Pergunta do dia: como está funcionando a escola que você trabalha?

07/11/2011

Pessoal,

Como está funcionando a escola que você trabalha? Quais os problemas e soluções encontradas? 

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Negociações não são retomadas. Assembleia com paralisação dia 17

07/11/2011

FONTE: Site do Sinpro

Conforme havia sido deliberado pela assembleia, o Sinpro encaminhou correspondência ao governador Agnelo Queiroz solicitando negociação diretamente com ele a respeito da reestruturação do Plano de Carreira e outros pontos da nossa pauta, mas até o momento a entidade não foi chamada para retomar o processo de negociação.

Estamos intensificando a mobilização para a próxima assembleia e esperamos que até o dia 17 essas negociações sejam retomadas. Os próximos mutirões de visitas às escolas serão no dia 8 de novembro, no Paranoá, São Sebastião e Recanto das Emas, no dia 9 em Ceilândia, Sobradinho e Brazlândia e no dia 10 no Riacho Fundo, Núcleo Bandeirante e Guará (Turno vespertino).


Professor apresenta Projeto de Recuperação Ampla ao Longo do Processo (RALP)

07/11/2011

O professor João Rosa, em texto escrito especialmente para o Blog, apresenta:

Projeto Recuperação Ampla ao Longo do Processo (RALP)

1. Responsável pelo Projeto: João Rosa Borges – Matrícula 62.865-4 – Professor Classe A
2. Dados Gerais: DRE: Gama – CED08 – Séries: 1os anos do Ensino Médio
Disciplina: Matemática Turno: Matutino

3. Justificativa: 2011 chegou mostrando-me as consequências de estar tão próximo da aposentadoria. Como comportar-me ao adentrar essa fase de professor quase aposentado? Trazia dentro de mim a experiência acumulada em outros projetos e o desafio de enfrentar pela primeira vez na rede, turmas de 1º ano do ensino médio. Considerava, ter rompido com sucesso, o tradicionalismo da avaliação, usando em anos anteriores, a teoria das Inteligências Múltiplas de Gardner (lingüística, lógico-matemática, espacial, musical, corporal-cinestésica, intrapessoal e interpessoal) associada ao Contrato Social de Rousseau, à Aprendizagem pela Descoberta de Bruner, à Motivação de Cury. Restava-me, no entanto, estabelecer uma estratégia que motivasse tanto os alunos com notas abaixo da média, como também, aqueles que já haviam ultrapassado essa marca. Parti da premissa de que tanto os que precisavam de nota como aqueles que estavam em situação mais confortável precisavam de motivação. Lancei a ideia da RALP e percebi que de uma certa forma, todos os alunos queriam “melhorar” as suas notas.

4. Objetivo Geral – Desenvolver estratégias que mesclassem conteúdos não vencidos pelos alunos com os novos conteúdos, de forma que uns alicerçavam a compreensão dos outros.
Avaliar de forma que conteúdos anteriores e atuais estivessem presentes nas avaliações atuais.

5. Período da Realização: Ano letivo de 2011

6. Competências e Habilidades: O RALP mescla a aplicação de novos conteúdos com a revisão dos conteúdos anteriores e não vencidos pelos alunos. Essa dinâmica reconduz o aluno com defasagem ao grupo daqueles mais adiantados e estes, revisando a matéria, aprendem novas formas de lidar com esses conteúdos.

7. Procedimentos – Na aplicação da 1ª avaliação do bimestre (P1) é feito o diagnóstico dos conteúdos não vencidos e estes são retrabalhados com todos os alunos, paralelamente a introdução dos novos conteúdos. Na aplicação da 2ª avaliação do bimestre(P1), são cobrados todos os conteúdos do bimestre(os novos e os revisados).
No fechamento da nota do bimestre é feita uma comparação com a nota do bimestre anterior. Todos os alunos que obtiveram nota superior à anterior, têm a sua média recalculada da seguinte forma:
Exemplos:
1) MB1 = 3,0 MB2 = 5,0 MB2 – MB1 = 2,0 MB2C = 7,0 ( média do bimestre corrigida)
2) MB1 = 6,0 MB2 = 9,0 MB2 – MB1 = 3,0 MB2C = 12,0 = 10,0 (limite para correção)
Observação: Caso não haja uma evolução na média do aluno, a sua média é mantida.

8. Recursos – O projeto utiliza os recursos disponíveis na escola, bem como a sua infraestrutura. As listas de exercícios com os conteúdos não vencidos são elaboradas e trabalhadas ao longo do bimestre.

