Relato pessoal da reunião do Sinpro, SAE e CUT com o Governo do Distrito Federal

Pessoal,

1 – A reunião desta tarde com o Governo foi uma das mais duras que participei nos últimos anos. Foram mais de 3 horas de reunião onde o Governo o tempo todo reafirmou seu discurso desde que assumiu: maior rombo da história, ajuste nas contas, risco de faltar recursos para pagamento de salários a partir de outubro, impossibilidade de pagar os direitos atrasados imediatamente e em uma única vez.

2 – Após sua longa fala inicial, o Secretário da Casa Civil, Hélio Doyle, apresentou o seguinte cronograma de pagamento:

3 – Esta proposta foi duramente rejeitada pelos representantes das entidades presentes: CUT, Sinpro e SAE. O Governo, então, reafirmou a impossibilidade de pagar imediatamente o valor de 185 milhões referentes ao adicional de férias, gratificação natalícia, diferenças e rescisão dos temporários.

4 – Apresentamos, então, a possibilidade do Governo enviar à Câmara Legislativa um pedido de autorização para antecipação de receitas orçamentárias. Inicialmente os representantes do GDF afirmaram ser ilegal a utilização de tal mecanismo, mas logo foram rebatidos e ao final reconheceram que esta é uma possibilidade de solução.

5 – Os sindicalistas também apresentaram uma contra proposta, onde o pagamento de todos os direitos deveria ser concluído até o final de fevereiro. Desse vez foi o Governo que rejeitou e sugestão.

6 – Depois de muito embate o Secretário Hélio Doyle apresentou uma nova proposta:

7 – Mais uma vez o cronograma apresentado pelo Governo foi rejeitado, pois prevê um parcelamento incompatível com as necessidades da categoria, além de deixar na conta dos servidores da Educação e Saúde o ônus dos erros da gestão anterior.

8 – Ao final, a reunião foi suspensa com o compromisso de ser retomada amanhã, às 14 horas. O Governo se comprometeu em analisar nossas sugestões e formular uma terceira proposta.

OBS: Todas as propostas incluem os professores efetivos e temporários, ativos e aposentados.

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Por: Washington Dourado

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37 Responses to Relato pessoal da reunião do Sinpro, SAE e CUT com o Governo do Distrito Federal

  1. De forma muito hipócrita o governo quer postergar a primeira dívida, fazendo uma inversão. O que deveria vir primeiro?

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  2. Leo Caldas disse:

    pedido para autorizar antecipação orçamentaria é ilegal para o governo, mas deixar milhares sem seus pagamentos como está em leis mais que consolidadas nao é? realmete falta vontade de resolver e o objetivo é deixar a categoria refem deles. não se esqueçam que qualquer negociação não pode faltar a garantia de que os reajustes de março e setembro tem que continuar imutáveis !!!!!!

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  3. Colega,

    Temos que ficar atento a observação do Governo RR sobre os erros de Agnelo. Até este momento a crítica se limitou, mais, aos aumentos salariais e contratações.

    E como os tradicionais choques de gestão no Brasil, na maioria das vezes, são feitos com redução de gastos sem aumentar impostos, neste caso que medidas estão sinalizando?

    – Não tenha dúvida que dependendo do ritmo da negociação e da receptividade da categoria a este diagnóstico, o Governo RR pode descartar os aumentos salariais programados para 2015 e chegar ao ponto de propor redução salarial ou demissão de uma parte dos mais de 33 mil servidores (estão no período de estágio probatório) contratado no governo Agnelo.

    Dependendo da decisão que o Governo RR tomar estará agravando os erros que ele afirma que o Agnelo cometeu.

    Abraços,

    Güidi Nunes
    Prof. da SEDF

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  4. drica* drica disse:

    WD, eu gostaria de saber, se caso as negociações não avance e se o cronograma permaneça…quando será o inicio do ano letivo? A contagem será a partir do pagamento da 1ª parcela ou da última?

    Por enquanto, o calendário imposto pelo secretário não está mais valendo, pois as nossas férias ainda não iniciaram…é isso?
    Uma coisa é certa…retorno às aulas antes de MARÇO nem pensar!
    o correto seria retornarmos após a quitação das férias.(ABRIL)

    Não quero saber se vamos comprometer o ano letivo, os pais vão ficar desesperados sem os “babás” , mas…ninguém fica sensibilizado com a nossa situação,isso é fato.

    Se o governo não quer sofrer pressão e cobranças da comunidade, que antecipe as parcelas e ponto final.

    Se, não honrar o nosso reajuste (duas parcelas) cruzaremos os braços também. Penso que, depois dessa situação que estamos enfrentando, estaremos prontos para o que der e vier.

