Você realmente precisa trabalhar?

FONTE: Revista Galileu

Acordar cedo, não tomar café da manhã, enfrentar trânsito (ou transporte público), chegar atrasado, levar bronca, trabalhar incensantemente por horas, voltar pra casa e se preparar pra enfrentar tudo de novo no dia seguinte. Se você se identificou com essa rotina, deve odiar seu trabalho – ou, pelo menos, pensar que deve trabalhar menos.

O trabalho pode nos deixar exaustos, amargurados, estressados e ainda não render tanta grana. E se compararmos com o resto do mundo, a média de horas trabalhadas por ano no Brasil é maior do que na França e Alemanha – trabalhamos cerca de 300 horas a mais por ano.

Um artigo escrito pelo jornalista Brian Dean argumenta que temos que repensar nossa estrutura de trabalho e, inclusive, substitui-la por algo chamado de “anti trabalho”: “é uma alternativa moral para a obsessão com ’trabalhos’ que assolam a nossa sociedade. É um projeto para reformular trabalho e lazer”. Dean afirma em seu artigo que o trabalhar apenas por trabalhar é danoso para sociedade.

“Mas se eu deixar de trabalhar, como vou pagar minhas contas?” A ideia defendida pelo autor é a da renda básica de cidadania – redistribuição de renda -, uma quantia paga pela sociedade para cada cidadão conseguir satisfazer suas necessidades básicas, podendo aproveitar o tempo gasto no trabalho com coisas que realmente o satisfaçam.

“A riqueza está cada vez mais concentrada nas mãos da minoria. Então, o questionamento não é sobre o trabalho, e sim sobre como compartilhar a riqueza de forma mais justa e humana”, explica Dean. “O fato é que a maioria da riqueza já não vem do trabalho humano”.

Se houvesse uma redistribuição de renda, não necessariamente deveríamos parar de trabalhar. Ainda assim, Dean acredita que não podemos deixar de lado a mão de obra humana, principalmente se pensarmos na agricultura. O que o autor questiona, de fato, são os trabalhos exagerados e desnecessários.

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14 Responses to Você realmente precisa trabalhar?

  1. No Brasil existe a Renda Básica de Cidadania – Bolsa Família.

    Curtido por 1 pessoa

  2. drica* drica disse:

    “Se você se identificou com essa rotina, deve odiar seu trabalho – ou, pelo menos, pensar que deve trabalhar menos”
    Está complicado…todos dias levar conhecimentos para a sala de aula, lidar com as mais diversas personalidades,manter o foco, manter o equilíbrio numa sala lotada e… muito trabalho.
    Confesso que me identifiquei, quero trabalhar menos e ter uma vida “normal” .Distribuição de renda ,compartilhar riquezas? no Brasil é utopia , irrealizável…final da ópera, preciso trabalhar.

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    • drica* drica disse:

      Analisando as carências do remanejamento…uma pergunta que não quer calar…a ONDE o atual secretário quer colocar os 6.5 mil professores que ele quer contratar? ( e não tem dinheiro para
      pagar) só se for na casa dele….nas escolas pelo visto (fora atividades e coordenador) não existe tantas carências na rede. Firula desse secretário, que está com medo de uma possível greve ,só pode. Convoca os aprovados secretario, é direito, é Lei.

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  3. cleber21 disse:

    Trabalhando já estamos à míngua… O que precisamos são de consições favoráveis de trabalho. Atualmente após 20 anos de trabalho considero as salas de aulas da rede pública verdadeiros Campos de concenteação, o profissional da educação é praticamente um prisioneiro da rotina e refém dasociedade. Resultado= desgaste, saturação, irritação, exaustão, desmotivação, depressão, …

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  4. Bárbara disse:

    Por isso vendo online, tenho horror a essa rotina de entrar as 8 e sair as 4, sou empresária desde os 14 anos. Estou estudando para concurso público mas também por conta da flexibilidade, pois eu sempre soube que nunca conseguiria ” ser como os demais “.

    BLOG: https://vidagourmetblog.wordpress.com/
    CANAL: https://www.youtube.com/c/BárbaraAlencarGL

    FACE: https://www.facebook.com/glifestyle.blog
    INSTA: http://instagram.com/bbconcurseira

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  5. Desculpe o comentário sobre outro assunto: verifiquei as carências agora e só estão as que sobraram na primeira etapa do remanejamento. Cadê as dos professores que saíram de uma escola e foram pra outra no interno??

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  6. WD No dia 31/12/14 o atual secretario de educação afirmou o seguinte :”O déficit atinge principalmente as regionais de ensino de Samambaia, Santa Maria, Recanto das Emas e Planaltina. As faltas são maiores na alfabetização e na educação infantil, além das áreas de exatas, ciências, língua portuguesa e artes. Um levantamento feito pela equipe de transição apontou que há carência de 470 professores de matemática e 406 de português.”
    Agora ele esta falando em contratar cerca de 6500 professores e efetivar cerca de 330 , isso não deixa bem claro que professores temporários estariam assumindo cargos de professores que deveriam ser assumidos por professores efetivos , o que seria contra a lei uma vez que se trata de uma carência definitiva e não de uma carência temporária , gostaria de saber o que a categoria juntamente com o SINPRO pode fazer a este respeito? segue abaixo o anexo do G1 .

    http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/01/educacao-14-das-escolas-precisa-de-reforma-e-faltam-6-mil-docentes-no-df.html

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  7. As Escolas e os Centros Regionais de Educação tem que ter ombridade para Informar sem Omitir nada sobre a Verdadeira Carência na Rede do DF, especialmente das Específicas que quase não vemos falar.

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  8. WD,
    Não estou entendendo o que está acontecendo. Verifiquei agora as carências para Ceilândia, atividades, e surpresa… não há carência. Cadê as carências dos professores que se movimentaram no RI/RE? Como fica, quem está sem lotação?

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  9. Washington é possível parcelar rescisão contratual? Desliguei-me em julho de 2014 da SEDF e ainda não recebi nada referente a minha rescisão 13º 1/3 feias férias proporcionais, ora! eu sei que estão parcelando salários de servidores ativos agora parcelar rescisão já ocorrida desde de julho, pode? Essas parcelas são rescisórias a lei permite? Por favor gostaria de saber se isso é legal.
    Fico aguardando sua resposta. Obrigada.

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  10. maria rosa disse:

    Eu pensei que essa nova etapa do remanejamento era principalmente para disponibilizar as vagas que foram abertas na 1ª etapa .Não entendi o motivo desse novo remanejamento?Deu na mesma!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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