GDF trava negociações sobre reajuste de aposentados

30/09/2013

FONTE: Sinpro

Sob a alegação de que o GDF está no seu limite de responsabilidade fiscal, o secretário de Administração, Vilmar Lacerda, não apresentou nenhuma proposta para corrigir as distorções na tabela salarial dos professores e professoras aposentados proporcionalmente.

Uma nova rodada de negociações da Comissão do Sinpro com o GDF ocorreu na tarde desta segunda-feira (30), cujo tema principal voltou a ser a situação desses professores que não tiveram reajuste ou obtiveram reajustes insignificantes.

Diante da indignação dos diretores do Sinpro, Lacerda optou pela tentativa de ganhar tempo. Ele e os demais representantes do GDF que participaram da reunião, Jacy Braga, secretário-adjunto de Educação, e Jaqueline Domingues, secretária-adjunta de Administração, e José Eudes, subsecretário da Superintendência de Gestão de Pessoas, se comprometeram a apresentar um novo estudo sobre a situação dos 2.762 professores/as aposentados/as com distorções salariais.

A Comissão do Sinpro, mais uma vez, reivindicou que o reajuste devido às/aos aposentadas/os seja retroativo ao mês de março, ou seja, ao mês em que foi implantado o Plano de Carreira.

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O GDF ainda não cumpriu todo o acordo com os professores

30/09/2013

No acordo para implantação do novo Plano de Carreira dos Professores da Rede Pública de Ensino do DF foi garantido pelo Governo que nenhum professor, ativo ou aposentado, ficaria sem o reajuste previsto com a vigência do novo estatuto. Acontece que na implantação da nova tabela foi verificado que os professores aposentados por invalidez ou proporcional ficaram sem reajuste ou tiveram a menor, uma vez que estes colegas não recebia a Tidem ou sua incorporação foi proporcional no momento da aposentadoria.

A Diretoria do Sinpro já cobrou várias vezes do Governo uma solução, mas até o momento nada foi encaminhado efetivamente. Por último os representantes do GDF se comprometeram em apresentar uma proposta nesta semana.

Vamos cobrar!

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Washington Dourado


Fervura na política do DF

30/09/2013

politicamaos

Hoje caldeirão político no Distrito Federal amanheceu fervendo. Com a possibilidade da Justiça Eleitoral liberar o registro da Rede de Sustentabilidade, partido da Marina, o comentário é que poderá surgir uma frente que contemple esta nova agremiação partidária, o PSB, PSOL e PDT. Confirmando este novo quadro político, surgiria uma alternativa à polarização do grupo encabeçado por Agnelo de um lado e o grupo de Roriz do outro.

Muita tensão nesta hora.

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Washington Dourado


LITERANDO: O desafio pelo prazer da leitura

29/09/2013

Cartaz Literando - Definitivo

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Você conhece alguma escolas que esteja precisando de reforma ou melhoria na estrutura física?

29/09/2013

Pessoal, 

Vamos continuar reclamando para ver se o Governo melhora as condições das escolas públicas do DF. Para isso vamos retomar nossos levantamentos:

Você conhece alguma escolas que esteja precisando de uma reforma ou melhoria na estrutura física? Quais os problemas? Qual onde a escola fica?

 


Sou petista e meu lugar é no Partido dos Trabalhadores

29/09/2013

Foto Eu e Lula

Nas últimas semanas, talvez em função do meu conhecido posicionamento crítico em relação ao Governo Agnelo, recebi algumas propostas para me filiar a outros partidos do campo progressista. É claro que considerei cada convite, mas a partir deles busquei fazer uma profunda reflexão sobre minha condição atual e futura no tocante a militância partidária.

Durante esta reflexão fui ouvir a minha mãe, que no fundo foi realmente quem me filiou ao PT. Ela falou assim:

– Meu filho, em 82 o PT só teve um voto no município de Barro Alto e este voto foi meu.

Ela também contou o orgulho que tem de votar sempre no PT, especialmente ao ver como era e como está hoje a região de Irecê na Bahia, terra da nossa origem. Contou também os problemas que teve por causa desse voto naquele momento, já que na Bahia daquele tempo imperava o mais duro coronelismo.

Depois continuando a refletir sobre o assunto, lembrei que desde a primeira semana em que cheguei por aqui, ainda no Natal de 96, que faço parte da militância deste partido. Aliás, foi no DF que pude fazer parte abertamente do Partido dos Trabalhadores e carregar uma bandeira, pois tal ato era quase impossível no interior baiano dominado pelos carlistas na década de 90.

Aqui no Distrito Federal a minha vida sempre foi marcada pela militância petista e pensando bem, foi a partir dela que construí a visão de mundo e os referenciais políticos que tenho. Foi a partir desta militância que participei de todas as lutas contra a Direita e suas teses privatistas. Foi a partir das referências políticas construídas no PT que entrei para a luta sindical e mesmo diante das sedutoras propostas, optei por ficar na entidade que faço parte e defender os interesses da categoria com dedicação e compromisso.

Contraditoriamente, esta mesma visão de mundo me fez ser um crítico do atual Governador do DF.  Mas nisso não existe nenhuma incoerência, uma vez que foi neste mesmo partido que aprendi a conviver com a divergência e não me calar diante daquilo que entendendo ser contrário aos nossos princípios históricos.

Em fim, no quesito militância partidária, eu sou hoje fruto daquele voto corajoso da minha mãe em 82 e de toda trajetória que construí até aqui, mesmo nas horas das mais profundas divergências. Portanto, não sei ser outra coisa se não um petista, incluindo toda a carga de contradições que isso possa representar nos dias de hoje.

Essa é minha história política e não posso agora, sob nenhum pretexto, renegá-la. E qualquer outro desafio que venha colocar meu nome, só me sentiria confortável ficando ao lado daqueles que ombreamos até aqui. A final, numa caminhada pela Esquerda tão importante quanto a chegada é a trajetória percorrida.

Por isso, agradeço os convites, mas meu lugar é no Partido dos Trabalhadores!

Washington Dourado


A Educação do DF não pode ser moeda de troca eleitoral

28/09/2013

Os bastidores da Secretaria de Educação do Distrito Federal andam agitados. Corre na boca pequena que uma vez não conseguindo trazer, pelo menos oficialmente, o PDT para a base do Governo, o atual comando da pasta estaria buscando ampliar sua base sustentação numa ampla base de apoios nada ortodoxos. Como sempre, o maior argumento para o convencimento são os inúmeros cargos, especialmente as CREs.

Penso que a Educação já sofreu bastante com a falta de prioridade na agenda deste Governo, agora não pode se tornar uma moeda de troca política. Ainda mais quando sabemos que a base de militantes da área têm projeto sim e não devem ser desconsiderados, mesmo que hoje estejam divididos em sem uma construção articulada. Até aqui os erros foram muitos, mas ver os que tantos combatemos retornarem em triunfo é algo inaceitável.

Se o atual Secretário que se firmar na pasta, que seja executando projetos e fazendo a disputa dentro do Governo para que esta área finalmente passe a ser uma prioridade.

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Washington Dourado


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