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  5. Leide Lucy disse:

    Que revolta meu Deus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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    • Não acredito em demissão, ainda que em estágio probatório. Tal medida nunca fora vista no DF e nem em nenhuma das UF’s! Além do mais, ainda há deficit de professores de mais de 5 mil. Não devemos ceder, pois o Rollemberg tem sim, outras saídas para pagar os sala´rios e benefícios atrasados. É só questão política mesmo. Não devemos ser nós que legalizaremos tamanha afronta para com os servidores. O SINPRO-DF já cedeu e apresentou proposta para que o Rollemberg nos pague em etapas: efetivos: 1/3 férias final de jan/14, 13º no fim de mar/14; temporários: rescisão no final de fev/14. Diga não a essa ilegalidade! O SINPRO não conseguirá esse acordo sozinho, pois dependerá de assembléia, e essa é soberana!

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  6. WD, Eu tenho uma dúvida e acredito ser a dúvida de muitos também, então gostaria de pedir que se possível pudesse me nós esclarecer. Sou do grupo dos contratos temporários, sendo assim não temos até então mais vínculo com o governo, até os nossos dados foram tirados da rede. Como ficará esse negócio de parcelamento daqueles que não voltarão por que não querem mais ou porque a classificação não foi boa ou porque não passaram no concurso e que trabalharam o ano de 2014 inteirinho? que por exemplo, é o meu caso, logo, não vou gerar mais dados no governo e não quero correr o risco de ficar sem receber o que me é de direito, que pelas minhas contas ainda dá uns
    R$ 4.000,00. Queria que levasse está questão com carinho aos nossos nossos novos governantes. Sem querer excluir ninguém, podia ser feita uma proposta diferenciada ou uma muito justa. Obrigada, tenho certeza do bom empenho dos sindicalistas nesta missão. Sempre que entro diariamente neste blog, fico esperançosa de boas notícias ou de notícias que que nos esclareça melhor e temos conseguindo isso.

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  7. Nossas contas não podem ser parceladas!

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  8. sabe pq ele RR nao deseja prococar a camara legislativa, pq ele nao tem a maioria e teria que negociar cargos com os mesmo, simples nao!
    e le nao tem a vai abrir mao disso

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  9. WD me tire uma dúvida. Vocês estão negociando. Mas a decisão final fica para a assembleia do dia 23/02 certo?

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  10. Teca Tequinha disse:

    ISSO MESMO, NADA DE ACORDO COM O NOSSO SALÁRIO. ESSE DISCURSO JÁ TÁ FURADO, NÃO CAI MAIS NA LÁBIA DA POPULAÇÃO. É MELHOR O NOVO GOVERNADOR BUSCAR OUTRO DISCURSO.

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  11. Os temporários entram no ultimo parcelamento?

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  12. baruc12 disse:

    Governo fraco, sem vontade política,e apostando no quanto pior melhor.

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  13. Tom Melo disse:

    Este calendário é ridículo! Nem sou a favor de parar, pois a população, assim como nós, não deveria pagar pelos erros da última gestão fraudulenta, mas desse jeito eu apoio uma GREVE geral. Aí eu quero ver!!!

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  14. Por favor Washington e todo o nosso Sinpro: NÃO ACEITEM esse parcelamento absurdo.

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  15. É uma bola de neve catastrófica… a maioria dos temporários deixou oportunidades na iniciativa privada para se dedicar a S. de Educação, e como não recebem sem trabalhar em janeiro/fevereiro, sobrevivem com a rescisão/férias até voltar a trabalhar em fevereiro/março. E agora, vão esperar? Claro que não! Vão procurar outros meios de subsistência e quando forem chamados, sei lá quando, muitos não abandonaram o emprego, que se Deus quiser, irão conseguir. E o déficit de profissionais que já é enorme, se agravará muito. Pois os efetivos já começaram o ano com estresse. A saúde física e mental já se foram antes do início do ano letivo. É a tal da bola de neve seu governador! Pare de apontar culpados, traga soluções. No salário dos deputados, que tanto trabalharam (risos) para evitar que se chegasse a esse ponto nas contas públicas foram parcelados? Se ficassem sem receber “aquelas verbas”, (ajudas de custo em geral, indenizatórias, sei lá os nomes que tem, de tantas que são) por um mês, chegaríamos a que montante? Daria para pagar quantos de nós?

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  16. Fez parte do governo passado e descompatibilizou para candidatar ao GDF. Tem de ter personalidade e enfrentar a situação. Se dispôs a ser candidato e foi eleito para governar e não para ficar preparando desculpas e prejudicando os servidores. Com certeza vai sair mais rico quando deixar o governo em 4 ou 8 anos.

