Gratificação de Apoio Pedagógico para professores readaptados

29/05/2013

Na reunião do Sinpro com a Secretaria de Administração e a de Educação para discutir a regulamentação do novo plano de carreira foram avaliadas três possibilidades para a Gratificação de Apoio Pedagógico ser paga aos professores readaptados:

1º – Readaptado que não recebia a Regência de Classe e agora exerce atividade enquadrada como pedagógica: => receberá a GAPED.

2º – Readaptado que já recebia a Regência de Classe: => continuará recebendo normalmente.

3º – Readaptado com Regência de Classe incorporada:

——--a) Se atualmente exerce atividade pedagógica => receberá a GAPED integral

——–b) Se atualmente não exerce atividade pedagógica => receberá a GAPED incorporada anteriormente.

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Washington Dourado


Sobre o pagamento da GAPED

29/05/2013

O novo Plano de Carreira do Magistério Público do DF ampliou o conceito de regência de classe para efeito de recebimento desta gratificação específica que antes se chamava Gratificação de Atividade em Regência de Classe, agora se chama Gratificação de Atividade Pedagógica. Também as possibilidades de recebimento aumentaram. Então, se você se enquadra numa das situações previstas no artigo 18 da Lei 5105 e ainda não recebe a GAPED, solicite que o administrativo da sua escola faça a correção para o próximo pagamento, inclusive com o retroativo a março.

Veja o artigo 18:

“Das Condições de Percepção das Gratificações
Art. 18. Fazem jus ao recebimento da GAPED os professores de educação básica:
I – que, no efetivo exercício, estejam desempenhando atividades de docência na educação básica ou na formação continuada na Secretaria de Estado de Educação e de coordenação
pedagógica local;
II – ocupantes dos cargos de diretor, vice-diretor e supervisor em exercício nas unidades escolares da rede pública de ensino do Distrito Federal;
III – em atividades pedagógicas nas unidades centrais e intermediárias, entidades conveniadas ou parceiras formalmente constituídas, conforme norma específica editada pela Secretaria de
Estado de Educação;
IV – atuantes em laboratório de informática e laboratório de ciências;
V – atuantes em salas de leitura;
VI – atuantes como coordenadores de estágio;
VII – atuantes como apoio pedagógico;
VIII – afastados nos termos do art. 12, § 3º, na forma a ser disciplinada pela Secretaria de Estado de Educação;
IX – afastados para o exercício de mandato classista.”

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Washington Dourado


[plano de carreira] Professores de 20 horas e aposentados proprocionalmente

28/05/2013

Hoje na reunião com a Secretaria de Administração e de Educação para discutir a regulamentação do novo plano de carreira, o Sinpro levantou a questão dos professores de 20 horas que recebiam a parcela complementar e deixaram de receber com o novo plano e o caso dos professores aposentados proporcionalmente que não receberam reajuste.

Os representantes do Governo afirmaram que estão elaborando e vão apresentar aos sindicato uma proposta para resolver a questão acima, de forma que nenhum professor tenha menos de 23,73% de reajuste no período.

Na próxima reunião devemos receber esta proposta para análise.

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Washington Dourado


Sinpro e governo se reúnem para discutir regulamentação do Plano de Carreira

28/05/2013

FONTE: Sinpro

Durante a tarde dessa terça-feira (28) a Comissão de Negociação do Sinpro e o Governo do DF começaram a discutir os pontos do nosso Plano de Carreira (Lei 5105) que demandam regulamentação. Ao todo foram elencados nove artigos que carecem de regulamentação, além de algumas situações na tabela salarial que devem ser corrigidas para evitar distorções no percentual de reajuste mínimo que deve ser percebido pelo conjunto da categoria.