9. Conclusão – A escola como um todo, tem usado outras estratégias como forma de recuperação. Alguns professores tem se interessado e adotado, total ou parcialmente a ideia. Apesar de não adotar como regra a RALP a escola não criou obstáculos na sua execução. Nesse ponto concordei com os colegas. Era preciso “testar” a nova metodologia de recuperação. Temos hoje alunos mais interessados, conscientes, responsáveis e dedicados. O projeto mostrou que, mesmo diante de todas as deficiências e dificuldades, é possível praticar um modelo de recuperação que não engessa a sequencia de novos conteúdos, como também, não para a escola, para em momentos estanques aplicar “pseudas provas de recuperação.” Os resultados são animadores. Não e fala mais em recuperar alunos com notas baixas e sim, propor estratégias de nivelamento de conteúdos. No RALP, não interessa a nota, mas sim, a forma como os conteúdos são retrabalhados e que possibilite a todos, sem exceção, aprender ou reaprender novas formas de compreender o que parecia impossível.


Professor apresenta Projeto de Recuperação Ampla ao Longo do Processo (RALP)

07/11/2011

O professor João Rosa, em texto escrito especialmente para o Blog, apresenta:

Projeto Recuperação Ampla ao Longo do Processo (RALP)

1. Responsável pelo Projeto: João Rosa Borges – Matrícula 62.865-4 – Professor Classe A
2. Dados Gerais: DRE: Gama – CED08 – Séries: 1os anos do Ensino Médio
Disciplina: Matemática Turno: Matutino

3. Justificativa: 2011 chegou mostrando-me as consequências de estar tão próximo da aposentadoria. Como comportar-me ao adentrar essa fase de professor quase aposentado? Trazia dentro de mim a experiência acumulada em outros projetos e o desafio de enfrentar pela primeira vez na rede, turmas de 1º ano do ensino médio. Considerava, ter rompido com sucesso, o tradicionalismo da avaliação, usando em anos anteriores, a teoria das Inteligências Múltiplas de Gardner (lingüística, lógico-matemática, espacial, musical, corporal-cinestésica, intrapessoal e interpessoal) associada ao Contrato Social de Rousseau, à Aprendizagem pela Descoberta de Bruner, à Motivação de Cury. Restava-me, no entanto, estabelecer uma estratégia que motivasse tanto os alunos com notas abaixo da média, como também, aqueles que já haviam ultrapassado essa marca. Parti da premissa de que tanto os que precisavam de nota como aqueles que estavam em situação mais confortável precisavam de motivação. Lancei a ideia da RALP e percebi que de uma certa forma, todos os alunos queriam “melhorar” as suas notas.

4. Objetivo Geral – Desenvolver estratégias que mesclassem conteúdos não vencidos pelos alunos com os novos conteúdos, de forma que uns alicerçavam a compreensão dos outros.
Avaliar de forma que conteúdos anteriores e atuais estivessem presentes nas avaliações atuais.

5. Período da Realização: Ano letivo de 2011

6. Competências e Habilidades: O RALP mescla a aplicação de novos conteúdos com a revisão dos conteúdos anteriores e não vencidos pelos alunos. Essa dinâmica reconduz o aluno com defasagem ao grupo daqueles mais adiantados e estes, revisando a matéria, aprendem novas formas de lidar com esses conteúdos.

7. Procedimentos – Na aplicação da 1ª avaliação do bimestre (P1) é feito o diagnóstico dos conteúdos não vencidos e estes são retrabalhados com todos os alunos, paralelamente a introdução dos novos conteúdos. Na aplicação da 2ª avaliação do bimestre(P1), são cobrados todos os conteúdos do bimestre(os novos e os revisados).
No fechamento da nota do bimestre é feita uma comparação com a nota do bimestre anterior. Todos os alunos que obtiveram nota superior à anterior, têm a sua média recalculada da seguinte forma:
Exemplos:
1) MB1 = 3,0 MB2 = 5,0 MB2 – MB1 = 2,0 MB2C = 7,0 ( média do bimestre corrigida)
2) MB1 = 6,0 MB2 = 9,0 MB2 – MB1 = 3,0 MB2C = 12,0 = 10,0 (limite para correção)
Observação: Caso não haja uma evolução na média do aluno, a sua média é mantida.

