Professor brasileiro é um dos que mais trabalham, afirma relatório da OCDE

16/12/2014

FONTE: Portal IG

Os professores brasileiros de escolas de ensino fundamental, gastam, em média, 25 horas por semana só com as aulas. O número é superior à média de aproximadamente 30 países, como a Finlândia, Coreia, Estados Unidos, México e Cingapura. Lá, os professores gastam, em média, 19 horas por semana ensinando em sala de aula, ou seja, um porcentual 24% menor. O  posição brasileira é inferior apenas à do Chile, onde os professores gastam quase 27 horas em aulas.

O docente brasileiro, contudo, usa até 22% mais de tempo que a média dos demais países em outras atividades da profissão, como correção de “tarefas de casa”, aconselhamento e orientação de alunos. Todos os dados são da mais recente Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) divulgada nesta quarta-feira (25) na França.

Junto com o Brasil, não foram apenas países ricos e integrantes da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – coordenadora da pesquisa – que participaram do estudo. Outras nações emergentes e também países menos desenvolvidos fizeram parte da pesquisa. Polônia, Bulgária, Croácia, Malásia e Romênia fazem parte do conjunto de nações integrantes da edição 2013 da Talis.

Os dados foram obtidos junto a mais de 14 mil professores brasileiros e cerca de 1 mil diretores de 1070 escolas públicas e privadas de todos os estados do País. Os docentes e dirigentes responderam aos questionários da pesquisa, de forma sigilosa, entre os meses de setembro a novembro de 2012. Cada questionário tinha cerca de 40 perguntas.

Em âmbito nacional, o estudo foi coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). Em 2007, o Brasil também participou da primeira rodada da pesquisa, a Talis 2008, que foi publicada no ano seguinte.

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Lei Geral dos Concursos pode prever nomeações além das vagas do cadastro de reserva

16/12/2014

FONTE: CLDF

Os deputados distritais votaram em primeiro turno, no começo da noite de hoje (15), o projeto de lei nº 2.016/2014, apresentado pelo deputado Prof. Israel Batista (PV). O PL altera a Lei Geral dos Concursos (Lei nº 4.949/2012), de forma a prever a possibilidade de nomeações além do número de vagas previsto no cadastro de reserva, desde que comprovadas a necessidade, a disponibilidade orçamentária e a ordem de classificação.

Ainda com relação aos concursos públicos no âmbito do DF, a Câmara Legislativa aprovou – também em primeiro turno – o PL nº 1.039/2012, do deputado Agaciel Maia (PTC). Se o projeto virar lei, as taxas de inscrição nas seleções públicas serão reduzidas em 50% para os cadastrados no banco de dados como possíveis doadores de medula óssea.


Transparência no Remanejamento Interno e Externo já!

16/12/2014

Pessoal,

Minha posição é clara: defendo que todas as carências remanescentes da primeira etapa do remanejamento externo e interno, bem como as que surgirem até a completa organização do ano letivo de 2015, sejam disponibilizadas, OBRIGATORIAMENTE, em uma segunda etapa do RE e RI.

Há na categoria uma percepção ruim de que carências foram “reservadas” e isso tem que ser esclarecido. E vou defender que o Sinpro tome todas as providências, inclusive jurídica, para garantir a lisura de todo o processo.

Urgente!

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Washington Dourado


VAI “SOBRAR” PARA OS SERVIDORES DO GDF

16/12/2014

Até o momento eu não vi nenhum integrante do novo governo condenar os gastos com o Estádio Mane Garrincha, nem com a publicidade,  com eventos e outros supérfluos.

A nova equipe só fala do aumento  a folha de pagamento dos servidores públicos. No aumento fo gasto com pessoal.

Mas o pior disso tudo é ver servidores públicos,  especialmente meus colegas professores, apoiando e reforçando este discurso equivocado.

Se há descontrole nos gastos do Governo local, a responsabilidade não pode ser colocada nos reajustes salariais das categorias e na contratação de novos concursados.  Afinal, os reajustes nem foram extraordinários assim e a contratação de 33 mil novos servidores nos últimos 4 anos não foi suficiente para atender a demanda ds população.

Já os servidores que estão apoiando sem a devida reflexão o discurso dos integrantes do governo que assumirá o Buriti a partir de janeiro,  na verdade estão assinando um cheque em branco para gestores que, antes mesmo de tomar posse, já apontam para o arrocho salarial e a redução do quadro de pessoal. É o famoso tiro no pé.

Que há necessidade de ajuste nas contas do GDF ninguém duvida, mas que este ajuste não represente perdas para nenhum servidor público.

Washington Dourado


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