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  17. Mônica Costa disse:

    Acredito que o governo Enrollemberg não está querendo se indispor com Comissões da CLDF, TCDF ou mesmo União. Ele quer sentar em seu gabinete e esperar o dinheiro da arrecadação entrar. Não está se comportando como alguém que quer resolver os problemas e sim, protelar ao máximo. Postura passível aos problemas, morrendo de medo de se comprometer… e acredito também que ele nem saiba o que está fazendo. Se continuar assim não vai sobreviver ao término do mandato…por mim já vai tarde, não tinha nem que ter entrado. Próximoooo!!!

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  18. cadê a “cumpanheira” rejane pitanga????

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  19. Para os professores substitutos que foram devolvidos antes de dezembro e que não receberam salario no 2015 deveriam pagar todas as férias para compensar. Estão tratando a todos por igual, mas não todos tem as mesmas condições de pago.

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  20. se o caixa está tão precário (o que não procede, o DF arrecada muito, e ainda tem a parcela do empréstimo de 500 milhões que entraria este mês), como o governador autoriza 120 milhões para propaganda? Qual é mesmo a prioridade?

    Outros estados menos abastados que o DF também enfrentam dificuldades e não parcelaram os salários e benéficos devidos aos servidores. Repito: tudo tem uma finalidade…. promoção política.
    E nós servidores da educação por estarmos de férias somos a bola da vez. Sensibilizar a população e a colocar contra os servidores.

    E o pagamento dos secretários e do próprio governador será dividido? Quem paga nossos juros? Porque o GDF não autoriza o BRB a não cobrar os juros exorbitantes que estão praticando?
    Porque servidor falido financeiramente, reclama pouco quando lhe são dadas migalhas.

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  21. David Rocha disse:

    O papo é este: A ressureição do PT pelas mãos de Rollemberg

    Não custa lembrar que o ex-governador Agnelo teve tudo para fazer o melhor governo da história, não fez

    O novo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, está ressuscitando, em apenas 15 dias, o que o seu antecessor, Agnelo Queiroz, matou em quatro anos de governo: o Partido dos Trabalhadores – PT do Distrito Federal. Talvez, numa tacada só, está também cavando a sua própria sepultura política, caso não mude rápido o rumo de seu governo. Caso contrário, criará com isso condições para a ressurreição do anticristo.

    Não se pode perder o foco – e parece que está – de que o caos hoje vivido no Distrito Federal é de responsabilidade do próprio PT e de Agnelo. Tal constatação, estendo também aos sindicatos, ligados à CUT e a CTB, sobretudo, porque foram complacentes, lenientes e cúmplices com os malfeitos daquele governo já desde o início, em 2011. Não é nada não, o SINPRO até se representou no malfadado governo, tendo um de seus diretores com secretário de Educação, o que daí decorre parte de sua conivência que fragilizou ainda mais a rede pública de ensino do DF…

    O governador Rollemberg, ao invés de solucionar em definitivo a dívida com os professores e com os profissionais da saúde, áreas essenciais para a população, tem preferido apostar no confronto com as categorias, alegando para isso a dificuldade financeira herdada do petismo. Esse caminho, por ele adotado, tem proporcionado que os ratos do governo anterior saiam de suas tocas, após um longo exílio das ruas, e voltem a guiar os desesperados trabalhadores em busca do salário que lhes é devido. Personalidades sindicais e políticas do PT, que até outubro passado faziam campanha para o algoz Agnelo, dizendo ser ele o governador da educação, agora, sem cerimônia, sobem em carros de som dos sindicatos, estacionados em frente ao Buriti, para xingar o novo governo e dizer que estão do lado de suas antigas vítimas.

    Não custa lembrar que o ex-governador Agnelo teve tudo para fazer o melhor governo da história, não fez. No início de sua governança, preferiu não recuar na construção do bilionário estádio, deixando a saúde e educação sabe lá em quais planos de prioridade. Ele teve tempo para recuar, não recuou. Rollemberg, igualmente, ainda tem tempo para recuar e pagar, sem essa de parcelas, os salários dos trabalhadores, antes que o PT, vestido na pele dos sindicatos, saia fortalecido da crise que ele mesmo criou.

    Entendo que o novo governo – que em 15 dias já está ficando velho – não pode falar em negociar com aquele que tem fome. Ele deve suprir a fome de quem está com fome. Assim, não pode priorizar outras áreas, senão a saúde e a educação, e investir em Fórmula Indy, carnaval, futebol ou outra coisa do gênero. É preciso cuidar das pessoas que cuidam da nossa gente. Sabemos das dificuldades financeiras, mas a população do Distrito Federal vai entender que é melhor o filho na escola e a saúde garantida do que qualquer outra área que se queira investir.

