Depois da derrota, agora o GDF fala em negociar com os servidores. Sem chance!

28/05/2015

Jornal de Brasília GDF quer negociar

Primeiro o Governo do Distrito Federal atacou os servidores de todo o jeito. Fez terrorismo com o orçamento, levantou hipótese de demissão, não abriu o diálogo com as categorias.

Tudo isso motivou o Ministério Público a entrar com uma ADI contestando as leis que reestruturaram os planos de carreiras que as categorias conquistaram junto ao Governo anterior. No Tribunal o GDF jogou dubiamente, defendendo a constitucionalidade das leis, mas tentando uma modulação que o desobrigasse ao pagamento conforme está previsto nas normas questionadas.

Levou uma derrota de 17X0!

Agora, depois da derrota, o GDF fala em possibilidade de negociar com os servidores algo que já é nosso?

Que saiba o Governo: não terá negociação coisa nenhuma. Aliás, o que os servidores querem agora é saber qual a proposta salarial deste Governo para os próximos anos. Quanto ao que foi negociado no Governo anterior, já é nosso e se não for pago por bem vamos arrancar o pagamento na luta.

CLIQUE AQUI e leia a matéria no Jornal de Brasília

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Washington Dourado 


Nesta tarde foram derrotados todos que ousaram atacar os servidores públicos do Distrito Federal

26/05/2015

Os anos de 2012 e 2013 foram marcados pela luta dos servidores públicos do Distrito Federal de diversas carreiras, especialmente do Magistério Público, por reestruturação dos seus planos de carreira e tabelas salariais. Por outro lado, o início de 2015 foi marcado por desastrosas declarações do novo Governo contra estes mesmo servidores públicos. O resultado é que o Ministério Público assimilou as declarações do GDF e entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade contra leis que garantiram reajustes salarial de 33 categorias.

Hoje todos eles, Ministério Público e Governo, foram derrotados por 17 votos a zero. Este foi o resultado do julgamento realizado pelo Conselho Especial do TJDFT que analisou nesta tarde a ADI proposta pelo MPDFT.

Ou seja: o Plano de Carreira dos professores e orientadores da SEDF, bem como de todas as outras 32 categorias, é constitucional e tem plena validade.

Então, perdeu GDF…

E se prepare que vem muita luta por ai.

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Washington Dourado 


Nesta tarde foram derrotados todos que ousaram atacar os servidores públicos do Distrito Federal

26/05/2015

Os anos de 2012 e 2013 foram marcados pela luta dos servidores públicos do Distrito Federal de diversas carreiras, especialmente do Magistério Público, por reestruturação dos seus planos de carreira e tabelas salariais. Por outro lado, o início de 2015 foi marcado por desastrosas declarações do novo Governo contra estes mesmo servidores públicos. O resultado é que o Ministério Público assimilou as declarações do GDF e entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade contra leis que garantiram reajustes salarial de 33 categorias.

Hoje todos eles, Ministério Público e Governo, foram derrotados por 17 votos a zero. Este foi o resultado do julgamento realizado pelo Conselho Especial do TJDFT que analisou nesta tarde a ADI proposta pelo MPDFT.

Ou seja: o Plano de Carreira dos professores e orientadores da SEDF, bem como de todas as outras 32 categorias, é constitucional e tem plena validade.

Então, perdeu GDF…

E se prepare que vem muita luta por ai.

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Washington Dourado 


GDF só prevê a contratação de 374 professores concursados para 2016

25/05/2015

O Governo do Distrito Federal enviou à Câmara Legislativa o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2016. No documento a previsão de contratação de 374 professores para o ano que vem. Obviamente estamos falando de uma quantidade que não cobrirá nem mesmo a número de aposentados do período.

A LDO prevê ainda a contratação de:

200 médicos

350 agentes de saúde

43 policiais civis

Ou seja: os concursados terão que lutar muito para garantir seu direito à nomeação.

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Washington Dourado 


Nesta terça, dia 26, será o nosso plano de carreira que estará em julgamento

25/05/2015

Nesta terça-feira, dia 26, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal vai julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade de autoria do Ministério Público, que questiona a constitucionalidade das leis que reestruturaram 33 carreiras de servidores do GDF, inclusive a do Magistério Público do Distrito Federal.

Muitos falam que estará em julgamento “leis que concederam reajustes salariais” aos servidores. Na verdade, é muito mais que isso. Especialmente no caso da Carreira do Magistério Público do DF, o que está em jogo é a reestruturação do plano de carreira da categoria.

Por isso é fundamental que todos e todas participem da mobilização que está sendo organizada para acompanhar o julgamento na Praça do Buriti, a partir das 13h30.

E, caso a Justiça acate o pedido do MPDFT, amanhã mesmo sabermos dar a resposta. Nós vamos garantir o que conquistamos até aqui de um jeito ou de outro, eles sabem disso!

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Washington Dourado 

shington


Sindicatos se reúnem para definir enfrentamento ao GDF

22/05/2015

Dirigentes sindicais estão reunidos neste momento  na CUT para definir a estratégia de enfrentamento às propostas do Governo do Distrito Federal que alteram direitos dos servidores públicos do DF.

A indignação é total e a pressão será gigantesca.

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Projeto do GDF coloca a Previdência dos seus servidores públicos em risco

21/05/2015

O  IPREV é o órgão responsável por gerenciar os recursos que garantirão a aposentadoria dos servidores públicos do Distrito Federal. Desde que foi criado, todo mês, o desconto previdenciário no contracheque dos servidores vai para as contas do IPREV, que tem a função de fazer os investimentos e garantir a capitalização que lá no futuro vai garantir o pagamento das nossas aposentadorias.

Hoje o IPREV tem um Conselho formado por 14 membros, sendo 7 indicados pelo Governo e 7 pelas entidades sindicais representativas dos servidores. Esta formação garantiu que desde a criação do Instituto o Governo não tenha conseguido movimentar os recursos ali depositados fossem utilizados em outras finalidade. Na verdade, o Governo anterior até tentou, mas não conseguiu.

Agora, o atual Governo do Distrito Federal enviou à Câmara Legislativa um Projeto de Lei alterando a composição do Conselho do IPREV, rebaixando para 5 o número de representantes dos servidores e transferindo o total controle para o Secretário de Estado da pasta em que o Instituto estiver vinculado. Um absurdo!

Mas para quê o GDF faria uma mudança dessa no nosso IPREV? Na verdade só existe uma explicação: O Governo do Distrito Federal quer o controle total do IPREV para criar as condições de movimentação de recursos em favor dos projetos da atual gestão.

O prolema é o futuro das nossas aposentadorias…

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Washington Dourado 


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