8. Recursos – O projeto utiliza os recursos disponíveis na escola, bem como a sua infraestrutura. As listas de exercícios com os conteúdos não vencidos são elaboradas e trabalhadas ao longo do bimestre.

9. Conclusão – A escola como um todo, tem usado outras estratégias como forma de recuperação. Alguns professores tem se interessado e adotado, total ou parcialmente a ideia. Apesar de não adotar como regra a RALP a escola não criou obstáculos na sua execução. Nesse ponto concordei com os colegas. Era preciso “testar” a nova metodologia de recuperação. Temos hoje alunos mais interessados, conscientes, responsáveis e dedicados. O projeto mostrou que, mesmo diante de todas as deficiências e dificuldades, é possível praticar um modelo de recuperação que não engessa a sequencia de novos conteúdos, como também, não para a escola, para em momentos estanques aplicar “pseudas provas de recuperação.” Os resultados são animadores. Não e fala mais em recuperar alunos com notas baixas e sim, propor estratégias de nivelamento de conteúdos. No RALP, não interessa a nota, mas sim, a forma como os conteúdos são retrabalhados e que possibilite a todos, sem exceção, aprender ou reaprender novas formas de compreender o que parecia impossível.


Popularização dos tablets no país inspira escolas a utilizarem a tecnologia

07/11/2011

FONTE: Correio Braziliense

A imagem do aluno carregando uma mochila cheia de livros começa a ser redesenhada no Brasil e no mundo. Na figura moderna, a mochila permanece, o que muda é o conteúdo. Não significa que as obras sumirão da cena. Elas simplesmente começam a ser compactadas em arquivos virtuais e armazenadas em um tablet — equipamento portátil sensível ao toque. O aparelho chegou recentemente ao mercado e tem conquistado espaço entre educadores e escolas. Em Brasília, não é diferente. Várias unidades de ensino usam o equipamento como ferramenta pedagógica e uma delas, o Sigma, já está exigindo o aparelho na lista de material escolar. Isso porque, a partir do próximo ano, o colégio substituirá os 16 livros didáticos por versões digitais. Outras escolas ainda acham precoce colocar um computador na mão de cada aluno.

O colégio decidiu apostar em uma tendência mundial, que vê no tablet a modernização das tradicionais aulas movidas a quadro-negro e giz. Na Coreia do Sul, por exemplo, a partir de 2014, o material didático não será mais impresso. Pequenas tiragens serão publicadas apenas para abastecer bibliotecas. Em Taiwan, os livros já foram substituídos por versões digitais. Até mesmo o ato de escrever com uma caneta está ameaçado de desaparecer. Em alguns estados americanos, o ensino da letra cursiva deverá ser opcional a partir de 2011 (leia Para saber mais).

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PERGUNTA DO BLOG:

 

Você acha mesmo que é interessantes trocar os livros por tablets em sala de aula? 

 


Notas & Chamadas

07/11/2011

NEGOCIAÇÃO

Até este momento não aconteceu nenhuma reunião com o Governo sobre o plano de carreira após a última Assembleia. Mas comenta-se nos corredores que há uma movimentação nos bastidores do Poder para melhorar a proposta apresentada e rejeitada pela categoria. A expectativa é que teremos reunião com o GDF antes da próxima Assembleia.

SEM RESPOSTA

A última Assembleia aprovou e a Diretoria do Sinpro encaminhou uma carta solicitando um reunião com o próprio Governador. Até agora nenhuma resposta foi apresentada.

PACOTE DE BONDADES

Foram captados sinais de que a SEDF prepara um pacote de ações positivas para o próximo ano. E está precisando mesmo, já que este foi perdido.


Prova mostra que mais de 40% dos alunos alfabetizados não sabem ler e escrever

07/11/2011

FONTE: O Globo

No primeiro semestre deste ano, a Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização) realizada pela primeira vez, nas capitais de todo o país, por crianças que concluíram o 3º ano do ensino fundamental, apontou que 43,9% não aprenderam o que era esperado em Leitura para esse nível de ensino. Em relação à Escrita, 46,6% não atingiram o esperado.

Parceria do Todos Pela Educação com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a prova foi aplicada em escolas públicas e privadas, e mostrou que mesmo nas particulares nem todos os alunos atingem 100% de aproveitamento. No caso da Leitura, 48,6% dos estudantes da rede pública tiveram o desempenho esperado. Nas particulares, o percentual foi de 79%. Em relação à Escrita, 43,9% dos alunos matriculados na rede pública aprenderam o esperado, e 86,2% dos da rede privada.

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