    Do ponto de vista do Direito, é importante ressaltar que o Capítulo dos Direitos e Garantias fundamentais da nossa Constituição, em seu art. 7º, X, criminaliza a retenção dolosa do salários dos trabalhadores urbanos e rurais. De fato, o que estamos vendo, no presente caso, é uma retenção dolosa dos salários por parte do GDF, antes pelo PT de Agnelo e, agora, sob ordens de Rollemberg! O salário, além de ser um direito humano, é um direito inalienável e impenhorável, não podendo qualquer que seja o governo – como parte integrante do poder público, devendo, portanto, respeitar as leis -, retê-lo ou parcelá-lo, sobretudo o dos professores ou de quem quer que seja. Isso é uma apropriação indébita, um crime!
    O papo é este!

    Paulo Henrique Abreu – Advogado e jornalista
    Fonte: Por Paulo Henrique Abreu – 20/01/2015 – – 11:56:09

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    • Bravo! Caro Paulo Henrique, excelente explanação pautada em argumentos legalistas. Como sinto falta de” bravos guerreira(0s)” que façam orientações à população e aos demais segmentos de trabalhadores desse país como foi feito nesta sua fala. Este momento precisa de cidadãos capazes de desconstruir ESSE discurso midiático míope monopolizado que tem ocupado todos os espaços nos momentos de decisões importantes como o de agora, pois falta transparência na totalidade do que vem sendo vinculado nos principais meios de comunicação, faltas provas, faltas argumentos sólidos, sobram falsos postulados e FALTA A JUSTA E NECESSÁRIA VERDADE. Todo brasileiro merece conhecer de forma clara as políticas públicas, leis e direitos que estão sendo usurpados por pseudos donos dessa ” NOSSA TERRA DE SANTA CRUZ”.

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  22. rob diver disse:

    É muita falta de respeito com os professores, nunca passei por um governo tão ruim como este. O ENROLANDO Berg é o governador e pronto ele q aja com tal e nos pague tudo. Já estamos no fim de janeiro e não sabemos como vamos receber isso é humilhante.
    Liguei no BRB para saber sobre empréstimo e fui informado q no caso de contrato só quando estiver trabalhando q o BRB esta liberado para emprestar , resumo estou fodido.
    O Enrolando Berg pode parar de joguetes políticos e ter a decência para pagar o q deve, a situação é tão absurda q nem o contra cheque da rescisão esta liberado para consulta..
    Nunca me arrependi tanto d um voto como este, o bom e q não vou esquecer.
    W.D confio em vc, lute para recebermos tudo em janeiro.

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  23. Beto Avelar disse:

    NÃO AO PARCELAMENTO.

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  24. Qual a posição do governo atual sobre o pagamento da rescisão do contrato temporário?

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  25. Eu entendi direito? a proposta do governo é de pagar a rescisão dos contratos parcelada e somente em Abril – Maio e Junho? Se for isso, essa proposta é INDECOROSA!

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  26. braços cruzados, todos juntos!!!! não podemos aceitar mais estas desculpas, se o pirão é pouco, vamos servir primeiro os professores(as)…ALIÁS, KD OS DEPUTADOS QUE FORAM ELEITOS E QUE DISSERAM QUE IRIAM LUTAR PELA CATEGORIA??????? SUMIRAM?????? QUATRO ANOS PASSAM RÁPIDO

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  27. Altina Mota disse:

    Se o governo aceitasse pagar somente o líquido como vc sugeriu,esse valor cai pela metade,pois muitos de nós estamos endividados com desconto em folha!vamos insistir nessa pauta!!!!!!!!

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  28. Débora Rocha disse:

    Caros colegas, vejo que muitos já estão cansados e estão concordando com os absurdos cometidos por o governo atual e seu antecessor, mas penso que a hora é de lutarmos e não aceitarmos as absurdas imposições do “choque de gestão” proposto pelo Governador, infelizmente terminaremos nossas férias desgastados, desmotivados e extressados. O calendário imposto nos desgastará ainda mais, não descansamos pois tivemos nossas férias e nossos 13º depositados, as dívidas se avolumaram pois nos programamos já contado com tais parcelas, o atraso no pagamento dos salários foi a gota d’água, no início do ano letivo, dia 23, temos que demonstrar nossa foça, espero que o SINPRO tente mudar o calendário, de que nos adianta ficarmos mais uns dias em casa sem o pagamento das férias, contudo não vejo no sindicato qualquer movimentação em tal sentido. Por fim, peço que sejam cobradas novas nomeações e que projetos importantes como o professor de Educação Física nas séries iniciais sejam colocados em discussão.

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  29. No decorrer da carruagem, em 23/02/15, já se foi a 1ª parcela (posição do GDF) e a 2ª já estará encaminhada para 27/02/15 (último dia útil de fev.). E aí, caso o GDF não tenha debitado todos os atrasados? Greve geral!!!!!!

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  30. Pronto! É só não pagar o salário dos deputados e pagar tudo aos professores. O que acham?

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