Normalização do processo de contratação temporária

31/07/2013

Pessoal,

O Blog foi informado que a Secretaria de Educação está tentando normalizar o processo de contratação temporária ainda nesta semana. Ou seja: liberar para novas contratação caso haja demanda nas escolas.

Vamos continuar acompanhando. Se alguma escola está tendo dificuldade de fazer a contratação de professores substitutos é interessante postar aqui para cobrarmos solução por parte da SEDF.

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Washington Dourado


Recomendação do MP e ajustes na contratação temporária de professores da SEDF

30/07/2013

A Subsecretária de Gestão de Pessoas, Patrícia Jane, afirmou nesta tarde que a suspensão da contração de professores substitutos é provisória e tem como objetivo fazer ajustes no processo. A Subsecretária, entretanto, não deixou claro o prazo para retomada de novas contratações.

Este ajuste deve estar relacionado a uma recomendação emitida pelo Ministério Público sobre o tema;

CLIQUE AQUI e leia do documento do MPDFT.

Vamos acompanhar atentamente este assunto.

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Washington Dourado


Boatos sobre a contratação temporária na SEDF

30/07/2013

Professores com contrato temporário estão alvoroçados com a informação de que novas contratações estão suspensas. Ainda não conseguimos confirmar esta informação, mas estamos em contato com a SEDF e logo que tiver um posicionamento oficial divulgaremos.

Aguarde!

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Washington Dourado


Foto do dia: a escola de tempo integral de Palmas

30/07/2013

Esta foto foi enviada pelo professor Luciano Santos. É da escola de tempo integral do Município de Palmas, Tocantins. Uma escola assim tem condições de garantir uma jornada de 10 horas para os alunos. Diferente das do DF, em que o projeto está sendo implantado com jornadas de 10 horas numa estrutura antiga e no mínimo desconfortável para um período tão longo.


SEDF afirma: Escolas aprovam sistema de ciclos e semestralidade

29/07/2013

A Secretaria de Educação publicou uma matéria em seu site fazendo um balanço sobre a implantação dos ciclos e semestralidade nas escolas públicas do DF.

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Escolas aprovam sistema de ciclos e semestralidade

FONTE: SEDF

Unidades de ensino que aderiram à metodologia avaliam que houve diminuição da evasão escolar, relação mais efetiva entre professor e aluno, além do aumento da frequência e aprendizagem

O novo projeto de reorganização da educação básica da rede pública de ensino do Distrito Federal foi implantado no início do ano letivo de 2013. Cerca de 300 escolas aderiram, de forma espontânea, ao sistema de ciclos e semestralidade. A maioria das unidades de ensino que estão aplicando a metodologia avalia que obteve resultados positivos.

Conforme a LDB/1996, no Artigo 23, estabelece que “a educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriado, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar”.

Os ciclos de aprendizagem são aplicados às escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental. O secretário de Educação, Denilson Bento da Costa, explica que o ciclo é uma possibilidade de organização pedagógica que pode melhor atender às diversas necessidades de diferentes alunos. Isto porque alguns precisam de mais tempo e de metodologias diversificadas para alcançar as aprendizagens propostas.

Entende-se que o conceito de ciclos é mais que uma “desseriação” da escolaridade e a transformação de períodos escolares mais longos. “Os ciclos de aprendizagem não adotam a progressão automática, mas sim a progressão continuada. Dessa forma, o estudante terá tempo maior do que o determinado pelo ano letivo para aprender”, afirma o secretário.

A Escola Classe 34 de Ceilândia está entre aquelas que abraçaram a nova metodologia. A diretora Gizêlda Grigório conta que todos os professores da unidade aderiram à proposta da educação em ciclos. Para ela, o projeto possibilita uma intervenção quanto às necessidades de cada aluno, preparação e integração familiar à escola. “Nunca tivemos problemas com evasão escolar e notamos que os alunos estão mais assíduos, o interesse pelo estudo aumentou”, acrescenta a diretora.

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Com evasão zero, cidade com melhor educação busca faltosos em casa

29/07/2013

FONTE: Portal Terra

Águas de São Pedro (SP) tem nível de educação considerado “muito alto”. O envolvimento da família é apontado como principal fator para o desempenho

Com apenas 2,7 mil habitantes, Águas de São Pedro é o município brasileiro com o melhor indicador de desenvolvimento em educação, segundo dados do Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios (IDHM) divulgado nesta segunda-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), da ONU. Enquanto a média do Brasil em educação é de 0,637, a cidade do interior paulista alcançou um patamar considerado “muito alto”, com 0,825.

 Para a diretora da única escola municipal da cidade, que atende cerca de 800 alunos do ensino fundamental, a receita para o sucesso é simples: não deixar que nenhum aluno fique fora da escola. Quando alguém começa a faltar repetidas vezes as aulas, a escola liga para a família e vai até a casa saber o que está acontecendo.

“A evasão é zero porque temos uma relação bem próxima com as famílias. Se um aluno falta, vamos saber o que aconteceu. Vamos na casa, se for necessário, pedimos apoio do Conselho Tutelar, mas ninguém fica fora da aula”, disse a entusiasmada diretora da Escola Maria Luiza Fornasier Franzin, Dalva Aparecida da Silva, que leciona na rede pública há 33 anos.

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Educação: último semestre do Governo Agnelo

29/07/2013


 Nesta semana começa o segundo semestre letivo de 2013 nas escolas públicas do Distrito Federal. Este também será o último semestre do Governo Agnelo. Não que o “FIM” do Governo seja ao final deste período, mas este será sim o último semestre em que a atual Gestão do DF terá para implantar algum projeto que reverta o imenso descontentamento da comunidade escolar com está área.

Até aqui foram 6 semestres do Governo Agnelo, marcados muitos mais pelas polêmicas e equívocos do que por iniciativas positivas aos olhos do povo.

O ano de 2011 foi praticamente perdido por erros como o da convocação de 1545 professores aprovados em concurso sem a devida previsão orçamentária. Além disso, o processo de elaboração e aprovação do projeto de gestão democrática que marcaria o início da virada do Governo na Educação acabou virando uma novela desgastante.

Já em 2012 todas as propostas encaminhadas pelo Governo ficaram em segundo plano. A pauta acabou sendo monopolizada pela desgastante relação com a categoria durante a greve e com o debate negativo sobre a apressada implantação dos ciclos de aprendizagem e semestralidade.

Agora em 2013 mais uma vez tivemos os embates pela aprovação do plano de carreira, mas o que marcou mesmo até aqui foi a radicalização do debate sobre os ciclos e semestralidade.

Agora chegou o último semestre para que alguma agenda positiva seja implantada, pois todos nós sabemos que nos últimos dois semestres deste Governo já estaremos em período eleitoral e aí será “tempo de colheita” daquilo que plantou ao longo da gestão. Ou seja…!

Será?

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Washington Dourado


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