, falta de saneamento entre outros dados. O Estado que busca incluir a todos não é uma cornucópia de benesses, é uma necessidade dos tempos atuais. O cidadão analfabeto tem que ser arrastado por aqueles que não o são, constituindo redução do processo produtivo e não geração de bens, produtos, impostos e riqueza, objeto final de quem administra.

Em outra afirmação é dito: Queremos e apoiamos mudanças que renovem o nosso ambiente escolar para melhor, mas por meio de  algo realmente novo, funcional e, acima de tudo, possível”. A partir dessa afirmação surgem novas perguntas:

a) Qual o realmente novo, funcional e possível? b) Alguma proposta do governo ou nossa? c) Se nossa qual é a proposta?

Professores, ciclos não é algo novo, desde o início século passado se escreve e se fala em ciclos de aprendizagem, mas o sistema econômico capitalista se conformou mais às séries com exclusão e repetência, porque assim se criaria uma reserva de mão de obra analfabeta que estaria sempre a disposição do capital, só que, com as crises do sistema e sua renovação acabaram por chegar a uma situação que é insustentável, a massa de analfabetos torna-se um peso morto que precisa ser arrastado pelo trabalho vivo. Nesse momento, muda a função da escola que deixa de ser excludente, seletiva e passa incluir a todos, não pela “bondade”, mas sim, pela necessidade.

Os sistemas de bolsas sociais que incluem na rede de consumo os depauperados funciona por algum tempo, uma geração, mas a geração seguinte precisa estar incluída no sistema produtivo, se não o castelo de cartas rui, e tudo vem abaixo ou se conforma em uma nova organização.

Sem utopia e de modo pragmático é necessário entender que há uma necessidade da sociedade, que é ensinar a todos, cabe a nós professores, que somos parte de um sistema, não adianta nos excluirmos, decidir se vamos aderir a esse novo processo de modo consciente ou se vamos nos deixar arrastar realizando apenas as tarefas do cotidiano.

Jose Jesus – Professor da SEDF

** Clique aqui e leia o manifesto do CEF 27


Semestralidade: direto de Maracanaú para o blog do WD

19/02/2013

Prezados leitores deste humilde blog,

Nesta semana postamos aqui um vídeo enviado pela professora Márcia Castilho que retrata a experiência da “semestralidade” no Colégio Estadual Liceu de Maracanaú (clique aqui e veja o post).

Pois bem, a repercussão foi boa e hoje quem enviou mais material sobre o assunto foi o próprio Diretor do Liceu de Maracanaú, Plácido Sousa.  Vejam a mensagem que ele enviou a este blog:

“Companheiros do DF,

Para contribuir com os debates sobre a semestralidade vejam os videos: CAMINHO DA ESCOLA EPS 08-http://tvescola.mec.gov.br/index.php?item_id=1345&option=com_zoo&view=item
COM CIÊNCIA – EPS 26 – http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=5051

Qualquer dúvida será um prazer esclarecer,

Meu nome é Plácido e estou diretor do Liceu de Maracanaú”

 

Este blog, claro, agradece ao colega do Ceará esta importante contribuição para o debate aqui neste espaço.

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Washington Dourado


VÍDEO: A experiência da Semestralidade no Colégio Estadual Liceu de Maracanaú

17/02/2013

Visitantes,

Boa parte da confusão instalada nas escolas públicas no DF no início deste ano letivo é resultado da falta de esclarecimentos sobre as propostas de ciclos e semestralidade. Infelizmente o Governo decidiu implantar primeiro e promover o debate depois, o que é um grande equívoco. Por outro lado, os poucos momentos de discussão que aconteceram sobre o assunto, o de debate ficou parecendo jogo de uma torcida só, com pouquíssimo espaço para tirar dúvidas e apresentação de argumentos contrários.

Por isso, vamos utilizar este blog para ajudar neste debate. A intenção é publicar aqui todo tipo de material sobre o assunto, seja contra ou a favor da proposta. Então, quem quiser publicar artigos, vídeos, textos é só enviar para o email do blog: blogdowd@gmail.com

A seguir clique no link e veja um vídeo importantíssimo sobre a proposta de semestralidade enviado pela, Márcia Castilho, professora e leitora deste blog. Dê sua opinião.

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Washington Dourado


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