Confira abaixo os pontos firmados durante a reunião:

 – Os professores que se encontram em estágio probatório já podem solicitar progressão horizontal;

– A Secretaria de Educação do DF encaminhará ofício às regionais solicitando que as escolas encaminhem memorando para a GRGP solicitando a inclusão da GAPED no salário dos professores, que de acordo com o novo plano fazem jus ao seu recebimento;

– Os professores readaptados que não recebiam GAPED, desde que estejam em um espaço com previsão para recebê-la, terão direito ao seu recebimento;

– Os professores readaptados que recebiam a GARC terão a nomenclatura atualizada para GAPED (conforme Plano de Carreira);

– Os professores readaptados que tem GAPED incorporada, desde que exerçam a função que o novo Plano prevê para o seu recebimento, terão a incorporação substituída pelo pagamento integral da GAPED;

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Regulamentação do plano de carreira na pauta

27/05/2013

Nesta terça-feira, 28, serão retomadas as reuniões de negociação com a Secretaria de Administração. Agora o objetivo é elaborar o texto de regulamentação da Lei 5.105, que instituiu o novo Plano de Carreiras do Magistério Público do DF.

No novo texto foram identificados 17 artigos que necessitam de regulamentação.

Sempre que possível postarei as informações.

OBS: registro mais uma vez que por motivo de saúde tive que diminuir um pouco o ritmo de postagens neste blog. Logo estarei de volta com carga máxima.

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Washington Dourado


Projeto do CEF 11 do Gama saiu no blog e foi parar no Correio Braziliense

26/05/2013

Lembram do Projeto Cobras da Matemática desenvolvido no CEF 11 do Gama divulgado neste blog? Pois é, hoje ganhou uma página no Correio Braziliense.

Após a divulgação neste espaço a jornalista entrou em contato e fez uma boa matéria. O resultado é que mais alunos estarão motivados para ser uma “cobra da matemática”. Enquanto isso o professor João Rosa estará mais feliz com o resultado do seu trabalho, o que reflete também na melhoria da própria imagem da escola junto à comunidade.

Eu continuo firme na posição de que nosso foco é cobrar do Governo melhores condições de salário e trabalho. Mas penso que lutar pela melhoria da educação pública é uma tarefa de todos nós e divulgar coisas boas que acontecem nas escolas fortalece e muito nesta tarefa.

Parabéns ao CEF 11 do Gama, seus alunos e profissionais. Parabéns ao professor João Rosa que aos 30 anos de trabalho mantém o mesmo pique dos anos iniciais.

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Washington Dourado


Casos de roubo e agressão mudam a rotina nas escolas do DF

25/05/2013

FONTE: Correio Braziliense

Casos frequentes de roubos e agressões nas portas dos colégios públicos e privados de Brasília assustam professores, pais e alunos, que criam alternativas para evitar a criminalidade. Batalhão quer aproximar os PMs das instituições

O par de tênis usado por João Antônio de Oliveira para ir à escola é o mais simples. O telefone celular fica em casa, desligado. Na mochila, apenas caderno, livros, lápis, borracha e canetas. No bolso, o estudante de 11 anos só carrega o dinheiro do lanche. A mãe do aluno da 5ª série de um colégio público da Asa Sul, Keila Coelho de Oliveira, 34, não permite que o garoto ostente objetos valiosos. Tem medo de o menino se tornar alvo de bandidos que atuam nas redondezas dos estabelecimentos de ensino. “Para zelar pela integridade dele, prefiro reduzir os riscos e não deixá-lo andar com materiais visados pelos ladrões”, explica.

A preocupação de Kátia é justificada pelos últimos episódios de violência nas proximidades dos centros de ensino públicos e privados da capital. No ano passado, cerca de mil casos de furtos e roubos foram registrados apenas pelo Batalhão Escolar em todo o Distrito Federal. O número, porém, é bem maior, pois mais ocorrências são abertas nas delegacias de área e nem sempre são incluídas nas estatísticas da unidade da Polícia Militar responsável por garantir a segurança da comunidade escolar.


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